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Manifesto: Acerca da Arquitetura Moderna / Gregori Warchavchik

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A nossa compreensão de beleza, as nossas exigências quanto à mesma, fazem parte da ideologia humana e evoluem incessantemente com ela, o que faz com que cada época histórica tenha sua lógica de beleza. Assim, por exemplo, ao homem moderno, não acostumado às formas e linhas dos objetos pertencentes às épocas passadas, eles parecem obsoletos e às vezes ridículos.

Fazer ressoar o espaço: incorporando o som em projetos de interesse público

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“A arquitetura moderna está projetando para os surdos". O compositor canadense R. Murray Schafer fez uma interessante observação. [1] O tema "som" praticamente não existe no discurso da arquitetura moderna. Por que? Nós, como arquitetos, pensamos em termos de forma e espaço; equilibramos a compreensão científica com a visão artística. O problema é, temos a tendência de pensar muito em objetos, ao invés de processos e sistemas. Essencialmente, nosso campo é, naturalmente, centrado na visão. Então, como começamos a "ver" o som? E mais importante, como usamos isso para promover saúde, segurança e bem-estar? 

Fazer ressoar o espaço: incorporando o som em projetos de interesse público - Image 1 of 4Fazer ressoar o espaço: incorporando o som em projetos de interesse público - Image 2 of 4Fazer ressoar o espaço: incorporando o som em projetos de interesse público - Image 3 of 4Fazer ressoar o espaço: incorporando o som em projetos de interesse público - Image 4 of 4Fazer ressoar o espaço: incorporando o som em projetos de interesse público - Mais Imagens

Continue Falando Kanye: Uma Defesa de um Arquiteto para Kanye West

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Posso ser minoria entre meus colegas, mas eu desejo que Kanye West continue falando. Apesar de muitos que desprezam, menosprezam ou o repudiam - relutantes ou incapazes de digerir o que está dizendo, consumindo citações manjadas e jargões decadentes, em vez de se engajar com ele em um discurso intelectual - eu quero que ele continue falando.

Como um homem negro e arquiteto (um dos cerca de 2.000 que podem reivindicar a adesão em ambos os grupos nos Estados Unidos), estou particularmente ciente da barreira que existe entre os arquitetos e o reconhecimento e entre arquitetos negros e aceitação. Em uma recente entrevista de Kanye com Zane Lowe, ele fez reflexões sobre design, arquitetura e processo criativo em uma dosagem muito alta para que a maioria pudesse absorver. Estou extremamente animado, mesmo com medo e excitação, com a perspectiva de ter um porta-voz tão poderoso para uma geração de arquitetos e designers negros que compartilham sua frustração e se conectam com sua mensagem.

Por que? Pois quando Kanye West fala, as pessoas escutam.

Exposição Theo Jansen: Animais que se alimentam de vento / Theo Jansen + Earthscape

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Em uma colaboração entre o paisagista japonês Eiki Danzuka e o artista holandês Theo Jansen - sob a direção de Earthscape - foi realizada a "Exposição Theo Jansen", uma instalação que captura o entorno natural de Oita e a paisagem holandesa, e atrai os visitantes a experienciar um espaço emocionante. Strandbeesten (animais de praia) são enormes estruturas montadas a partir de materiais cotidianos, como tubos plásticos. Suas patas se movem pela força do vento, permitindo-os caminhar.

Mais informações e imagens a seguir.

Exposição Theo Jansen: Animais que se alimentam de vento / Theo Jansen + Earthscape - Arquitetura CulturalExposição Theo Jansen: Animais que se alimentam de vento / Theo Jansen + Earthscape - Arquitetura CulturalExposição Theo Jansen: Animais que se alimentam de vento / Theo Jansen + Earthscape - Arquitetura CulturalExposição Theo Jansen: Animais que se alimentam de vento / Theo Jansen + Earthscape - Arquitetura CulturalExposição Theo Jansen: Animais que se alimentam de vento / Theo Jansen + Earthscape - Mais Imagens+ 17

Críticos reagem ao projeto do Mecanoo para a biblioteca de Birmingham

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Com a recente inauguração da nova biblioteca de Birmingham, o mais novo projeto de grande escala do escritório Mecanoo recebeu críticas variadas no Reino Unido. Dê uma olhada nas respostas de Hugh Pearman, Stephen Bayley (The Telegraph), Oliver Wainwright (The Guardian), Rowan Moore (The Observer), e Edwin Heathcote (The Financial Times) após o intervalo...

