O arquiteto espanhol Óscar M. Ares Álvarezcompartilhou conosco este material sobre a obra de Hans Scharoun, arquiteto alemão e um dos maiores expoentes da arquitetura orgânica. Entre suas obras mais reconhecidas destacam-se a Sala de Concertos da Filarmômica de Berlim e a Casa Schminke em Löbau.
“A planificação urbana realizada por Scharoun é uma mostra de criatividade e heterogeneidade. O arquiteto de Bremen buscou romper a monotonia da ordenação em linhas definida pelo Movimento Moderno e categorizada no II CIAM celebrado em Frankfurt realizando um autêntico “tour de forcé” formal: combinou trechos curvos e retos, blocos curtos com outros exageradamente longos e definiu algumas unidades perpendicularmente em relação a outras". Leia o texto completo a seguir.
Neste artigo, primeiramente publicado em Australian Design Review como "The Meeting of East and West: Kikutake and Le Corbusier", Michael Holt descreve a fertilização cruzada de ideias que ajudou a difundir o movimento Metabolista japonês, focando em como os ideais de Le Corbusier foram cruciais para um dos projetos mais enigmáticos do movimento, Kiyonori Kikutake's Sky House.
A casa do arquiteto japonês Kiyonori Kikutake, de 1958, permanece como um projeto exemplar que define a agenda metabolista mas, mais significativamente, reforça a ideia de que uma habitação unifamiliar pode ser ideologicamente recursiva e estratégica. Kikutake, entretanto, não deixa de ter um precedente pouco provável no renomado Le Corbusier.
Os dois arquitetos estabeleceram ordem e método de trabalho em seus menores projetos - Kikutake em Sky House e Le Corbusier em Villa Savoye (1929) - e desenvolveram suas ideias através de relatos escritos (o Manifesto Metabolista de Kikutake, 1960, e o Manifesto Purista de Le Corbusier, anterior ao trabalho construído, em 1918). Por fim, cada um leva suas ideias ao nível urbano, KIkutake através de Tower-Shaped Community Project (1959) e Le Corbusier em Chandigarh, Índia (1953). Para localizar a origem da influência, é necessário primeiro examinar a posição de Le Corbusier como figura representativa do Congresso Internacional de Arquitetura Moderna (CIAM).
Continue lendo para saber mais sobre esta improvável relação de influência
Pode um bom diretor de cinema ser um bom arquiteto? Essa é a premissa por trás de Interiores, que investiga criticamente a relação entre cinema e arquitetura. Cada edição mostra, em notação arquitetônica, um conjunto memorável ou cena de um filme ou série de televisão.Os diagramas são acompanhados por um longo ensaio que complementa a análise espacial.
Leia mais sobre "Interiores" - e veja uma coleção de plantas produzidas para a revista - abaixo.
Jonathan Meades, do jornal The Guardian, elegeu os ícones do Brutalismo em uma provocante lista de A a Z que vai de Hans Asplund, que cunhou o termo "nybrutalism", à fascinação californiana nos anos 1960 com ornamentos em estilo Zapoteco. Veja a lista completa e descubra por que a cidade de Quebec, o arquiteto iugoslavo Janko Konstantinov e o dinamarquês Jørn Utzon estão na lista.
Neste artigo, originalmente publicado por Arup Connect como "Anthony Townsend on Smart Cities", Townsend discute seu livro "Smart Cities: Big Data, Civic Hackers, and the Quest for a New Utopia" e explica como, na sua visão, o impulso em direção às cidades inteligentes esta sendo liderado pelas pessoas erradas - ou seja, empresas de tecnologia com objetivos de curto prazo. Os arquitetos, planejadores e cientistas que deveriam estar liderando esta mudança, entretanto, geralmente encontram dificuldades para compartilhar seu conhecimento.
Seu livro argumenta que há uma necessidade de ações de base ao invés de implementação de cidades inteligentes de cima para baixo liderada por empresas. Como você vê arquitetos e engenheiros se encaixando neste quadro?
