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Cidades

Cidades brasileiras: a pior verticalização do mundo

10:00 - 6 Agosto, 2017
Cidades brasileiras: a pior verticalização do mundo, © Paulisson Miura via Visual hunt /  CC BY
© Paulisson Miura via Visual hunt / CC BY

Em seu artigo intitulado Cidades brasileiras: a pior verticalização do mundo, Anthony Ling explica porque a verticalização nas cidades brasileiras produz resultados negativos. Em seu texto, mostra que a crítica à verticalização está mal direcionada: o problema não é a altura dos prédios em si, mas as interferências regulatórias que eles carregam para se tornarem altos.

Dentre estas interferências, aponta os recuos exigidos por lei, que acabam afastando os edifícios da rua, a falta de incentivo para construir no térreo, e a obrigatoriedade de estacionamentos, que explicita a ênfase no transporte individual motorizado. Combinados, estes fatores acarretam prejuízos sociais enormes para a cidade e seus habitantes.

A síndrome de Brasília: Jan Gehl tem razão? / Sérgio Ulisses Jatobá

07:30 - 25 Julho, 2017
A síndrome de Brasília: Jan Gehl tem razão? / Sérgio Ulisses Jatobá, Brasilia - Banho no Museu da Republica. Image © Sérgio Ulisses Jatobá
Brasilia - Banho no Museu da Republica. Image © Sérgio Ulisses Jatobá

Em matéria recente no ArchDaily Brasil, o urbanista Jan Gehl afirma que Brasília “ é fantástica vista de um helicóptero, mas do chão, onde vivem as pessoas, Brasília é uma merda." Em seu conhecido livro Cidade Para as Pessoas, publicado em 2013 no Brasil, Gehl admite que “vista do alto, Brasília é uma bela composição”, mas “a cidade é uma catástrofe ao nível dos olhos”, acrescenta. “Os espaços urbanos são muito grandes e amorfos, as ruas muito largas, e as calçadas e passagens muito longas e retas” [1].

Gehl criou o termo “Síndrome de Brasília” para designar a inexistência ou a desconsideração do que ele conceitua como a escala humana no planejamento urbano modernista, tomando a capital do Brasil como seu mais destacado exemplo. 

A estupidez do estacionamento gratuito

07:00 - 22 Julho, 2017
A estupidez do estacionamento gratuito , Estacionamientos em Tóquio. Imagem © Kevin Krejci [Flickr], sob licença CC BY 2.0
Estacionamientos em Tóquio. Imagem © Kevin Krejci [Flickr], sob licença CC BY 2.0

É preciso encarar de vez a questão: o estacionamento gratuito não existe, não passa de uma ilusão. Ponto. Sempre tem um custo, e esse custo deve ser pago por alguém. 

Não me refiro a quanto custa a pavimentação, pintura de demarcação e sinalização das vias, mas do quanto custa esse bem escasso que só é utilizado para estacionar quatro rodas. Nas periferias urbanas, de baixa densidade e que concentram poucas viagens, o custo desse solo geralmente é baixo, enquanto em áreas que concentram muitas viagens seu valor pode ser altíssimo, tão alto que justifica a cobrança de quem utiliza esses espaços.

Concurso de ideias 24h - Ct´s

18:00 - 14 Julho, 2017
Concurso de ideias  24h - Ct´s, Ct´s - Ideas Forward
Ct´s - Ideas Forward

Ideasforward quer dar aos jovens criativos de todo o mundo a oportunidade de expressar suas opiniões sobre o futuro das sociedades através de suas propostas inovadoras e visionárias.
Somos uma plataforma experimental que busca idéias progressivas que refletem temas emergentes.
O design ecológico, arquitetura sustentável, novos materiais, conceitos e tecnologias são questões convincentes nas sociedades do futuro e o envolvimento de toda a comunidade é imperativo. Numa era de globalização onde a comunicação foi dominada pela revolução tecnológica, há a necessidade de repensar as cidades e como o Homem se relaciona no mundo global, bem como repensar os padrões econômicos, sociais e

Qual será o futuro do urbanismo após o conflito na Colômbia?

