1. ArchDaily
  2. News

News

Michel Rojkind apresenta obra "Yoltic Seat" no Museu Nacional dos Coches em Lisboa, Portugal

No final de junho foi inaugurada no Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, Portugal, a exposição que marca o fim do programa First Stone, iniciado em 2016 pela associação cultural experimentadesign, envolvendo 36 arquitetos e designers de 15 países diferentes. A lista de participantes incluía Michel Rojkind, Álvaro Siza, Amanda Levete, Bijoy Jain, Carla Juaçaba, Eduardo Souto de Moura, Elemental, João Luís Carrilho da Graça, Manuel Aires Mateus, Mia Hägg, Paulo David, Studio MK27, Vladimir Djurovic, Claudia Moreira Salles, Estudio Campana, Fernando Brízio, Frith Kerr, Ian Anderson, Jasper Morrison, Jonathan Barnbrook, Jonathan Olivares, Jorge Silva, Michael Anastassiades, Miguel Vieira Baptista, Pedro Falcão, Peter Saville, Philippe Starck, R2 Design, Ronan & Erwan Bouroullec, Sagmeister & Walsh, Ai Weiwei, Alexandre Farto aka Vhils, Carsten Höller, Fernanda Fragateiro, Julião Sarmento e Marina Abramovic.

Direito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade?

Direito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade? - Imagem de Destaque
Cooperativas de Vivienda Castalia yCuareim, anos 2016 – 4ª geração. . Image © Anaís Jorcin

A arquitetura, entendida como qualidade espacial e de projeto, é muitas vezes vinculada diretamente à riqueza, quase um artigo de luxo destinado a ser aproveitado por poucos em nossa sociedade, sobretudo quando nos referimos a projetos habitacionais em países com grande desigualdade social. Apesar da amplitude que a análise de projetos habitacionais pode ter, este texto pretende refletir sobre a produção de habitação coletiva atual, que tem na qualidade do ambiente construído um resultado derivado da compreensão da moradia como mercadoria e não como direito. 

Direito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade? - Imagem de DestaqueDireito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade? - Image 1 of 4Direito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade? - Image 2 of 4Direito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade? - Image 3 of 4Direito de morar bem: quem tem acesso à moradia de qualidade? - Mais Imagens+ 2

Conheça as 41 obras finalistas da XII BIAU: Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo 2022

A Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU) é uma iniciativa do Ministério de Transportes, Mobilidade e Agenda Urbana do Governo da Espanha (MITMA), em colaboração com o Conselho Superior de Arquitetos da Espanha (CSCAE) e a Fundación Arquia. Após onze edições, o evento estabeleceu-se como uma referência fundamental para conhecer e compreender a situação atual e prospectiva da arquitetura e do urbanismo na comunidade ibero-americana.

Casas brasileiras: concreto aparente em diferentes texturas

Acesso exclusivo | 

O concreto lidera a construção civil no Brasil estando presente em quase 90% das obras. Essa predominância se deve às suas características específicas como o baixo custo, se comparado com outros materiais, durabilidade, alta resistência às intempéries e versatilidade que facilita a sua produção e manejo por ser uma substância plástica que permite ser moldada.

A fim de tirar vantagem dessa última característica, surgem nos projetos diferentes texturas feitas a partir do concreto, seja por sua maneira de aplicação ou tipo de fôrma utilizada. Quando se trata das fôrmas, é importante perceber que, apesar de serem um elemento provisório na obra, podem custar cerca de 10% do total da construção, sendo feitas em diversos materiais como madeira, metal, plástico ou até mesmo papelão.

Casas brasileiras: concreto aparente em diferentes texturas - Image 1 of 4Casas brasileiras: concreto aparente em diferentes texturas - Image 2 of 4Casas brasileiras: concreto aparente em diferentes texturas - Image 3 of 4Casas brasileiras: concreto aparente em diferentes texturas - Image 4 of 4Casas brasileiras: concreto aparente em diferentes texturas - Mais Imagens+ 8

Resquícios do passado: o quartinho de empregada nas residências contemporâneas

Acesso exclusivo | 

O cômodo feito para os trabalhadores "descansarem", como é dito no discurso atual em que se tenta camuflar a origem e o significado do conhecido “quarto de serviço”, "quartinho de empregada’’ ou "quartinho da bagunça’’ que normalmente é encontrado próximo a áreas de trabalho da morada contemporânea, tem um significado histórico, cultural, social e econômico dentro do contexto atual que pouco é questionado.

