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Cidades amazônicas: como é viver tão próximo da maior floresta tropical do planeta

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O mundo está de olho na Amazônia. Dados geográficos desse território, de 6,74 milhões de km2, espalhado por oito países da América Latina, são constantemente estampados nas mídias nacionais e internacionais. Os números preferidos das matérias estão sempre vinculados a sua magnitude como a maior floresta tropical do mundo, o lar de 10% da biodiversidade mundial, a responsável por 15% da água doce do planeta. No entanto, pouco se fala sobre o que acontece debaixo de suas árvores, no chão onde as pessoas vivem.

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Guia de arquitetura de Tijuana: 9 projetos para conhecer a Capital Mundial do Design de 2024

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A fronteira entre os Estados Unidos e o México é uma região de grande relevância histórica, cultural e econômica, onde emergiram cidades de fundamental importância para a América do Norte. Tijuana—localizada no nordeste do México— é uma dessas cidades. Desde seus primórdios, no século XVIII, tem experimentado um crescimento urbano exponencial, estreitamente ligado à vizinha San Diego. Compreender Tijuana em sua totalidade só é possível a partir dessa conexão. Por essa razão, junto a San Diego, ela foi eleita a Capital Mundial do Design de 2024, celebrando a interação e a troca cultural entre as duas cidades.

Historicamente, a cidade tem sido um caldeirão de nuances refletidas em sua paisagem urbana. Exemplos como o Centro Cultural de Tijuana, projetado por Pedro Ramírez Vázquez e Manuel Rosen, mostram a busca da cidade por um estilo moderno. Por sua vez, o Edifício OTAY Cross Border Xpress explora a relação entre os países em um complexo cujo programa arquitetônico se estende para ambos os lados da fronteira. Nesse sentido, projetos contemporâneos contribuem para o desenvolvimento de uma nova fase na vida da cidade, criando espaços públicos.

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Como a madeira engenheirada pode descarbonizar a indústria da construção civil

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Em um cenário em que a preocupação com a sustentabilidade e o ESG (Governança ambiental, social e corporativa) é latente, se viu a necessidade de olhar para um setor que gera 38% de todas as emissões de CO2 do planeta e consome 30% dos recursos globais: o setor da construção civil. Em 2022, na COP27, as Nações Unidas anunciaram o Clean Construction Accelerator, um programa com ações pensadas para reduzir em até 50% a produção de gases que geram o efeito estufa até 2030. Um relatório da ARUP e do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável destacou uma descoberta crucial: metade das emissões provenientes de edifícios não provêm apenas da fase de construção, mas também do carbono incorporado nos materiais utilizados, gerado durante sua fabricação e transporte. E é justamente nesse cenário em que vemos a oportunidade para o setor, qual o único material renovável da construção civil que retém o carbono ao invés de emitir? A madeira.

Mas, ao falarmos em madeira, surge um outro questionamento: como a madeira pode ser sustentável se para isso precisamos derrubar árvores? Ana Belizário, a Diretoria Comercial da Urbem, uma indústria nacional de mass timber em larga escala, nos explica ao longo deste artigo o modo como plantar árvores especificamente para o consumo é uma alternativa não somente sustentável, mas uma ótima prática no combate à crise climática e pode regenerar o setor da construção civil.

Entre o modular e o vernacular: como a mistura de técnicas construtivas pode trazer agilidade e identidade para as habitações sociais do sul global

As cenas iniciais do premiado filme brasileiro “Cidade de Deus” (2002) mostram um conjunto habitacional na periferia do Rio de Janeiro o qual, posteriormente, se transforma em um reduto de pobreza e violência. Apesar do filme se passar na década de 60, o conjunto habitacional escolhido como cenário era um complexo recém construído.

Essa escolha, de fato, não fez diferença alguma pois, apesar dos 40 anos que separam a época retratada no filme e as filmagens, as soluções arquitetônicas utilizadas pelos programas habitacionais no país continuaram as mesmas, replicando modelos datados e evidenciando a estagnação o setor.

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Introspecção, elevação, encobrimento: operações arquitetônicas radicais para climas adversos

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A flexibilidade da arquitetura permite que ela mude e ajuste continuamente sua forma em resposta ao progresso tecnológico, às tendências sociais e artísticas e às experiências coletivas pelas quais passamos. Eventos globais de grande escala, como as migrações transatlânticas do século XIX, o impacto da tuberculose no design, e mais recentemente, os efeitos da última grande crise global de saúde (COVID-19), desempenharam papéis significativos na formação da evolução da arquitetura.