16:00 - 13 Julho, 2017
Qual será o futuro do urbanismo após o conflito na Colômbia?, Cartografia Original Eduardo Orozco Añazco na arquitetura pós-conflito. Imagem © Richard Gerald
Cartografia Original Eduardo Orozco Añazco na arquitetura pós-conflito. Imagem © Richard Gerald

No processo de acordo de paz entre a Colômbia e a guerrilha, o arquiteto colombiano Enrique Uribe Botero dividiu no diário local El Espectador uma visão reflexiva sobre os 26 assentamentos transitórios propostos pelo governo para receber cerca de 8.000 ex-guerrilheiros em estruturas urbanas temporárias. Na opinião do autor, estes assentamentos estariam no caminho de transformarem-se em núcleos humanos permanentes.

Uribe baseia sua análise na compreensão das características urbanas, políticas e sociais das Zonas Veredales Transitórias de Normalização (ZVTN) que, segundo os acordos firmados pelas partes em conflito, deveriam ser estabelecidas no início de 2017 e funcionariam até 29 de Maio do mesmo ano, esperando que, para sua dissolução, a maioria de seus habitantes já se encontrassem incorporados a outros núcleos urbanos ou a programas de incentivo em áreas rurais.

A ZVTN utilizada como caso de estudo foi a Zona Veredal Mariana Páez, localizada na viela  Buenavista em Mesetas (Departamento de Meta), onde, ao término dos 180 dias do acordo, o assentamento longe do estágio transitório ou independente, transformou-se em um ato urbano sem precedentes, tendo em conta não só a posse das terras, mas também a criação de vínculos com o território em uma região que foi ocupada por décadas por seus atuais habitantes.

Zona Veredal Mariana Páez. Imagem via Zona Veredal Mariana Páez Mesetas Meta [Facebook] Zona Veredal Mariana Páez. Imagem via Zona Veredal Mariana Páez Mesetas Meta [Facebook] Cartografia Original Eduardo Orozco Añazco na arquitetura pós-conflito. Imagem © Richard Gerald Zona Veredal Mariana Páez. Imagem via Zona Veredal Mariana Páez Mesetas Meta [Facebook] +10

Norman Foster fala sobre a importância de uma arquitetura interdisciplinar para o futuro das cidades

07:00 - 12 Julho, 2017

A arquitetura, tanto como profissão como no ambiente construído, encontra-se atualmente em uma encruzilhada na tentativa de se adaptar a um mundo em constante fluxo. As cidades e seus habitantes enfrentam diariamente mudanças socioeconômicas, políticas e ambientais contínuas, levando a uma necessidade de repensar a evolução do urbanismo sustentável. Com foco em habitação, sociedade e patrimônio cultural, a Conferência Internacional da RIBA, intitulada Change in the City, teve como objetivo oferecer visões sobre a "Nova Agenda Urbana" e como os arquitetos podem desempenhar um papel interdisciplinar no desenvolvimento urbano futuro.

Palestrante da conferência, Norman Foster é um forte defensor de uma cuidadosa consideração sobre quais aspectos da vida urbana precisam ser priorizados no projeto das cidades do futuro. Para uma sociedade cada vez mais global, Foster enfatiza a necessidade da arquitetura de superar o projeto de edifícios e enfrentar o desafio maior - o aquecimento global, aprimorando suas raízes e fatores envolvidos para criar soluções urbanas viáveis.

Padrão de Qualidade BRT: Ferramenta para avaliação de corredores de BRT

12:00 - 7 Julho, 2017
Padrão de Qualidade BRT: Ferramenta para avaliação de corredores de BRT, Padrão de Qualidade BRT. Image © ITDP Brasil
Padrão de Qualidade BRT. Image © ITDP Brasil

O conceito de BRT como conhecido atualmente, foi durante muito tempo uma incógnita entre planejadores e engenheiros. As diferentes interpretações sobre o conceito permitiam que corredores de ônibus convencionais fossem muitas vezes nomeados incorretamente de BRT.