Museu das Culturas Indígenas é inaugurado em São Paulo

Museu das Culturas Indígenas é inaugurado em São Paulo - Imagem de Destaque
Mural na parte externa do Museu das Culturas Indígenas, em São Paulo. Obra de Tamikuã Txihi e Rita Sales Hunikuin. Foto de Maurício Burim / Divulgação

No fim de junho, foi inaugurado oficialmente o Museu das Culturas Indígenas na capital paulista. Uma das novidades é que, além da temática, o museu terá a participação e o protagonismo dos diversos povos e comunidades indígenas em sua gestão. A função está a cargo do Conselho Indígena Aty Mirim, fazendo deste o primeiro equipamento do tipo idealizado e conduzido pelos povos originários.

Disparidades urbanas: como as castas moldam as cidades indianas

A segregação residencial na Índia urbana vem do antigo sistema de castas que divide a sociedade em grupos hierárquicos. Os ambientes construídos são um reflexo da ordem social e dos ideais dinâmicos da sociedade. Bairros e cidades são relíquias culturais moldadas por diversas comunidades, algumas com mais voz do que outras. Nas últimas décadas, as metrópoles indianas têm crescido com a urbanização. A segregação residencial que padroniza as cidades da Índia pode ser compreendida através do sistema de castas. A questão, no entanto, é em grande parte interseccional. Forças enraizadas em classe, religião e gênero também estruturam o cenário social do país.

Disparidades urbanas: como as castas moldam as cidades indianas - Image 3 of 4Disparidades urbanas: como as castas moldam as cidades indianas - Image 1 of 4Disparidades urbanas: como as castas moldam as cidades indianas - Image 4 of 4Disparidades urbanas: como as castas moldam as cidades indianas - Imagem de DestaqueDisparidades urbanas: como as castas moldam as cidades indianas - Mais Imagens+ 1

Os jardins se tornaram um privilégio?

Seja uma pequena varanda, um acesso a uma área verde ou um jardim privado, o espaço exterior tornou-se um privilégio para muitos, especialmente com o início da pandemia de Covid-19 e os vários períodos de lock down subsequentes. O espaço verde na cidade está constantemente sob ameaça do mercado ou de governos que buscam aumentar a densidade habitacional para alimentar uma demanda crescente por desenvolvimento suburbano. Como resultado, os jardins e o acesso a espaços verdes/exteriores têm diminuído nos últimos anos em algumas grandes cidades do mundo, uma vez que a prioridade é abrigar o maior número de pessoas possível em empreendimentos residenciais, muitas vezes desconsiderando características benéficas como o acesso a áreas externas.

Em termos de condições de vida, a falta de acesso a esses espaços apresenta desigualdades evidentes, reveladas em períodos de confinamento e restrições durante a pandemia. As pessoas foram confinadas em suas casas e espaços ao ar livre locais, onde poderiam se exercitar. Quem teve acesso a estes espaços públicos e teve os seus próprios jardins/espaço exterior teve muita sorte no sentido de poder usufruir de um elemento do exterior. Enquanto os menos afortunados em apartamentos e áreas pobres enfrentavam condições claustrofóbicas e desmoralizantes, contidas dentro da concha de suas casas.

Os jardins se tornaram um privilégio? - Image 1 of 4Os jardins se tornaram um privilégio? - Image 2 of 4Os jardins se tornaram um privilégio? - Image 3 of 4Os jardins se tornaram um privilégio? - Image 4 of 4Os jardins se tornaram um privilégio? - Mais Imagens+ 2

Skate, arquitetura e urbanismo

Acesso exclusivo | 
Skate, arquitetura e urbanismo - Imagem de Destaque
Parque Urbano Shenzhen Shenwan / AUBE CONCEPTION. Foto: © Tianpei Zeng

No final do século XIX surgia o skate nos Estados Unidos, patenteado oficialmente em 1936, o esporte já enfrentou diversos preconceitos, mas assim como as dinâmicas social e urbana, das quais faz parte, perdurou para demonstrar que sua vivência vai muito além das visões conservadoras e trouxe uma nova forma de vivenciar a cidade ao experimentar movimentos do próprio corpo diante do desenho urbano ou arquitetônico. 

