Que haja luz: indicadores para descrever e projetar o conforto visual

Os arquitetos estão cada vez mais conscientes da influência no bem-estar e boa saúde dos usuários de nossos projetos. A iluminação natural - e como deve ser complementada com iluminação artificial - é um fator essencial a considerar para o conforto visual dos espaços internos. Mas sabemos como lidar com isso corretamente?

A ausência de desconforto no momento da visão não é suficiente para medir o sucesso visual de um espaço. Coisas com o nível de claridade ou a cegueira à luz ajudam a determinar a qualidade ambiental de uma sala. Outras coisas que são vitais para considerar incluem representações de cor, baixa reflexão e distribuição uniforme de luz. As pessoas se dão bem com vistas claras para o exterior, por isso também é fundamental aperfeiçoar a quantidade e a localização das aberturas na fachada do edifício para controlar a intensidade da luz natural.

Tanto pouca ou muita luz podem causar desconforto visual. Mudanças bruscas nos níveis de luz ou contraste agudo (que é percebido como brilho) podem causar estresse e fadiga, pois o olho humano está permanentemente se adaptando aos níveis de luz. [1]

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Sobre este autor
Cita: Franco, José Tomás. "Que haja luz: indicadores para descrever e projetar o conforto visual" [How to Design for Visual Comfort Using Natural Light] 20 Mar 2019. ArchDaily Brasil. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/913471/que-haja-luz-indicadores-para-descrever-e-projetar-o-conforto-visual> ISSN 0719-8906

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