1. ArchDaily
  2. Articles

Articles

5 vídeos sobre mobilidade urbana e direito à cidade (parte 2)

Subscriber Access | 

Mês passado, publicamos a primeira parte de uma seleção de cinco vídeos sobre mobilidade urbana e direito à cidade que pode ser vista aqui.

Desta vez, compartilhamos com vocês outros cinco vídeos que mostram como era a mobilidade há mais de 50 anos em diferentes cidades do mundo, como hoje em dia os habitantes podem se envolver na construção de suas cidades e quais são as práticas que nos servem como referências. 

Por que as passarelas peatonais não favorecem os pedestres?

Subscriber Access | 

Faixas de pedestres no nível das calçadas ou passarelas elevadas?

A decisão tomadas pelas autoridades das cidades podem ser respaldadas por uma pesquisa feita pelo Instituto de Políticas para o Transporte e Desenvolvimento do México (ITDP), na qual justifica a melhor opção de acordo com dois fatores: o primeiro corresponde a relação entre a velocidade e segurança viária, e o segundo, a acessibilidade e o desenho urbano.

De acordo com estes fatores, o ITDP afirma que o melhor cruzamento para pedestres é aquele que está no nível das ruas porque prioriza a rota dos mesmos e porque são feitos na escala humana. Diferentemente disso, as passarelas são vistas como uma opção que surgiu através do paradigma de priorizar o trânsito dos veículos e, de acordo com dados gerados pelo estudo, não aumentam a segurança dos pedestres. 

Além disso, a localização das passarelas não favorece os pedestres, que devem percorrer distâncias mais longas e fazer um esforço maior. Outro fator relevante é que nem todas as passarelas estão desenhadas para as pessoas com mobilidade reduzida e construí-las requer um maior investimento econômico segundo o Instituto. Levando em conta estes dados, o ITDP faz suas recomendações de como se devem desenhar os cruzamentos pedonais no nível da calçada. 

Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards

Subscriber Access | 

O site Architectural Review selecionou os vencedores da edição de 2015 do Premio para Arquitetura Emergente (AR Emerging Architecture Awards), cotada como "a premiação mais prestigiosa e popular para novos arquitetos, dando à escritórios emergentes um impulso inestimável em sua trajetória de sucesso e reconhecimento mais amplo." Entre os vencedores das edições anteriores estão Sou Fujimoto, Thomas Heatherwick, Sean Godsell, Jurgen Mayer H. e Li Xiaodong.

O Prêmio é concedido à projetos concluído e abrange as categorias interiores, paisagismo, reformas, projetos urbanos, instalações temporárias, projetos de mobiliário e de produto. Em seu 17° ano, o juri era composto pelos arquitetos Odile Decq, David Adjaye e Sir Peter Cook, e juntos procuraram o que se referiam como os projetos mais "resistentes".

Continue a ler para conferir os vencedores da última edição da Premiação para Arquitetura Emergente e um vídeo com o júri sobre o processo de seleção.

Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards - Image 1 of 4Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards - Image 2 of 4Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards - Image 3 of 4Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards - Image 4 of 4Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards - Mais Imagens+ 17

Ecologia sem Natureza

Subscriber Access | 

Em parceria com o Centro pesquisas urbanas responsável pela Revista Centro, editada por Gabriel Kogan (arquiteto e jornalista), Guilherme Giufrida (antropólogo) e Rodrigo Villela (editor), semanalmente publicaremos fragmentos da publicação online gratuita que propõe uma intersecção de áreas do conhecimento como arquitetura, arte, literatura e ciências sociais.

Ciclovias, imigrantes e relíquias do futuro: 4 reflexões sobre arquitetura e cidade na Holanda

Subscriber Access | 

No final do mês de novembro tivemos o privilégio de visitar a Holanda (Países Baixos) graças ao convite que recebemos do Het Nieuwe Instituut (HNI): viajando entre Amsterdã, Roterdã e o charmoso povoado de Radio Kootwijk nos encharcamos da cultura holandesa, observando e pensando em voz alta, criando dúvidas e tentando resolvê-las na volta para casa.

Por isso, decidimos compartilhar com vocês uma série de reflexões pessoais sobre a arquitetura e o urbanismo da Holanda, acreditando que a partir de pequenos detalhes podemos discutir grandes temas.

