Através de suas teorias pioneira e obras provocadoras, o casal Robert Venturi (25 de junho de 1925 - 18 de setembro de 2018) e Denise Scott Brown (3 de outubro de 1931) ocuparam a vanguarda do movimento pós-moderno na arquitetura, liderando uma das mudanças mais significativas em nosso campo disciplinar no século XX, e publicando livros seminais como Complexidade e Contradição em Arquitetura (de autoria de Robert Venturi) e Aprendendo com Las Vegas (de Venturi, Scott Brown e Steven Izenour).
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Mais do que nunca, hoje, a ida a um salão de beleza tornou-se um momento de fuga necessário. Ela promete uma experiência relaxante, com um resultado esteticamente agradável. No entanto, este caso, como muitos outros, depende de um espaço bem projetado, com um design eficiente para promover a melhor experiência ao usuário. Muitas diretrizes espaciais têm que ser consideradas ao montar um salão de beleza funcional e bem-sucedido, e não há melhores exemplos a serem estudados do que os pitorescos salões de beleza japoneses.
Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira, ou simplesmente Álvaro Siza, nasceu em Matosinhos, Portugal, em 25 de junho de 1933. Sua primeira obra – quatro casas em Matosinhos – foi construída em 1954, antes mesmo de concluir seus estudos na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto (atual Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto – FAUP), o que veio a acontecer um ano mais tarde.
A maioria de nós usa escadas todos os dias, mas poucas vezes paramos para contemplar seu design ou pensar muito em sua função. Com seus degraus, espelhos e guarda-corpos, elas são facilmente um dos elementos arquitetônicos mais fundamentais em qualquer edificação com mais de um pavimento. Além de fornecer um acesso seguro, simples e fácil de um andar ao outro, é através de escadas que os arquitetos criam formas espaciais exclusivas e visuais fortes. De longe, pode-se observar pessoas se movendo para cima e para baixo repetidamente; De dentro, o usuário é apresentado a novos ângulos e maneiras de perceber um espaço. Portanto, uma boa escada é mais do que apenas um meio de circulação vertical. Através de sua força e escala, pode se tornar o protagonista de um espaço - um ponto focal de design que sobe ao nível da arte. Neste artigo, apresentamos suas características versáteis e qualidades materiais através de uma seleção de exemplos inspiradores, todos os quais podem ser encontrados na seção 'Escadas' do Architonic.
Infelizmente, todos os anos, testemunhamos tragédias humanas e ambientais causadas por chuvas em diferentes partes do Brasil. Com as mudanças climáticas, a tendência é que estes eventos se intensifiquem: cheias dos rios, alagamentos nas cidades, deslizamentos de encostas e, com isso, mortes, pessoas desalojadas ou desabrigadas, infraestrutura destruída e grandes prejuízos financeiros, ecológicos e humanos.
Quando o arquiteto catalão Antoni Gaudí (25 de junho de 1852 - 10 de junho de 1926) se formou na Escola de Arquitetura de Barcelona, em 1878, o então diretor Elies Rogent declarou: "Senhores, estamos aqui hoje na presença de um gênio ou de um louco!" [1] Mais de um século depois, essa tensão ainda é evidente no trabalho de Gaudí; embora seja amplamente considerado genial, seu estilo distinto permanece ímpar na história da arquitetura – ao mesmo tempo inspirador e bizarro, nunca se encaixou em nenhum movimento estilístico.
Projetado para uma seguradora, o edifício Centraal Beheer de Herman Hertzberger em Apeldoorn, Holanda, é amplamente reconhecido como um dos pontos altos do movimento estruturalista. MVRDV, em consulta com o escritório de Herman Hertzberger AHH, está transformando o célebre edifício, tornando-o peça central de um novo bairro residencial sustentável, preservando sua estrutura e princípios fundamentais. O projeto faz parte de uma intervenção maior em um terreno de três hectares próximo à estação de trem da cidade. A proposta do MVRDV apresenta aproximadamente 650-800 apartamentos, mantendo o foco na preservação, ecologização e inovação.
Nos últimos 60 anos, arquitetos e engenheiros se renderam a soluções industriais de construção, com edifícios criados para serem construídos cada vez mais rápidos e com um custo muito baixo.
À medida que surgia uma abordagem internacional de construção mais padronizada ao longo do século XX e (a curto prazo) mais barata, muitos profissionais abandonaram as tradições vernáculas de suas culturas ancestrais, que foram desenvolvidas ao longo de milhares de anos, para combater os extremos climáticos de diferentes regiões.
As ilhas são parte essencial do layout das cozinhas mais amplas, aumentando o espaço de bancada, armazenamento e o espaço para comer, além de oferecer um ponto focal para a área da cozinha. Servindo uma variedade de funções, elas podem ser projetadas de maneiras diferentes, com algumas banquetas ou cadeiras incorporadas, pias, gavetas ou até máquinas de lavar louça e microondas. Para determinar quais elementos incluir e como organizá-los, os arquitetos devem determinar o objetivo principal ou o foco para a ilha. Servirá principalmente como uma bancada para tomar café da manhã, um espaço para entreter convidados, uma extensão da cozinha ou como alguma outra coisa? E, com essa função em mente, como deve melhorar o fluxo de trabalho da cozinha em relação ao restante da área? Essas considerações, combinadas com os requisitos básicos de acessibilidade, exigem que o projeto da ilha seja cuidadosamente pensado. Abaixo, enumeramos alguns dos fatores essenciais do design da ilha de cozinha.
