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Os 10 edifícios mais altos já demolidos

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A lista a seguir dos dez edifícios mais altos já demolidos, compilada por Michael Aynsley, foi originalmente publicada em BuzzBuzzHome.

Antes de começar a contagem regressiva, uma ressalva: esta lista considera apenas edifícios que foram demolidos intencionalmente por seus proprietários. Se incluísse todas as estruturas em altura que não estão mais de pé, as posições de número um, dois e quatro seriam ocupadas por três edifícios do World Trade Center, tragicamente destruídos em 11 de setembro de 2001.

Arup explica: Como o vencedor do MoMA PS1 criou tijolos feitos a partir de fungos

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Descubra nesse artigo como o projeto vencedor do MoMA PS1 (torres de tijolos biodegradáveis), concebido por David Benjamin do The Living, foi testado e construído. Esse texto foi originalmente publicado na como "Engineering a mushroom tower".

Macios, esponjosos e deliciosos na pizza, os cogumelos - fungos - têm aproximadamente tanto em comum com a engenharia estrutural quanto jacarés ou cortadores de grama. Ou era assim que pensávamos até que o arquiteto David Benjamin, da firma The Living, de Nova Iorque, entrou em nossos escritórios com um tijolo produzido a partir de fungos.

Este tijolo era a chave para sua proposta na competição do Young Architects Program do MoMA PS1. Todos os anos o museu elege um arquiteto para construir um elemento central para sua série de apresentações musicais Warm Up.

Se concursos de arquitetura são a oportunidade para as idéias mais ousadas e inovadoras aparecem, a torre de fungos do The Living ( intitulada Hy-Fi) cumpriu com todos os pré-requisitos. Além do fator novidade, os tijolos de cogumelo oferecem uma série de benefícios de sustentabilidade. As matérias-primas necessárias para sua produção - fungos e talos de milho (os resíduos de fazendas) - são tão sustentáveis como parecem ser. Os tijolos podem ser cultivados em apenas cinco dias e o processo não produz resíduos nem emite carbono. Quando a estrutura for desmontada, no fim do verão, eles poderão ser compostados e transformados em adubo.

Por dentro da Cidade de Masdar

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O Oriente Médio é conhecido historicamente por muitas coisas - mas a sustentabilidade não é um delas. O choque de valores ocidentais com a dureza do clima local pode muitas vezes colocar as questões de sustentabilidade em situações delicadas. Embora exista uma grande crítica em relação aos aspectos insustentáveis do desenvolvimento da região, há uma exceção: a Cidade de Masdar, nos Emirados Árabes Unidos, 17 km a leste-sudeste da cidade de Abu Dhabi.

A Cidade de Masdar existe como um projeto de desenvolvimento urbano executado pela companhia de energia renovável Masdar, que direcionou 15 bilhões de dólares para torná-la a cidade mais sustentável do planeta. Ao contrário de Abu Dhabi, uma cidade que segue os modelos e princípios antiquados de construção ocidental, a Cidade de Masdar apresenta grande potencial a oferecer ao mundo do urbanismo verde - algo que o mundo realmente necessita.

Mas a Cidade de Masdar certamente não está livre de críticas. Na primeira abordagem, o desenvolvimento concentrado, localizado no centro de um espaço vazio de seis quilômetros quadrados, pouco impressiona, especialmente quando em comparação com a extensa onda que é Abu Dhabi. Graças à grande recessão financeira global, atualmente edificações compreendem menos de 10% da área designada ao experimento urbano. Ainda hoje em dia existe um grupo de observadores que sugere que a Cidade de Masdar não passa, afinal de contas, de uma miragem.

Entretanto, esta visão mais ampla não é necessariamente sinônimo do contexto geral.

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MIT, Harvard e TU Delft oferecem cursos online gratuitos de arquitetura

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A aprendizagem não tem porquê ser formal - ou cara, no caso. Graças à internet e algumas almas generosas, é possível continuar sua educação de forma gratuita na comodidade da sua própria casa. As melhores escolas como o MIT e a Universidade de Harvard contam com cursos online gratuitos, permitindo que pessoas de todo o mundo possam se conectar e aprender no seu próprio ritmo.Veja a seguir quatro destes cursos.

