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Participacao Cidada: O mais recente de arquitetura e notícia

Moradores do Jardim Lapenna criam plano de bairro participativo de São Paulo

16:00 - 25 Fevereiro, 2019
Moradores do Jardim Lapenna criam plano de bairro participativo de São Paulo, Jardim Lapenna, São Miguel Paulista. Foto: Eduardo Silva/32xSP
Jardim Lapenna, São Miguel Paulista. Foto: Eduardo Silva/32xSP

Moradores do Jardim Lapenna, em São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, criaram um plano de bairro participativo na capital paulista. Com 32 ações urbanísticas previstas em áreas como iluminação, segurança e pavimentação, sete delas foram eleitas como emergenciais e estão em processo de inclusão no projeto de lei orçamentária anual (PLOA) para 2019.

Inovação social e participação cidadã: a ativação do Parque Linear do Canivete

07:30 - 13 Janeiro, 2019
Inovação social e participação cidadã: a ativação do Parque Linear do Canivete, Cortesia de Marcella Arruda / A Cidade Precisa de Você
Cortesia de Marcella Arruda / A Cidade Precisa de Você

Nos próximos 20 anos, 45% do território urbano deverá ser espaços públicos (ruas, parques e praças), de acordo com os dados da ONU Habitat. Qual será a qualidade destes espaços? Quais atores se responsabilizarão pela sua gestão? É relevante no Brasil e no mundo o movimento de reapropriação dos espaços públicos pelos habitantes da cidade. O direito à cidade está em pauta e, no centro dele, muitos cidadãos estão se propondo a participar ativamente das decisões em relação à sua cidade ou, mesmo, em atividades cotidianas de melhora dos espaços públicos.

Iniciativa social busca declarar moratória contra a turistificação de Madri

12:00 - 2 Fevereiro, 2018
Iniciativa social busca declarar moratória contra a turistificação de Madri, Plaza Mayor de Madri. Image © Fernando Galán Hernández [Flickr], (CC BY 2.0)
Plaza Mayor de Madri. Image © Fernando Galán Hernández [Flickr], (CC BY 2.0)

Na Espanha, um neologismo que tenta explicar um novo fenômeno foi popularizado: a turistificação. É, como descrito por Antonio Maestre em La Marea, um neologismo sobre "o impacto no cidadão de um bairro em que as instalações e serviços passem a serem dedicados quase que exclusivamente ao turista em detrimento do residente".

Entre as consequências associadas a este fenômeno em cidades como Madri e Barcelona, está a proliferação maciça de alojamentos turísticos. Essa oferta de hospedagens vem provocando e facilitando processos especulativos cujas consequências negativas acabam afetando os habitantes e os cidadãos dos bairros, que são forçados a abandoná-los porque não podem pagar o aumento dos preços ou aluguéis da habitação.

Oficina Internacional do TransLAB.URB - Taller abierto: Placemaking, co-creación, mejora espacio público

18:00 - 18 Outubro, 2017
Oficina Internacional do TransLAB.URB - Taller abierto: Placemaking, co-creación, mejora espacio público, La Marina de València
La Marina de València

Na sexta-feira dia 20 de Outubro de 2017 o Coletivo autônomo de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, irá promover um Workshop internacional junto à Marina da cidade espanhola de Valência.

Após a passagem pela Placemaking Week 2017 na cidade de Amsterdam, os representantes do coletivo TransLAB.URB, os urbanistas Fausto Bugatti Isolan e Leonardo Brawl Márquez irão apresentar a metodologia de "Co Criação de Diretrizes para Territórios de Interesse Público" na região portuária da cidade de Valência, a terceira maior cidade espanhola e o segundo mais importante porto do Mediterrâneo do país.

Em uma atividade aberta à população em geral, serão abordadas

Superando o clichê da "participação"

07:00 - 15 Outubro, 2016
Superando o clichê da "participação", © Wikipedia User: CLTS. Licensed under CC BY 2.0
© Wikipedia User: CLTS. Licensed under CC BY 2.0

Existe o desenho participativo? Ou trata-se simplesmente de uma etiqueta de marketing que os arquitetos e urbanistas utilizam? Está é, talvez, a pergunta central por trás de muitas das intervenções e projetos que vemos nas cidades latino-americanas, mas que não sabemos responder.

