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Território: O mais recente de arquitetura e notícia

Termômetro da desigualdade: o 20 de novembro também pode te tirar do lugar

Em exercício recente, nós debruçamos sobre as principais narrativas em torno da desigualdade brasileira para uma formação interna do Instituto Pólis. Não foi exatamente uma surpresa identificarmos a predominância da renda no centro do debate, seja em veículos de mídia ou em estudos acadêmicos. Nosso objetivo com esse estudo era compreender como o Direito à Cidade [1] pode contribuir nas leituras das desigualdades e ser uma ferramenta de luta para diminuir as distâncias entre os cidadãos.

Mapa da Desigualdade: acesso às políticas públicas varia de acordo com território

Uma pessoa que mora em Moema, bairro com uma das maiores concentrações de renda de São Paulo, vive 20 anos a mais do que uma pessoa que nasce em Cidade Tiradentes, extremo leste da capital. A cidade mais rica do Brasil expõe o quanto o país é desigual, e também o quanto o acesso às políticas públicas variam de acordo com o território onde se vive.

Ecologia Urbana: do corpo ao território

Como exercitar um olhar holístico, complexo e sistêmico para o habitar do que chamamos de casa? Como produzir outras formas de valorizar e reconhecer culturas não hegemônicas? Quais as patologias dos sistemas que somos ensinados a acreditar e como criar novas formas de percepção e ação que entendam como os sistemas de produção e organização de vida estão interconectados?

Os principais problemas do mundo são um resultado de como a natureza funciona e como as pessoas pensam: o que significaria mudar a forma como pensamos? As ideias, afinal, estão relacionadas a forma como nós habitamos o mundo. Existimos na terra

Mapas do Brasil revelam áreas praticamente desertas do território nacional

Com base no Censo de 2010, o Nexo Jornal desenvolveu uma série de cartografias do Brasil que revelam porções do território densamente ocupadas e urbanizadas, outras praticamente desertas. Para o levantamento, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE divide o país em cerca de 13 milhões de quadrados de aproximadamente 40 mil m² e contabiliza o número de habitantes em cada um deles.

Onde cidade, arquitetura, autonomia e educação se encontram?

Desde as manifestações de 2013, vive-se claramente um processo de retomada da noção de público no Brasil e em especial nas metrópoles como São Paulo. Em um contexto de especulação e de uma cidade mercantilizada, onde espaços assim como serviços públicos passam a ser atravessados pela intenção de acumulação de capital, e diante de uma realidade em que o poder público é somente poder (nada tem de interesse público), é possível perceber um movimento crescente de reapropriação dos espaços da cidade por parte de atores antes invisibilizados.

Cultivando territórios comuns: encontros para autonomia

Considerando que 90% das cidades são construídas sem arquitetos e urbanistas, quais são os reais arquitetos que estão imaginando e construindo o mundo que queremos viver? Quais os modos de produção, os materiais, os modos de relação e reprodução social que são praticados por esses coletivos e apontam caminhos de futuros possíveis, inclusivos, diversos, justos e ecológicos? Quais arquiteturas existem para instigar a liberdade, a colaboração, a co-responsabilidade, o cuidado consigo, com o outro e com o espaço que habitamos?

Corpo, discurso e território: a cidade em disputa nas dobras da narrativa de Carolina Maria de Jesus

Nessa tese de doutorado, a arquiteta e urbanista Gabriela Leandro Pereira explora os relatos e as disputas de narrativas urbanas da escritora mineira Carolina Maria de Jesus. Carolina é uma das primeiras e mais importantes escritoras negras do Brasil, tendo como sua obra mais conhecida o livro Quarto de Despejo. Diário de Uma Favelada - resultado do relato do cotidiano cruel de mulher negra, catadora de papel e moradora da favela do Canindé em São Paulo. A tese foi defendida em 2015 na Universidade Federal da Bahia, tendo como orientadora a Profa. Dra. Ana Maria Fernandes e recebeu o Prêmio Prêmio Rodrigo Simões de Teses de Doutorado, Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR) em 2017. Veja abaixo o resumo enviado pela autora.

Aula aberta no Galpão - território, urbanidade e arquitetura

Roda de conversa para abertura do semestre com o tema TERRITÓRIO, URBANIDADE E ARQUITETURA | Os modos de pensar e fazer.

Com a presença do geografo Márcio José Catelan, da arquiteta e urbanista Arlete Maria Francisco ao tratarão sobre os aspectos da cidade onde vivemos, Presidente Prudente, e refletir sobre a produção da arquitetura e os modos de fazer com Cristiana Pasquini.
O que movimenta a cidade? O que faz as pessoas se instalarem? Como se dá o modo de ocupação e os processos de permanência? E a partir disso, como se resolvem os modos de fazer?

