O icônico Empire State Building, o primeiro edifício do mundo a ser construído com mais de 100 pavimentos, redefiniu o conceito de arranha-céu. Essas imagens - originalmente publicadas pela HomeAdvisor - nos permitem visualizar como o Empire State seria, caso tivesse sido concebido em outro estilo arquitetônico.
Sabemos que a boa arquitetura refere-se totalmente ao seu contexto, seja como uma maneira de encontrar harmonia com o entorno ou trazer um contraponto a ele. Mas o que acontece quando você tira inteiramente, o contexto da imagem?
O designer Anton Reponnen, em sua série de fotos Misplaced, retirou 11 dos marcos mais emblemáticos de Nova Iorque, desde o Empire State Building até o Museu Whitney de Renzo Piano, e os transplantou para desertos, tundras e planícies. Com os edifícios implantados em uma condição "errada", os espectadores são desafiados a avaliar a arquitetura de uma maneira diferente. Nos olhos de Reponnen (e nas histórias que acompanham as imagens), cada estrutura é tão viva quanto nós, e sua nova localização é um mistério com razões para descobrir.
Desde o início dos tempos, o ser humano se reúne em volta do fogo. Os primeiros assentamentos e cabanas primitivas incluíam em seu interior uma pequena fogueira para cozinhar e manter o calor de seus habitantes. Esta tradição continuou até o presente, com lareiras e fogões assumindo os mais variados modelos e formas e proporcionando possibilidades dentro e fora de casa.
Veja, a seguir, 35 exemplos de espaços que têm o fogo como protagonista.
Selecionados a partir de nossas matérias anuais de documentários, esses filmes apresentam a arquitetura e os arquitetos de um modo mais informativo e íntimo. Com mais e mais festivais de filmes dedicados à arquitetura, você provavelmente poderá assisti-los na telona em alguma cidade perto de você.
É inevitável que estruturas estáticas e pesadas venham à nossa mente quando pensamos em arquitetura . Mas pilares, vigas e lajes não são as únicas coisas que definem uma arquitetura, definitivamente.
A arquitetura pneumática é aquela constituída por materialidades leves, flexíveis, suportada por bases fixas, mas sem a capacidade de suportar a si mesma decorrente da leveza, com a função de cobrir um vão a partir da injeção de ar. Isto é, são estruturas conformadas a partir de membranas pneumáticas infladas por sistemas de ar que atuam de mesma forma como o mecanismo de um balão inflado por ar quente ou antigos zepelins preenchidos por um gás menos denso que o ar. Há dois grupos constituídos por estas estruturas, aquelas sustentadas pela pressão do ar e aquelas que são enrijecidas por ele.
Acelerar o combate às mudanças climáticas e às desigualdades sociais depende das cidades. Foto: Daniel Hunter/WRI Brasil
A maior força no combate às mudanças climáticas está nas mãos das cidades. É nelas que a maior parte das pessoas vivem e onde a economia global gira. No entanto, de acordo com o novo relatório do New Climate Economy, intitulado “Unlocking the Inclusive Growth Story of the 21st Century: Accelerating Climate Action in Urgent Times” (Destravando a história do crescimento inclusivo do século 21: acelerando a ação climática em tempos urgentes), as áreas urbanas não estão fazendo uso do seu potencial de transformação para promover o desenvolvimento sustentável. E isso pode significar perder as últimas chances de reduzir a pobreza e deter as alterações do clima.
https://www.archdaily.com.br/br/903342/cidades-precisam-de-acoes-ambiciosas-para-promover-o-desenvolvimento-sustentavelWRI Brasil
Constatações de que as cidades brasileiras cresceram sem o devido planejamento, de maneira desordenada, são recorrentes. Também é comum ouvir que a legislação urbana do Brasil é moderna, mas que temos dificuldades para tirar as melhores práticas do papel. Porém, poucas pessoas de fato entendem como funcionam as engrenagens do planejamento urbano e de que maneira esses mecanismos podem ajudar a conduzir os centros urbanos para um futuro melhor e mais sustentável.
https://www.archdaily.com.br/br/902839/a-engrenagem-urbana-brasileira-dispositivos-legais-parar-a-gestao-das-cidadesWRI Brasil
Em um mundo onde veículos automáticos, inteligência artificial (AI), Internet das Coisas (IoT), realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) estão se tornando termos comuns em todo o mundo, o cliente da AEC logo espera consistentemente alta qualidade nas apresentações e representações ao longo do processo projetual.
