Um ano e meio de pandemia global de coronavírus fez – ou deveria ter feito – todos perceberem a importância dos sistemas públicos de saúde de cada país. Nunca na história se falou e notíciou tanto sobre uma crise sanitária e seus impactos na sociedade, economia e espaços públicos.
Nesse contexto, para celebrar os espaços dedicados à saúde física e mental, reunimos uma série de projetos de postos de saúde, clínicias médicas e centros de terapia de pequena e média escala. Arquiteturas concebidas para o tratamento ou prevenção de doenças, que têm no bem-estar do paciente seu enfoque principal.
https://www.archdaily.com.br/br/963637/espacos-de-prevencao-e-tratamento-20-projetos-de-postos-de-saude-clinicas-e-centros-medicosEquipe ArchDaily Brasil
A cidade neozelandesa de Auckland lidera a classificação geral na pesquisa anual das melhores cidades para se viver da Economist Intelligence Unit (EIU). Listando 140 cidades, as quais foram avaliadas segundo cinco diferentes categorias, incluindo estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, a edição da EIU deste ano foi totalmente influenciada pela pandemia de COVID-19. Austrália, Japão e Nova Zelândia assumiram as primeiras posições, disparadas na frente de outras cidades e países que costumam figurar entre as melhores colocadas do ranking.
O grupo de Estudo de Arquitetura com Saúde, é um evento mensal que tem como objetivo a discussão sobre os temas Neurociências aplicadas à Arquitetura bem como os 9 Fundamentos dos edifícios saudáveis.
No encontro de dia 11 de Julho, iremos debater o artigo "Applying Neuroscience to Architecture" escrito por John P. Eberhard.
Este encontro é online, falado em Português, gratuito e aberto a todas as pessoas que têm interesse em aprender e estudar mais sobre estas áreas.
Os grupos de estudo são uma comunidade, um espaço de aprendizagem, conhecimento, crescimento e partilha. São grupos em desenvolvimento e crescimento.
A relação entre saúde mental e os arquitetos, especialmente os estudantes de arquitetura, não é uma questão inédita. Em um contexto onde o estresse é um dos grandes problemas do século, atingindo mais de 90% da população mundial segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o universo da arquitetura e suas práticas, tanto profissionais quanto estudantis, normalizaram o estresse e a ansiedade como parte integrante da profissão. Entretanto, pesquisas recentes de estudantes mostram insatisfação com essa realidade, agora agravada devido a pandemia. Seria, portanto, o momento de rever as práticas institucionais e pressionar para uma mudança de cultura?
No atual cenário mundial, conciliar estudos de arquitetura com a saúde é sempre bem-vindo. O ano de 2020 parou o mundo e refletiu a importância de se voltar os olhares para as áreas mais vulneráveis. Como abranger, igualmente, serviços públicos de qualidade para toda uma população, se uma parcela dela está com seu espaço urbano fragilizado? É essencial buscar respostas à essa questão para planejar um futuro sustentável para a humanidade.
Nesse sentido, o objetivo deste artigo é proporcionar uma reflexão acerca da desigualdade socioeconômica espacial, promovendo a arquitetura como elemento para auxiliar a transformação desses espaços, apresentando dados que elucidem a situação urbana habitacional dos aglomerados subnormais e que realizem análises das doenças negligenciadas desses assentamentos.
https://www.archdaily.com.br/br/959224/a-importancia-da-arquitetura-na-prevencao-e-no-controle-de-doencasWilliam dos Santos Vefago
Um novo filme produzido pelo OMA / Reinier de Graaf intitulado The Hospital of the Future [O Hospital do Futuro] foi lançado como parte da exposição Twelve Cautionary Urban Tales no Centro de Criação Contemporânea Matadero em Madri. Considerado um “manifesto visual”, o curta-metragem de 12 minutos questiona antigas convenções de saúde no campo da arquitetura em termos de metodologia de construção dos hospitais e suas tipologias. Investigando o papel que a doença desempenhou na formação das cidades, o filme oferece uma perspectiva possível para o futuro dos projetos voltados à área da saúde.
De acordo com a Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento de 2018, 25,8% da população nordestina não têm acesso à água e 72% dos nordestinos não têm acesso à rede de esgoto. “Agora me diz, como eu faço pra ter um banheiro em casa nessas condições?”. Essa era a pergunta que tirava o sono e a tranquilidade de Vera.