No contexto da crise climática, o papel da arquitetura e do urbanismo tem sido extensivamente debatido, pois representa um dos maiores desafios deste século. É inegável que, enquanto há esforços ativos por meio de políticas e inovação para evitar chegar a um ponto sem retorno, a arquitetura já está se adaptando às mudanças e condições extremas causadas por ela. Em vez de pensar em um cenário futuro distante ou distópico, as mudanças graduais nas condições climáticas têm sido impulsionadoras para modificar, por meio de operações arquitetônicas, como concebemos edifícios contemporâneos.

7 Estratégias bioclimáticas aplicadas nas fachadas da arquitetura tropical

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Quando se fala a palavra “trópico”, a imagem que comumente vem à mente é a de um lugar exótico, sempre quente e úmido, sujeito a chuvas pesadas e constantes que lavam o solo e fazem com que a vegetação cresça descontroladamente. Alimentado por uma idealização, no decorrer da história, esse clima tropical já foi sinônimo de paraíso ao mesmo tempo em que era acusado de formar povos débeis por ser clemente demais.

Felizmente, esses julgamentos e associações foram deixados no passado, dando lugar a projetos teóricos e práticos que listam os ônus e bônus de se viver em uma região de clima tropical, reconhecendo as diferentes estratégias aplicadas para favorecer a adaptabilidade humana em meio a essas características climáticas tão peculiares.

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Como substituir o ar condicionado? Estratégias passivas para lidar com o aquecimento global

Entre agora e 2050, a instalação de aparelhos de resfriamento, como o ar condicionado, triplicará em todo o mundo, resultando no dobro de energia consumida. Como sinônimo do aquecimento global, nossa dependência cada vez maior desses equipamentos apresenta um paradoxo: até quando iremos enfrentar o aquecimento global com soluções que aumentam ainda mais a temperatura das cidades?

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De véus finos a barreiras espessas: explorando diferentes larguras em envelopes arquitetônicos

A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries. 

Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.

O tamanho realmente importa? Uma análise sobre fascínio pelos edifícios super altos

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Dois quilômetros. Essa é a altura esperada para a futura torre saudita que Foster + Partners está projetando. Com o dobro da altura do atual recordista - Burj Khalifa de Dubai -, o edifício multibilionário coroará o céu da cidade de Riad abrigando escritórios, residências e espaços de entretenimento. O projeto faz parte de um programa de desenvolvimento pelo qual a Arábia Saudita está passando, liderado pela visão do príncipe herdeiro Mohammad bin Salman de marcar o país com escala e ambição por meio de uma série de empreendimentos gigantes. Dentro desse plano de ação, as torres super altas destacam-se como símbolos de visibilidade e fama global, mas também como alvos de críticas pelos seus excessos, tais quais os custos de construção astronômicos e a falta de preocupação ambiental.

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Criando formas fluidas de dupla curvatura através da impressão 3D não-planar

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Como um método de fabricação aditiva, a impressão 3D tem sido caracterizada pela construção de objetos através da deposição horizontal de material, camada por camada. Isso ainda restringe, no entanto, a fabricação de elementos e limita a forma dos primeiros protótipos dentro da faixa que permite a adição de material em uma única direção, tornando difícil criar formas complexas com curvas suaves.

No entanto, a equipe da disciplina de Tecnologias de Construção Digital na ETH Zurique – integrando design computacional, fabricação digital e novos materiais – tem explorado um método de fabricação aditiva robótica não planar, que facilita a impressão de estruturas finas com dupla curvatura.

As cores da favela: o que um pouco de tinta pode fazer pelas comunidades

No imaginário de grande parte da população, a favela assume representações muitas vezes paradoxais e proporcionalmente opostas. Sob o olhar de quem não a vive, ela é constantemente associada ao crime, a sujeira ou a doenças, ao mesmo tempo em que é considerada a expressão estética de um país, sendo o berço de elementos culturais reconhecidos mundialmente, como o samba no caso do Brasil.

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Cultivando arquitetura: um vislumbre de três materiais à base de plantas

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Por décadas, nossa sociedade predominantemente adotou uma abordagem extrativista ao formular modelos para fabricação de materiais em diversas indústrias. Embora agora saibamos que esse modelo é insustentável, uma grande questão permanece: Como devemos fazer? Pode ser que ainda estejamos longe de oferecer uma resposta definitiva a esse desafio. Ainda assim, é empolgante notar que, em um contexto marcado por um horizonte global e ecológico desafiador, a comunidade arquitetônica mantém uma abordagem positiva ao buscar uma reavaliação do que fazemos e como fazemos.

Esse movimento pode estar ganhando relevância devido ao surgimento de novas gerações mais conscientes ambientalmente, como a Geração Z e Alpha. O que é certo é que estamos testemunhando o desenvolvimento de novas filosofias de produção, como materiais à base de plantas, que adotam práticas voltadas para favorecer o uso de recursos derivados de plantas, reduzir a dependência de processos extrativos e promover alternativas conscientes e sustentáveis em diversos aspectos da fabricação e produção de materiais na arquitetura.

