A ameaça do mofo negro à arquitetura e seus ocupantes

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Todos já tivemos a infeliz surpresa de encontrar algum ponto de mofo em casa. Os indesejáveis pontinhos pretos e esverdeados, geralmente vistos em cantos escuros e úmidos, podem parecer inofensivos à primeira vista, mas representam um problema grande às edificações e aos ocupantes. Principalmente, pois sabemos que a tendência é de se espalharem cada vez mais, contaminando outros materiais e superfícies, causando um cheiro característico e contaminando o ar. Mas de que forma é possível controlá-los e, principalmente, evitar que surjam através do projeto arquitetônico?

O mofo é um tipo de fungo e está presente em quase todos os lugares, incluindo o próprio ar. Há uma infinidade de espécies. Quando é utilizado o termo “mofo negro”, geralmente refere-se ao chamado Stachybotrys chartarum. Há outras espécies bastante comuns, como a Alternaria, Aureobasidium, Chaetomium, etc. Importante salientar que enquanto o bolor é o fungo no estágio inicial, mais superficial e fácil de retirar, o mofo é o estágio avançado, com os característicos pontos pretos, já enraizado no local, o que o torna muito mais difícil de retirar. Os fungos se reproduzem através de seus esporos e prosperam em superfícies úmidas e ricas em celulose, tais como painéis de fibra, madeira, drywall e placas de gesso. Em locais com pequenos vazamentos e infiltrações o mofo também pode aparecer.

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Sobre este autor
Cita: Eduardo Souza. "A ameaça do mofo negro à arquitetura e seus ocupantes" 24 Jan 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/932458/a-ameaca-do-mofo-negro-a-arquitetura-e-seus-ocupantes> ISSN 0719-8906

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