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Arquitetos: C.F. Møller
- Área: 20000 m²
- Ano: 2025





Para as cidades, sediar um evento olímpico é uma honra e uma oportunidade significativa de crescimento, mas também representa um desafio importante. Com mais de 200 nações participando dos Jogos, eles se destacam como a maior competição esportiva do mundo. No entanto, adaptar a infraestrutura pública e esportiva para acomodar o aumento repentino de pessoas e a escala desses eventos pode resultar em problemas após o encerramento, como estruturas subutilizadas conhecidas como "elefantes brancos". Apesar disso, as Olimpíadas incentivam transformações urbanas, levando as cidades a investir em melhorias em transporte, moradia e espaços públicos. Um exemplo marcante é Paris, que inaugurou sua primeira linha de metrô durante a segunda edição dos Jogos Olímpicos, em 1900.
Quando se trata dos locais olímpicos, surge o desafio da reutilização adaptativa: a arquitetura precisa encontrar maneiras de transformar esses espaços, inicialmente projetados para acomodar milhares de pessoas durante os Jogos, de modo a se tornarem parte sustentável da oferta esportiva da cidade após o evento. Em várias partes do mundo, alguns desses locais têm conseguido prolongar sua utilidade além do encerramento dos jogos, integrando-se às comunidades locais e oferecendo uma variedade maior de eventos esportivos e de lazer. Apesar dos altos custos de construção, muitos desses espaços se tornaram ícones da identidade local e atrações turísticas populares, continuando a ser utilizados décadas após receberem as multidões olímpicas.


O projeto do OMA para a nova sede do UniCredit em Munique, na Alemanha, propõe uma praça elevada do chão para aumentar os espaços públicos e a conectividade urbana e ativar uma área historicamente negligenciada. Desenvolvida por meio de concurso, a proposta tem como objetivo "atribuir retroativamente caráter a uma área que talvez nunca tenha tido", e está localizada próximo a uma das principais artérias da cidade, o S-Bahn, uma área estritamente funcional que carece de espaços públicos ou equipamentos. O edifício é elevado do chão, e sua pegada reduzida permite uma integração mais fácil com o espaço público, preservando as características do lugar.


Boston acaba de anunciar um plano que, se aprovado, eliminaria o uso de combustíveis fósseis em novas construções e grandes projetos de renovação. Esta medida expande o compromisso pela ação climática e inclui Boston na lista das cidades integrantes do Green New Deal. Outras cidades dos EUA, como Nova York, Los Angeles, San Jose, Seattle e Berkeley, impuseram medidas semelhantes nos últimos anos. Sete cidades europeias — Bilbao, Bratislava, Dublin, Munique, Roterdã, Viena e Winterthur — também apresentaram projetos para eliminar gradualmente o uso combustíveis fósseis para aquecimento urbano.

O escritório de arquitetura Populous foi escolhido para projetar uma nova arena de eventos multiuso, sem impactos para o clima e com capacidade para 20.000 pessoas em Munique, na Alemanha. A estrutura visa criar uma experiência única; um local "compacto, eficiente e visualmente deslumbrante" que será instantaneamente reconhecível e refletirá o caráter e a cultura da área metropolitana da Baviera, servindo como um novo marco. O local com capacidade para 20.000 pessoas remete-se à herança bávara através de uma estrutura de suporte que homenageia a forma de losango usada na bandeira do estado da Baviera.


O escritório holandês MVRDV divulgou seus planos de renovação de um complexo de edifícios ao sul de Munique, Alemanha. Mantendo seis dos nove blocos existentes, o projeto expande o programa atual e cria um novo marco para o bairro ao implementar uma praça no centro do empreendimento.


UNStudio e Bauwerk criaram um novo conceito de habitação urbana para o Residencial Van B explorando a ideia de "analógico inteligente". Localizado em Munique, na Alemanha, este projeto prospecta sobre o futuro das cidades, se preocupando em transformar a demografia e a variedade de formas familiares existem atualmente. A partir de repartições adaptáveis e um sistema de móveis conectáveis, o projeto permite uma fácil e prática troca de configurações e layout. "Qualidade importa mais do que a área", dizem os arquitetos.
