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The Architectural Review: O mais recente de arquitetura e notícia

Kampung Admiralty Singapore, do WOHA, é nomeado o edifício do ano de 2018 no World Architecture Festival

O Kampung Admiralty Singapore de WOHA em Cingapura foi eleito o Edifício do Ano de 2018 no World Architecture Festival, concluindo o evento de três dias deste ano em Amsterdã. O prédio, que combina instalações dedicadas a residências para idosos com um amplo programa de uso misto e uma cobertura verde exuberante, foi selecionado de uma lista extremamente ampla que incluiu obras de escritórios como Sanjay Puri Architects, Koffi e Diabate Architectes, Heatherwick Studio, Spheron Arquitetos e INNOCAD.

WOHA - Kampung Admiralty, Singapore, Singapore . Image © Darren Soh Courtesy of World Architecture Festival / WOHA. ImageWOHA - Kampung Admiralty, Singapore, Singapore Courtesy of World Architecture Festival / WOHA. ImageWOHA - Kampung Admiralty, Singapore, Singapore Courtesy of World Architecture Festival / WOHA. ImageWOHA - Kampung Admiralty, Singapore, Singapore + 16

Moradia para Meninas Órfãs é considerada a melhor habitação de 2018 segundo The Architectural Review

The Architectural Review escolheu o projeto Moradia para Meninas Órfãs, no Irã, por ZAV Architectsi como a melhor habitação do ano de 2018. Uma premiação encabeçada pela publicação todos os anos, o AR House Awards identifica “originalidade e excelência no projeto das habitações”, reconhecendo casas particulares que vão além da função principal do abrigo, e se tornam “um objeto de fantasia, uma fonte de prazer, um talismã e um campo de testes.

A nona edição dos prêmios contou com seis projetos escolhidos de uma lista de 16, contendo obras do Reino Unido, Irlanda, Espanha, Escandinávia, Canadá, América Latina, Irã, Vietnã, Índia, Nepal e Japão. Os vencedores anteriores incluíram a Casa Fayland de David Chipperfield em 2015, a Cosmic House de UID Architects em 2016, e o protótipo anti-sísmico em 2017 por Edward Ng, Wan Li e Xinan Chi.

Amanda Levete é reconhecida com o Prêmio Jane Drew 2018 para mulheres na arquitetura

A arquiteta britânica Amanda Levete foi escolhida como vencedora do Prêmio Jane Drew 2018 para mulheres na arquitetura, em reconhecimento "a uma arquiteta que, através do sério compromisso com o exercício profissional, tem fortalecido o importante papel que as mulheres sempre desempenharam na prática da arquitetura."

Amanda Levete é fundadora do escritório de arquitetura de Londres, AL_A. A generosa arquiteta chegou a dividir com o seu antigo escritório metade do Prêmio Stirling, que ganhou na época em nome do escritório Future Systems, o qual dirigia com seu então marido, Jan Kaplický. Juntos, projetaram edifícios que mudaram paradigmas na arquitetura e foram amplamente aclamados pela crítica, como o Birmingham Selfridges e o Media Center, vencedor do Prêmio RIBA Stirling em 1999.

Em 2009 a arquiteta abandonou o Future Systems para então criar o AL_A, onde desde então vem traçando seu próprio caminho com sucesso indiscutível através de projetos corajosos e arrojados. Alguns dos trabalhos mais conhecidos da empresa incluem o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) em Lisboa, o Centro Comercial da Embaixada Central em Bangkok, o MPavilion de 2015 em Melbourne e a recém-inaugurada ampliação do museu V&A em Londres.

Rachel Whiteread vence o Prêmio Ada Louise Huxtable 2017

A artista Rachel Whiteread recebeu o Prêmio Ada Louise Huxtable de 2017, que reconhece indivíduos trabalhando no campo de arquitetura mais amplo e que fizeram uma contribuição significativa à arquitetura e ao ambiente construído. Whiteread foi selecionada pelos entrevistados para o estudo Women in Architecture: Working in Architecture da Architectural Review.

Alguns dos trabalhos notáveis da Whiteread incluem sua casa ganhadora do prêmio Turner 1993, sua colaboração com arquitetos como Caruso St John no Concurso Internacional de Projeto para o Memorial do Holocausto do Reino Unido e sua participação no júri do RIBA Stirling Prize 2016.