O Ato Arquitetônico / Igor Fracalossi e Ruth Verde Zein

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«Falamos ainda do ‘nascer’ e do ‘pôr’ do sol. Fazemo-lo como se o modelo copernicano do sistema solar não houvesse substituído irreversivelmente o ptolomaico. Metáforas vazias, figuras erodidas de discurso, habitam nosso vocabulário e gramática. Elas são pegas, tenazmente, nas andaimadas e recônditos de nossa fala comum. Lá elas vagam como velhos trapos ou fantasmas de desvão.»

As 20 palestras TED mais inspiradoras para arquitetos

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Está se sentindo sem inspiração ultimamente? Para aquela guinada inicial, experimente assistir alguma uma das vinte Conferências TED - uma continuação do post do ano passado sobre "As 10 palestas TED mais inspiradoras para arquitetos". Onde quer que seus interesses estejam, os apaixonados palestrantes que estão nesses vídeos - desde o fundador da WikiHouse, Alastair Parvin, ao fotógrafo Iwan Baan e o grande Moshe Safdie - vão deixar sua criatividade fluir livremente. Confira todos eles depois do intervalo.

Vídeo: Arquitetura "biônica" que reage aos movimentos dos usuários

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O escritório The Principals, com sede no Brookling, é conhecido por seus trabalhos de design interativo, design industrial e instalações. O vídeo acima destaca sua mais recente instalação "biônica", que responde e reage aos movimentos humanos graças a sensores mioelétricos que captam as alterações da voltagem da pele quando os músculos se contraem ou relaxam. Para entender mais sobre o trabalho do escritório, dê uma olhada nos outros projetos do The Principals em seu site.

A essência do "RE-": Recuperar o passado através da arquitetura

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Durante muito tempo, o exagerado movimento de construção de nossas cidades fez com que nos esqueçamos da arquitetura existente. Enganamo-nos ao pensar que o novo é sempre melhor, e que o antigo é simplesmente isso: antigo. No entanto, deve-se lembrar que a a arquitetura tem a capacidade de se adaptar a todas as épocas, de viajar através do tempo. Ela é uma observadora estática das mudanças dinâmicas nas gerações e culturas; é uma anciã que envelhece sem perder sua essência e caráter.

Nós arquitetos temos a tarefa de adaptar, recuperar e às vezes transformar as velhas construções em novos edifícios capazes de atender as necessidades da sociedade. Como dizia Le Corbusier, "a arquitetura deve ser a expressão de nosso tempo e um plágio das culturas passadas".

Uma casa para o futuro inspirada em Alice no País das Maravilhas

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Se você pudesse projetar a casa ideal do futuro, como ela seria? Dada a oportunidade de responder a essa pergunta, a designer de interiores e de produto Louise Campbell se voltou para uma inspiração improvável - Alice no País das Maravilhas. Para saber como a estória influenciou o projeto, leia o artigo a seguir, publicado originalmente como Through the Looking Glass no Metropolis Magazine.

Todos os anos a feira de móveis imm Cologne recebe Das Haus, um modelo em escala real de uma casa ideal do futuro; este ano Louise Campbell assumiu a tarefa. Designer de interiores e de produto, Campbell criou o que parece ser uma máquina de vida comunitária (ou talvez a residência de uma sofisticada comuna escandinava).

Perseguindo Rem: O trabalho de um jornalista para definir Koolhaas

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O artigo a seguir foi originalmente publicado em Medium.

Em uma manhã perfeita de outono, Rem Koolhaas estaciona seu BMW 1998 preto ao longo de um canal de Amsterdã. Não é um carro esporte de verdade, mas um modelo de corrida que uma criança desenharia. Momentos depois, ele está localizado atrás de uma mesa imponente. Isso é para ser um dia de trabalho normal. Não em seus escritórios de Roterdam, entretanto. Hoje, ele lida com seus compromissos em um hotel em Amsterdã. Faz isso de vez em quando, mais eficiente. Mas esta manhã, um jornalista está em sua frente por mais de meia hora. O que ele está dizendo?