Em primeiro lugar, levanta-se a pergunta sobre o que podemos definir como "participação" dentro da atuação urbana encontra-se em constante discussão. O que é o que entendemos por participação? Como se faz? Quais métodos são necessários para que, efetivamente, afirme-se que existiu participação em um determinado projeto? Sobre a linha dessas questões, em Maio deste ano promoveu-se uma discussão chamada "O desenho participativo existe?", onde o diretor da Msc Building and Urban Design in Development da University College of London, Camilo Boano, desenvolveu algumas ideias sobre o tema da participação. Aqui colocam-se algumas reflexões:

3 aplicativos que buscam melhorar a qualidade de vida em cidades latino-americanas

15:00 - 8 Junho, 2016
3 aplicativos que buscam melhorar a qualidade de vida em cidades latino-americanas, © Por Japanexperterna.se, vía Flickr Commons
© Por Japanexperterna.se, vía Flickr Commons

Ao nos deslocarmos pela cidade, a tecnologia pode ser uma grande ferramenta para nos informar o que está acontecendo em nosso entorno. Desta maneira, é possível tomar melhores decisões que facilitam as atividades cotidianas.

Em cidades latinoamericanas existem vários aplicativos projetados para que seus habitantes estejam cientes do estado do transporte, seja público ou privado, da segurança ou de outros assuntos mais variados. Vamos mostrar aqui três deles.

Nossas Cidades: a rede de cidadãos que busca melhorar as cidades onde vivem

07:00 - 19 Fevereiro, 2016
Nossas Cidades: a rede de cidadãos que busca melhorar as cidades onde vivem, Rio de Janeiro, Brasil. Imagem © alobos Life, via Flickr
Rio de Janeiro, Brasil. Imagem © alobos Life, via Flickr

Imagine uma plataforma onde as pessoas possam apresentar propostas de lei para melhorar suas cidades, outros cidadãos votam por essas iniciativas, a quantidade de votos serve como um "barômetro" para as autoridades e os políticos, então, acatam a estas ideias e as propõem nas câmaras municipais. 

Esta plataforma, chamada "Nossas Cidades", já existe no Brasil e está se expandindo por outros países da América do Sul.

A função do placemaking na nova agenda urbana

07:00 - 21 Outubro, 2015
A função do placemaking na nova agenda urbana, © Michigan Municipal League (MML), via Flickr
© Michigan Municipal League (MML), via Flickr

Imaginar como serão as cidades nas próximas décadas tem levado autores de muitas áreas a apresentar visões futuristas sobre os atributos que mais contribuem com a construção de lugares de permanência, entre os quais a identidade e a sociabilidade. 

É o que sustenta Ethan Kent, sociólogo e vice-presidente do Project for Public Spaces (PPS), que diz que para que estas visões não sejam tão distantes, é necessário trabalhar com um enfoque compartilhado entre as diversas áreas para enfrentar os desafios comuns presentes nos espaços urbanos. Esta nova maneira de abordar os problemas, segundo Kent, caminha em direção a um objetivo maior que considera como o lugar e o placemaking podem redefinir as relações de trabalho para dar forma ao nosso mundo.

Alejandro Haiek Coll: "Devemos substituir o papel do especialista pelo do cidadão"

15:00 - 7 Outubro, 2015
Alejandro Haiek Coll: "Devemos substituir o papel do especialista pelo do cidadão", Espacios de Paz. Barquisimeto / Los Cerrajones. Imagem © José Tomás Franco
Espacios de Paz. Barquisimeto / Los Cerrajones. Imagem © José Tomás Franco

Em um recente artigo publicado pela Architecture Now, Justine Harvey entrevista o arquiteto e artista venezuelano Alejandro Haiek Coll, cofundador do LAB.PRO.FAB e do The Public Machinery, além de professor da Universidad Central de Venezuela. Alejandro é descrito como "um dos jovens urbanistas mais inovadores do momento", dedicando sua carreira a recuperar paisagens inativas, contextos sociais degradados e situações pós-catástrofe. Coll participou de vários projetos em Christchurch, Nova Zelêndia, e no projeto Espacios de Paz na Venezuela, entre outros.