Arquitetos e engenheiros em geral devem atender os interesses de seus clientes. Há um equilíbrio que deve ser atingido, quase de projeto em projeto, sobre o quanto podem dizer de uma peça de tecnologia relacionada ao modelo de negócios para o projeto, ou até uma estratégia de placemaking, tem consequências não intencionais, ou que pode haver uma abordagem mais democrática ou inovadora.
Muito da visão de cidades inteligente foi formada por engenheiros de TI e profissionais de marketing. O problema não é só o fato de ser uma visão relativamente ingênua sendo forçada por empresas com objetivos de venda em curto prazo. É que simplesmente não compreende a complexidade do urbanismo de qualidade, e o papel que comunicação e informação têm na criação de bons lugares em que as pessoas gostariam de comprar, trabalhar, morar.
Leia mais sobre os desafios das cidades inteligentes a seguir
O Guggenheim está planejando um novo museu em Helsinki. O terreno está no coração da cidade, ao lado do mercado municipal do século XIX e do mercado ao ar livre, à dois minutos da Catedral de Helsinki. O projeto, portanto, tem grande potencial para se tornar um marco para a cidade. E muitos finlandeses são atraídos por esse mesmo potencial, querendo aumentar o turismo e evidenciar sua capital no mapa mundial. Houve também uma discussão no principal jornal do país, o Helsingin Sanomat sobre como os finlandeses devem acolher uma arquitetura mais alegre e divertida.
Destino-criação e arquitetura como entretenimento são, certamente, temas recorrentes do nosso tempo. Eles foram tratados com grande maestria por Frank Gehry no Guggenheim de Bilbao, inaugurado em 1997. No entanto, é importante lembrar que o Guggenheim de Bilbao pode ser considerada uma espetacular peça única. Prefeitos, políticos e líderes mundiais, desde então, procuraram, talvez de uma maneira muito fácil, transformar suas cidades através de marcos emblemáticos. Têm ocorrido muitas discussões sobre elevar as cidades a "nível mundial" através de gestos arquitetônicos, e muito desse marketing é totalmente alheio a ideia do que realmente faz boa uma arquitetura boa.
A globalização trouxe consigo muitas coisas: a possibilidade de viajar, reconhecer familiaridade em qualquer cidade, e, mais importante para nós, criar oportunidades trans-continentais no design. Criou uma plataforma para jovens profissionais em uma escala que nenhuma outra geração pôde encontrar. Se você quer ser um arquiteto global, buscar projetos vencedores de prêmios, trabalhar ao lado de pessoas inspiradoras e aprender com elas, ser proativo e procurá-las; essencialmente, você precisa estar disposto a se deslocar.
Deslocar-se por uma carreira não é para todos e não acontece sem riscos (que serão citados mais tarde); entretanto, ter a oportunidade de viajar para uma nova cidade e aprender novas habilidades é uma experiência incrível que tivemos a sorte de conseguir realizar. Se este é o tipo de experiência que você procura, talvez ser um arquiteto global é o certo para você. Continue lendo para saber.
Bloco de carnaval na Vila Madalena, SP, durante o último domingo (23/01/2014). Image Cortesia de Raquel Rolnik
Quem vê essa foto certamente pensa que se trata do carnaval do Rio de Janeiro, do Recife ou de Salvador… Puro engano. Essa imagem é do carnaval de rua de São Paulo, que vem crescendo a cada ano. Para se ter uma ideia, um cadastro de blocos aberto pela prefeitura recebeu a adesão de 195 agremiações. Neste site é possível ver a programação e a lista dos blocos do carnaval de rua paulistano.
Um dos blocos mais antigos de São Paulo, Os Esfarrapados, fundado em 1947, percorre as ruas do bairro do Bixiga, um dos redutos do samba paulistano e da cultura negra da cidade. No Cambuci, o Bloco da Ressaca arrasta foliões desde 1984. De acordo com os organizadores, o bloco surgiu da vontade de proporcionar uma festa pública e gratuita pra comunidade, já que os ingressos para o desfile das escolas era caro, e também de resgatar a tradição carnavalesca da região. Foi no Cambuci que surgiu a primeira escola de samba de São Paulo, a Lavapés. Também as guerras de confetes eram tradicionais no bairro.