Muitas pessoas já estão antecipando a futura demanda por essas tecnologias, mas poucas estão preparadas para integrá-las umas às outras. A Enscape desenvolveu um sistema que combina vários desses recursos para criar experiências vivas, imersivas e inesquecíveis para seus clientes.
Todos nós sabemos que o conceito de lugar é um valor essencial para todas as pessoas, assim como para os arquitetos e as cidades que eles projetam. Arquitetos, urbanistas e até mesmo os administradores públicos costumam profetizar que "lugares" podem transformar uma cidade para melhor - mas o que nem todos sabem ao certo é, o verdadeiro significado deste conceito.
https://www.archdaily.com.br/br/903045/destaques-da-semana-o-que-define-um-lugarKatherine Allen
Barricadas nas ruas de Bordeaux durante os protestos de maio de 1968 na França. Cortesia de Wikimedia
Este artigo foi originalmente publicado como "What Marchers Today Can Learn from the May 1968 Protests in Paris" no CommonEdge em maio de 2018. Nos 50 anos desde os protestos históricos e mundiais de 1968, muita coisa mudou. Mas o clima político de hoje parece igualmente volátil, com mudanças sísmicas que ameaçam as instituições sociais e políticas em todo o mundo. Lições do passado são, para emprestar a frase do momento, mais relevantes do que nunca.
Recentemente, amigos americanos enviaram um e-mail: “O que está acontecendo com o sistema político francês? Por que tantas greves? E as infinitas marchas de protesto? Gostaríamos de visitá-lo em Paris, mas estamos um pouco desconfiados”.
O Campo de Cebada se tornou uma das principais referências em autogestão e construção coletiva de espaços públicos, em estreita relação com as acampadas espanholas de 2011. Neste artigo, o coletivo de arquitetura Zuloark reflete sobre os princípios que foram importantes para que o experimento funcionasse.
Não é nenhum segredo que o pós-modernismo, ao longo dos últimos anos, tem passado por uma espécie de renascimento. Sua exuberância e entusiasmo, duramente criticados por muitos arquitetos, talvez sejam um bálsamo nestes momentos tão difíceis pelos quais o mundo está passando. Ou ainda, para parte de nossos colegas, o movimento talvez sirva apenas para criar edifícios fotogênicos que são posteriormente publicados no Instagram.
Dito isto, vale ressaltar que não estamos tratando aqui exatamente daquele pós-modernismo que surgiu durante os anos 60. O pós-modernismo que aqui nos referimos, é aquele que além de preocupar-se com as preexistências e com o contexto, também procura se reinventar através das novas tecnologias. Instalações e outras formas efêmeras de arquitetura também podem possibilitar uma nova perspectiva sobre a nossa prática profissional, e quando documentadas e catalogadas, estas obras ficam a disposição de todos para futuras pesquisas e consultas. Talvez estejamos lidando não mais com algo reacionário, contra a hegemonia do modernismo; a bandeira que os principais pós-modernistas de outrora levantavam e defendiam. O pós-modernismo de hoje pode ser algo ao mesmo tempo alegre e reservado, vernacular e altamente tecnológico.
Não é fácil encontrar materiais sobre a importância de maquetes construtivas. Elas servem para analisar e comunicar a organização dos elementos materiais que, por sua vez, abordam com um processo particular; não só permitindo estabelecer lógicas, detectar e modificar certos aspectos-chave do projeto, mas também abordar os procedimentos de execução inerentes à construção no local.