Edições AR: Revisando os 120 anos da revista The Architectural Review

Cortesia de The Architectural Review
Cortesia de The Architectural Review

ArchDaily continua a parceria com a revista The Architectural Review, trazendo introduções curtas aos temas das edições mensais da publicação. Nesta introdução à edição de dezembro - janeiro 2017 - comemoração do 120° aniversário da revista - a editora Christine Murray discute o legado desta, que vem há mais de um século, sendo uma das revistas de arquitetura mais respeitadas e aguarda, com expectativa, o futuro da publicação. "Olhando para a frente, estamos empenhados em fazer as coisas de maneira diferente - o que, paradoxalmente, é o que sempre fizemos", explica ela.

O arquivo da The Architectural Review é uma grande caixa de curiosidades - uma cacofonia de vozes, estilos, ilustrações e fotografias, ultrajes e encantos, personalidades e tendências, polêmicas, falhas e fetiches. Ao criar esta edição de aniversário, comemorando os 120 anos de crítica, queríamos capturar a diversidade e excentricidade dessa conversa arquitetônica. Como tal, o conteúdo do arquivo é organizado não cronologicamente, mas em temas perenes que ecoaram e evoluíram ao longo das décadas, da tecnologia à educação - forças que moldaram a profissão.

Denise Scott Brown recebe o Prêmio Jane Drew de 2017

Denise Scott Brown recebeu o Prêmio Jane Drew, que reconhece arquitetas que "elevaram o perfil das mulheres na arquitetura" por meio de seus trabalhos e compromissos com a excelência do projeto.

O recebimento do prêmio por Scott Brown é o culminar da campanha para que sua contribuição para a profissão fosse reconhecida adequadamente - um movimento que surgiu da campanha Women in Architecture em 2013, vinte e cinco anos depois que seu parceiro Robert Venturi foi premiado com o Pritzker .

"Muitas coisas aconteceram que me fizeram muito feliz na minha velhice. Uma dessas é este prêmio", disse Scott Brown.

As vencedoras anteriores do Prêmio Drew, nomeado em homenagem a Jane Drew, incluem Odile Decq, Yvonne Farrell, Shelley McNamara e Zaha Hadid.

Architectural Review comemora os 50 anos do livro "Complexidade e Contradição em Arquitetura" de Robert Venturi

O Architectural Review publicou recentemente um artigo em comemoração ao 50º aniversário do livro Complexidade e Contradição em Arquitetura, de Robert Venturi, considerado um dos mais importantes escritos sobre arquitetura desde Por uma arquitetura, de Le Corbusier. No artigo, Martino Stierli -- Curador-Chefe de Arquitetura e Design do Museum of Modern Art -- investiga a importância do trabalho de Venturi, a motivação por trás de sua obra e seu impacto contínuo. Leia o artigo completo aqui.

Pezo von Ellrichshausen fala sobre arquitetura para a escala humana

Para Mauricio Pezo e Sofía Von Ellrichshausen, o papel do arquiteto vai muito além de lidar com problemas funcionais, bem como sociais, sustentáveis e de segurança. "É claro que a arquitetura em sua essência consiste em solucionar problemas, e os problemas mudam constantemente", diz von Ellrichshausen nesta entrevista com a The Architectural Review fora de seu Pavilhão Vara na Bienal de Veneza de 2016. “Mas provavelmente o que abrange a arquitetura é muitas vezes maior do que o problema abordado inicialmente. Portanto, pensamos na arquitetura em termos de sua grande abrangência, incorporando valores e não necessariamente propondo uma solução".

Pavilhão Vara / Pezo von Ellrichshausen. Imagem © Laurian Ghinitoiu Pavilhão Vara / Pezo von Ellrichshausen. Imagem © Laurian Ghinitoiu Pavilhão Vara / Pezo von Ellrichshausen. Imagem © Pezo von Ellrichshausen Pavilhão Vara / Pezo von Ellrichshausen. Imagem © Laurian Ghinitoiu + 4

Envie suas propostas para o Architectural Review e ajude a deter o fenômeno da "Notopia"

Em suas mais recentes edições, o Architectural Review embarcou em uma missão: destacar o fenômeno que chamaram de "Notopia". Caracterizado pela "perda de identidade e dinamismo cultural" e por uma "pandemia global de edifícios genéricos", Notopia é - em termos muito simples - uma consequência da lógica do mercado combinada com uma população desinteressada. A campanha do AR busca analisar esse fenômeno e recuar, conscientizando o público e propondo alternativas. E eles precisam de sua ajuda.