Gravura de Charles-Dominique-Joseph Eisen para a segunda edição de "Essai sur l’architecture" de Marc-Antoine Laugier
Existem vários tratados de arquitetura que desenvolvem com bastante exatidão as medidas e as proporções arquitetônicas, que entram nos detalhes das distintas ordens e que provêm de modelos para as distintas formas de construir. Porém não existe ainda nenhuma obra que estabeleça solidamente os princípios da arquitetura, que manifeste seu verdadeiro espírito e que proponha regras adequadas para dirigir o talento e definir o gosto. Entendo que nas artes que não são puramente mecânicas não basta saber trabalhar, é importante sobretudo aprender a pensar. Um artista tem que poder dar-se a si mesmo razão de tudo o que faz. Para isso, necessita de princípios fixos que determinem seu juízo e justifiquem sua eleição; de modo que possa dizer que uma coisa está bem ou mal não só por instinto, senão por meio da razão e como homem instruído nos caminhos do belo.
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No LAX, era importante criar "uma experiência positiva depois do stress da experiência de decolagem," afirma Melissa Weigel. Imagem Cortesia de Moment Factory
A Moment Factory possui um currículo extenso, você já os deve ter visto em espetáculos do Cirque du Soleil, no Superbowl Half Time Show da Madonna em 2012, na atração Disney E3 Booth, ou na estréia de Jay Z no Carnegie Hall. Talvez você se lembre deles quandoprojetaram imagens na fachada da Sagrada Familia ou no distrito do Quartier des Spectacles em Montreal. Ou talvez os tenha visto que foram incluídos na timeline comemorativa de 30 anos da Apple.
Moment Factory foi o principal criador de conteúdo para as instalações no recentemente inaugurado Terminal International Bradley no aeroporto LAX, projeto de Fentress Architects. Foi uma grande colaboração de vários parceiros, incluindo Mike Rubin com MRA International, Marcela Sardi da Sardi Design, Smart Monkey, Digital Kitchen, e Electrosonic com instalação da Daktronics e Planar.
Há alguns meses nossa série Cinema e Arquitetura mostrou a história de Michael Reynolds; um arquiteto visionário e rebelde que impulsionou uma série de iniciativas experimentais em todo o mundo, desafiando o que é dado como certo e promovendo um novo tipo de arquitetura baseada na reciclagem e na autossuficiência.
O projeto “Tol-Haru, la Nave Tierra del Fin del Mundo" - localizado em Ushuaia, Argentina (em um terreno doado pelo Município) - está sendo completamente construído com materiais reciclados e poderá gerar energia através dos ventos e do sol para seu próprio aquecimento e resfriamento, além de reutilizar a água da chuva e reciclar seus próprios resíduos.
Mais detalhes do novo projeto de Reynolds a seguir.
A arquitetura é a arte de compor e de realizar todos os edifícios públicos e privados.
A arquitetura é entre todas as artes aquela cujas realizações são as mais caras; já custa muito levantar os edifícios privados menos importantes; custa muito mais ainda erigir edifícios públicos, ainda que tenham sido concebidos tanto uns como os outros com a maior prudência, e se em sua composição não se seguiram outras guias que o preconceito, o capricho ou a rotina, os gastos ocasionados se convertem em incalculáveis.
“E eu não podia fazer nada, dessa vez não podia fazer absolutamente nada. Minha força havia sido uma fotografia, alí, onde se vingavam de mim mostrando abertamente o que iria acontecer."