Discorreremos sobre entender o êxito dos seus 32.000 km de ciclovias, a importância dos imigrantes na sua atual gastronomia, o inferno dos barcos durante séculos e que terminou sendo convertido em um aeroporto, as novas tipologias arquitetônicas em vias de extinção e os atuais experimentos de materiais carbono zero.

A seguir, um convite a observar e deixar de turistar. 

Ciclovias, imigrantes e relíquias do futuro: 4 reflexões sobre arquitetura e cidade na Holanda - Image 1 of 4Ciclovias, imigrantes e relíquias do futuro: 4 reflexões sobre arquitetura e cidade na Holanda - Image 2 of 4Ciclovias, imigrantes e relíquias do futuro: 4 reflexões sobre arquitetura e cidade na Holanda - Image 3 of 4Ciclovias, imigrantes e relíquias do futuro: 4 reflexões sobre arquitetura e cidade na Holanda - Image 4 of 4Ciclovias, imigrantes e relíquias do futuro: 4 reflexões sobre arquitetura e cidade na Holanda - Mais Imagens+ 13

Proposta converte usinas de energia em conjuntos de uso misto

Subscriber Access | 

E se uma usina de energia pudesse ser também uma casa, um escritório ou mesmo um parque? Esta é a questão por trás do projeto Cypher CO2ling Plant, uma proposta conceitual desenvolvida por Kawan Golmohamadi, Shilan Golmohamadi e Soad Moarefi. Usinas de energia são subprodutos inevitáveis da vida contemporânea, porém, se localizam geralmente em áreas remotas, distantes de onde a energia é, de fato, utilizada, devido à sua aparência e à poluição que geram.  Cypher CO2ling Plan propõe um cenário alternativo em que estas infraestruturas são utilizadas para abrigar programa mistos, mitigando os aspectos menos desejáveis da produção de energia. 

Proposta converte usinas de energia em conjuntos de uso misto - SustentabilidadeProposta converte usinas de energia em conjuntos de uso misto - SustentabilidadeProposta converte usinas de energia em conjuntos de uso misto - SustentabilidadeProposta converte usinas de energia em conjuntos de uso misto - SustentabilidadeProposta converte usinas de energia em conjuntos de uso misto - Mais Imagens+ 7

"Biciboxes" de São Paulo reduzem acidentes em 28%

Subscriber Access | 

Em abril de 2013 a Companhia de Engenharia de Tr[áfego (CET) de São Paulo começou a implementar a iniciativa "Frente Segura" com os chamados "biciboxes". Trata-se de áreas de espera exclusivas para motos e bicicletas, diferenciadas pela pintura no asfalto e localizadas entre a faixa de pedestres e os automóveis.

Deste modo, os ciclistas e motociclistas ficam mais visíveis para todos os condutores que esperam no semáforo, o que diminui a incidência de conflitos entre os diferentes usuários da rua e garante a segurança dos pedestres. 

Vídeo: Timmerhuis / OMA, por #donotsettle

Subscriber Access | 

No mais recente vídeo publicado pelo canal do youtube #donotsettle, os arquitetos Wahyu Pratomo e Kris Provoost exploram o projeto Timmerhuis, construído pelo OMA em Roterdã. A dupla compara o os desenhos conceituais e imagens fotorreailistas com o edifício concluído, analisa o impacto da obra na paisagem urbana e, com um pouco de sorte, encontram seu caminho por algumas portas trancadas.

#Donotsettle revê a disparidade entre o cinema como uma representação e como um meio experiencial. Para mais informações sobre o #donotsettle, acesse sua página no youtube.

Senso Comum em Arquitetura Sustentável

Subscriber Access | 

Há poucos céticos que questionariam a importância de reforçar a sustentabilidade na arquitetura. O elevado valor social através de melhores condições de vida, o valor físico em um ambiente mais saudável e menos poluído, o valor monetário a longo prazo por meio de redução dos custos operacionais e de manutenção e o valor ético através da justiça para com as gerações futuras são evidentes.

Mas, apesar deste acordo, a inércia das autoridades em finanças e política que estão preocupadas com os ciclos de curto prazo diminuiu o ritmo da mudança e distraiu os arquitetos e engenheiros da missão de integrar melhor o desempenho sustentável em seus projetos.

Arquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão)

Subscriber Access | 

Seguindo nossa cobertura de Espaços de Paz 2015 na Venezuela, refletimos em torno da crise da figura do arquiteto que trabalha em abstrato ao território e seus problemas, e o fortalecimento de uma arquitetura coletiva, honesta e eficiente, que não só beneficia as comunidades afetadas mas que, indiretamente, vem 'regenerando' a maneira com que exercemos nossa profissão.

Em tempos de crise, a necessidade de avançar nos obriga a movermos. Ainda que as problemáticas latinoamericanas estimulam a geração de instâncias que permitam melhorar a qualidade de vida dos bairros mais vulneráveis. Os arquitetos -que são abundantes na região- vêem-se pressionados a ampliar seu campo de ação e a buscar novos espaços férteis para exercer. Esse encontro de forças não só traduz-se em um aporte real a uma determinada comunidade, mas revela sutilmente uma mudança na maneira que enfrentamos o exercício de fazer arquitetura.

Frente a um encargo de alta complexidade que deve responder a pessoas com necessidades urgentes e recursos limitados, o arquiteto latinoamericano vê-se obrigado a trabalhar baseado na eficiência e no trabalho em equipe, resgatando suas virtudes essenciais para pô-las a serviço do ser humano. Virtudes que são básicas para demonstrar que nosso trabalho é fundamental, e não somente nas zonas esquecidas da cidade.

Por que o arquiteto na América Latina parece estar voltando às origens?

Arquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão) - SustentabilidadeArquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão) - SustentabilidadeArquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão) - SustentabilidadeArquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão) - SustentabilidadeArquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão) - Mais Imagens+ 6

Religious Architecture Awards celebra as melhores obras religiosas de 2015

Subscriber Access | 

Edifícios religiosos estão entre algumas das obras mais proeminentes da história da arquitetura e o Religious Architecture Awards da revista Faith & Form celebra os exemplos mais recentes desta categoria de edificação. Como a tendência das práticas religiosas e dos edifícios que as abrigam mudou, o prêmio deste ano celebra uma ampla variedade de estruturas, incluindo um número crescente de projetos de renovação e restauro, e também apresenta pela primeira vez a categoria "mega igreja". De um total de 44 projetos enviados, 16 foram premiados em uma das cinco categorias: novo equipamento, renovação, restauro, reuso adaptativo e projeto litúrgico de interiores.

Conheça os vencedores a seguir:

Religious Architecture Awards celebra as melhores obras religiosas de 2015 - Imagen 1 de 4Religious Architecture Awards celebra as melhores obras religiosas de 2015 - Imagen 2 de 4Religious Architecture Awards celebra as melhores obras religiosas de 2015 - Imagen 3 de 4Religious Architecture Awards celebra as melhores obras religiosas de 2015 - Imagen 4 de 4Religious Architecture Awards celebra as melhores obras religiosas de 2015 - Mais Imagens+ 36

Os leitores do ArchDaily opinam: quem vencerá o Prêmio Pritzker 2016

Subscriber Access | 

Há mais de trinta anos, o Prêmio Pritzker tem premiado alguns dos arquitetos mais inspiradores e influentes do mundo, ajudando a moldar a discussão pública sobre as atuais tendências e ideias na arquitetura. Os anos recentes não são exceção; em 2014, por exemplo, o júri selecionou Shigeru Ban como vencedor por seu trabalho humanitário, o que acabou fomentando uma discussão a respeito dos deveres sociais dos arquitetos.

No entanto, assim como a escolha do vencedor pode moldar o debate, ela também é influenciada pela opinião pública. Então, com a divulgação do vencedor do Prêmio Pritzker marcada para a próxima quarta-feira, pedimos mês passado que nossos leitores que compartilhassem suas opiniões sobre qual arquiteto deveria ser o laureado deste ano. Veja, a seguir, os resultados em cada uma de nossas páginas.

