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Plástico: O mais recente de arquitetura e notícia

Edifícios lanterna: 12 edifícios que tiram proveito de suas fachadas iluminadas

Cada vez mais, uma série de arquitetos tem adotado materialidades translúcidas nas fachadas de seus projetos, auxiliando no controle lumínico interior, uma vez que materiais como o policarbonato e U-Glass por exemplo, permitem que somente percentual nível lumínico adentre a arquitetura. Por outro lado, ao anoitecer, essas materialidades promovem qualidades distintas e com resultados surpreendentes, visto que ao acender suas luzes, os edifícios ttransformam-se em verdadeiras lanternas no cenário urbano. 

Vencedores do concurso para uma escola feita de plástico reciclado no México

A Archstorming, uma plataforma que organiza concursos internacionais, divulgou os resultados da competição "Escola de Plástico de Tulum". Os participantes foram desafiados a projetar uma escola feita de plástico reciclado, abordando a atual questão da poluição no México.

O que é o ETFE e por que ele se tornou o polímero favorito dos arquitetos?

Até recentemente, o mundo da arquitetura via os polímeros plásticos como materiais de construção inferiores, úteis para superfícies de cozinha, mas não práticos em aplicações de construção em escala real. Mas com as inovações tecnológicas impulsionando os recursos materiais, os polímeros agora estão sendo levados a sério como parte legítima da paleta de materiais dos arquitetos. Um dos mais amplamente utilizados destes materiais é um plástico à base de flúor conhecido como ETFE (Etileno tetrafluoroetileno). Trazido à consciência pública graças ao seu uso na fachada do Water Cube de PTW Architects para as Olimpíadas de Pequim de 2008, os arquitetos estão percebendo a capacidade do filme de expressar uma nova estética e substituir materiais transparentes e translúcidos mais caros. Sua mais recente e espetacular aparição pública foi na cobertura telescópica de 120 pés do The Shed, projetada por Diller Scofidio + Renfro e pela Rockwell Group em Nova Iorque.

© flickr user manusascorner, Licensed under CC BY 2.0 SSE Hydro Arena / Foster + Partners. Image Courtesy of Figueras Anaheim Regional Transportation Intermodal Center / HOK. Image © John Linden Watercube National Swimming Centre / PTW Architects. Image © flickr user garrettziegler, Licensed under CC BY-NC-ND 2.0 + 9

Zero Waste Lab imprime mobiliário urbano feito com resíduos plásticos

O New Raw lançou o Zero Waste Lab, em Thessaloniki, uma iniciativa de pesquisa em que os cidadãos gregos podem transformar lixo plástico em mobiliário urbano. Parte do projeto maior Print Your City, a iniciativa utiliza um braço robótico e a reciclagem para a criação de peças de mobiliário personalizadas que fecham o ciclo dos resíduos de plástico. A iniciativa visa usar fragmentos de produtos reciclados para redesenhar espaços públicos dentro das cidades.

Print Your City. Imagem © Stefanos Tsakiris Print Your City. Imagem © Stefanos Tsakiris Print Your City. Imagem © Stefanos Tsakiris Print Your City. Imagem © Stefanos Tsakiris + 26

Ilhas de plástico: possibilidades de reuso do lixo oceânico na arquitetura

Cortesia de Emily-Claire Goksøyr
Cortesia de Emily-Claire Goksøyr

Com o aumento do nível do mar e o consumo incessante de plástico, os oceanos têm sofrido uma rápida deterioração. Em vez de descartar ou queimar os resíduos plásticos, os arquitetos Erik Goksøyr e Emily-Claire Goksøyr questionaram se existe algum potencial arquitetônico neste material negligenciado. Ao conduzir um extenso estudo do material, a dupla projetou três protótipos para postular essa teoria.

Embora começando como uma humilde tese, este projeto está sendo atualizado sob a organização Out of Ocean. Das margens das Ilhas Koster, na Suécia, amostras de plástico foram coletadas e estudadas para o desenvolvimento de vários materiais que variam em nuances como cor, textura, luz e translucidez.

Cortesia de Emily-Claire Goksøyr Cortesia de Emily-Claire Goksøyr Cortesia de Emily-Claire Goksøyr Cortesia de Emily-Claire Goksøyr + 36

Como construir uma estufa de plantas com bambu, madeira e plástico

O projeto de Natura Futura Arquitectura para uma estufa no clima quente subtropical de Nayón, Equador, é uma proposta que aborda o uso de recursos materiais locais na construção de estruturas produtivas de baixo orçamento para o desenvolvimento do coletivo.

O projeto, materializado com bambu, madeira e plástico de estufa, baseia-se na figura geométrica básica do triângulo, propondo setores com níveis distintos de iluminação para diferentes tipos de culturas.