- Julio Cortázar, Las babas del Diablo
https://www.archdaily.com.br/br/01-177588/fotografia-e-arquitetura-sergio-larrain-echenique-a-cidade-como-suporte-do-fortuitoFelipe Contreras y Diego Ramírez
Introdução A vivenda, primeira forma da atividade construtora do homem
Qualquer tratado deve, antes de tudo, retroceder até as origens mesmas do tema estudado, seguir seu desenvolvimento gradual e explicar as exceções e variações comparando-as com seu estado primitivo. Por esta razão, não parece necessário justificar o fato de que o presente estudo, que tenta classificar em grupos, famílias e classes tudo o que a arquitetura criou, se abra com o estudo da vivenda ou domicílio privado como tipo original e mais simples.
Há, entretanto, razões para duvidar de que a arquitetura como tal tenha nascido verdadeiramente com a construção de vivendas. A história da arte nos mostra que os povos que tinham uma inclinação artística mais acentuada singularizaram seus edifícios públicos, sobretudo seus templos, pelo procedimento de embelezá-los; enquanto que a vida dos particulares, e em consequência a vivenda privada, não adquiriu refinamento artístico senão até que se produziu um declinar religioso e político ao que acompanhou uma retirada da vida pública, e sua compensação com outra de luxo e esplendor.
Os Jogos Olímpicos estão em pleno andamento e, embora o "Conjunto Costeiro" dos estádios tenha atraído uma quantidade considerável de atenção, há uma instalação exigindo interação de cada espectador. Construído na entrada do Parque Olímpico de Sochi está o "MegaFaces", de Asif Khan Studio, um pavilhão que "se contorce para recriar imagens em 3D dos rostos dos visitantes retransmitidos via escaneamentos faciais digitais feitos em cabines de fotos instaladas no interior do edifício."
Composto por 11 mil acionadores sentados debaixo da membrana de tecido elástico do cubo, a instalação permite um rosto tridimensional de oito metros de altura emergir da parede de cada vez (uma ampliação em uma escala de 3.500 vezes o original). Segundo os designers, esta característica do edifício "tem sido comparada a uma gigante tela de pino e um Monte Rushmore digital e arquitetônico."
Kaap Skil, Maritime e Beachcombers’ Museum,Ganhador do Daylight Award 2012. Imagem Cortesia de Mecanoo Architecten
A luz natural é um meio altamente eficaz para redução dos custos de energia utilizada na iluminação elétrica e no resfriamento dos edifícios. Mas o pensamento arquitetônica muitas vezes reduz a expressão da luz solar a fim de criar efeitos atraentes nas fachadas e dificilmente discute seus potenciais - não apenas no custo, mas na saúde, bem-estar e energia.
Esse artigo do Light Matters analisará os aspectos muitas vezes inexplorados da luz solar e apresentará estratégias-chave para que você possa incorporá-la melhor no projeto: desde a otimização na hora de definir a orientação do edifício até a escolha das superfícies do interior para que possam atingir a reflectância certa. Estes passos podem reduzir significativamente o investimento, bem como os custos operacionais. E quando essas estratégias atraírem o interesse dos clientes, você descobrirá que a luz solar pode fazer muito mais.
No trabalho "Estéticas da Forma", criado por Tedy Colombini, fotografias de geometria arquitetural são utilizadas para recriar formas, padrões geométricos, construções impossíveis e cenários que exploram o infinito. As imagens resultantes provocam um interessante jogo de ilusão de óptica, transformam a realidade e inspiram novos olhares sobre as obras arquitetônicas fotografadas.
Este artigo, escrito por Avinash Rajagopal, que foi originalmente publicado na revista Metropolis Magazine como 'The Little Prince' and Le Corbusier investiga a ligação entre Le Corbusier e Antoine de Saint-Exupéry, escritor do célebre "O Pequeno Príncipe".
Em 22 de outubro de 1929, um arquiteto francês embarcou no voo inaugural da companhia Aeroposta Argentina, um serviço aéreo pioneiro que voava de Buenos Aires para Assunção, guiado por um copiloto francês. O ato de voar iria influenciar profundamente a produção criativa de ambos, o passageiro e o piloto.
