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Da habitação ao comércio: redefinindo programas e tipologias espaciais

Com a mudança das necessidades e aspirações da sociedade, tipologias espaciais e programas arquitetônicos são constantemente questionados, e essa reavaliação cria premissas para a inovação. O que veremos a seguir é uma exploração, de como a arquitetura está metabolizando as mudanças fundamentais da sociedade em vários aspectos da vida cotidiana, desafiando os pressupostos existentes sobre os programas e o espaço.

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Os pilares guarda-chuva de Amancio Williams: resistência, autonomia e versatilidade em 10 projetos

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Os pilares guarda-chuva de Amancio Williams: resistência, autonomia e versatilidade em 10 projetos - Imagem de Destaque
Una Nueva Bóveda Cáscara (1952). Image Cortesía de Archivo Williams - Director Claudio Williams

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O pilar "guarda-chuva" é um sistema de concreto armado projetado por Amancio Williams (Buenos Aires, 1913-1989) que, em virtude de sua forma, é capaz de suportar cargas extraordinárias e de se manter em equilíbrio de forma autônoma - ou seja, não precisa de outras peças para se sustentar além de sua própria coluna -, oferecendo, ainda, pouquíssima resistência ao vento. Os estudos a respeito deste projeto foram iniciados pelo arquiteto em 1939, momento a partir do qual realizou uma série de ensaios e construiu cerca de 50 maquetes. Esta estrutura para coberturas altas, também conhecida em espanhol como "paraguas" ou "sombrilla", pode ser considerada um exemplo de destaque em inovação moderna da época na Argentina, definida pela experimentação técnica e formal.

Tudo o que causa a gentrificação, de A a Z

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Um dos temas mais presentes nas discussões atuais sobre a cidade é a gentrificação. Definido, de modo geral, como "quando alguém diferente de você muda-se para o seu bairro", o fenômeno urbano é muito mais complexo que isso e envolve questões de uso do solo, especulação imobiliária, espaços públicos e de lazer e planejamento territorial.

Caminhar pelo Anhangabaú: uma breve história do Vale a partir de quem anda a pé

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O Vale do Anhangabaú, ou simplesmente Anhangabaú, é a região de São Paulo que separa o chamado Centro Velho do Centro Novo. Como o próprio nome já diz, o Vale é a região lindeira ao riacho que tem este nome, aliás tenebroso, que em tupi-guarani significa “rio ou água do mau espírito”. E ao que parece, pelos vários e mal sucedidos usos que já lhe fizeram, a “maldição” contida no nome acompanha o lugar até hoje.

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Entre a água e a terra: 10 projetos de passeios e orlas marítimas e fluviais

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O espaço que margeia um rio, lago, lagoa ou costa marítima representa uma zona de transição entre a água e a terra. Por isso, a conversão das margens dos corpos d’água em espaços públicos ativos e atrativos busca delinear um certo equilíbrio entre a rigidez do espaço construído e a fluidez da água.

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Nova rua completa de Curitiba une prioridade a pedestres e preservação do patrimônio

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Em meio a prédios centenários, um importante terminal de ônibus e comércio pujante, Curitiba implementou uma rua completa. Concluída em fevereiro, a requalificação da rua Voluntários da Pátria tornou a via mais segura para os pedestres que se deslocam pela área central, e mais convidativa para a permanência, com novos bancos e calçadas ampliadas. Um resgate do passado que faz o presente mais acolhedor e fortalece a construção de um futuro mais humano para as cidades brasileiras.

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Pontes e passarelas para conectar espaços: 15 projetos de arquitetura na América Latina

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Pontes e passarelas para conectar espaços: 15 projetos de arquitetura na América Latina - Image 1 of 4Pontes e passarelas para conectar espaços: 15 projetos de arquitetura na América Latina - Image 2 of 4Pontes e passarelas para conectar espaços: 15 projetos de arquitetura na América Latina - Image 3 of 4Pontes e passarelas para conectar espaços: 15 projetos de arquitetura na América Latina - Image 4 of 4Pontes e passarelas para conectar espaços: 15 projetos de arquitetura na América Latina - Mais Imagens+ 26

Pontes e passarelas são elementos de circulação horizontal que permitem estabelecer uma ligação física entre os espaços interiores ou exteriores de um projeto para resolver a sua articulação e poupar, em alguns casos, os desníveis existentes entre eles. Essas estruturas suspensas potencializam as conexões visuais entre os diferentes níveis e permitem criar percursos mais dinâmicos. 

Entre casquinhas, coberturas e taças: a arquitetura das sorveterias

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Sherbet, gelato, mochi, sorvete e muito mais. Seja onde for e como for, a cultura do sorvete é tão rica e diversa que tem inspirado também a própria arquitetura de seus espaços e lojas: desde pavilhões efêmeros e barraquinhas móveis até edifícios meticulosamente projetados para oferecer uma experiência completa que vai muito além do mero sabor de um bom sorvete. Trabalhando para franquias maiores, reinventando antigas marcas e lançando novas tendências, arquitetos e designers estão transformando experiência da sorveteria com espaços e projetos de arquitetura singulares que, por sua vez, procuram atendem aos mais variados gostos e os mais exigentes paladares.

