
Durante a maior parte da história da arquitetura, fachadas interessantes foram alcançadas através da materialidade ou ornamentação. Dos frisos elaboradamente pintados do Parthenon ao exterior de vidro dos modernos arranha-céus, a arquitetura era basicamente estática, apenas "mudando" junto com o seu contexto, seja de chuva, luzes, ferrugem, etc.
Como a tecnologia progrediu e as fachadas se transformaram - literalmente - o papel do contexto não diminuiu. Em vez disso, tecnologia de ponta permitiu que os projetistas desenvolvessem arquiteturas que respondessem a estímulos ambientais de maneiras mais interessantes do que nunca. Muitas vezes, esses projetos assumem a forma de fachadas cinéticas: fachadas arquitetônicas que mudam dinamicamente, transformando edifícios de monólitos estáticos em superfícies sempre em movimento.