O primeiro era, evidentemente, Le Corbusier. O segundo era Antoine de Saint-Exupéry, posteriormente famoso por ter sido o criador O Pequeno Príncipe (1943), a conhecida história da criança viajante interplanetária, amante de raposas e rosas do espaço.
Hoje, no Cinema e Arquitetura, o ArchDaily Brasil presta homenagem ao cineasta brasileiro Eduardo Coutinho. Edifício Master, cenário e título do documentário de 2002 dirigido pelo ícone do cinema nacional, oferece ao espectador um novo olhar sobre Copacabana, de forma distinta e discreta, através do cotidiano dos moradores do edifício retratando suas identidades, particularidades, condições e formas de vida.
Posso conduzi-los à margem de um lago de montanha? O céu é azul, a água verde e tudo descansa em profunda paz. As montanhas e as nuvens se refletem no lago, e assim as casas, casarios e ermidas. Não parecem criadas pela mão humana. Estão como saídas da oficina de Deus, como as montanhas e as árvores, as nuvens e o céu azul. E tudo respira beleza e silêncio...
Nos filmes de Alfred Hitchcock, coisas acontecem, mas os acontecimentos que deram origem à elas são facilmente esquecidos. Nos esquecemos facilmente como A conduz ao B ou, por exemplo, porque Roger Thornhill acaba no monte Rushmore em North by Northwest. Mas, como observou o cineasta francês Jean-Luc-Godard, o cinema de Hitchcock não prende a atenção por sua história, mas por suas imagens: a mão aberta alcançando a porta, a queda simulada da escada, o afastamento em espiral da câmera na cena da mulher morta. Esses fragmentos rígidos carregam seus filmes de um encanto misterioso e imprimem-se na mente do espectador de maneira muito mais eficaz que qualquer uma de suas complicadas tramas.
Continue lendo para saber mais sobre a arquitetura nos filmes de Hitchcock.
Is this the answer to London’s cycle safety woes?. Image Courtesy of Foster + Partners
Escrito no Future Cape Town, este artigo de Julia Tahyne - originalmente intitulado The Skycycle: A Plan for the People? (The Skycycle: Um plano para as pessoas?) - analisa a proposta do escritório Foster + Partners para construir uma ciclovia elevada acima de Londres, explicando porque ela não passa de um sonho otimista.
As manchetes em Londres do último mês de novembro foram sombrias. Seis ciclistas mortos em menos de quinze dias. Quase todos mortos em acidentes envolvendo caminhões, ônibus ou carros. As pessoas estavam compreensivelmente preocupadas. De 5.000 km de distância, minha mãe me enviou um colete fluorescente e outro conjunto de luzes para a bicicleta, e eu, como uma ciclista habitual, evitei as rotatórias e notei que os carros pareciam estar andando mais devagar e os outros ciclistas pensando duas vezes antes de desrespeitar as leis de trânsito.
Em resposta às mortes, tanto o setor público quanto o privado anunciaram um "estado de emergência do ciclismo". Os policiais patrulhavam as ruas para multar os veículos que estivessem trafegando em condições perigosas e os ciclistas que desobedeciam as leis. Milhares de cidadãos reuniram-se para uma vigília à luz de velas na rotatória onde as vidas dos três ciclistas foram interrompidas. Outros milhares protestaram em frente a sede de Transportes de Londres, onde os participantes deitaram sobre a rua usando suas bicicletas para bloquear o tráfego. Colunas de jornal, artigos de revista e blogs examinavam e re-examinavam a segurança das ciclovias em Londres. As Cycle Superhighways do Prefeito Boris Johnson (pintadas de azul, as faixas supostamente reforçavam a segurança das ciclovias de Londres) tornaram-se um tema particularmente controverso da discussão, já que três das seis mortes durante essas duas semanas (e das 14 até agora em 2013) ocorreram nesses caminhos ou perto deles.
Foi a partir das discussões sobre ciclismo e segurança que o Skycycle surgiu.