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Produtos, soluções e reflexões sobre iluminação natural e artificial na arquitetura

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Reunimos aqui uma lista com nossos melhores artigos, projetos e produtos que sobre iluminação natural e artificial na arquitetura.

Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Tulum

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Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Tulum - Image 2 of 4Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Tulum - Image 5 of 4Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Tulum - Image 3 of 4Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Tulum - Image 4 of 4Arquitetura mexicana: projetos para entender o território de Tulum - Mais Imagens+ 17

Tulum é uma região localizada no sudeste do México, dentro dos limites geográficos do estado de Quintana Roo, na costa do mar do Caribe, conformando parte da Riviera Maia. Historicamente, a região já foi uma cidade murada, de onde vem seu nome, que em Maia significa muralha. 

Revolução dos dados em tempos de desinformação: big data e a realidade urbana brasileira

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A crescente presença das Tecnologias da Informação e Comunicação, as chamadas TICs, no cotidiano dos indivíduos vem provocando transformações profundas na sociedade, permeadas por novas formas de interação baseadas na intensa produção e uso de informações. Numa sociedade na qual a informação é matéria-prima essencial, o termo big data assumiu papel de destaque no âmbito empresarial, governamental e acadêmico. Big data remete, por si, à questão dos grandes volumes de dados, variados e velozes, gerados constantemente. 

A chamada “Revolução dos Dados” é certamente perceptível nas cidades brasileiras. Mas de que forma ela pode avançar rumo a uma melhor compreensão e planejamento das nossas áreas urbanas? São inegáveis as possibilidades abertas pelo big data para a exploração de questões inovadoras sobre fenômenos e dinâmicas urbanas, especialmente as que envolvem análises em tempo real.

Detalhes construtivos apresentam 16 formas de assentar tijolos

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Os diferentes modos de dispor peças de alvenaria permitem configurar diversos espaços habitáveis. O tijolo está presente em espaços exteriores e interiores, que através de diferentes composições podem permitir a entrada da luz natural e gerar um ritmo dinâmico nas paredes.

Ao longo da história, o emparelhamento de tijolos constituiu algumas formas pré-determinas de disposição de peças, no entanto, existe uma infinidade de maneiras de distribuição, por este motivo selecionamos 16 projetos que evidenciam o potencial de estudo da posição dos tijolos.

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Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade

Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade - Imagem de Destaque
© Nómada Laboratorio Urbano

Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade - Image 1 of 4Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade - Image 2 of 4Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade - Image 3 of 4Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade - Image 4 of 4Nómada Laboratório Urbano: a retomada dos espaços públicos na era da nova normalidade - Mais Imagens+ 25

No ano de 2014, um grupo de amigos de Ciudad Juárez, na fronteira do México com os Estado Unidos, se uniu para somar forças no trabalho de recuperação de espaços públicos ociosos da cidade, ajudando a transformar praças, parques, ruas e calçadas através de uma série de projetos socioculturais e intervenções urbanas. Foi assim que nasceu o Nómada Laboratório Urbano de Ciudad Juárez, uma cidade fronteiriça junto à El Paso, Texas. Ao longo dos anos, Juárez foi se estabelecendo como uma cidade de economia de ‘fachada’, muitas vezes figurando entre as cidades mais violentas do mundo, principalmente entre os anos de 2008 e 2012.

SP, cidade fílmica: recorte da São Paulo moderna

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São Paulo, Sociedade Anônima é um filme que possuí abordagem complexa e profunda de São Paulo, feito sob um olhar sensível e específico da década de 60 por aqueles que vivenciaram um momento de renovação urbana e socioeconômica da metrópole. Filme que captou essa renovação social distinta e se tornou um marco cinematográfico da época, em que traça uma relação intensa entre personagem e espaço urbano, possuindo diferentes camadas de interpretação que vem a esmiuçar o significado de moderno, urbano, cenográfico e arquitetônico. Utiliza todas essas questões como instrumentos de manifestação de um período, realizadas e vivenciadas por sua população, captando as transformações não só da cidade como também da sociedade.

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Como funciona uma parede Trombe?

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O aquecimento solar existe na arquitetura desde os tempos antigos, quando as pessoas usavam paredes de adobe e pedra para reter o calor durante o dia e liberá-lo lentamente à noite. Em sua forma moderna, no entanto, o aquecimento solar foi desenvolvido pela primeira vez na década de 1920, quando arquitetos europeus começaram a fazer experiências com métodos solares passivos em habitações em massa. Na Alemanha, Otto Haesler, Walter Gropius e outros projetaram os apartamentos esquemáticos Zeilenbau, que otimizavam a luz solar e, após a importação das "habitações heliotrópicas" aos EUA, a escassez de combustível em tempo de guerra durante a Segunda Guerra Mundial rapidamente popularizou o aquecimento solar passivo. Variações desse sistema proliferaram em todo o mundo, mas foi somente em 1967 que a primeira parede Trombe foi implantada pelo arquiteto Jacques Michel em Odeillo, França. Batizado em homenagem ao engenheiro Felix Trombe, o sistema combina vidro e um material escuro que absorva calor para conduzi-lo lentamente para dentro da casa.