A responsabilidade social e o desejo de melhorar a sociedade há muito são influenciados pelo ambiente construído. Olhando para os centros das cidades, a arquitetura tem contribuído para a melhoria do tecido urbano, seja através de estratégias de planejamento e zoneamento, integração de espaços públicos ou pequenas intervenções. Em alguns casos, no entanto, essas intervenções são de fato usadas como ferramentas para manter os sem-teto fora das ruas, disfarçadas de arte ou projetos conceituais. Várias políticas públicas urbanas proibiram implicitamente os moradores de rua e outros grupos sociais marginalizados nos centros das cidades, alegando que sua presença e uso "irregular" do espaço público poderiam comprometer a reputação, a segurança e a conveniência na cidade.
Elaborar espaços que sejam confortáveis e seguros para toda a população passa pela necessidade de que esses espaços sejam pensados por pessoas diversas. Uma cidade que acolha cidadãs negras e cidadãos negros é uma cidade melhor para todos. O Betoneira Podcast convidou a arquiteta e urbanista Gabriela de Matos para falar sobre a importância de evidenciar, enaltecer e estimular a participação de mulheres e pessoas negras nos projetos das cidades para uma discussão mais democrática sobre a organização dos territórios urbanos.
Great Gulf Group, Dream e Westdale Properties revelaram renderizações da mais recente arquitetura de Frank Gehry em Toronto, Canadá. Projetado para deixar uma marca no horizonte da cidade, Forma, a primeira torre residencial do arquiteto no Canadá, e seu edifício mais alto, tem 73 andares e apresenta um lobby cuidadosamente projetado por Gehry, juntamente com uma impressionante instalação de arte personalizada que reflete sua abordagem visionária, bem como interiores do estúdio de design internacional Paolo Ferrari.
Quando chegar a hora de definir a estética de um espaço interno ou externo, os profissionais de arquitetura e design de interiores devem começar perguntando-se quais são ou serão as necessidades de seus futuros habitantes. O diálogo com os usuários é fundamental para estabelecer o estilo dos espaços, o que envolve elaborar formas específicas de ambientação através da composição, cores, formas, mobiliário e, é claro, sua arquitetura.
A Conferência “Reconstructing the Future for People and Planet”, organizada pela Bauhaus Earth e pela Pontifícia Academia de Ciências (PAS), começou na Casina Pio IV nos jardins do Vaticano. A conferência foi aberta com um discurso de Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. O extenso programa reúne renomados cientistas, arquitetos, pessoas que planejam espaços e que formulam políticas, para discutir a transformação do ambiente construído de um impulsionador de crises climáticas e sociais em uma força de regeneração.
Há alguns anos, a bicicleta era vista mais como uma opção de lazer e esporte em grandes cidades brasileiras. Hoje, diante da crise climática, o preço da gasolina e com planejamentos mais amigáveis aos ciclistas (mesmo que longe do ideal), a magrela tem ganhado cada vez mais destaque e se tornado uma opção de transporte para a população. No entanto, sabemos que nem sempre é fácil achar um cantinho para guardar ela no nosso lar. Por isso, no Dia Mundial da Bicicleta, apresentamos algumas possibilidades para você.
A partir de uma pesquisa on-line feita de qualquer computador é possível ter imagens de muitas cidades do mundo pela perspectiva de pedestres. Essa tecnologia é poderosa, permitindo que as pessoas tenham uma visão aprofundada das cidades que um dia podem visitar, morar ou trabalhar. É uma ferramenta útil para entender os edifícios em um nível mais abrangente do que fotografias. Essa tecnologia é, obviamente, o Google Street View - que recentemente completou 15 anos.
O último ano talvez tenha sido o período de tempo em que passamos mais tempo habitando os espaços domésticos. Talvez não seja o último, e nós definitivamente os estamos ocupamos com atividades para as quais eles não foram projetados. No entanto, os projetos arquitetônicos tomam outras decisões no momento da concepção que vão além de seu programa. Seja pelo contexto ou localização, pelo projeto espacial ou pela materialidade específica, eles adotam esses parâmetros como determinantes do projeto.
A reformulação da cultura e da identidade começa com contexto e perspectiva. Para o escritório de arquitetura Studio NYALI, com sede em Londres, esse ato de reformulação está no centro do design contemporâneo. Fundado por Nana Biamah-Ofosu e Bushra Mohamed, seu trabalho visa centralizar identidades, culturas e pessoas periféricas examinando, desafiando e mudando as críticas e narrativas arquitetônicas. Essa perspectiva crítica move a educação e a prática em direção a uma compreensão mais inclusiva e holística do ambiente construído.
Como eles descreveram, o Studio NYALI está focado na identidade, em histórias e espaços compartilhados, com uma forte crença de que a arquitetura deve ser entendida como incorporação e artefato da experiência humana. Construindo seu reconhecimento, foi eleito pelo ArchDaily um dos melhores escritórios de 2021. A entrevista a seguir explora o trabalho e os interesses do inovador escritório, bem como seus projetos e inspirações mais recentes, e também destaca como futuros mais inclusivos e equitativos estão sendo repensados.