Sete deslizes arquitetônicos ao redor do mundo

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Com a recente notícia de que o edifício "Walkie Talkie" em Londres, do escritório Rafael Viñoly Architects, tem refletido os raios solares de forma incomum, a ponto de receber o apelido de "Raio da Morte", organizamos uma lista de sete "deslizes" arquitetônicos ao redor do mundo, de casos preocupantes a situações absurdas.

Como trazer as cidades-fantasma da China de volta à vida

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Neste artigo, publicado originalmente no blog Point of View da revista Metropolis como "The Real Problem with China's Ghost Towns", o autor Peter Calthorpe explica os problemas dessas cidades, prevê o seu futuro sombrio e explora como o planejamento cuidadoso por trás da cidade de Chenggong poderia oferecer uma alternativa mais sustentável.

Nós todos vimos os relatórios sobre a evolução das “cidades-fantasma” na China, mostrando áreas imensas de arranhas céus e shopping centers vazios. Estas cidades estéreis parecem particularmente irônicas em um país onde planeja-se mover 250 milhões de pessoas do campo para as cidades nos próximos 20 anos. Mas essa demanda massiva e sem precedentes foi distorcida por uma série de fatores exclusivos da China. Incentivos financeiros falhos para as cidades e empreendedores, juntamente com a pobre oferta de serviços, comodidades e postos de trabalho cria a maioria dos problemas. Além disso, a classe média emergente chinesa está muito confortável (talvez demasiadamente) investindo no mercado imobiliário. Muitas vezes compram apartamentos em bairros incompletos, mas esperam para se mudar, com a esperança de que os valores subam. O resultado é uma sequência de grandes empreendimentos que permanecem como investimentos especulativos vazios, em vez de habitações e comunidades reais. Estes edifícios são uma preocupação atual, mas os problemas reais podem aparecer quando estes estiverem habitados.

Embora seja difícil obter dados sobre os níveis de vacância na China, há certamente muitos exemplos anedóticos em todo o país. Um exemplo bastante típico é Chenggong, a nova cidade planejada para 1,5 milhão de pessoas nos arredores de Kunming, no oeste do país. Esta cidade recém-construída ostenta a crescente Universidade de Yunnan, atualmente com 170 mil alunos e professores, um novo centro do governo, e uma indústria leve emergente. Ainda em construção estão a nova estação ferroviária de alta velocidade da cidade e duas linhas de metrô que conectam o centro histórico da cidade.

Na China, um segundo edifício ficou na metade de uma rodovia

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Há algum tempo, contamos a história de uma casa na China que ficou no meio de uma rodovia de alta velocidade, pois seus donos não quiseram vendê-la.

Recentemente, conheceu-se outro caso do tipo no mesmo país. Trata-se de um grupo de pessoas que se mudou a edifícios na cidade de Xi’na, no oeste da China, pois foi planejada a construção do Parque Nacional de Patrimônio Daming nos terrenos de suas casas.

O novo edifício era parte de uma série de blocos. No entanto, os trabalhadores construíram um edifício a mais, o qual ficou sobre a metade da rodovia.

Parasita ou Salvador? A nova torre de Ibelings van Tilburg

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Este artigo foi publicado originalmente na uncube magazine como "Saviour or Parasite?"

O centro da cidade de Rotterdam é dominado pelo comércio. Apenas 5% dos habitantes da cidade vivem no centro ocupado por grandes lojas, restaurantes fast food e escritórios. Após o horário comercial, as ruas ficam desertas. O município gostaria de atrair mais moradores para o centro - mas o espaço para novos edifícios de habitação é escasso. Assim, nos últimos anos, um cinema dos anos 1960 e uma igreja tiveram que abrir caminho para um novo complexo habitacional projetado por Alsop Architects e uma torre residencial de Wiel Arets foi rapidamente ligada à loja de departamento projetada por Marcel Breuer, De Bijenkorf. Não era assim até que o município forçasse a construção de novos arranha-céus residenciais nas áreas verdes do complexo residencial Lijnbaanhoven, projetado em 1954 por Hugh Maaskant, quando houveram protestos e o projeto teve que ser cancelado.

Um projeto de densificação, no entanto, tentou não destruir ou degradar o edifício do pós-guerra que originalmente ocupa o terreno. Em muitos aspectos, o arranha-céu residencial Karel Doorman pode ser chamado de salvador da antiga loja de departamentos Ter Meulen. Pode ser um pouco incomum para um valente herói se agachar sobre os ombros de uma velhinha que se pretende resgatar - mas é isso mais ou menos o que acontece aqui.

“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia

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Neste ano, a cidade eslovaca de Košice foi nomeada Capital Cultural da Europa. Este reconhecimento, que também incluiu Marselha (França), foi atribuído pela União Europeia. Pelo período de um ano, ocorrem diversos eventos culturais que promovem o patrimônio cultural e histórico da cidade.

