
Houve um tempo em que os edifícios queriam ser montanhas, os telhados queriam ser florestas, os pilares queriam ser árvores. Enquanto o mundo começava a entrar em estado de alerta com os derretimentos das geleiras e o consequente aumento da temperatura terrestre, a arquitetura – desde uma perspectiva geral – estava preocupada em imitar a forma da natureza. Uma aproximação de “ecossistemas” feitos pelo homem vista por muitos como figurativa e decorativa, estando a serviço de imagens comercializáveis de um “desenvolvimento sustentável”.
Essas iniciativas surgiram em um momento no qual a negação total da ciência climática tornou-se insustentável como estratégia do setor privado. Com o reconhecimento das mudanças climáticas criou-se, portanto, uma oportunidade de branding como método muito mais inteligente do que negá-las ou ignorá-las completamente.