Trabalhando com a ideia de que as cidade estão em constante ameaça e que são organismos que podem ser reprogramados para se adaptar às necessidades e exigências de seus cidadãos, Alejandro propõe iniciativas participativas e comunidades ativas capazes de transformar e melhorar seu entorno construído. Substituindo o papel do arquiteto e urbanista pelo do cidadão, pode-se criar uma força poderosa capaz de replicar experiências e fomentar uma colaboração integradora. O desafio é agora estabelecer novas legislações e novas formas de ação coletiva.

© Ileana Pita, Eduardo Sauce © LABPROFAB © LABPROFAB © LABPROFAB + 5

IAB-RJ promove evento para discutir planejamento urbano participativo

10:00 - 15 Agosto, 2015
IAB-RJ promove evento para discutir planejamento urbano participativo, Projeto “Favela Paintig”, idealizado por Jeroen Koolhaas e Dre Urhahn na Vila Cruzeiro, Rio de Janeiro. Fonte: Screenshot do vídeo da dupla no TED Talk
Projeto “Favela Paintig”, idealizado por Jeroen Koolhaas e Dre Urhahn na Vila Cruzeiro, Rio de Janeiro. Fonte: Screenshot do vídeo da dupla no TED Talk

Os arquitetos americanos Joel Mills, diretor do Center for Communities by Design do American Institute of Architects (AIA), e Wayne Feiden, diretor de Planejamento e Urbanismo da cidade de Northampton, discutem as experiências de projeto e planejamento participativo nos Estados Unidos no IAB-RJ. O evento, que acontece no dia 17 de agosto, é gratuito e aberto ao público e terá mediação do presidente do departamento carioca do IAB, Pedro da Luz Moreira.

Encontro "Que mobilidade queremos para nossa cidade?", no Rio de Janeiro

12:00 - 8 Março, 2015
Encontro "Que mobilidade queremos para nossa cidade?", no Rio de Janeiro

Sob a chamada "Que mobilidade queremos para nossa cidade?", organizações da sociedade civil convocarão a população para um encontro no próximo dia 14 de março com o objetivo de promover um amplo debate sobre mobilidade urbana no Rio de Janeiro.

San Francisco aprova lei que diminui os impostos dos terrenos baldios que possuem hortas comunitárias

11:00 - 10 Outubro, 2014
San Francisco aprova lei que diminui os impostos dos terrenos baldios que possuem hortas comunitárias, © cjmartin, via Flickr. Used under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>Creative Commons</a>
© cjmartin, via Flickr. Used under Creative Commons

No início de setembro, San Francisco implementou uma nova lei que visa tornar mais sustentáveis os terrenos desocupados que existem na cidade. A normativa propõe que os proprietários dos terrenos possam pagar menos impostos se permitirem que esses espaços sejam destinados à criação de hortas urbanas abertas à comunidade durante um período mínimo de cinco anos.

Dessa maneira, San Francisco torna-se a primeira cidade dos Estados Unidos a oferecer incentivos fiscais para promover a agricultura urbana. Assim, a ideia é que os terrenos desse tipo desenvolvam um uso produtivo que beneficie os moradores em vez de permanecer abandonados e fechados até que seus donos decidam o que fazer.

Mais informações sobre essa nova lei, a seguir.

Intervenção urbana como assunto de aula

11:00 - 31 Agosto, 2014
Intervenção urbana como assunto de aula, © architecturegeek, via Flickr. Used under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>Creative Commons</a>
© architecturegeek, via Flickr. Used under Creative Commons

Temos publicado nos últimos tempos algumas iniciativas cidadãs em diversos lugares que ocasionam a melhoria dos espaços públicos das cidades. Exemplos disso são as hortas urbanas em Cuba, os murais grafitados em Montreal e as intervenções artísticas que interagem com a paisagem urbana de Saint Étienne, na França, para citar apenas algumas.

Esses exemplos são intervenções urbanas que permitem criar identificação com a cidade e também permitem que os cidadãos com interesses em comum se encontrem. Devido a seus vários benefícios, este tipo de intervenção se enquadra no urbanismo tático, definido como ações dos cidadãos que criam novos espaços públicos; temática que, inclusive, já começa a fazer parte da grade curricular de escolas e universidade de alguns países.

Para quem a cidade é planejada? Nova Iorque tem a resposta para essa pergunta

11:00 - 8 Agosto, 2014
Para quem a cidade é planejada? Nova Iorque tem a resposta para essa pergunta

Um dos grandes desafios do planejamento urbano é o fato de que aqueles que se encarregam dessa tarefa estão, geralmente, longe dos reais problemas que afetam as pessoas para as quais as mudanças são planejadas.

