Pagina inicial

Conheça a história por trás da nova identidade da nossa marca

Saiba mais
  1. ArchDaily
  2. Reconstrução

Reconstrução: O mais recente de arquitetura e notícia

Obras de restauro de Notre Dame avançam e estudantes reconstroem cobertura com técnicas medievais

Com ainda três anos para os Jogos Olímpicos de 2024 em Paris e a data de reabertura anunciada pelo presidente francês Emanuel Macron, o trabalho de restauração de Notre Dame continua. Após uma longa fase de segurança e meses de interrupção das obras no ano passado devido à pandemia, toda a madeira queimada do telhado foi removida e andaimes foram instalados dentro da catedral. Como parte dos esforços coletivos para reconstruir Notre Dame, a Catholic University of America está construindo uma réplica de uma das treliças da cobertura da catedral usando técnicas medievais.

© Francoi Mori/APCourtesy of Handshouse Studiovia Shutterstock. ImageBy Wirestock Imagesvia Shutterstock. ImageBy UlyssePixe+ 5

Beirute, um ano depois: reconstrução cívica em uma nação devastada

Há um ano, no dia 4 de agosto de 2020, a terceira maior explosão não nuclear já registrada na história devastou metade da cidade de Beirute, destruindo o porto e a porção leste da capital libanesa. Uma das maiores tragédias urbanas dos tempos modernos, matou mais de 200 pessoas, feriu milhares e deixou cerca de 300 mil desabrigados, danificando mais de 80 mil estabelecimentos comerciais, residenciais e públicos. Sentida em países vizinhos, a explosão gerou cerca de US$ 15 bilhões em danos materiais — tudo isso em tempos de Covid-19, crise política, agitação social e colapso econômico.

Um ano depois, pouca coisa mudou. Apenas ficou mais difícil para a população de Beirute. Um ano depois, tudo na cidade ainda os lembra daquele dia. As principais questões permanecem sem resposta, nenhum resgate ou plano de ação foi colocado em marcha por instituições governamentais; na ausência completa do Estado, a sociedade civil se mobilizou para assumir com suas próprias mãos os esforços de reconstrução.

Palácio Sursock. Imagem © Dia MradBuraco negro. Imagem © Dia MradGibran Khalil Gibran 150x120 August 05 2020, Quantum House or Villa Mokbel. Image © Dia MradÓleo na água. Imagem © Dia Mrad+ 24

Novo terremoto no Haiti revive o trauma urbano: o que a arquitetura pode fazer?

O Haiti sofre hoje as consequências de um terremoto de 7,2 graus que aconteceu no último dia 14 de agosto e que mergulhou o país em uma crise total. Reportagens internacionais espalharam imagens de edifícios completamente desmoronados em Porto Príncipe que se misturam com as imagens da destruição do terremoto anterior em 2010 (barracas de abrigo improvisadas estavam aparecendo lentamente em meio a um mar de escombros na capital). O número de mortos nesse momento está na ordem dos milhares.

Como a ajuda humanitária se espalha ao redor do mundo para ajudar no resgate, abrigo, saúde e alimentação, surgem questões: como a arquitetura pode ajudar?

Reconstrução pós-desastre: como integrar memória e identidade em um território reconstruído por completo

Desastres naturais, agravados ou não pela ação do homem, são cada vez mais frequentes no mundo atual.

O Chile é um dos países que conta com um longo histórico de desastres naturais, muitos deles ocorridos nos últimos anos, o que revela quão dramático e desanimador é para sua população. É como se o país vivesse em estado permanente de reconstrução.

Senhora, em comunidade rural na região do Maule, Chile após o terremoto seguido de tsunami em 2010. Foto de Rodrigo Álvarez / Rupert, via VisualhuntImagem de satélite do incêndio florestal que atingiu o povoado de Santa Olga. Imagem de Sentinel Hub, via Wikimedia CommonsChapas metálicas queimadas após o incêndio em Santa Olga. Foto de Esteban Ignacio, via VisualhuntVista do povoado de Santa Olga após a retirada dos escombros que restaram após o incêndio. Foto de EU Civil Protection and Humanitarian Aid, via Visualhunt+ 5

A abordagem contemporânea para reconstruir cidades após desastres: o caso de Beirute

Quase 6 meses atrás, em 4 de agosto de 2020, a cidade de Beirute foi sacudida por uma das maiores explosões não nucleares da história. Deixando o lado norte da capital em ruínas, a explosão danificou cerca de 40.000 edifícios. Novas estruturas contemporâneas concluídas recentemente por arquitetos locais conhecidos internacionalmente estão agora enfrentando dilemas de reconstrução, levantando questões existenciais: Como devem ser os esforços de reconstrução de “novos” edifícios danificados? Os arquitetos devem reconstruí-los como eram antes da explosão, apagando o que aconteceu, ou eles devem deixar cicatrizes e retratar novas realidades?