Vera mora na pequena comunidade de Riacho das Almas (PE) e sua história se assemelha a de milhares de famílias que vivem na zona rural do semiárido nordestino. Onde o acesso a água é escasso e o esgotamento sanitário é praticamente inexistente, o uso de banheiros tradicionais, com torneira, chuveiro e descarga d’água, é incomum na região. Por conta disso, famílias como a de Vera e tantas outras utilizam espaços improvisados ao ar livre para suas necessidades: o banheiro de aveloz.
https://www.archdaily.com.br/br/952215/ong-leva-banheiros-secos-ao-nordeste-brasileiroEquipe ArchDaily Brasil
O placemaking é um conceito cunhado pela ONG norte-americana, Project for Public Spaces (PPS), para definir os processos de desenho colaborativo de espaços públicos que levam em conta os desejos, interesses e necessidades das comunidades locais.
Seus alcances foram estudados sob a perspectiva de diversos temas presentes em nossas cidades, como ecologia, psicologia, sustentabilidade, resiliência, entre outros.
Hospital de campanha montado em IFEMA. Cortesia de Comunidad de Madrid
Assim como nós, as palavras têm uma história. Cura vem do latim e está ligada ao ato de cuidar. Esse mesmo radical dá origem à palavra curador, aquele que é responsável por um acervo ou instituição, por exemplo. Já cuidado, no sentido médico, talvez tenha sido descrito pela primeira vez por Celsus: In hoc casu medici cura esse debet, ut morbum mutet (Neste caso o cuidado médico é indicado para mudar o curso da doença) [1]. Hoje, quando pensamos em cura, parece que falamos de um ato isolado dentro de um tratamento qualquer. A cura da gripe. A cura do câncer. A cura do novo coronavírus. Uma linha de chegada que extingue um percurso. Porém é importante pensar na cura como um processo que depende de múltiplos fatores.
Dia 14 de julho, terça-feira, às 20h: Paulo Galo é o convidado do próximo programa Meia Hora com o BrCidades. Galo é líder da mobilização que reivindica melhores condições de trabalho para entregadores de aplicativos, que no período de pandemia estão entre os mais expostos aos riscos de contágio. Os debatedores são Paolo Colosso e Tainá de Paula. O programa será transmitido ao vivo e simultaneamente pelo Facebook, YouTube e pelo Twitter do BrCidades. Clique no link, ative o lembrete e vem com o BrCidades: https://www.youtube.com/watch?v=Lu653hXjTKs
A rede BrCidades já conta com a participação de 26 universidades públicas e
A primeira unidade do projeto CURA de Carlo Ratti foi instalada em um hospital de campanha em Turim, norte da Itália, uma das regiões mais atingidas pela pandemia de coronavírus. Lançada há quatro semanas, a iniciativa de converter contêineres comerciais em unidades de terapia intensiva para pacientes com COVID-19 foi concretizada em tempo recorde.
Abordando o problema da saúde na África e outros países, o escritório MASS ajudou a definir estratégias de projeto para mitigar e reduzir questões médicas críticas. Com alguns projetos operacionais e outros em andamento, estas instalações ajudam a combater uma ampla gama de doenças.
À medida que o número de pessoas infectadas com o coronavírus atinge níveis assombrosos em Nova Iorque, as autoridades buscam soluções rápidas e eficientes para atender a demanda por espaço para os pacientes. Lutando contra o tempo, a cidade busca maneiras de alterar as estruturas existentes.
Todos já tivemos a infeliz surpresa de encontrar algum ponto de mofo em casa. Os indesejáveis pontinhos pretos e esverdeados, geralmente vistos em cantos escuros e úmidos, podem parecer inofensivos à primeira vista, mas representam um problema grande às edificações e aos ocupantes. Principalmente, pois sabemos que a tendência é de se espalharem cada vez mais, contaminando outros materiais e superfícies, causando um cheiro característico e contaminando o ar. Mas de que forma é possível controlá-los e, principalmente, evitar que surjam através do projeto arquitetônico?
Projetado por Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM) e o parceiro local May Architecture, a nova instalação para tratamento do câncer é uma adição ao campus da Emory University no Hospital Midtown (EUHM) e ao existente Winship Cancer Institute.