Como tornar o bambu durável? Um guia passo a passo

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O bambu, conhecido pela sua resistência e ecologia, enfrenta frequentemente um adversário formidável: insetos e fungos. Apesar da sua resiliência, estas pragas podem comprometer a sua durabilidade ao longo do tempo. No entanto, existe uma solução simples, mas eficaz, para aumentar a longevidade e a robustez do bambu. Neste artigo, revelamos o método Vertical Soak Diffusion (VSD) – uma abordagem econômica que garante que seus projetos de bambu resistam ao teste do tempo.

Os olhos da rua: o conceito de Jane Jacobs e a arquitetura residencial contemporânea no Brasil

O conceito de “olhos da rua” talvez seja o mais famoso dentro da literatura arquitetônica e urbanística quando o assunto é segurança urbana. Jane Jacobs utiliza essa expressão para se referir às pessoas que – de forma consciente ou inconsciente – utilizam os espaços públicos ou os contemplam desde suas casas, gerando uma vigilância natural. Um movimento que, no âmbito da nossa disciplina, é fomentando tanto por meio de espaços públicos de qualidade quanto pela potente relação entre o público e o privado criada através das fachadas das edificações. Defendendo esse controle cotidiano, Jacobs acredita em um modo de fazer arquitetura e cidades que condena a verticalização em excesso, reforçada por edifícios isolados e de uso único os quais negam o contato com rua.

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Borrando limites: explorando a transparência na arquitetura de Riken Yamamoto

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Transparência, integração e limites são palavras chave para entender a obra de Riken Yamamoto. Vencedor do Prêmio Pritzker em 2024, o arquiteto japonês pode ser reconhecido por sua capacidade de estabelecer e desafiar conceitos espaciais de materialidade convencionais, criando espaços que promovem interações e conexões entre as pessoas e seu entorno. A transparência, seja na configuração física dos edifícios, na escolha dos materiais empregados ou na filosofia subjacente aplicada a todas as obras, emerge como um elemento central que perpassa toda sua carreira.

Arquiteto japonês Riken Yamamoto recebe o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2024

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O arquiteto japonês Riken Yamamoto foi agraciado com o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2024. Conhecido por estabelecer uma “relação de parentesco entre os domínios público e privado" e criar "arquitetura como pano de fundo e também destaque para a vida cotidiana", Yamamoto é o 53º homenageado do mais prestigiado prêmio arquitetura do mundo — e o nono arquiteto do Japão a receber a honraria, juntando-se a Arata Isozaki, Shigeru Ban, Kazuyo Sejima, Ryue Nishizawa, Kenzō Tange, Fumihiko Maki, Toyo Ito e Tadao Ando. Sucessor de David Chipperfield em 2023, Francis Kéré em 2022, e Anne Lacaton e Jean-Philippe Vassal em 2021, Yamamoto receberá prêmio durante a 46ª cerimônia do Prêmio Pritzker em Chicago ainda no primeiro semestre deste ano, e dará uma palestra no S.R. Crown Hall, no Instituto de Tecnologia de Illinois, em 16 de maio.

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Quem é Riken Yamamoto? 16 fatos sobre o vencedor do Prêmio Pritzker 2024

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A escolha de Riken Yamamoto como vencedor do prestigiado Prêmio Pritzker 2024 é recebida com agradável surpresa. Seu portfólio arquitetônico, caracterizado por um profundo compromisso com o engajamento comunitário e uma percepção aguçada das dinâmicas locais, exemplifica o poder transformador da arquitetura na sociedade. Atendendo às demandas de crianças, adultos e idosos, o trabalho de Yamamoto destaca o impacto profundo que a arquitetura pode ter na vida de indivíduos de todas as faixas etárias. Para conhecer mais a fundo a formação e trajetória profissional do arquiteto, reunimos a seguir 15 fatos e curiosidades sobre Riken Yamamoto.

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Riken Yamamoto: conheça a obra construída do vencedor do Prêmio Pritzker 2024

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Este ano, o Prêmio Pritzker foi concedido a Riken Yamamoto, arquiteto nascido em Pequim, que logo após a Segunda Guerra Mundial se estabeleceu em Yokohama, Japão, onde desenvolveu um profundo interesse pela arquitetura e por como ela poderia moldar as vidas das pessoas e da sociedade como um todo. Yamamoto fundou sua prática, Riken Yamamoto & Field Shop, em 1973, apenas cinco anos após se formar na Universidade Nihon, Departamento de Arquitetura, Faculdade de Ciência e Tecnologia, e após obter seu Mestrado em Artes em Arquitetura pela Universidade de Artes de Tóquio, Faculdade de Arquitetura em 1971. Desde então, Yamamoto tem atuado como professor titular e professor visitante em várias universidades e instituições, incluindo a Universidade Kogakuin, Departamento de Arquitetura, a Escola de Pós-Graduação de Arquitetura de Yokohama e a Universidade de Artes de Tóquio.