Maqueta. Image Cortesía de Natura Futura Arquitectura Cortesía de Natura Futura Arquitectura Cortesía de Natura Futura Arquitectura Cortesía de Natura Futura Arquitectura + 26

8 Materiais comuns que são sustentáveis (mas você não sabia)

Sustentabilidade. Uma palavra que foi inserida em nossas mentes desde o início de nossas carreiras como arquitetos. Assumimos nossa responsabilidade com o planeta e as gerações futuras quando projetamos edifícios socialmente conscientes. De painéis solares a vidros triplos, tentamos de tudo.

Tijolos de PET reciclado para a construção de habitações sociais na Argentina

A Fundación EcoInclusión -vencedora do primeiro prêmio no concurso regional Desafio Google.org - é uma organização argentina sem fins lucrativos que nasceu em 2015, das mãos de um grupo de jovens que promovem a construção de uma sociedade mais justa, equitativa e sustentável.

Localizado na cidade de Alta Gracia, província de Córdoba, a Ecoinclusión trabalha na redução de resíduos de garrafas PET com a produção de tijolos feitos de resíduos plásticos destinados à construção em setores vulneráveis, com o objetivo de gerar impacto ambiental, social e ambiental. participação cultural nas comunidades beneficiadas.

1500 cestas semi-transparentes são usadas para construir uma fachada leve

O projeto de Hyunje Joo para uma fachada na Coréia é uma proposta que aborda a separação entre o interior e o exterior com a construção de um elemento arquitetônico flexível, leve e reciclável.

O projeto, uma superfície com 1500 cestas semi-transparentes, difunde a luz e as silhuetas ao mesmo tempo em que pode ser reutilizado com diferentes configurações em diferentes locais.

De plásticos reciclados a materiais de construção

Project.DWG e LOOS.FM divulgaram seu pavilhão PET, uma estrutura temporária em um parque comunitário na Holanda, que se concentra em questões de construção sustentável, reciclagem e desperdício, repensando as maneiras como os edifícios são desenvolvidos, construídos e usados. Especificamente, o pavilhão é um estudo do uso de resíduos plásticos como material de construção.

Usando a estrutura elevada da Farnsworth House de Ludwig Mies van der Rohe, a estrutura consiste em duas lajes monumentais em uma estrutura de aço. "Do chão ao teto, as folhas onduladas transparentes de parede dupla contêm mais de 40.000 garrafas plásticas", com tampas de garrafa unidas a gargalos suportando o sistema.

© Project.DWG / Artwork by Martin Oostenrijk © Marco van der Ruit / Artwork by André Boone © Project.DWG © Paul Clason / Artwork by Martin Oostenrijk + 16

16 materiais que todo arquiteto precisa conhecer

A materialidade de um edifício é aquilo com o qual nossos corpos fazem contato direto. a fria alça de metal, a parede quente de madeira e a dura janela de vidro criariam uma atmosfera completamente diferente se fossem, por exemplo, uma maçaneta de vidro, uma parede de fria e uma janela de madeira. A materialidade é tão importante quanto a forma, função e localização - ou melhor, inseparável de todos os três.

Here we’ve compiled a selection of 16 materials that should be part of the design vocabulary of all architects, ranging from the very familiar (such as concrete and steel) to materials which may be unknown for some of our readers, as well as links to comprehensive resources to learn more about many of them.

O que é exatamente a "Futuro House" de Matti Suuronen

A Futuro House parece mais uma espaçonave alienígena do que um edifício. Projetado pelo arquiteto finlandês Matti Suuronen em 1968 como um chalé de esqui, o projeto radical foi subsequentemente introduzido no mercado ao público como uma casa pré-fabricada, fácil de montar e instalar em virtualmente qualquer lugar. Sua materialidade plástica e estética futurista combinam para criar um produto que se identifica tanto com o futuro quanto com o passado.

© Gili Merin © Gili Merin © Gili Merin © Gili Merin + 10

Plástico Refinado: máquinas que convertem o plástico em novas matérias-primas

Grande parte de nossos objetos de uso cotidiano são feitos de plásticos e, por conseguinte, quando descartados, eles acabam se tornando dejetos espalhados por todas as partes do mundo, contaminando o meio ambiente. Fato este sem sentido algum, já que o plástico é um material valioso e pode ser reciclado e reutilizado na fabricação de novos objetos. Plástico Refinado nos confere o poder de reutilizar todo nosso plástico para transformá-lo em uma nova matéria-prima gratuita.

Plástico Refinado é um site que outorga todas as ferramentas possíveis para desenvolver um projeto com plástico reciclado, que ajudará a converter o plástico residual em objetos úteis. A iniciativa começa por compartilhar as instruções necessárias para fabricá-las com vídeos que mostram a montagem passo a passo e máquinas que podem ser feitas em casa com materiais e ferramentas universais básicas.

