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Desenho Urbano

Concurso para a Requalificação do Eixo Monumental de Maringá: confira o resultado

12:00 - 8 Novembro, 2018
Concurso para a Requalificação do Eixo Monumental de Maringá: confira o resultado, 1º lugar
1º lugar

O resultado oficial para o Concurso Nacional para Requalificação do Espaço Público do Eixo Monumental de Maringá foi divulgado. Trata-se de uma área central na cidade, compreendida entre a Praça da Catedral e o complexo esportivo da Vila Olímpica. O Eixo Monumental totaliza, aproximadamente, 169 mil m², e inclui jardins, áreas públicas, estacionamento de veículos e calçamento perimetral às fachadas. Por se tratar de uma área bastante grande, o projeto deveria ser apresentado em 7 trechos, para garantir a licitação e execução das obras por fases. O projeto vencedor foi elaborado pela equipe formada por Pedro Paes Lira, Manoela Muniz Machado, Julia Marini, Laura Figueiredo e Juliette Tellier, do escritório Natureza Urbana; com consultoria de paisagismo de Bianca Vasone, Gabriella Ornaghi e Lilian Dazzi; e de engenharia de Alexandre Horiye Ferreira e Felipe Macedo Barbosa.

A comissão julgadora, formada pelos arquitetos e urbanistas Haroldo Pinheiro, José Gilberto Purpur, Mario Figueroa, Orlando Busarello e Renato Leão Rego deliberou pelos seguintes vencedores:

Da China à Colômbia, 5 cidades tornam suas ruas mais seguras através do desenho urbano

07:00 - 29 Julho, 2018
Da China à Colômbia, 5 cidades tornam suas ruas mais seguras através do desenho urbano, A Rua Joel Carlos Borges, em São Paulo, foi transformada durante a noite para melhorar a segurança no trânsito, incluindo o aumento de espaço para os pedestres. Foto: Pedro Mascaro/WRI Brasil
A Rua Joel Carlos Borges, em São Paulo, foi transformada durante a noite para melhorar a segurança no trânsito, incluindo o aumento de espaço para os pedestres. Foto: Pedro Mascaro/WRI Brasil

Em 2015, a comunidade global se comprometeu a reduzir pela metade as mortes e ferimentos gravesdecorrentes de acidentes de trânsito até 2020. Mas as ruas das cidades ainda não são seguras. Mais de 3.200 mortes nas vias ocorrem todos os dias, e este número deverá triplicar até 2030, à medida que aumenta o número de veículos nas ruas. Um adicional de 20 a 50 milhões de pessoas são feridas e deixadas com deficiências permanentes.

Promover a diversidade para tornar as cidades mais equitativas

12:00 - 30 Abril, 2018
Promover a diversidade para tornar as cidades mais equitativas, © ITDP Brasil
© ITDP Brasil

Quando existe uma combinação equilibrada de atividades complementares em um determinado bairro (ou seja, uma mistura de residências, locais de trabalho, comércio e serviços), parte significativa das viagens cotidianas de seus moradores podem permanecer curtas e caminháveis. Usos diversos, com horários de pico diferentes ao longo do dia, contribuem para manutenção de ruas movimentadas e seguras por mais tempo, estimulando a atividade de pedestres e ciclistas e promovendo um ambiente humano animado onde as pessoas desejam viver. Isto também contribui para o equilíbrio da demanda do transporte coletivo, resultando em uma operação mais eficiente e sustentável por períodos mais longos do dia. Pessoas de todas as faixas etárias, gêneros e renda podem interagir com segurança em locais públicos.

© ITDP Brasil
© ITDP Brasil

Como podemos planejar cidades que priorizem pedestres?

14:00 - 5 Fevereiro, 2018
Como podemos planejar cidades que priorizem pedestres?, © Cidade Ativa
© Cidade Ativa
© Cidade Ativa
© Cidade Ativa

Cidades ativas são aquelas em que a população pode fazer escolhas mais saudáveis e sustentáveis. Para que isso seja possível, as cidades devem proporcionar acesso a espaços públicos e serviços de qualidade a todas as pessoas, garantindo que possam passear, descansar, brincar e se exercitar em praças, parques e equipamentos. Cidades ativas são também compactas, nas quais a proximidade entre a moradia e o trabalho, escola, serviços, lazer faz com que as redes de mobilidade a pé, cicloviária e de transporte público sejam mais eficientes e melhores distribuídas no território. Assim, a escolha pelo modal a pé ou bicicleta nos deslocamentos diários se torna viável. Por isso, cidades ativas são, necessariamente, mais caminháveis.