Juntamente com representações planas, o desenvolvimento dos detalhes construtivos é geralmente relegado aos últimos estágios do processo projetual. É então que identificamos que corresponde a um estágio relevante para alcançar um desenvolvimento operacional conveniente.
Na busca de abordar a representação e utilidade das maquetes construtivas, convidamos você a revisar uma série de exemplos diferentes:
Quantas vezes nos deparamos com o desafio de projetar um centro cultural? Embora isso possa parecer uma façanha para a maioria, muitos arquitetos já se viram diante da tarefa de projetar um programa que combina centro comunitário e cultura.
Entre os projetos publicados em nosso site, encontramos exemplos que abordam a questão a partir de diferentes abordagens, de configurações flexíveis a propostas que priorizam a centralidade, gerando espaços de encontro e atividades. Veja, a seguir, 50 exemplos de centros culturais acompanhados de suas plantas e cortes.
O mais recente doodle da Google, em exibição hoje em sua página inicial no Brasil, homenageia Milton Santos, geógrafo brasileiro reconhecido mundialmente e reverenciado com destaque por conta de seus trabalhos que uniram a Geografia aos estudos de urbanização em países em desenvolvimento. Com sólida produção, Milton deixou uma vasta herança intelectual, hoje reunido no site produzido por sua família, classificados em biografias, livros, artigos, pesquisas e materiais audiovisual que mantém vivo o legado desta importante figura no cenário da Geografia e estudos urbanísticos.
Em 1º de Outubro de 1908 a Ford lançava no mercado norteamericano seu modelo que inaugurou a indústria automobilística e estabeleceu novos rumos para a produção industrial em massa na época, o Ford T. Inspirado em sistemas fabris de indústrias de armas e máquinas de costura, a partir de 1913 Henry Ford implementa o processo de produção serial e a linha de montagem para esse modelo de carro seguro, simples, confiável e, sobretudo, barato.
O barateamento no processo de fabricação a partir da operação industrial empreendida por Ford foi tão notável que no ano de seu lançamento o modelo T custava US$ 850, e conforme os processos produtivos foram se aperfeiçoando em um sistema massivo e serial de produção, em seu último ano de fabricação, 1927, o carro valia US$ 290. A inserção do automóvel em uma operação fabril deixou para trás a produção artesanal das peças e otimizou custos, tempo e logística para esse mercado.
É 2018, e deve ficar claro para todos no campo da Arquitetura e Construção que o BIM é o futuro para projeto, construção e manutenção de edifícios e infraestrutura. Há milhões de dólares em dinheiro de marketing gastos por empresas de software BIM todos os anos, tentando convencê-lo de que o Building Information Modeling não pode acontecer sem seu produto. Eles tentarão convencê-lo de que seu produto é o “verdadeiro BIM”. É claro que vivemos em uma sociedade capitalista aberta, onde esse comportamento é esperado. No entanto, se você e sua empresa estiverem migrando para o BIM, esse ruído de fundo pode ser preocupante ... e, se não for, deveria ser.
É justo dizer que a casa francesa E-1027 de Eileen Gray não viveu uma vida encantadora: ela sobreviveu à profanação de Le Corbusier, foi alvo dos nazistas,por um período foi destino de orgias e drogas, e esteve perto do abandono. No entanto, ultimamente, o futuro da infame casa parece mais otimista: a Cap Moderne, uma organização sem fins lucrativos dedicada a reabilitar e abrir o edifício como um destino cultural, lançou recentemente uma campanha de financiamento coletivo para continuar a restauração da edificação. Nos últimos anos, o trabalho dos restauradores concentrou-se na recriação dos móveis projetados por Eileen Gray e os últimos esforços concentram-se na sala de jantar. Como esse ambiente - e toda a casa - perdeu seus móveis e entrou em ruínasé uma longa história, com muitas reviravoltas.