Entre os anos de 2004 e 2014, houve um crescimento acelerado de implantação de corredores de BRT. Hoje existem cerca de 2.600km de BRTs operacionais no mundo, dos quais aproximadamente 72% foram construídos neste intervalo de 10 anos. No território brasileiro também houve um maior crescimento neste período, onde a extensão de corredores de BRT praticamente dobrou em relação ao ano de 2004.

© ITDP Brasil
© ITDP Brasil

Aprenda a projetar uma quadra urbana com este baralho de 50 cartas

10:00 - 5 Julho, 2017
Aprenda a projetar uma quadra urbana com este baralho de 50 cartas, © a+t designing cards
© a+t designing cards

Sabemos perfeitamente que na arquitetura e no urbanismo, o aprendizado pode se dar de muitas formas: pense em suas maquetes, desenhos de observação, desenhos técnicos, aulas teóricas, ateliês, modelos virtuais 3D e até exercícios em realidade virtual. Nessa mesma linha, a editora a+t architecture publishers publicou 50 Urban Blocks, um baralho de cartas que busca facilitar o projeto de quadras urbanas através de 50 tipologias. 

Cada carta tem 13x8 centímetros e tem impressões em ambos os lados, com versão em inglês e espanhol. Além disso, cada carta inclui uma axonométrica, uma planta geral, projeção de sombras, coeficiente de ocupação e área total construída.

Jan Gehl: "Do chão, onde vivem as pessoas, Brasília é uma merda"

07:00 - 5 Julho, 2017

Destacando a transformação urbana de Copenhague, analisando os equívocos do movimento moderno e abordando os desafios das cidades do século XXI, o arquiteto e urbanista dinamarquês, Jan Gehl, apresentou, no dia 29 de junho, a conferência Pensar en urbano: ciudades para la gente, organizada pela ONU-Hábitat no Colegio Oficial de Arquitectos de Madrid (COAM).

Em sua conferência, Gehl exemplificou o paradigma urbano de sua época de estudante, o qual denomina Síndrome de Brasília

Fatores morfológicos da Vitalidade Urbana – Parte 3: Arquitetura da Rua / Renato T. de Saboya

12:00 - 4 Julho, 2017
Fatores morfológicos da Vitalidade Urbana – Parte 3: Arquitetura da Rua / Renato T. de Saboya, Permeabilidade visual entre as atividades no interior e exterior das edificações em Segóvia, Espanha. Image © Renato Saboya
Permeabilidade visual entre as atividades no interior e exterior das edificações em Segóvia, Espanha. Image © Renato Saboya

* Este texto é uma versão compilada e revisada de dois posts publicados originalmente no Blog Urbanidades: Condições para a Vitalidade Urbana #3 – Características da relação edificação x espaço público e Condições para a Vitalidade Urbana #4 – Permeabilidade visual.

O terceiro fator a contribuir para a vitalidade dos espaços urbanos é o que tenho chamado de Arquitetura da Rua, ou seja, as características morfológicas das edificações e suas relações com o espaço aberto, bem como o conjunto e o ambiente que emergem dessa interação. Como veremos, a maneira como as edificações estão posicionadas e a forma como configuram seus sistemas de barreiras e permeabilidades em relação às ruas podem influenciar diretamente na quantidade de pessoas que utilizam o espaço público e no tipo de atividades que ali se desenvolvem.

Universidade de British Columbia lança curso online gratuito de ecodesign de cidades

16:00 - 29 Junho, 2017
Universidade de British Columbia lança curso online gratuito de ecodesign de cidades, Puente Cirkelbroen, projeto do Studio Olafur Eliasson em Copenhague. Imagem © Anders Sune Berg
Puente Cirkelbroen, projeto do Studio Olafur Eliasson em Copenhague. Imagem © Anders Sune Berg

A incontrolável urbanização do planeta deu origem a cidades e subúrbios desordenados, congestionados e poluídos. Sabemos que este cenário precisa mudar se quisermos seguir habitando o planeta, e a Universidade de British Columbia (UBC) aborda o desafio de projetar cidades melhores em um curso online gratuito de ecodesign, disponível na plataforma digital EDx. 