Skate, arquitetura e urbanismo - Image 1 of 4Skate, arquitetura e urbanismo - Image 2 of 4Skate, arquitetura e urbanismo - Image 3 of 4Skate, arquitetura e urbanismo - Image 4 of 4Skate, arquitetura e urbanismo - Mais Imagens+ 15

Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa

Acesso exclusivo | 
Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa  - Imagem de Destaque
Quarto Suna / OSA Osvaldo Segundo Arquitetos. Image © Fabio Jr

Junho é o mês em que se comemora o dia da imigração japonesa no Brasil, país que guarda a maior colônia fora do Japão, somando mais de 2 milhões de japoneses e descendentes. Desde o século XX, famílias japonesas imigraram para as regiões rurais brasileiras, formando uma colônia sólida no interior de estados como São Paulo, chegando a influenciar muitos aspectos da cultura local.

Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa  - Image 1 of 4Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa  - Image 2 of 4Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa  - Image 3 of 4Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa  - Image 4 of 4Projetos brasileiros com inspiração na arquitetura japonesa  - Mais Imagens+ 5

Superando desafios projetuais com tecnologia: Museu do Futuro em Dubai

Acesso exclusivo | 
Superando desafios projetuais com tecnologia: Museu do Futuro em Dubai - Imagem de Destaque
Courtesy of Killa Design

Com 78 metros de altura, o Museu do Futuro (Museum of the Future - MOTF) está longe de alcançar o famoso skyline de Dubai, que apresenta arranha-céus como o Burj Khalifa incomparável - a torre mais alta do mundo. No entanto, com sua forma ousada e fachada impressionante iluminada por mais de 14.000 metros de caligrafia árabe, certamente consegue tomar seu lugar entre os edifícios mais emblemáticos da cidade. O premiado projeto de Killa Design e Buro Happold, descrito por muitos como "o edifício mais bonito do mundo", foi inaugurado em fevereiro de 2022 no Distrito Financeiro de Dubai. Em uma área total construída de 30.000 m², acomoda espaços de exibição para ideologias, serviços e produtos inovadores, além de espaços de teatro, um laboratório e um centro de pesquisa.

Arquitetura acessível: democratizando o projeto e a informação

No início desse ano presenciei uma situação instigante. Acompanhei, via um amigo arquiteto, a negociação para a contratação de um projeto arquitetônico de uma residência unifamiliar. A proprietária do terreno, uma professora da rede pública, buscou auxílio profissional para construir sua tão sonhada casa, estimada em mais ou menos 60 metros quadrados. Tratava-se de um terreno desafiador, com recortes específicos e uma topografia muito acentuada que era compensada pela vista da cidade. O orçamento limitado e o histórico da proprietária indicavam que essa seria a versão litorânea da famosa Casa Vila Matilde do Terra e Tuma.

"Quando o aprendizado é pelo computador, os cinco sentidos não são explorados": entrevista com Ana Goes Monteiro

Acesso exclusivo | 
"Quando o aprendizado é pelo computador, os cinco sentidos não são explorados": entrevista com Ana Goes Monteiro - Imagem de Destaque
Escola de Arquitetura da University of Illinois Urbana-Champaign. Via arch.illinois.edu

A pandemia de Covid-19 escancarou as mazelas da sociedade brasileira, deixou ainda mais clara a desigualdade social e isso reverberou de forma muito acentuada na educação. As aulas foram suspensas e o ensino remoto virou uma realidade vivida de diferentes formas pelos estudantes ao redor do país, com a falta de acesso e oportunidades ainda mais gritantes. No episódio 46 do Betoneira Podcast, a convidada é a arquiteta e professora Ana Goes Monteiro, presidente da Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA), para falar sobre a importância do ensino presencial nas faculdades de arquitetura e urbanismo.

Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado

Acesso exclusivo | 
Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado - Imagem de Destaque
Buenos Aires. Foto de Sebastian Cyrman, via Unsplash

Entre as boas práticas de cidades contemporâneas estão objetivos como a proximidade entre casa e trabalho, a mistura de usos, a busca de uma densidade que permite caminhabilidade e que os térreos dos edifícios sirvam de “olhos da rua”, nas palavras da urbanista Jane Jacobs, voltados para as calçadas. Como exemplos dessas características estão cidades como Paris, com a sua vida de estabelecimentos voltados para o passeio, Barcelona, com suas quadras elaboradas pelo Plano Cerdá, Nova York, com sua intensa vida urbana na ilha de Manhattan, e Hong Kong, com a sua enorme densidade em um pequeno pedaço de terra. Todos esses exemplos estão situados em realidades distintas da vida urbana do Brasil, um país emergente. 

Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado - Image 1 of 4Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado - Image 2 of 4Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado - Image 3 of 4Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado - Image 4 of 4Buenos Aires: a cidade que almejamos pode estar logo ao lado - Mais Imagens+ 8

Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las

Acesso exclusivo | 
Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las - Imagem de Destaque
Lagoa Taquaral, Campinas-SP. Foto © Rogerio Capela

A mudança do clima nas cidades brasileiras é um desafio de adaptação e equidade. Inundações, alagamentos, deslizamentos, secas e ondas de calor são cada vez mais frequentes e intensas. Quando atingem o meio urbano, geralmente afetam mais quem é mais pobre. Cidades precisam se adaptar com urgência, a começar pelas áreas e populações mais vulneráveis. Implementar soluções baseadas na natureza de forma sistêmica pode contribuir para a redução de desastres relacionados às mudanças do clima e ainda gerar múltiplos benefícios para a economia, o ambiente e as pessoas.

Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las - Image 1 of 4Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las - Image 2 of 4Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las - Image 3 of 4Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las - Image 4 of 4Soluções baseadas na natureza para adaptação em cidades: o que são e por que implementá-las - Mais Imagens+ 4

O legado arquitetônico dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth

Em 2022, Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II, tornou-se a primeira monarca britânica a celebrar o Jubileu de Platina, marcando 70 anos desde sua ascensão ao trono. Durante sua coroação, a primeira cerimônia desse tipo a ser televisionada, jornais e emissoras de TV falaram sobre uma “Nova Era Elizabetana” que ressuscitaria a Grã-Bretanha da escuridão do pós-guerra. Agora, sete décadas depois, as comemorações deste aniversário sem precedentes são uma oportunidade para as pessoas se reunirem para homenagear a rainha e refletir sobre seu legado em termos de cultura, tecnologia e arquitetura.

O legado arquitetônico dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth - Image 1 of 4O legado arquitetônico dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth - Image 2 of 4O legado arquitetônico dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth - Image 3 of 4O legado arquitetônico dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth - Image 4 of 4O legado arquitetônico dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth - Mais Imagens+ 2

O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo

Acesso exclusivo | 
O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 1 of 4
Projeto de Redesenvolvimento da Favela de Sanjaynagar - Equipe técnica reunida com membros do Comitê de Favela. Imagem Cortesia da Community Design Agency

O design participativo é um processo democrático que visa oferecer contribuições iguais para todas as partes interessadas, com foco particular nos usuários, geralmente não envolvidos diretamente no método tradicional de criação espacial. A ideia baseia-se no argumento de que envolver o usuário no processo de concepção pode ter um impacto positivo na recepção desses espaços. Facilita o processo de apropriação, ajuda a criar locais representativos e valiosos e, assim, cria resiliência dentro do ambiente urbano e rural.

O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 1 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 2 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 3 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Image 4 of 4O cidadão especialista: uma mudança de perspectiva no design participativo - Mais Imagens+ 4

Qual o papel dos materiais e sistemas construtivos para democratizar a arquitetura?

"A Arquitetura não muda nada. Está sempre do lado dos mais ricos." Com essas palavras, Oscar Niemeyer se referiu à arquitetura como um privilégio destinado principalmente à classe alta - uma declaração que historicamente provou ser verdadeira, mesmo como alguns gostariam de negar. Hoje, apenas 2% de todas as casas ao redor do mundo foram projetadas por arquitetos. Isso se deve em grande parte ao fato de que, aos consumidores médios, as casas projetadas por arquitetos continuam sendo percebidas como produtos caros e inatingíveis disponíveis apenas para este poucos selecionados; Um luxo que muitos não podem entender, especialmente à medida que os preços da habitação aumentam. Por fim, isso torna o bom projeto inacessível para certos segmentos, forçando -os a se contentar com condições de vida precárias em espaços padronizados que não levam em consideração suas necessidades (ou seja, se eles têm acesso à moradia).