Odile Decq recebe o Prêmio Jane Drew de 2016

Odile Decq ganhou o Prêmio Jane Drew de 2016 através da anual Premiação Mulheres na Arquitetura realizada pela Architectural Review's (AR). Co-fundadora do Studio Odile Decq, a arquiteta francesa foi homenageada por ser um "uma criativa fonte de energia, que rompe paradigmas e defensora da igualdade". Seu diversificado portfólio varia de galerias de arte e museus, à habitações sociais e infraestruturas. Ficou conhecida pelo edifício incubadora Cargo em Paris e pelo Museu Nacional do Parque Geológico de Fangshan Tangshan em Nanjing, China.

Jeanne Gang é eleita a arquiteta do ano pelo "AR 2016 Women in Architecture Awards"

A página The Architectural Review anunciou as vencedoras do 2016 Women in Architecture Awards, que reconheceu este ano a arquiteta mexicana Gabriela Etchegaray com o Moira Gemmill Prize for Emerging Architecture e Jeanne Gang com o Architect of the Year Award. Ao premiar Gang e Etchegaray, o AR nota que ambas "demonstraram excelência em projeto e comprometimento em trabalhar de forma sustentável e democrática com as comunidades locais".

AR seleciona 15 finalistas para o Women in Architecture Awards

O Architectural Review (AR) revelou as candidatas para seus prêmios Woman Architect of the Year 2016 e Moira Gemmill Prize for Emerging Architecture. Tatiana Bilbao, Jeanne Gang, Kazuyo Sejima e Charlotte Skene Catling estão entre as finalistas do Woman of the Year por seus respectivos impactos na profissão e habilidades de inspirar mudanças no campo da arquitetura.

Onze mulheres estão entre as finalistas do Moira Gemmill Prize for Emerging Architecture, selecionadas pelo "uso de inovações na arquitetura para catalisar mudanças sociais positivas." Veja, a seguir, a lista completa.

Architectural Review anuncia os vencedores do 2015 AR Emerging Architecture Awards

O site Architectural Review selecionou os vencedores da edição de 2015 do Premio para Arquitetura Emergente (AR Emerging Architecture Awards), cotada como "a premiação mais prestigiosa e popular para novos arquitetos, dando à escritórios emergentes um impulso inestimável em sua trajetória de sucesso e reconhecimento mais amplo." Entre os vencedores das edições anteriores estão Sou Fujimoto, Thomas Heatherwick, Sean Godsell, Jurgen Mayer H. e Li Xiaodong.

O Prêmio é concedido à projetos concluído e abrange as categorias interiores, paisagismo, reformas, projetos urbanos, instalações temporárias, projetos de mobiliário e de produto. Em seu 17° ano, o juri era composto pelos arquitetos Odile Decq, David Adjaye e Sir Peter Cook, e juntos procuraram o que se referiam como os projetos mais "resistentes".

Continue a ler para conferir os vencedores da última edição da Premiação para Arquitetura Emergente e um vídeo com o júri sobre o processo de seleção.

Khao Mo / Sanitas Studio. Imagem © Wison Tungthunya & Apidon Chaloeypoj Bird’s Nest Atami / Hiroshi Nakamura & NAP Architects. Imagem © Koji Fujii / Nacasa & Partners Capela da Floresta Sayama / Hiroshi Nakamura & NAP Architects. Imagem © Koji Fujii / Nacasa & Partners RE:BUILD / Pilosio Building Peace. Cortesia de The Architectural Review + 22

David Chipperfield vence o AR House Awards 2015 com a Casa Fayland

A página The Architectural Review (AR) premiou a Casa Fayland de David Chipperfield, com o AR House Awards 2015, concedendo-lhe o título de melhor casa do mundo construída recentemente. Reconhecendo a excelência e a inovação no projeto de uma casa singular, o prêmio destaca a residência de Chipperfield como uma "retomada radical da casa de campo inglesa."

"Fazer uma casa de luxo que não seja pomposa ou uma projeção da vaidade de seus habitantes é uma coisa realmente difícil", comentou o jurado Adam Caruso, do escritório Caruso St John. "A Casa Fayland é a inserção de uma casa muito grande em uma paisagem especial sem desaparecer. Os espaços domésticos externos, que sempre foram uma preocupação em casas de campo inglesas, se resolvem em pátios, o que é uma inovação."