‘Quase todos respondem a mesma coisa quando menciono seu nome: Ele é um homem bastante desagradável, não?
No meio do caminho desta observação Koolhaas se inclina para trás e se afasta da mesa.
Ele balança para trás e para frente.
E ele balança a cabeça.
Gaguejando ele diz algo como: "Sim, isso acontece, sim. Com as pessoas, sim. Ele parece envergonhado, até um pouco constrangido.
Assistentes de fora, clientes, projetos, chamadas sobre projetos de milhões de dólares em diferentes continentes estão esperando, mas aqui, sua cabeça é tão nua...aquelas orelhas pequenas que se destacam para os lados...Pode-se descrever um homem de seis pés de altura como se parecendo um pouco a um pássaro machucado?
Nada muito mais sai dele. A conversa acabou.

Seis materiais "milagrosos" que estão transformando a indústria

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Os seis materiais "milagrosos" a seguir podem estar em breve a caminho de sua casa, escritório ou carro. Dina Spector, num artigo para o Business Insider, apresentou recentemente os seis materiais mais promissores da atualidade. Até agora suas potenciais aplicações têm apenas arranhado a superfície, mas suas possibilidades de uso são virtualmente infinitas.

Os cientistas procuram constantemente por materiais mais leves, resistentes e eficientes energeticamente. A seguir, um olhar sobre alguns dos materiais que transformação o modo como construiremos as coisas no futuro.

A arquitetura não deveria custar vidas

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É mais perigoso ser um soldado ou um trabalhador da construção civil? Assombrosamente, a reposta correta é a segunda. Segundo uma recente reportagem do The Guardian, 448 soldados britânicos perderam suas vidas no Afeganistão desde 2001. No mesmo período, 760 operários da construção morreram nos canteiros de obras.

A vida é barata no custo final da arquitetura, e não apenas no Reino Unido. O número de fatalidades dentre trabalhadores que emigraram do subcontinente indiano para trabalhar nas ambiciosas obras arquitetônicas dos estádios da Copa do Mundo no Qatar em 2002 tem sido tema de muitas discussões. E com razão - mais de 400 operários indianos e nepaleses morreram no Qatar em 2013, e a International Trade Union Confederation (ITUC) alertou que mais de 4.000 trabalhadores podem morrer antes que a bola finalmente comece a rolar em 2022. 

Se 400 pessoas morressem num acidente de avião, haveria uma exaustiva série de inquéritos sobre a segurança da aeronave, lições seriam aprendidas e estratégias de melhorias implementadas. Haveria também uma sensação palpável de perda e responsabilidade. Mas uma fatalidade aqui e ali num canteiro de obras em um período longo de tempo não tem o mesmo impacto.

Grandes ideias, pequenos edifícios: alguns dos melhores pequenos projetos de arquitetura

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Este post foi publicado originalmente em The Architectural Review com o título "Size Doesn't Matter: Big Ideas for Small Buildings."

O último volume da Taschen reúne os desconhecidos arquitetônicos que, apesar de sua forma minuciosa e excêntrica, estão definindo novas tendências em relação ao projeto.

Quando a economia falha e a construção pára, o que acontece com a arquitetura? Ao invés de projetos pessoais indulgentes, a carência por espaços pequenos e perfeitamente concebidos está se tornando uma necessidade econômica, forçando designers a irem cada vez mais longe com menos. Em seu novo volume Small: Architecture Now!, a Taschen reuniu casas de chá, cabines, saunas e casas de bonecas que definem as tendências para o pequeno, sensível e sustentável, com projetistas que vão desde o laureado do Pritzker , Shigeru Ban, a escritórios jovens emergentes.

