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Espacos De Trabalho: O mais recente de arquitetura e notícia

Coworking: Espaços de trabalho compartilhados

12:00 - 1 Novembro, 2017

Já pensou em trabalhar em uma configuração de espaço de trabalho colaborativo? Mais criativo e menos monótono? Livre do rigor dos ambientes corporativos? Se respondeu sim às perguntas anteriores, o conceito de Coworking pode funcionar bem para você.

Criado em 2005, pelo programador americano Brad Neuberg, o conceito institui um sistema em que o espaço é partilhado por um grupo de profissionais com uma gama de estruturas básicas necessárias a startups e autônomos que não podem arcar com os altos custos na abertura de um escritório independente pela instabilidade financeira, mas que não abrem mão do espaço de escritório.

Desenho de espaços de trabalho e sua influência na eficiência das pessoas

07:00 - 3 Outubro, 2017
Desenho de espaços de trabalho e sua influência na eficiência das pessoas, Cortesía de Contract Workplaces
Cortesía de Contract Workplaces

Durante anos se pensou que, para melhorar a eficiência e produtividade dos empregados no ambiente de trabalho, deveria projetar-se segundo a tradição taylorista: espaços abertos, despojados e anônimos que possibilitam o controle e evitam as distrações. Hoje, no entanto, já está demonstrado o contrário: um escritório enriquecido impacta na motivação, no compromisso e, consequentemente, no rendimento das pessoas.

Princípios para projetar espaços de trabalhos colaborativos

06:00 - 8 Julho, 2016
Princípios para projetar espaços de trabalhos colaborativos, Cortesia de Herman Miller
Cortesia de Herman Miller

As pessoas estão sempre trabalhando em equipe, no entanto, nem sempre existe cooperação entre elas. Para entender melhor o que significa a colaboração no âmbito profissional, a Herman Miller realizou uma pesquisa de opinião com 15 empresas (todas classificadas como altamente colaborativas) nos Estados Unidos, Reino Unido, Índia e Austrália.
No total, 2.900 funcionários foram entrevistados e observados durante 700 horas. Os resultados indicaram que o "tipo de colaboração" varia e depende muito da cultura da empresa, da tecnologia disponível e da configuração do espaço de trabalho. Oferecer uma variedade de espaços com finalidades específicas, possibilitar que os funcionários possam observar uns aos outros enquanto estão trabalhando, e melhorar os espaços de convivência nos quais todos os membros de uma equipe se encontram pode ajudar muito nesse sentido.

Herman Miller promove palestra com David Basulto, fundador do ArchDaily, em São Paulo

18:00 - 10 Outubro, 2015
Herman Miller promove palestra com David Basulto, fundador do ArchDaily, em São Paulo, Showroom Herman Miller em SP: o primeiro da companhia na América do Sul
Showroom Herman Miller em SP: o primeiro da companhia na América do Sul

No próximo dia 28 de outubro, a multinacional norte-americana de mobiliário corporativo e design, Herman Miller, recebe em seu showroom em São Paulo – inaugurado em agosto deste ano e o primeiro da companhia na América do Sul -, o sócio-fundador do ArchDaily, David Basulto.

A convite da Herman Miller, o evento, que é destinado a arquitetos, começa com um café da manhã seguido por uma palestra de David, que irá abordar as mudanças do cenário midiático e como a informação tem a oportunidade de ser mais ativa nos dias de hoje.

The Indicator: Poderiam os escritórios de arquitetura abolir suas hierarquias?

20:00 - 29 Março, 2014
The Indicator: Poderiam os escritórios de arquitetura abolir suas hierarquias?, Zappos é uma das maiores companhias cujo funcionamento se baseia em princípios da ‘holocracy’ (sem uma hierarquia de equipe fixa). Sua sede em Las Vegas utiliza mobiliário coletivo para potencializar a colaboração da equipe (de acordo com a Business Insider, ‘mesas são ligadas mas podem ser facilmente desconectadas ou movidas, as paredes são móveis também. Então se uma equipe precisa trabalhar de forma diferente, ou uma nova equipe é formada, o espaço pode ser alterado, e modificado novamente até que funcione’). Imagem Cortesia de Zappos, via OfficeSnapshots.com
Zappos é uma das maiores companhias cujo funcionamento se baseia em princípios da ‘holocracy’ (sem uma hierarquia de equipe fixa). Sua sede em Las Vegas utiliza mobiliário coletivo para potencializar a colaboração da equipe (de acordo com a Business Insider, ‘mesas são ligadas mas podem ser facilmente desconectadas ou movidas, as paredes são móveis também. Então se uma equipe precisa trabalhar de forma diferente, ou uma nova equipe é formada, o espaço pode ser alterado, e modificado novamente até que funcione’). Imagem Cortesia de Zappos, via OfficeSnapshots.com

O que a arquitetura pode aprender com Zappos? Sim, todos nós já ouvimos falar sobre cafés veganos, salas de yoga, jogar jogos de guerra e usar Crocs dentro do escritório, mas - mais importante - Zappos está transformando a cultura de escritório de forma vasta e significativa: põe um fim na hierarquia da equipe.