Respirar ar puro é o sonho de qualquer morador de uma grande cidade, ainda que ele goste muito do meio urbano. E as ruas arborizadas, além de bonitas e agradáveis, são comprovadamente benéficas para a saúde física e mental. Então, porque não incluí-las nas verbas de financiamento da saúde? É isso que questiona a organização The Nature Conservancy, que criou um documento onde explica e demonstra em números as razões pelas quais isso deve ser feito.
https://www.archdaily.com.br/br/902836/cidades-devem-pensar-em-arvores-como-infraestrutura-de-saude-publicaMayra Rosa
Pesquisadores, acadêmicos e curiosos conhecem a emoção de procurar os detalhes de algo misterioso ou inexplicado. Neste tweet de 2017, Paul Cooper notou uma diferença em uma foto de quase 100 anos que o levou a descobrir a verdadeira história por trás de um estranho “apêndice” no topo do Templo de Zeus em Atenas. O que se seguiu é o equivalente no Twitter a um thriller arquitetônico. Por que as representações do templo foram alteradas? O Sr. Cooper nos conduz a uma jornada de 18 tweets que revela o mistério.
No final de janeiro, participei de um comovente funeral na Capela de Battell, em Yale, para Vincent Scully, o homem que me mostrou a arquitetura como uma carreira, e que continua a me inspirar como escritor e historiador. Lá, aproveitei a oportunidade para fazer uma visita a Benjamin Franklin e Pauli Murray Colleges, as primeiras novas residências na universidade de Yale em meio século. Fui embora maravilhado com a qualidade da arquitetura e agradecendo minha alma mater pela visão e compromisso em melhorar a cidade e o campus.
https://www.archdaily.com.br/br/902802/esqueca-os-criticos-a-arquitetura-tradicional-ainda-pode-criar-espacos-contemporaneosMark Alan Hewitt
Minha cabeça, sem dúvida, é difusa e dispersa. Compara elementos distintos da arquitetura, marcados por momentos distantes, os lê e os contempla com paixão e intensidade. Não me resta dúvida que a leitura do protagonista deste artigo deu forma não somente aos meus pensamentos, mas também aos de muitos outros. Morre Robert Venturi, aos 93 anos, uma figura importante e uma referência central para a arquitetura.
E qual é o motivo disso? Venturi escreveu o livro Complexidade e Contradição na Arquitetura, cujas ideias apresentaram uma ótica impactante para toda a disciplina. No livro, Venturi se dedica a explicar uma frase de Rennie Mackintosh: "Há esperança no erro honesto, nenhuma na perfeição congelada do mero estilo".
Historicamente relegadas à esfera do privado, foi somente a partir do século XX que a mulher passou, de fato, a exercer seu direito à cidade e sua dinâmicas. Até hoje, no entanto, esta apropriação é cerceada. Segundo pesquisa do Instituto Locomotiva deste ano, oito em cada 10 mulheres brasileiras têm medo de andar sozinhas à noite.
Além da questão da violência, se colocam como entraves para o pertencimento, circulação e ocupação livre do espaço público pelas mulheres a ausência de políticas que visem contemplar necessidades urgentes do gênero feminino, além de suas identidades e olhares.
O cobre patinado, também chamado de oxidado, é um revestimento metálico que "envelhece bem", com excelentes propriedades mecânicas de resistência às intempéries. Por sua capacidade de transformação ao longo do tempo à medida em que se mantém em exposição às condições atmosféricas, o material dispensa manutenção, proporcionando um aspecto pouco usual às fachadas.
Indo além das placas em tom alaranjado, este material também permite aparência azul/esverdeada por processos químicos controlados de oxidação. Sua coloração é definida pela quantidade de cristais contidos na superfície do material junto à incidência de luz natural, possibilitando que os painéis apresentem diversas variação nos tons e nuances.