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Perda da síntese: o Pavilhão de Mies / Josep Quetglas

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«Pavilhão alemão oficial
O arquiteto van der Rohe fez algo modernista muito acentuado, somente com linhas retas horizontais e verticais, e com materiais ricos, como blocos de mármores, do país e italianos, e paredes duplas de vidro misterioso.
Resulta distinguido seu conjunto: raro por sua estrutura, com dois espelhos d’água, sala oficial e amplos corredores. Foi dito que os cristais são misteriosos porque uma pessoa colocada em frente a um desses muros se vê refletida como num espelho, e se se traslada para trás daquele, então vê perfeitamente o exterior. Nem todos os visitantes se fixam em tão curiosa particularidade, cuja causa se ignora.» —
Eliseo Sanz Balza, Notas de um visitante, Barcelona, 1930

Para um explorador é importante prestar a máxima atenção a quanto digam os indígenas, porque aí irá encontrar pronunciadas –sem tradução nem reserva alguma– as ingênuas emoções que desperta no imaculado selvagem cada impressão recebida. Remontando então o curso em direção às fontes –partindo da palavra pronunciada, passando pelo sentimento expressado, deixando para trás a impressão recebida– o explorador poderá chegar assim ao objeto que produziu tudo: o Pavilhão da Alemanha, em nosso caso, de outra forma desconhecido para qualquer investigador moderno.

A Plataforma do Parthenon / Auguste Choisy

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Sobre a curvatura assimétrica dos degraus do limite poente

Durante uma estadia de muito curta duração que fiz em Atenas, minha atenção se fixou de uma maneira muito especial na disposição dos degraus talhados nas rochas entre os recintos do Parthenon e de Minerva Ergane. Esses degraus, paralelos à face ocidental do Parthenon, estão ligeiramente arqueados em direção ao céu [1], e reproduzem em suas formas quase que a própria curvatura do estilóbato estudado pelo Sr. Penrose.

Comer, pensar e projetar: a rotina dos mais renomados arquitetos

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Seja quem for, faça o que faça, viva onde viva e ganhe o quanto ganhe, todos dividimos algo: nossos dias duram 24 horas. Ainda que nos pareça que alguns são capazes de fazer praticamente todo o imaginável na mesma porção de horas que nós, cada personagem inspirador da Humanidade modelou sua própria rotina diária. Alguns mais saudáveis que outros, mas esse já seria outro tema. Então, como gastam suas 24 horas diárias? Existe algo que devemos aprender deles? O quanto suas rotinas se diferem das nossas?

O livro Daily Rituals do escritor estadunidense Mason Currey, e dono do blog Daily Routines, expõe as rotinas das grandes mentes da nossa sociedade: desde as leituras madrugadoras de Peter Eisenman à erradicação do descanso noturno de Buckminster Fuller, passando pelas manhãs de pintura de Le Corbusier e pelos esporádicos cochilos de Frank Lloyd Wright.

Revise a rotina dos principais arquitetos ao redor do mundo, a seguir.

Light Matters: Richard Kelly, um mestre anônimo por trás das maiores obras modernas

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Richard Kelly iluminou alguns dos edifícios mais icônicos do século XX: a Casa de Vidro, o Edifício Seagram e o Museu de Arte Kimbell, para citar alguns. Sua estratégia de projeto foi surpreendentemente simples, mas extremamente bem sucedida.

Iluminação para a arquitetura tem sido, e muitas vezes ainda é, dominada por um ponto de vista de engenharia, com a determinação dos níveis de iluminância suficientes para um ambiente de trabalho seguro e eficiente. Com experiência em iluminação de palco, Kelly apresentou uma perspectiva cenográfica para a iluminação arquitetônica. Seu ponto de vista pode parecer auto-evidente para a comunidade arquitetônica de hoje, mas foi revolucionário para o seu tempo e influenciou fortemente a arquitetura moderna.

Uma pequena casa / Le Corbusier

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Um terreno...

A região, eis o lago Leman onde se escalonam os vinhedos em terraços; o longor de seus muros de contenção alinhados lado a lado totalizariam trinta mil quilômetros (três quartos da circunferência da Terra!). Os vinheiros fazem proezas! Obra secular, talvez milenar.

A pequena casa abrigará os dias de velhice do meu pai e da minha mãe, depois de uma vida de labor.