Essas são

Sete Círculos - Mapeamento dos limites da Cidade Contemporânea

Os “Sete Círculos” começa por ser um livro sobre Lisboa, que pretende questionar os limites da cidade contemporânea. O que é o centro, onde está o limite entre o espaço rural e o espaço urbano? Mas a pretensão é a de ser mais que um livro. Será também um conjunto de exposições de fotografia e de vários debates no território nacional, e isso é o pretexto para criar o debate e contribuir para ele.

Sesc SP promove o curso "São Paulo e Territorialidade"

O curso São Paulo e Territorialidade, que o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc realiza de 11 de setembro a 3 de outubro, não se propõe a recontar a já bastante conhecida história de São Paulo – a transformação do pequeno povoado de onde partiam os Bandeirantes em uma das maiores metrópoles do mundo - , mas mostrar, por meio de mapas e iconografia, como se deu este crescimento e o grande impacto no território proporcionado pela cidade que “nunca para”, propondo uma observação de como a cidade construiu seu território urbano, destruindo o geográfico.

Nilce Aravecchia e Ana Castro: Visões e representações da marginalidade no território

A Escola da Cidade compartilhou conosco mais uma palestra de seu curso de pós-graduação Geografia, Cidade e Arquitetura, trazendo, desta vez, as arquitetas e historiadoras Nilce Aravecchia e Ana Castro para apresentar o primeiro resultado de um diálogo com o grupo de pesquisa Cultura, Arquitetura e Cidade, na América Latina.

A aula discutiu as visões e representações da marginalidade no território: de Lima à metrópole latino-americana entre os anos 50 e 70, propondo uma discussão da cidade latino-americana. A aula baseou-se em construir o conceito de América Latina, introduzir o CEPAL e a Teoria da Dependência e discutir a ideia de marginalidade a partir dessa discussão. Em seguida, adentra-se o território de Lima, para entender melhor esta cidade e o período nacional-desenvolvimentismo, onde o arquiteto, e posteriormente presidente, Belaúnde Terry teve um importante papel. Por fim, comentou-se sobre arquiteto John Turner e o concurso Previ .

Manaus, Território Amazônico: 9 teses relacionadas à cidade e ao território

Manaus: Tese para o Território Amazônico” reúne nove teses de graduação realizadas na Disciplina Arquitetura 6A / Oficina Mediterrânea da Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Desenho da Universidade Nacional de Córdoba, Argentina. Os trabalhos exploram o potencial de associar grandes infraestruturas urbanas com programas arquitetônicos mistos que se apropriem e maximizem a concentração de investimentos e infraestruturas.

Os ensaios, motivados pela experiência do programa S.O.S. Cidades, organizado pela Oficina Sul-americana da FADU-UBA, adotam como caso de estudo a cidade de Manaus, localizada em meio à selva amazônica.

Linking Manaus. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren Manaus +31: Novos Cenários Amazônicos. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren Salada de Frutas. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren Novas Redes de Mobilidade como catalizadoras de Projetos Urbanos. Imagem Cortesia de Nahuel Recabarren + 19

INVERScape(s) por oficiocolectivo: Revalorizando os morros da Cidade da Guatemala

Um manifesto ao NÃO: “Os morros não são habitáveis, os morros não são acessíveis, os morros não são seguros, os morros não são lúdicos, os morros não são produtivos, os morros não são arquitetura, os morros não são cidade, os morros NÃO SÃO”.

O projeto de pesquisa Morro invertido, desenvolvido pelo oficiocolectivo, Oficina de Arquitetura e Cidade, procura inverter a visão negativa sobre os morros que limitam a Cidade da Guatemala; território rejeitado e incerto onde parece permitir a pobreza e os conflitos sociais. A ideia é convertê-los em um território ativo dentro do funcionamento urbano sem comprometer suas qualidades ambientais ao evidenciar sua natureza e identificar suas potencialidades produtivas propondo práticas e estratégias para um desenvolvimento sustentável que permitam integrar os morros ao metabolismo da cidade.

China desaloja camponeses para promover urbanização

Nos próximos 12 anos, a China pretende transferir 250 milhões de moradores de áreas rurais para cidades recém-construídas. É um acontecimento transformador que poderá detonar uma nova onda de crescimento econômico ou sobrecarregar o país durante várias gerações.

O governo, muitas vezes por decreto, está trocando as pequenas moradias rurais por arranha-céus, pavimentando grandes extensões de terras agrícolas e modificando drasticamente a vida dos moradores do campo. A escala é tão grande que o número de novos habitantes nas cidades chinesas será quase igual ao da população urbana dos EUA.

Proposta OPPTA Petrópolis: Territórios Acordes

Convocatória Concurso – Brasília: Território e Paisagem: Parque Urbano e Vivencial do Gama – Gama – DF