Intitulado Ecodesign for Cities and Suburbs, a ideia de ecodesign se define como a integração entre projeto urbano, planejamento e conservação de sistemas naturais, visando criar entornos sustentáveis. O curso é ministrado por Larry Beasley, renomado urbanista canadense e professor de planejamento na UBC, e Jonathan Barnett, professor de planejamento regional na Universidade da Pennsylvania. 

Ciclo Arq. Futuro de Economia Urbana

18:00 - 25 Junho, 2017
Ciclo Arq. Futuro de Economia Urbana, Ciclo Arq. Futuro de Economia Urbana, 29.06 I Edward Glaeser (Harvard) e Danilo Igliori (DataZap)
Ciclo Arq. Futuro de Economia Urbana, 29.06 I Edward Glaeser (Harvard) e Danilo Igliori (DataZap)

ARQ.FUTURO, POR QUÊ? E INSPER RECEBEM EDWARD GLAESER (UNIVERSIDADE DE HARVARD) E DANILO IGLIORI (DATAZAP E FEA-USP) PARA PALESTRA

- Evento gratuito e aberto ao público dá início ao Ciclo Arq.Futuro de Economia Urbana –

São Paulo, junho de 2017 – Arq.Futuro, Por Quê? e Insper realizam, no próximo dia 29/6, um encontro aberto ao público entre os economistas Edward Glaeser, PhD pela Universidade de Chicago, professor de economia da Universidade de Harvard e autor do livro “O Triunfo da Cidade”, e Danilo Igliori, PhD pela Universidade de Cambridge, professor de economia da FEA/ USP e chairman da DataZAP. Com

A Gran Vía de Madri terá espaço para ciclistas em 2018

16:00 - 17 Junho, 2017
A Gran Vía de Madri terá espaço para ciclistas em 2018, Antes y después de la Gran Vía de Madrid. Image Cortesía de Ayuntamiento de Madrid
Antes y después de la Gran Vía de Madrid. Image Cortesía de Ayuntamiento de Madrid

A Prefeitura de Madri anunciou a reconversão de uma das principais artérias da capital espanhola em um espaço viário mais adequado aos pedestres, com uma ciclovia de duas mãos, vegetação e calçadas mais amplas. O projeto ainda está sendo redigido e buscará potencializar as relações entre as pessoas, facilitando os deslocamentos em bicicleta e contribuindo, assim, para melhorar as condições de vida da cidade. 

Projetos pequenos, mas com grande alcance. Está e uma das vertentes exploradas pela Prefeitura de Madri e que toma forma em iniciativas como esta: a Gran Vía será uma via mais humana, restringindo o acesso de veículos motorizados e facilitando os deslocamentos de bicicleta. Com esta medida, a Prefeitura aprofunda sua intenção de humanizar Madri, uma cidade claramente dominada pelo automóvel. 

Casa: a razão de ser de uma cidade / Héctor Vigliecca

12:00 - 13 Junho, 2017
Casa: a razão de ser de uma cidade / Héctor Vigliecca, Cortesia de  Vigliecca & Associados,
Cortesia de Vigliecca & Associados,

Projetar habitação é uma problemática aparentemente simples, mas é a mais difícil da arquitetura. A habitação é o tema mais antigo da formação do homem. É possível escrever a história da civilização, desde os primórdios do homem primitivo até hoje, analisando apenas a evolução dos modos de viver.

Serpentes de lona: os traços do comércio informal na cidade

16:00 - 9 Junho, 2017
Serpentes de lona: os traços do comércio informal na cidade, Comércio informal na Cidade de México. Imagem © 2015 Google
Comércio informal na Cidade de México. Imagem © 2015 Google

Os resultados do quarto trimestre de 2016 da Escola Nacional de Ocupação e Emprego (ENOE) indicam que a População Economicamente Ativa (PEA) do México alcançou 54 milhões de pessoas. Dessas, 57% (29,8 milhões, pouco menos que a população da Venezuela ou do Peru) trabalha no setor informal. Não se engane: o setor informal tem seus protocolos e leis próprios; que eles não estejam escritos, é uma outra história.

A cada vez que surgir um auto-denominado presidente comprometido com a questão do emprego, lembre-se dessa cifra: 57%.