“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 1 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 2 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 3 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 4 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Mais Imagens+ 12

ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte

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Com o surgimento de tecnologias que podem operar no espaço - como as impressoras 3D e os tijolos produzidos por bactérias - a ideias de construir uma colônia em Marte já não parece tão impossível. O escritório alemão ZA Architects apresentou sua proposta de uma grande rede subterrânea de cavernas para iniciar o povoamento do planeta vermelho.

A estratégia baseia-se em robôs que abririam caminho para que os humanos possam, finalmente, viver no planeta vizinho. Os arquitetos reconhecem que as tecnologias atuais não são suficientes para levar a cabo seus planos, no entanto, acreditam que em dez anos a robótica terá avençado o bastante para que seja possível construir as habitações subterrâneas.

Mais informações, imagens e diagramas a seguir.

ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Image 1 of 4ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Image 2 of 4ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Image 3 of 4ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Imagem de DestaqueZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Mais Imagens+ 5

Teoria Unificada de Arquitetura: Capítulo 1

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Iremos publicar o livro de Nikos Salíngaros, Unified Architectural Theory, em uma série de trechos, tornando-o disponível digitalmente e gratuitamente a todos os estudantes e arquitetos. O capítulo a seguir, "A Estrutura das Teorias Arquitetônicas", postula que a arquitetura, se trabalha verdadeiramente com os ecossistemas naturais, deve adotar uma abordagem cientificamente informada e sistêmica. Se você perdeu a introdução, pode encontrá-la aqui.

A arquitetura é um ato humano que invade e substitui o ecossistema natural. A ordem biológica é destruída cada vez que limpamos as plantas nativas e erguemos edifícios e infraestruturas. O objetivo da arquitetura é a criação de estruturas para abrigar os homens e suas atividades e os seres humanos são parte do ecossistema da Terra, mesmo se tendemos a esquecer isso.

Logicamente, a arquitetura precisa ter uma base teórica que começa com o ecossistema natural. O ato de construir demanda materiais de maneiras muito específicas, e os seres humanos geram uma demanda artificial de materiais, que foram extraídos da natureza e transformados em variados graus. Alguns dos materiais mais utilizados da atualidade, como placas de vidro e aço, exigem processos de consumos intensivos de energia, sendo que contém quantidades elevadas de energia incorporada. Estes não podem ser a base para qualquer solução sustentável, apesar de toda a campanha das indústrias.

O esgotamento dos recursos e uma catástrofe ecológica iminente são consequências do distanciamento da natureza e de uma fé cega na tecnologia para resolver os problemas que a própria indústria criou.

4 aplicativos para o arquiteto de hoje

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É indiscutível o enorme efeito que os smartphones causaram na vida das pessoas. Tornaram-se, indiscutivelmente, ferramentas úteis que facilitam diversas tarefas de nosso dia a dia. Para os arquitetos, estar conectado através de um smartphone permite trabalhar mais rapidamente, visto que, através de um simples telefone, é possível visualizar desenhos, mandar plotar pranchas de projeto, tirar medidas de níveis, consultar materiais de construção, etc.

Temos mostrado, em nossa seção de Tecnologia, diversos aplicativos e programas úteis que todos os arquitetos deveriam ter. Desta vez, apresentamos aos leitores e leitoras quatro novos.

A seguir, mais informações sobre os aplicativos.

Pergunte à Arup: Quais as melhores maneiras de utilizar o 3ds Max em arquitetura?

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Este artigo foi publicado originalmente em Arup Connect como "Ask Arup: Visualization Edition."

Em nossa última rodada de Pergunte ao Arup, o leitor Biserat Yesflgn, do ArchDaily, pediu dicas sobre o software de visualização 3ds Max (anteriormente conhecido como 3D Studio Max). Conversamos com o especialista em visualização nova-iorquino Anthony Cortez, do escritório Arup, para saber como ele usa o programa, quais competências os artistas de visualização em perspectiva precisam ter e como o campo está evoluindo.

Admirável Subúrbio Novo: conheça os arquitetos que estão repensando os subúrbios

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Publicado originalmente na revista National Endowment of the Arts como "The Suburban Canvas: An Emerging Architectural Model of Artistic Possibilities"

Durante a maior parte da sua existência, os subúrbios norte-americanos foram considerados um despropósito arquitetônico. De shopping centers a mansões passando por empreendimentos residenciais, os subúrbios de Connecticut a Califórnia parecem estranhamente similares e compartilham o mesmo padrão de construção rápida e barata que deixa pouco ou nenhum espaço para um projeto sério.