Um novo desenho urbano pode melhorar a qualidade de vida nos conjuntos habitacionais?

12:00 - 30 Janeiro, 2018
Um novo desenho urbano pode melhorar a qualidade de vida nos conjuntos habitacionais?, Cortesia de Marco Suassuna
Cortesia de Marco Suassuna

Há uma extensa bibliografia acadêmica evidenciando os malefícios que enormes conjuntos habitacionais, monofuncionais e afastados dos centros trazem às cidades. Geralmente eles se tornam espaços altamente segregados, estigmatizados e, muitas vezes, com condições degradantes de vida. Após a ocupação, é frequente que os próprios moradores comecem a criar modificações, abrindo pequenos comércios e se apropriando dos espaços de formas muito distintas do que foi imaginado na etapa projetual. Mas há a possibilidade do desenho urbano melhorar a qualidade de vida desses conjuntos? Veja essa proposta realizada em João Pessoa:  

A diferença entre o ocupar e o habitar

12:00 - 20 Dezembro, 2017
A diferença entre o ocupar e o habitar , Proposta que recebeu Menção Honrosa no Concurso CODHAB Sol Nascente – trecho 2. Image Cortesia de Vigliecca & Associados
Proposta que recebeu Menção Honrosa no Concurso CODHAB Sol Nascente – trecho 2. Image Cortesia de Vigliecca & Associados

Os projetos públicos de habitação social costumam ser frustrantes mais por uma questão filosófica do que política. Como princípio piramidal: o espaço, quando é matematicamente considerado, não tem sítios nem lugares. Ou seja, quando o objetivo é construir apenas as urgências através do máximo possível de moradias, em detrimento da qualidade de vida, não se cria condições de habitabilidade.

O filósofo alemão Martin Heidegger tratou de pensar a questão da construção em relação ao habitar em um congresso de arquitetura, em 1951, no qual se discutia a reconstrução da Alemanha no pós-guerra. Ele pretendia discutir o sentido do habitar antes de pensar na reconstrução; isso era o fundamental para ele. Não se tratava de resolver problemas técnicos, econômicos e políticos relativos à construção, mas sim de pensar sobre a relação entre o habitar e o construir e talvez essa indagação nos ajude a encontrar a “alma” que falta nas áreas de “não-cidade”.

La Serpentina, um jogo infantil urbano projetado por ELEMENTAL para Somos Choapa

12:00 - 17 Novembro, 2017
La Serpentina, um jogo infantil urbano projetado por ELEMENTAL para Somos Choapa, La Serpentina en el Parque Cultural de Valparaíso, Chile. Image Cortesía de ELEMENTAL
La Serpentina en el Parque Cultural de Valparaíso, Chile. Image Cortesía de ELEMENTAL

No centro do Parque Cultural de Valparaíso (Chile), um novo jogo infantil urbano capturou a atenção e a energia de crianças de todas as idades nas últimas duas semanas: é uma estrutura metálica de 40 metros de comprimento que contém um caminho ondulado colorido onde crianças correm, pulam, se escondem e deslizam.

Trata-se de La Serpentina, um dos projetos públicos espaciais que o escritório ELEMENTAL (Alejandro Aravena) construirá para Somos Choapa no Chile, e que por estes dias, faz uma parada em Valparaíso por ocasião da XX Bienal de Arquitectura y Urbanismo de Chile.

Após a concepção de dispositivos similares implantados no perímetro do Parque Bicentenário da Infância (2012) em Santiago, La Serpentina é uma das duas intervenções com as quais a Somos Choapa participa da Bienal. O segundo é um modelo interposto com uma série de telas de toque implantadas no recinto principal do Parque Cultural de Valparaíso, representando mais de 100 iniciativas concretas do projeto.

Vagas de estacionamento custam caro para quem não tem carro

12:00 - 22 Agosto, 2017
Vagas de estacionamento custam caro para quem não tem carro, Cortesia de ITDP Brasil
Cortesia de ITDP Brasil

Quanto mais carros nas ruas, mais vagas de estacionamento são necessárias. Não é incomum que as pessoas se questionem se existem vagas suficientes. Mas provavelmente o problema é que perguntas erradas levam a respostas erradas. Na verdade, não faltam vagas: sobram carros. O que acontece de fato é que quanto maior a oferta de vagas, maiores as chances de que as pessoas escolham o automóvel como transporte individual, o que gera, claro, maior demanda por vagas. 

Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano

10:00 - 7 Agosto, 2017
Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano, Foto: Mariana Gil / WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Arte: Luísa Schardong / WRI Brasil Cidades Sustentáveis
Foto: Mariana Gil / WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Arte: Luísa Schardong / WRI Brasil Cidades Sustentáveis

É assustador o fato de que 1,25 milhão de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trânsito. Diversos fatores contribuem para esse alto índice, porém a maneira como as cidades são construídas é a principal responsável por esse cenário. E se um guia prático pudesse ajudar as cidades a salvarem mais de 100 pessoas por dia? O Nossa Cidade deste mês tratará do tema Segurança Viária. Para começar, apresentamos as soluções propostas pela publicação O Desenho de Cidades Seguras.

Elaborado pelo WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, o guia fornece aos gestores e projetistas um compilado de orientações e exemplos de intervenções no desenho viário que ajudam a reduzir os acidentes e as mortes no trânsito. O Brasil é, atualmente, o quarto país que mais mata no trânsito. Essas fatalidades custam cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Outras economias emergentes como México, Indonésia, Turquia e China também têm grandes prejuízos econômicos com as mortes no trânsito. São também nos países de baixa e média renda em que 90% das fatalidades em acidentes ocorrem.

6 Dicas para projetar ruas preparadas para enfrentar as chuvas

07:00 - 6 Agosto, 2017
© NACTO
© NACTO

A Associação Nacional de Funcionários de Transporte Urbano de Nova Iorque, NACTO, lançou um novo guia orientado a melhorar o desenho das ruas, desta vez focado em como esses espaços públicos podem estar melhor preparados para enfrentar as chuvas.

A partir da perspectiva de que na cidade é mais complexa a absorção das águas pluviais devido à alta presença de concreto, seja nos edifícios, nas diversas infra-estruturas viárias, ou nas calçadas, torna-se necessário introduzir mudanças para melhorar a qualidade de vida.

Por isso, no novo guia desenvolvido em colaboração com o setor de Cidades Sustentáveis da Fundação Summit, são propostas estratégias orientadas a tornar as ruas locais mais seguros, sobretudo através da mobilidade, para que as cidades tenham uma melhor relação com seus corpos d'água já existentes.

Aprenda a projetar uma quadra urbana com este baralho de 50 cartas

10:00 - 5 Julho, 2017
Aprenda a projetar uma quadra urbana com este baralho de 50 cartas, © a+t designing cards
© a+t designing cards

Sabemos perfeitamente que na arquitetura e no urbanismo, o aprendizado pode se dar de muitas formas: pense em suas maquetes, desenhos de observação, desenhos técnicos, aulas teóricas, ateliês, modelos virtuais 3D e até exercícios em realidade virtual. Nessa mesma linha, a editora a+t architecture publishers publicou 50 Urban Blocks, um baralho de cartas que busca facilitar o projeto de quadras urbanas através de 50 tipologias. 

Cada carta tem 13x8 centímetros e tem impressões em ambos os lados, com versão em inglês e espanhol. Além disso, cada carta inclui uma axonométrica, uma planta geral, projeção de sombras, coeficiente de ocupação e área total construída.

FGMF Arquitetos realizará Workshop no CURA no final de Julho

18:00 - 25 Junho, 2017
FGMF Arquitetos realizará Workshop no CURA no final de Julho, CURA+ FGMF | Oficina Âncoras de Urbanidade
CURA+ FGMF | Oficina Âncoras de Urbanidade

WORKSHOP | ÂNCORAS DE URBANIDADE
os equipamentos urbanos como deveriam ser

LOURENÇO GIMENES é Arquiteto e Urbanista pela FAUUSP, com mestrado pela mesma instituição e sócio do escritório FGMF Arquitetos.

RESUMO
A oficina promoverá a intervenção em equipamentos urbanos que, graças a um pobre desenho arquitetônico, não cumprem seu papel de qualificar a vida urbana. As intervenções terão a premissa de transformar a paisagem e o uso do tecido urbano ao seu redor através da arquitetura, desenho urbano e arte.

PÚBLICO + PARTICIPAÇÃO
· Oficina indicada para Arquitetos, Urbanistas, Designers e Engenheiros. Encorajamos também a participação de Artistas, Geógrafos, Economistas, Sociólogos e Ativistas Urbanos de

Como fazer calçadas ativas?

14:00 - 29 Maio, 2017
© Cidade Ativa
© Cidade Ativa

Uma cidade inclusiva, resiliente e saudável, deve, em primeira instância, colocar seus cidadãos como prioridade no planejamento e desenho urbano, com estratégias que ofereçam a eles boas experiências e que atendam às suas necessidades. As calçadas, como importantes elementos na rede de espaços públicos das cidades, são um território complexo pensado, geralmente, a partir de conceitos técnicos e construtivos que desconsideram aqueles que usufruem e transitam nestes espaços. É nesse contexto que se propõe o Safári Urbano, uma ferramenta para analisar calçadas a partir da experiência dos pedestres.