A fim de explorar ideias e destacar diferentes perspectivas, o ArchDaily teve a oportunidade de se sentar com três arquitetos cujos edifícios foram impactados pela explosão. Bernard Khoury, Paul Kaloustian, e Lina Ghotmeh conversaram sobre seus projetos e sua visão da reconstrução de Beirute com a editora-chefe do ArchDaily, Christele Harrouk, ao lado do fotógrafo de arquitetura Laurian Ghinitoiu, que documentou em uma série de fotos a extensão da destruição.

© Laurian Ghinitoiu© Laurian Ghinitoiu© Laurian Ghinitoiu© Laurian Ghinitoiu+ 20

Como a participação comunitária pode ajudar na reconstrução arquitetônica e urbana pós-desastres

Os conceitos de autonomia, colaboração e participação têm ganhado destaque no âmbito da arquitetura e urbanismo em práticas realizadas por comunidades em conjunto com arquitetos, urbanistas e designers. Em um período no qual o número de desastres climáticos tem aumentado significativamente – a quantidade dobrou nos últimos 40 anos segundo relatório divulgado em 2016 pelo CRED (Centre for Research on the Epidemiology of Disasters) –, somado a conflitos e outras tragédias, a demanda por reconstrução de habitações e da infraestrutura nas localidades atingidas têm crescido simultaneamente. Este fator tem demandado um grande esforço colaborativo para a reconstrução arquitetônica e urbana.

O papel da inteligência artificial na reconstrução de cidades devastadas pela guerra

Em um contexto de disputas políticas e econômicas que se desdobram em conflitos armados e consequentemente em destruição, as novas tecnologias surgem como uma solução, proporcionando uma oportunidade única para que possamos reconstruir estas cidade de forma mais equilibradas e sustentável. Ao longo da história da civilização humana, inúmeras cidade, países e até continentes inteiros tiveram que ser reconstruídos uma e outra vez por causa de guerras. Por incrível que pareça, o século 21 não será diferente.

Entretanto, nem tudo será como antes, principalmente devido aos avanços tecnológicos. Novas tecnologias estão pouco à pouco transformando a maneira que vivemos e também a forma como projetamos e construímos nossos edifícios e cidades. Com a inevitável incorporação da Inteligência Artificial em nossos processos de projeto e construção, a industria da arquitetura e da construção civil jamais será a mesma. Estas inovações transformarão para sempre o ambiente em que vivemos, e principalmente, a maneira como nos relacionamos uns com os outros. E esta mudança não necessariamente é algo negativo, muito pelo contrário. Uma vez conscientes disso, a IA poderá ser uma importante aliada dos arquitetos, ajudando-os a construir um mundo melhor para todos nós.

Courtesy of Reparametrize StudioCourtesy of Reparametrize Studiothe city of Homs in Syria. Image via Shutterstock/ By Fly_and_DiveAbandoned mosque in Syria. Image via Shutterstock/ By Fly_and_Dive+ 11

Por que mitigar ao invés de reconstruir? O exemplo da resiliência chilena

O Chile é um país acostumado tanto com desastres naturais quanto com processos de reconstrução. No entanto, a frequência desses ciclos tem aumentado ao longo dos anos. De acordo com o Ministério do Interior, 43% de todos os desastres naturais registrados no Chile desde 1960 ocorreram entre 2014 e 2017. Inclusive o governo já está envolvido em vários processos de reconstrução em todo o país.

Projetado por Teodoro Fernández Arquitectos, o Parque Urbano Kaukari transformou o canal do Rio Copiapó em um espaço verde urbano acessível, capaz de controlar as enchentes em potencial, assim como aconteceu em 2015. Imagem © Rodrigo OpazoProjetado por Sebastian Irarrázaval, A Biblioteca Pública Constitución fez parte de uma iniciativa público-privada para reconstruir a cidade de Constitución após o terremoto de 2010 no Chile. Imagem © Felipe Díaz ContardoProjetado por PLAN Arquitectos, a Câmara Municipal de Constitución fez parte da reconstrução da cidade após o terremoto de 2010 no Chile. Imagem © Pablo BlancoVilla Verde / ELEMENTAL. Imagem © Suyin Chia+ 7

As tendências da arquitetura em 2019

Este é o momento no qual nos projetamos ao futuro para definir as metas e focos de nossa carreira ao longo do ano que começa. Com o objetivo de ajudar os arquitetos que consultam o ArchDaily diariamente, realizamos a seguinte lista com as ideias que mais ecoaram durante 2018 e que, portanto, serão os temas que devem seguir desenvolvendo-se durante 2019.

Apenas no ano passado, mais de 130 milhões de usuários descobriram no ArchDaily novas referências, materiais e ferramentas que permitem aprimorar o desenvolvimento da arquitetura e melhorar a qualidade de vida de nossas cidades e entornos construídos. Quando nossos usuários começam a coincidir em suas buscas de informação ou demonstram maior interesse por um tema em relação a outros, estes tópicos passam a ser uma tendência.