Freddy Mamani e o surgimento de uma nova arquitetura andina na Bolívia

Subscriber Access | 

Resgatada pela arquiteta Elisabetta Andreoli e pela artista Ligia D’andrea no livro “Arquitetura andina da Bolívia”, a invasão midiática desta arquitetura, com a mão de Freddy Mamani -um ex-pedreiro que se tornou engenheiro e construtor- converteu-se na desculpa perfeita para falar sobre tudo no país altiplano: as carências e luxos de uma rápida expansão urbana dispersa no El Alto, a cidade mais jovem da Bolívia; o nascimento de uma nova burguesia aimara diante da indiferença da elite branca; e o nascimento de uma identidade arquitetônica contemporânea que incomoda puristas e enche de orgulho os aimaras, mas que é rejeitada pelas escolas locais de arquitetura.

Confira a seguir o artigo sobre esta nova arquitetura, juntamente com as fotografias de Alfredo Zeballos.

5 Razões pelas quais os arquitetos deveriam ser voluntários

Subscriber Access | 

Patrick McLoughlin é um dos fundadores do Build Abroad, uma organização voluntária que oferece serviços de arquitetura e construção em nações em desenvolvimento. Neste artigo, originalmente publicado em Archi-Ninja, McLoughlin compartilha cinco razões por que arquitetos devem se envolver em organizações deste tipo.

Muitos escritórios de arquitetura colaboram com organizações não governamentais no auxílio a países em desenvolvimento. A A.gor.a Architects , por exemplo, está atualmente projetando e construindo uma nova clínica médica que proporcionará atendimento médico a refugiados e imigrantes na Birmânia. O Auburn University Rural Studio, por sua vez, trabalha com arquitetos e estudantes para construir residências em comunidades rurais e, ao mesmo tempo, instiga a ação comunitária, a colaboração e a sustentabilidade.

Diversas organizações também facilitem a construção voluntária. A Architecture for Humanity oferece serviços de arquitetura, planejamento e projeto voltados para a reconstrução após desastres naturais. A Architects without Borders é uma operação global que oferece uma assistência de projeto ecologicamente sensível e culturalmente apropriada para comunidades carentes.

Ao longo da última década, o voluntariado em outros países se tornou muito popular e uma parte importante da indústria da arquitetura e da construção. O voluntariado oferece oportunidades de curto e longo prazo para experienciar uma nova cultura e, ao mesmo tempo, dar um retorno à comunidade. A construção voluntariada oferece o potencial de um impacto mais duradouro nas comunidades em questão. Patrick McLoughlin, cofundador do Build Abroad descreve os seguintes benefícios e como podemos fazer a diferença.

Como a modelagem de energia impactará o futuro da prática projetual

Subscriber Access | 

É um tópico que não pode ser mais evitado. A Conferência Climática de 2 contabilizou uma grande quantidade de participantes - mesmo antes do evento começar, mais de 150 países apresentaram planos nacionais de ação para as Nações Unidas - e parece agora ser um consenso global o fato de termos de cortar nosso consumo de energia e a dependência de combustíveis fósseis de carbono poluente, ou correr o risco de causar danos irreversíveis para o nosso planeta. No final da conferência, um acordo provavelmente traçará estratégias de redução de energia, que todos os países devem respeitar. Para os arquitetos, isto significa mudar fundamentalmente as formas como projetamos edifícios e determinar o seu sucesso. Métodos tradicionais da construção civil consomem grandes quantidades de recursos naturais e são responsáveis por uma parcela significativa das emissões de gases com efeito de estufa que afetam a mudança climática. Nos Estados Unidos, o setor da construção é responsável por 41 por cento do consumo de energia do país, de acordo com U.S. Green Building Council.

Mas esta informação não é exatamente nova, e apesar de tudo, nossa profissão está se preparando para esta mudança há certo tempo. Em 2006 o Instituto Americano de Arquitetos (AIA, em sua sigla em inglês) se tornou o primeiro a adotar o desafio 2030, onde novos edifícios, empreendimentos e grandes renovações deverão atingir a neutralidade das emissões de carbono até 2030, com objetivos intermediários de reduzir a dependência em um intervalo de 10 anos. Cada ano, a AIA publica um relatório de progresso descrevendo a atual posição dos consumos de energia e suas descobertas. Principal conclusão deste ano? Temos de começar a integrar as técnicas de modelagem de energia mais cedo no processo de projeto.