Cinco mantras do desenho urbano por Héctor Vigliecca

12:00 - 9 Maio, 2017
Cinco mantras do desenho urbano por Héctor Vigliecca, Croqui do conjunto habitacional Heliópolis Gleba A, em São Paulo. Image Cortesia de Vigliecca & Associados
Croqui do conjunto habitacional Heliópolis Gleba A, em São Paulo. Image Cortesia de Vigliecca & Associados

Costumo dizer aos arquitetos com os quais trabalho que pratiquem esse “mantra” todos os dias, pois sintetizam para mim os critérios básicos para o raciocínio do desenho urbano:

Como desenvolver estratégias para o desenvolvimento urbano no entorno dos corredores de transporte

12:00 - 5 Maio, 2017
Como desenvolver estratégias para o desenvolvimento urbano no entorno dos corredores de transporte, © ITDP Brasil
© ITDP Brasil

Ampliar o acesso das pessoas ao transporte público e às oportunidades da cidade é o atual grande desafio dos grandes centros urbanos brasileiros. É preciso pensar no futuro como um cenário de ruas mais vibrantes, onde é seguro caminhar, usar a bicicleta ou o transporte público. Construir esse cenário é o objetivo do Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável (DOTS), tradução do termo original em inglês “Transit-Oriented Development”.

Mobilidade é questão de desenho urbano

14:00 - 2 Maio, 2017
© Osman Rana. Image via Unsplash. Licensed by CC0 1.0 Universal (CC0 1.0)
© Osman Rana. Image via Unsplash. Licensed by CC0 1.0 Universal (CC0 1.0)

A crise da mobilidade urbana inspirou a reflexão sobre os modais de transporte e sua relação com eficiência, tempos de trajetos, poluição gerada, infraestrutura necessária, custos de implantação e operação e os impactos na saúde dos usuários. Atualmente, governos realizam grandes investimentos em novas infraestruturas que permitem que populações equivalentes a cidades inteiras se desloquem longas distâncias diariamente. Em São Paulo, por exemplo, o equivalente à população do Uruguai sai da Zona Leste para o Centro todos os dias.

O desenho do bairro pode impactar a saúde tanto quanto a genética

10:00 - 24 Abril, 2017
O desenho do bairro pode impactar a saúde tanto quanto a genética, Bairros dotados de espaços públicos, mobiliário urbano e boas condições de segurança e acessibilidade impactam positivamente a saúde de seus moradores. Foto: Otávio Almeida
Bairros dotados de espaços públicos, mobiliário urbano e boas condições de segurança e acessibilidade impactam positivamente a saúde de seus moradores. Foto: Otávio Almeida

A conclusão a que podemos chegar com a análise do estudo The Case for Healthy Places (em português, “O caso dos lugares saudáveis”) cabe em uma frase: “O lugar onde uma pessoa mora pode ser um indicativo de saúde até mais confiável do que seu código genético”.

A afirmação, proferida por Melody Goodman, professora da Universidade de Washington, sintetiza a influência que o lugar onde moramos exerce sobre nós. A forma como diferentes bairros são desenhados tem um impacto considerável sobre a saúde física e mental das pessoas. As oportunidades e serviços que oferecem, os lugares de que dispõem, a organização do mobiliário urbano, as condições de segurança e acessibilidade – uma intrincada rede de elementos age sobre os organismos humanos, afetando-os positiva ou negativamente.

3º Prêmio {CURA} Rios Urbanos busca propostas que qualificam a relação entre os rios e as cidades

20:00 - 4 Abril, 2017
3º Prêmio {CURA} Rios Urbanos busca propostas que qualificam a relação entre os rios e as cidades

_ APRESENTAÇÃO
O 3º Prêmio {CURA} dá continuidade à proposta de realização de concursos de ideias com temas que se alinham às discussões atuais da cidade, buscando aprofundar-se na discussão sobre o desenho urbano.
Para o 3º Prêmio {CURA}, o tema do concurso está na pergunta: como as cidades têm tratado seu rios? A pergunta provoca e confronta as estratégias de ocupação que ignoram a importância dos rios para o meio ambiente e, por consequência, provocam uma série de prejuízos para nossas cidades. Felizmente, diversas cidades ao redor do mundo tem promovido a reconciliação desejada entre o meio urbano e o fluvial.