Como projetar uma estrutura temporária de emergência

Infelizmente, os desastres naturais no mundo continuam a deixar milhares de pessoas desabrigadas todos os anos, forçando-os a buscar refúgio sem outra alternativa. Em muitas ocasiões, as cidades não conseguem abrigar os refugiados, limitando sua cobertura. Somado a isso, as dificuldades para sustentar as vítimas de forma digna tornam-se cada vez mais complexas, levando as estratégias convencionais ao colapso.

É aqui que a inovação, a criatividade e a vontade exercem um papel importante nas diferentes práticas de construção que funcionam de forma eficaz e que, finalmente, se tornam um modelo de construção importante no mundo.

Existem alguns princípios que devem ser levados em conta se quisermos projetar uma estrutura emergente ou transitória, e é por isso que reunimos algumas dicas que esperamos que possam ser úteis.

Arquitectura de Transición. Un refugio para Piura, Perú. Image Cortesía de Carlos Pastor santa Maria / Soledad Maldonado AyusBio-Reconstruye México . Image Cortesía de Osiris LucianoProyecto Chacras / Natura Futura Arquitectura + Colectivo Cronopios. Image Cortesía de Eduardo Cruz y Natura FuturaProyecto de reconstrucción post-sismo en Guangming . Image Cortesía de World Architecture Festival+ 8

Escola da Esperança / Emergent Vernacular Architecture (EVA Studio)

© Gianluca Stefani + Etienne Pernot du Breuil© Gianluca Stefani + Etienne Pernot du Breuil© Gianluca Stefani + Etienne Pernot du Breuil© Gianluca Stefani + Etienne Pernot du Breuil+ 12

Port-au-Prince, Haiti

Reconstrução da Vila Jintai / Rural Urban Framework

via Rural Urban Frameworkvia Rural Urban Frameworkvia Rural Urban Frameworkvia Rural Urban Framework+ 27

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  4000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014

O que um arquiteto pode fazer após um terremoto? Sete lições de RAMA Estudio no Equador

Na manhã de 17 de Abril, 2016, poucas horas depois do terremoto que atingiu a costa do Equador e deixaria mais de 650 mortos e 30.000 desabrigados, o escritório RAMA Estudio associou-se com 10 jovens escritórios para contribuir na reconstrução do país. Assim nasceu o supracoletivo Actuemos Ecuador.

Conversamos com Felipe Donosco e Carolina Rodas, co-fundadores do Rama Estudio (junto a Carla Chávez), sobre sua experiência no processo de reconstrução do Equador. "O aporte que se pode dar como indivíduo é mínimo e quase imperceptível", disse Rodas, "mas se são unidas forças entre coletivos, será algo mais robusto, popular e sustentável no tempo", acrescenta.

Neste artigo abordamos sete lições compartilhadas por Felipe e Carolina. A calma, o planejamento e a participação comunitária tem sido chaves em um coletivo que recentemente inaugurou um de seus projetos, a Casa Comunal Renacer de Chamanga. Sua regra de ouro? Não vá onde não precisem de você.

Renzo Piano participará do plano de reconstrução após o terremoto na Itália

Após o terremoto que afetou a região central da Itália no dia 24 de agosto deixando cerca de 300 mortos e 2.900 edificações danificadas, o primeiro ministro Matteo Renzi se reuniu no domingo passado com Renzo Piano antes de apresentar publicamente um plano de reconstrução das regiões afetadas.

Em matéria da ABC.es, Renzo Piano -Prêmio Pritzker de 1998 e Senador vitalício desde 2013- explicou: "somos herdeiros indignos de um grande patrimônio que nos foi deixado. Indignos porque não o protegemos. Antes de catástrofes dessa natureza não se pode falar em fatalidade."

Nova sede da OASRN é inaugurada no Porto

A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN) inaugurou a nova sede no último sábado, dia 9 de abril, na Rua Álvares Cabral, N.º 144, na cidade do Porto. O Ministro do Ambiente, Eng. João Pedro Matos Fernandes, foi quem presidiu à cerimônia oficial de inauguração, tendo procedido ao descerramento da Placa Inaugural.

Reconstrução de moradias sobre suas próprias ruínas: "Reclaiming Heritage" no Haiti

Reclaiming Heritage é um grupo de arquitetos e estudantes de arquitetura de todo o mundo cujo objetivo é realizar uma reconstrução sensível pós-desastres naturais. Sua enfase está na reutilização de materiais, buscando preservar o patrimônio arquitetônico e cultural destes.

A história começa no ano 2012, quando o grupo conquistou o primeiro lugar na categoria de moradia do concurso "Haiti: Ideas Challenge" (desenvolvido pela ACSA), com o objetivo de criar soluções permanentes após o terremoto que afetou o Haiti no dia 12 de janeiro de 2010. O projeto propõe reconstruir as moradias sobre suas ruínas, a fim de permitir a permanência das suas famílias nas suas comunidades e conservar o máximo possível suas moradias originais.

Cortesia de Reclaiming HeritageCortesia de Reclaiming HeritageCortesia de Reclaiming HeritageCortesia de Reclaiming Heritage+ 43