Mas com a recente crise imobiliária e crescentes preocupações ambientais, novas oportunidades surgiram para se repensar os subúrbios como comunidades sustentáveis e arquitetonicamente inovadoras. Ainda que as demais plataformas artísticas analisadas nesta edição estejam consolidadas, o projeto suburbano - tradicionalmente dominado pelos empreendedores em busca de lucros - apenas agora surge como um campo de produção de arte. Alimentados por exposições como "Foreclosed: Rehousing the American Dream", do Museu de Arte Moderna, e o concurso Reburbia da revista Dwell, arquitetos e designers começam a explorar o que os subúrbios podem se tornar. Falamos como diversos arquitetos que lideram essa tendência crescente e literalmente criam novas possibilidades para todas essas "casinhas nas colinas". Em suas próprias palavras, aqui estão alguns de projetos, questões e visões.

Fragmento Urbano: Casa Miller de Jose Oubrerie

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Este artigo foi escrito pelo designer e crítico de Seattle Evan Chakroff.

A Casa Miller em Lexington, Kentucky, é um manifesto construído: uma proposta ambiciosa para o futuro dos subúrbios em uma época de urbanização sem precedentes. Apesar de seu "pedigree" - projetado e construído pelo discípulo de Le Corbusier, José Oubrerie – e apesar de sua (apropriada) seleção como uma "obra prima" por Kenneth Frampton, o projeto permanece um tanto desconhecido e arquitetonicamente subestimado.

A casa deveria sem dúvidas ocupar um lugar no cânone das grandes obras de arquitetura residencial. A composição complexa por si só deveria inspirar inúmeras leituras formais, mas mais importante, a casa representa um modelo de vida comunitária em meio à constante mudança das estruturas familiares. É uma rejeição radical do estilo de vida do subúrbio que se tornou socialmente, economicamente e culturalmente insustentável.

Comunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu

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Limitada pela escassez de espaço e recursos, uma comunidade informal em Yogyakarta, Indonésia, concluiu recentemente a construção de seu espaço comunitário. O novo centro foi feito de bambu local, construído sobre o canal de drenagem da cidade, em frente ao rio Winongo. A estrutura foi projetada por Andrea Fitrianto e Jasri Mulya, e construída por voluntários da comunidade.

Mais informações e imagens a seguir.

Comunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - Mais Imagens+ 7

INTERIORS: Breaking Bad

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Interiors é um jornal online de cinema e arquitetura, publicado por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Interiors tem uma coluna exclusiva na página ArchDaily, onde analisa e diagrama espacialmente alguns filmes e séries.

A Era de Ouro da televisão abriu caminho para programas que vão contra os modelos narrativos tradicionais. Ao longo de seus cinco anos, Breaking Bad efetivamente transformou seu protagonista em um antagonista, colocando seu herói/anti-herói em um cenário distinto. Neste sentido, o uso dos espaços e locações em Breaking Bad, filmado em Albuquerque, é digno de atenção, desde o uso de locações reais que servem de pano de fundo para os negócios (lava carros, Los Pollos Hermanos) até a construção de cenários para as casas dos personagens (a casa de Walter White e de Jesse Pinkman).

Em nossa análise, focamos em três diferentes espaços onde Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) produzem sua metanfetamina: o RV, o Superlab e os laboratórios improvisados em Albuquerque. Estes espaços, que têm muito do caráter do próprio Walter White - um professor de química que sua sua profissão como fachada para sua nova vida de senhor das drogas -, são dissimulados por suas aparências exteriores, misturando-se com seus arredores.

Teoria Unificada da Arquitetura: Uma introdução

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Nos próximos meses estaremos publicando o livro de Nikos Salingaros, Unified Architectural Theory, em uma série de capítulos, tornando-o livre a estudantes e arquitetos. Nos parágrafos seguintes, Salingaros explica porque optamos por esta iniciativa, e também introduz o tema de seu livro: respondendo "a antiga e perturbadora questão de por que arquitetos e pessoas comuns têm preferências de edifícios diametralmente opostas."

ArchDaily e eu estamos iniciando uma nova ideia de publicação, uma ideia que reflete as tendências revolucionárias que estarão em meu livro, que será futuramente publicado. No momento, meu livro, Unified Architectural Theory, 2013, está disponível apenas nos EUA. Com a cooperação do ArchDaily, ArchDaily Brasil e Plataforma Arquitectura, ele logo estará disponível em outras línguas, para todos que tenham acesso à internet. Sendo publicado um capítulo por vez, estudantes e profissionais poderão digerir o material à vontade, imprimir as páginas e encaderná-las como um livro de referências "faça você mesmo". Pela primeira vez estudantes terão acesso a este material em seu idioma e gratuitamente!