Rem Koolhaas: sobre Identidade, Ásia, Bienal e outras coisas

Nesta entrevista, publicada originalmente na The Architectural Review, Andrew Mackenzie senta com fundador do OMA, Rem Koolhaas, para discutir a Bienal de Veneza, a extinção da identidade nacional, sua fascinação pela Ásia, a ligação entre "De Rotterdam" e "Delirious New York" e o futuro da profissão.

Sua proposta deste ano para a Bienal de Arquitetura de Veneza pergunta se a identidade nacional tem sido, como você diz, "sacrificada para a modernidade". Alguns podem ver isso como um projeto de recuperação, não muito diferente do regionalismo de Frampton. Como você diferencia sua proposta da de Frampton?

Bem, Kenneth Frampton é um cara inteligente, mas o problema é que ele olhou para o regionalismo como um antídoto para o desenvolvimento cosmopolita. Ao fazê-lo, perverteu a causa do regionalismo, porque de repente o regionalismo foi mobilizado como uma causa particular que não poderia ser sustentada. No entanto, a questão da identidade nacional é uma questão aberta. Por exemplo, à primeira vista, a Holanda é um país muito internacionalista, mas olhando de perto você pode ver um enorme retorno da arquitetura quase-vernacular e das fortalezas antigas que foram recentemente construídas com um sabor nacional. Olhe para Zaandam e seu enorme conjunto das chamadas construções vernaculares.

Comentários sobre o projeto Quinta da Malagueira de Álvaro Siza

Em um ensaio acompanhado de um mini-documentário de Ellis Woodman para oThe Architectural Review, o icônico projeto habitacional Quinta da Malagueira (1973-1977), de Álvaro Siza, em Évora, Portugal, é compreensivamente explorado e examinado com um olhar crítico. Em vez de criar um projeto habitacional em altura na sensível paisagem em torno da cidade, Siza propôs "um plano que distribui o programa entre dois campos compostos por casas geminadas de baixo gabarito."

Como fica claro no vídeo acima, um dos aspectos mais marcantes da Quinta da Malagueira é que ela é "regida por uma terceira camada de infraestrutura" que assume a forma de "uma rede elevada de encanamentos que distribui água e eletricidade [...] muito semelhante a um aqueduto em miniatura." Para Siza, essa foi uma solução lógica, pois oferece o meio mais barato de distribuir os serviços em torno do complexo. Woodman conclui dizendo que "o trabalho de Siza em Malagueira convida a uma leitura menos como um artefato rígido e mais como um episódio nas transformações correntes do lugar."

Leia trechos dos comentário feitos por Pier Vittorio Aureli, Tony Fretton, eJohn Tuomey (entre outros) sobre a obra de Siza, a seguir.

Arquitetura e Água: Explorando propostas radicais para potencializar as vias aquáticas urbanas

Na primeira parte de sua nova série de micro-documentários sobre arquitetura e água, Ellis Woodman e uma equipe do Architectural Review (AR) colaboraram com arquitetos, empreendedores, urbanistas e pensadores para examinar as conexões latentes entre a infraestrutura aquática e nosso ambiente construído. Através de um passeio de barco por Londres, discutindo diversas ideias radicais que podem oferecer possibilidades de liberar o potencial do rio ao longo do caminho, o filme discute como podemos começar a moldar a relação da cidade contemporânea com suas vias aquáticas. Poderiam "parques flutuantes, casas anfíbios, praças públicas alagáveis, zonas úmidas ou novos canais fomentar relações mais significativas entre os cidadãos e as águas da cidade?"

Bernard Tschumi fala sobre sua educação, sua obra e seus textos

Nessa extensa entrevista entre Bernard Tschumi e Paul Finch, do The Architectural Review, o arquiteto discute sua educação, seus textos, projetos e seu posicionamento crítico. Falando abertamente, Tschumi explica como uma visita a Chicago quando tinha dezessete anos despertou uma paixão duradoura pelo projeto de arquitetura - algo que foi, de certo modo reprimido, pois seu pai era, na época, um dos arquitetos mais respeitados do mundo. Sua amizade com o arquiteto e teórico britânico Cedric Price levou ao início de uma carreira que, com sua proposta para o Parc de la Villette em Paris, prenunciou o desconstrutivismo. Terminando a entrevista com sua visão sobre o futuro da profissão, Tschumi oferece conselhos a estudantes e jovens escritórios que procuram deixar suas marcas.