De acordo com o The Washington Post, Zappos é a maior companhia a ter adotado o princípio da Holocracy, a ideologia do empresário de software que se tornou guru de gerenciamente, Brian Roberston. Guru seria a palavra certa pois, à primeira vista, e talvez à segunda ou terceira, a Holocracy surge de algo parecido como um culto, embora um culto de gestão de negócios. Isso me assusta um pouco, mas tendo olhado através da página deles, eu me sinto um pouco melhor agora.

Em uma Holocracy, autoridade e responsabilidade são distribuídos através de uma organização de uma forma mais focada ao objetivo. Como dizem, "Todos se tornam um líder de suas funções e um seguidor de outras." Ainda não faz sentido? Hierarquias antigas que dependem dos "líderes" no topo, "seguidores" na base, e "gerentes" no meio são eliminadas completamente. Logo, não há mais "chefes". Não há mais "funcionários". Não existem mais "projetista júnior" ou "projetista sênior".

OMA vence BIG e Büro Ole Scheeren na competição para projetar o Axel Springer Campus em Berlim

11:30 - 27 Março, 2014
OMA vence BIG e Büro Ole Scheeren na competição para projetar o Axel Springer Campus em Berlim, Proposta vencedora do OMA para o Axel Springer Campus em Berlim. Cortesia de Axel Springer SE
Proposta vencedora do OMA para o Axel Springer Campus em Berlim. Cortesia de Axel Springer SE

Após ponderar entre as propostas de BIG, Büro Ole Scheeren e OMA, a companhia berlinense AXEL SPRINGER SE anunciou que o projeto de Rem Koolhaas foi escolhido como vencedor para abrigar seu novo edifício corporativo.

O objetivo da competição era criar um espaço de trabalho adequado para o futuro de uma companhia de mídia. O projeto do OMA, que conta com um átrio de 30 metros de altura (ou um "vale aberto") com terraços interconectados e espaços de trabalho coletivo, chamou a atenção do júri por seu conceito inovador. Como Mathias Döpfner, Chefe Executivo da Axel Springer SE, comentou: "[Koolhaas] apresentou a proposta conceitualmente e esteticamente mais radical. A inovação fundamental dos ambientes de trabalho apoiará a transformação cultural em direção a uma editora digital."

Koolhaas comentou: "É maravilhosos construir em Berlim novamente, neste local histórico dentre todos os lugares, para um cliente que mobilizou a arquitetura para ajudara a realizar uma mudança radical... um local de trabalho em todas as suas dimensões."

Saiba mais sobre a proposta vencedora do OMA, a seguir...

Por que estamos obcecados por espaços de trabalho em planta livre?

19:00 - 23 Dezembro, 2013
Por que estamos obcecados por espaços de trabalho em planta livre?, NBBJ’s tri-sphere biodome planned for Amazon’s downtown Seattle headquarters. Image © NBBJ
NBBJ’s tri-sphere biodome planned for Amazon’s downtown Seattle headquarters. Image © NBBJ

Em um brilhante artigo para o Der Spiegel, "The New Monuments to Digital Domination" (Os Novos Monumentos para a Dominação Digital), o autor Thomas Schulz não apenas cita os estranhos escritórios das atuais gigantes da tecnologia - do "disco voador" da Apple aos "biodomes" da Amazon - mas também identifica o que eles têm em comum: a horizontalidade. E por quê? Porque um "playground aberto e criativo" sem limites (como pavimentos ou paredes) é "a perfeita fábrica de ideias: o ambiente espacial ideal para trabalhadores digitais extremamente produtivos que continuamente despejam inovações que mudam o mundo". E apesar disso significar que a privacidade já não existe mais nestes espaços de trabalho, Schulz não se mostra tão surpreso - afinal, "as pessoas não têm direito a uma vida privada na era digital." Confira este brilhante artigo aqui.