O paisagismo por trás do Lowline

Subscriber Access | 

Em 2013, a cidade de Nova York foi eleita a 14ª mais densa dos Estados Unidos em área verde por habitante, com apenas 4.6 acres/1000 habitante. Com quase 8.5 milhões de pessoas morando no município, os nova-iorquinos estão achando cada vez mais difícil sair da cidade e experimentar a natureza. O inverno rigoroso e a constante demanda por crescimento e construção fazem desta uma coisa cada vez mais difícil.

Nos últimos anos, Nova York se tornou famosa por um método incomum de trazer o espaço verde para a cidade, o altamente popular High Line que reutilizou a estrutura industrial na criação de um novo parque. Mas tão incomum como o High Line possa ser, isso não representa nada se comparado à proposta do subterrâneo "Lowline", projeto de James Ramsey do Raad Studio e Dan Barasch. Trabalhando juntamente com nomes como Signe Nielsen, diretor de Matthew Nielsen Landscape Architects, e John Mini, o grupo recentemente abriu o Lowline Lab, um ambiente similar ao local real do Lowline que confere ao grupo um espaço para testar suas ideias e teorias, reunir resultados e tomar decisões finais. Tivemos a chance de encontrar com Ramsey e Nielsen para discutir o paisagismo por trás de seu espaço teste.

O paisagismo por trás do Lowline - Image 1 of 4O paisagismo por trás do Lowline - Image 2 of 4O paisagismo por trás do Lowline - Image 3 of 4O paisagismo por trás do Lowline - Image 4 of 4O paisagismo por trás do Lowline - Mais Imagens+ 24

Cidade do México aprova a política "Visão Zero" no seu regulamento de trânsito

Subscriber Access | 

Na Cidade de México, a cada ano morrem 1.000 pessoas em acidentes de trânsito e no país, 50 pessoas a cada dia. Estes dados posição o México como sétimo à nível mundial nesta problemática urbana, segundo dados da sede local do Instituto de Políticas para o Transporte e Desenvolvimento (ITDP de México).

A necessidade de assegurar a integridade durante os deslocamentos a pé fez com que a cidade modificasse seu Regimento de Trânsito ao introduzir a política "Visão Zero". Esta é uma iniciativa que surgiu em 1997 na Suécia e que sugere que não existam mortos ou feridos frutos de acidentes viários através de mudanças na normativa e no desenho urbano. 

Como isto se implementaria no Distrito Federal? Explicaremos a seguir. 

A questão urbana em Moscou: Há esperança de um futuro melhor?

Subscriber Access | 

Em 2010, após a eleição de um novo prefeito, a Prefeitura de Moscou começou a trabalhar para ciar um ambiente urbano confortável onde cidadãos pudessem se sentir como residentes, em vez de apenas meros usuários da cidade. A ênfase estava na criação de espaços públicos para que os moscovitas pudessem preencher seu potencial e sentir que a cidade é seu lar.

O Gorky Park estava na linha de frente das mudanças. Durante os anos 1990, o "Parque Central para Cultura e Lazer" acumulou uma variedade de brinquedos de parques de diversão para se tornar uma espécie de Parque de Diversão Popular principalmente para visitantes de outras cidades, uma vez que os moscovitas raramente o frequentavam. Três anos atrás, o governo municipal fez de sua missão transformar a imagem do parque e trazer os residentes de Moscou de volta. Uma restauração e reconstrução em todas as escalas começou na primavera de 2011.

Hoje em dia, o Gorky Park representa um novo nível de espaços urbanos: centrado nas pessoas com uma infra-estrutura escrupulosamente concebida. Todas as alterações foram destinadas a criar um ambiente confortável para a vida - para passear e praticar esportes, trabalho e estudo, cultura e lazer. Além disso, em um curto espaço de tempo o parque desenvolveu um modelo econômico eficaz no qual recebe metade do seu orçamento a partir da cidade e gera a outra metade em si.

A questão urbana em Moscou: Há esperança de um futuro melhor? - Image 1 of 4A questão urbana em Moscou: Há esperança de um futuro melhor? - Image 2 of 4A questão urbana em Moscou: Há esperança de um futuro melhor? - Image 3 of 4A questão urbana em Moscou: Há esperança de um futuro melhor? - Image 4 of 4A questão urbana em Moscou: Há esperança de um futuro melhor? - Mais Imagens+ 3