O conceito "emprego informal" abrange uma ampla gama de atividades que incluem micro-negócios não registrados (o que tipicamente é conhecido como setor informal, que alcança 47,5% do total), o trabalho não protegido em atividades agropecuárias (20,7%), o serviço doméstico remunerado em lares (7,8%), e o trabalho realizado para unidades econômicas formalmente estabelecidas, mas sem contar com um registro diante da seguridade social (24%). Todas as informações fornecidas pelo INEGI podem ser consultadas neste PDF

Comércio informal na Cidade de México. Imagem © 2015 Google Comércio informal na Cidade de México. Imagem © 2015 Google Comércio informal na Cidade de México. Imagem © 2015 Google Comércio informal na Cidade de México. Imagem © 2015 Google +12

XIII Semana de Arquitetura e Urbanismo

18:00 - 6 Junho, 2017
XIII Semana de Arquitetura e Urbanismo

A XIII Semana de Arquitetura e Urbanismo - SEMAU - acontecerá no auditório da reitoria da Universidade Federal de Alagoas - UFAL, nos dias 28, 29, 30 e 31 de agosto de 2017. Promovido pelo grupo PET Arquitetura da UFAL, o evento tem como tema “VIVACIDADE: Desafios, Planejamento e Participação”.

Nessa sua 13ª edição, a SEMAU propõe-se a debater sobre a cidade: seus desafios, ações possíveis de planejamento e a importância da participação do cidadão, visando promover discussões sobre o papel do arquiteto face às interferências que o urbanismo e a arquitetura podem provocar na dinâmica social do espaço urbano,

Madri negociará com o Airbnb a regulação do aluguel turístico

16:00 - 3 Junho, 2017
Madri negociará com o Airbnb a regulação do aluguel turístico, Palácio Real de Madri. Imagem © Hernán Piñera [Flickr], Licença CC BY-SA 2.0
Palácio Real de Madri. Imagem © Hernán Piñera [Flickr], Licença CC BY-SA 2.0

A Prefeitura de Madri buscará um acordo com as empresas Airbnb e HomeAway, as principais plataformas mundiais de aluguel turístico, para regular seu funcionamento na capital espanhola. Segundo informou o Secretário de Desenvolvimento Urbano e Sustentável, José Manuel Calvo, em entrevista ao Europa Press, as habitações voltadas ao turismo já representam 25% do total da oferta hoteleira em Madri. 

O plano da Prefeitura buscaria diferenciar os locadores particulares dos profissionais, e que o lucro privado se reflita nos impostos pagos. Deste modo, só poderão ser disponibilizadas habitações particulares em que o proprietário apresente um certificado que reside na mesma, descartando, assim, empresas que adquirem imóveis apenas para disponibilizar para locação no Airbnb. 

Elogio da caminhada, por Björk

12:00 - 31 Maio, 2017
Elogio da caminhada, por Björk, Bjork en um concerto no México. Imagem © A.maldon [Wikipedia] (CC BY-SA 4.0)
Bjork en um concerto no México. Imagem © A.maldon [Wikipedia] (CC BY-SA 4.0)

Clay Cockrell, psicoterapeuta de Nova Iorque, cidade onde os psicoterapeutas poderiam ter um bairro somente para eles, realiza suas sessões ao ar livre. Caminhando, mais precisamente. Em lugares como o Central Park ou o Battery Park, onde o cliente preferir, o lugar da consulta é totalmente flexível. O método é mais ou menos o mesmo que o de qualquer terapeuta. Os honorários também. Só o entorno muda, o que não é pouco: o divã, a cadeira de couro, o tapete persa e a biblioteca são substituídos pelo concreto ou o cascalho da rua ou do parque escolhido pelo paciente.

Caminhar é muito mais que cobrir uma distância com os pés. É também uma das mais básicas ferramentas para alcançar o que comumente chamamos de esvaziar a mente. Caminhar é um recurso gratuito, facilmente acessível e quase sempre disponível para voltar a um mundo lento em que a mente pode fazer uma conexão livre de interferências com o corpo, e o corpo, por sua vez, com o solo que pisa e o entorno que o rodeia.