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Como Los Angeles está enfrentando a escassez de moradias a preços acessíveis

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Várias cidades nos Estados Unidos estão sofrendo com a falta de milhões de unidades habitacionais. Agravada por outros fatores, essa escassez está aumentando radicalmente o custo tanto para alugar quanto para comprar casas. Los Angeles não é exceção; com 74% do seu território destinado exclusivamente à casas unifamiliares, a construção de habitações multifamiliares é limitada a uma área extremamente pequena da cidade, tornando a construção de novas habitações acessíveis muito difícil. Além disso, processos complexos de aprovação, que duram vários anos, muitas vezes tornam esses projetos ainda menos viáveis.

Por isso, em dezembro de 2022, a prefeita Karen Bass tomou uma decisão drástica ao declarar estado de emergência para acelerar a aprovação de projetos de habitação acessível, permitindo aos investidores acelerar projetos que contemplariam um sistema de aluguel estável por meio de permissões rápidas e isenções de regras de zoneamento. A Executive Direction (ED1) gerou um aumento nas solicitações para construção de habitações acessíveis, surpreendentemente, não apenas de investidores que usam dinheiro público, mas também de particulares.

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Os méritos do greenwashing: estigma social em torno da construção natural na Índia

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Nos últimos anos, a Índia testemunhou o ressurgimento do interesse em materiais de construção naturais, impulsionado pelo aumento das preocupações ambientais e um crescente desejo de resgatar estilos de vida tradicionais. De Mumbai, com suas movimentadas ruas, às tranquilas aldeias de Kerala, arquitetos, construtores e comunidades estão se unindo para explorar o potencial da terra, do bambu, da cal e de outros materiais orgânicos na criação de estruturas que sejam relevantes para cada contexto e que também incorporem os ideais contemporâneos do país. Essa mudança em direção ao uso de materiais naturais e recursos vernaculares reflete um movimento em prol da sustentabilidade e de uma conexão mais profunda com a natureza.

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Intervenções arquitetônicas no deserto: natureza, intervenção mínima e luxo recluso

Situados nas paisagens desérticas mais remotas do Oriente Médio e além, esses acampamentos oferecem uma oportunidade única de conexão com o ambiente através da experiência solitária em cenários amplos e expansivos.

Ao evitar intervenções estruturais que possam modificar as paisagens históricas, os projetos destacam habilidades, materiais e técnicas arquitetônicas tradicionais e locais, ao mesmo tempo em que oferecem interiores de luxo.

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O uso da pedra natural na arquitetura contemporânea argentina

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De Tafí del Valle a San Carlos de Bariloche, a implementação da pedra natural na arquitetura argentina contemporânea revela a decisão dos arquitetos de dialogarem com seu entorno, bem como destacar a pureza dos materiais. Embora a pedra seja um dos materiais de construção mais antigos que perdurou ao longo da história, sua aplicação em residências no Uruguai, Brasil ou México apresenta características diferentes em relação às texturas, formas, tons e padrões.

Retraçar para conhecer: arquitetura para além da visualidade

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Algumas lições, mesmo que simples, podem ecoar de maneira duradoura em nossas práticas pessoais. É o caso de uma específica memória retomada ainda dos anos de graduação, no curso de Arquitetura e Urbanismo na Escola da Cidade, onde em uma aula de desenho técnico no segundo ano os professores sugeriram que retraçássemos as plantas da casa Butantã, do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A lembrança é que, de imediato, parte dos alunos considerou aquela atividade pouco especial ou sequer relevante, o que também pode ser compreensível, ao passo que para outros certamente foi prazeroso e frutífero – mesmo que não se lembrem desse específico episódio mais de uma década depois, como é aqui o caso. O valor de sermos expostos a diferentes atividades dentro das disciplinas, das mais as menos convencionais, das mais simples as mais elaboradas, é que cada indivíduo fará usufruto de uma ou de outra ferramenta e conhecimento de maneiras distintas. Daí a importância da amplitude de experiências, mesmo que dentro do aparentemente rígido ensino do desenho técnico. O que é banal para uns pode ser instrumental para outros, pontualmente ou de maneira prolongada.

Design inclusivo e regenerativo: projetando ambientes para idosos e neurodiversos

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A intersecção entre neurociência e arquitetura/design vem apresentando inovações no ato de projetar espaços. Recentemente, a relevância do design inclusivo e regenerativo ganhou destaque, abordando a necessidade de criar ambientes que acolham a diversidade humana, incluindo idosos e pessoas com neurodiversidade. Este enfoque não só amplia a acessibilidade como também promove a regeneração ambiental e o bem-estar dos usuários.

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