O livro surgiu de um curso sobre teoria da arquitetura que eu lecionei ano passado. Foram apresentados aos estudantes os mais recentes resultados científicos que mostram como seres humanos respondem a diferentes formas e espaços arquitetônicos. No final do curso, todos tinham conhecimento suficiente para avaliarem, eles mesmos, quais edifícios, espaços urbanos e configurações internas eram mais adequadas para os seres humanos.

Esta abordagem é, claro, totalmente diferente daquilo que se conhece hoje como "Teoria Arquitetônica".

O Distrito Central Zapopan: Um novo polo de desenvolvimento sustentável na Região Metropolitana de Guadalajara

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O contexto metropolitano 

A região metropolitana de Guadalajara (Z.M.G.), junto a Monterrey é a segunda em importância no México. Formada por oito municípios, abriga 4.434.8781 habitantes numa superfície de 2.734 km² e neste momento, se caracteriza pelas ações urbanas desarticuladas dos municípios que a integram², o que acabou por formar uma cidade baixa e extensa, sem hierarquias claras e carente de estrutura urbana coerente que suporte seu crescimento. Neste contexto, Zapopan se posicionou como o município líder da Z.M.G., reflexo de possuir o maior índice de desenvolvimento urbano³ no Estado de Jalisco e o nono maior índice a nível nacional. Ainda que siga tendo uma população menor (1.243.756 habitantes) que o município de Guadalajara (1.495.189 habitantes), sua dinâmica populacional é ascendente, enquanto o centro tradicional segue num fenômeno de perda de população há aproximadamente 20 anos.

Decisões a tomar

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Existe a cidade perfeita? Sustentável, bem conectada, equitativa, justa, intensa, linda e planejada? Muitas, ou todas as decisões que são tomadas nas cidades buscam satisfazer, historicamente, os ideais estéticos e ideológicos da cultura que em tal período a habita e, por sua vez, que a está criando. A forma que adquire uma cidade, portanto, é o resultado de ideias, desejos e inclusive medos que têm a sociedade.

Light Matters: Recuperando a escuridão do céu

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O advento da luz elétrica permitiu que colonizássemos a noite. Não só os quilômetros de iluminação artificial garantem maior segurança, mas também sinalizações, propagandas, etc. continuam a nos direcionar nas paisagens noturnas. Como Rem Koolhaas explorou em Nova York Delirante, Manhattan e Coney Island foram os primeiros protótipos luminosos para as metrópoles continuamente vibrantes de hoje: cidades que estabeleceram novos ritmos, um novo equilíbrio entre trabalho e vida.

Mas o que acontece quando a iluminação atrapalha nosso equilíbrio natural? Quando perdemos a beleza do céu escuro, as estrelas? O que acontece quando a iluminação se torna poluição?

Mais sobre Light Matters a seguir...

Cadeira Guarda / Alberto Villarreal

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O conceito desta cadeira criada pelo designer industrial lberto Villarreal, está inspirado no espaço vazio gerado pelos objetos. Tanto para cadeiras e mesas, a Coleção Inside-Out Guarda utiliza deliberadamente este espaço vazio, de modo que pode ser utilizado para armazenar uma segunda cadeira ou mesa dentro, e quando ambos elementos se separan o espaço pode ser utilizado para o armazenamento de objetos pequenos, tais como periódicos, livros, etc.

Fundamentos para projetar espaços públicos confortáveis

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Ernst Neufert foi um arquiteto e professor de arquitetura alemão, membro da Bauhaus e companheiro de Walter Gropius. Sem dúvida, seu trabalho mais conhecido tenha sido criar um guia com as medidas padrão de Arquitetura, em seu livro "Arte de Projetar em Arquitetura". Hoje em dia, vê-se cada vez mais necessário ampliar este guia, não somente, às medidas mínimas considerando a ergonomia, mas agora também estamos conscientes de que existem fatores acústicos, de iluminação, temperatura, entre outros, que são imprescindíveis de considerar no momento de projetar. Por esta razão os arquitetos Enrique Mínguez Martínez, Pablo Martí Ciriquián e María Vera Moure criaram este guia chamado "Fundamentos para Projetar Espaços Públicos Confortáveis. Indicador do conforto no espaço público", o qual queremos compartilhar com vocês como uma ferramenta que auxilie tanto a estudantes, como profissionais, para a criação de espaços de qualidade.

Se quiser aprender do que se trata o livro, leia a seguir.

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