Escola de Arquitetura AA de Londres projeta método de impressão 3D de plástico estrutural adaptável

O DRL Masters Program da Escola de Arquitetura AA de Londres desenvolveu uma tese, intitulada "Growing Systems" (Sistemas de Cultivo), que explora sistemas de edifícios adaptáveis, usando métodos de fabricação robótica e impressão generativa especial impressas dentro do contexto habitacional.

Centrado em um novo método estrutural de extrusão vertical 3D, o projeto combina a precisão dos elementos pré-fabricados com a adaptabilidade de uma fabricação in loco, como  resposta ao fluxo e ao dinamismo das cidades. O método se transforma em um sistema de elasticidade que pode acomodar parâmetros locais, assim como adaptar-se à possíveis ajustes futuros.  

Cortesia de  AA School of Architecture Cortesia de  AA School of Architecture Cortesia de  AA School of Architecture Cortesia de  AA School of Architecture + 8

Universidade de Alicante desenvolve um polímero flexível capaz de auto-cura

Com sustentabilidade no topo da agenda arquitetônica, um dos assuntos que os arquitetos mais tem se dedicado é o de como prolongar a vida útil dos edifícios. Embora os métodos mais antigos - como a utilização de materiais mais robustos, estruturas adaptáveis e uma manutenção mais cuidadosa - sem dúvida alguma desempenhem um importante papel nesse desafio, um dos maiores progressos dos últimos anos tem sido o desenvolvimento de materiais capazes de auto-cura. Já conhecemos avanços relacionados com o concreto, o asfalto e o metal, e, ao que parece, chegou a vez dos plásticos.

Esse vídeo mostra um polímero flexível e transparente criado por pesquisadores da Universidade de Alicante, o qual depois de danificado pode voltar à seu estado original em apenas 10-15 segundos, sem necessidade de utilizar fontes externas. Segundo os pesquisadores, o material não produz nenhuma reação química, o que significa que o feito pode ser realizado até mesmo quando o polímero estiver imerso em água ou em outros líquidos, tornando-o ideal para uso em ambientes difíceis que possam impedir o acesso humano para reparos.

A arquitetura inflável de Plastique Fantastique

As estruturas pneumáticas do escritório Plastique Fantastique foram originalmente concebidas em 1999 por necessidade: "O fato de usarmos plástico era apenas porque não tínhamos dinheiro", explica o fundador do escritório, Marco Canevacci. "Então, o plástico era o material mais barato que podíamos imaginar, e você pode unir partes muito facilmente e criar arquitetura muito simples. Com um compressor de ar quente, estas arquitetura se tornam lugares muito aconchegantes." Em suas quase duas décadas de experimentações contínuas, as intervenções pneumáticas do escritório se tornaram emblemáticas de uma arquitetura efêmera, temporária e excêntrica. Seu trabalho dá continuidade a uma linhagem iniciada pelo grupo experimental utópico Haus-Rucker-Co, cujas estruturas infláveis dos anos 1960 eram criações livres e descartáveis que brincavam - literalmente e metaforicamente - com os limites de um mundo que eles viam como sério, rígido e tedioso.

Ano passado, o Plastique Fantastique foi convidado para o 180 Creative Camp organizado pelo Canal 180 em Abrantes, Portugal, onde sua enorme instalação Strawberry Ice Cream Cone ocupou um espaço público, proporcionando aos visitantes uma experiência espacial singular e divertida. Para registrar a ocasião, o Canal 180 produziu um vídeo que mostra alguns dos projetos mais recentes do escritório e documenta a construção de seu mais recente trabalho. Assista ao vídeo acima e veja algumas imagens da instalação, a seguir.

© Miguel Oliveira and Bárbara Moreira © Miguel Oliveira and Bárbara Moreira © Miguel Oliveira and Bárbara Moreira © Miguel Oliveira and Bárbara Moreira + 19

Arquitetura de plástico: 12 projetos que destacam o potencial dos polímeros

Ao longo da história, um enorme espectro de materiais foi sendo incorporado à arquitetura. No entanto, um material que ainda aparece com pouca representatividade é o plástico: um componente maleável e versátil que pode ser usado para os mais variados propósitos. À luz das muitas aplicações do plástico na arquitetura, criamos uma lista com 12 projetos que empregam este material: de garrafas plásticas recicladas a revestimentos translúcidos, estes projetos representam apenas uma fração das muitas formas que os polímeros podem ser incorporados à arquitetura. 

U.D. Urban Design AB e SelgasCano apresentam projeto vencedor para os novos escritórios de Planejamento de Estocolmo

U.D. Urban Design AB e SelgasCano venceram o concurso internacional, ao qual haviam sido convidados, para projetar o novo Complexo de Escritórios de Planejamento e Administração para a cidade de Estocolmo, (Suécia). O projeto, "Drivhus” ("Estufa" em dinamarquês) está situado ao sul do centro da cidade de Estocolmo, em Söderstaden, área destinada ao reordenamento urbano.