Por exemplo, se o encarregado de planejar a rede de ciclovias de uma cidade não se desloca de bicicleta, dificilmente entenderá quais são as soluções que um ciclista necessita. Ou se, como ocorre em Nova Iorque, o encarregado do planejamento tem um alto salário, vive em Manhattan e seus trajetos são curtos e feitos de metrô, com certeza seus problemas serão muito diferentes dos da maioria da população que realmente necessita de melhorias nos transportes.

O que é uma cidade compartilhada?

17:00 - 29 Junho, 2014
O que é uma cidade compartilhada?, © I. Prefeitura de Santiago, via Flickr. Used under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>Creative Commons</a>
© I. Prefeitura de Santiago, via Flickr. Used under Creative Commons

Cidades compartilhadas são aquelas onde os habitantes contam com plataformas - digitais ou presenciais - para se organizarem e compartilharem  espaços, serviços ou bens. Dessa forma, as cidades procuram se converter em lugares mais animados e sustentáveis.

Embora como conceito não as temos tão presentes, os meios para fazer das cidades lugares compartilhados estão mais próximos do que imaginamos. Por exemplo, quando uma organização comunitária lança uma campanha para arrecadar fundos e financiar um projeto como uma intervenção urbana - falamos de financiamento coletivo ou crowdfunding, uma das práticas que torna possível as cidades compartilhadas.

Para que mais pessoas conheçam esse conceito e suas potencialidades, o think tank Laboratorio para la Ciudad listou quatro categorias do que é possível compartilhar nas cidades. Enquanto isso, as organizações canadenses Cities for People e Social Innovation Gereration (SIG) propuseram cinco ideias para implementar essas práticas.

Confira as definições a seguir.

Ideias cidadãs para melhorar a segurança em torno da Ponte do Brooklyn

17:00 - 10 Maio, 2014
Ideias cidadãs para melhorar a segurança em torno da Ponte do Brooklyn, Courtesy of DOTNYC
Courtesy of DOTNYC

A ponte de Brooklyn é uma das mais emblemáticas infra-estruturas do século XIX em Nova Iorque, conectando o Brooklyn a Manhattan passando sobre o East River. Quando foi inaugurada, em 1883, era a maior ponte suspensa do mundo, com 1.800 metros de comprimento.

Iniciativa propõe placas de orientação para pedestres em Porto Alegre

15:00 - 10 Maio, 2014
Iniciativa propõe placas de orientação para pedestres em Porto Alegre

Ex-alunos do Colégio Farroupilha, de Porto Alegre - RS, juntamente com a organização Shoot the Shit, elaboraram e instalaram uma série de placas de sinalização que auxiliam os pedestres a se locomover na capital gaúcha.

As placas mostram a distância até importantes lugares da cidade - como o Parque da Redenção, o Hospital de Clínicas, o Parque Marinha, ícones de Porto Alegre - além de contar com um código QR, que pode ser escaneado através de um smartphone, fornecendo outras informações aos pedestres.

Detroit: mais leve, mais rápido e mais barato. A regeneração de uma cidade [III parte]

17:00 - 2 Maio, 2014
Detroit: mais leve, mais rápido e mais barato. A regeneração de uma cidade [III parte], © PPS
© PPS

Com este terceiro artigo finalizamos a série de postagens, “Detroit: Mais leve, mais rápido, mais barato, a regeneração de uma cidade”. Para ler as postagens anteriores clique nos seguintes links: Parte I e a Parte II

O futuro da cidade de Detroit: a criação de uma estrutura conceitual para a Regeneração LQC (Lighter, Quicly, Cheaper / mais leve, mais rápido e mais barato)

Detroit tem trabalhado duro na construção de uma estrutura conceitual que sirva de base para a revitalização da cidade. O projeto “Detroit Future” influenciou o Plano Diretor de Detroit Future City (DFC) no início de 2013, originando a partir disso um documento forte, íntegro e inovador, destinado a servir de guia para a remodelagem da cidade nos próximos 50 anos. Também se converteu na base conceitual na qual está se erguendo um importante esforço de Placemaking em toda a cidade.