
Os arquitetos estão cada vez mais conscientes da influência no bem-estar e boa saúde dos usuários de nossos projetos. A iluminação natural - e como deve ser complementada com iluminação artificial - é um fator essencial a considerar para o conforto visual dos espaços internos. Mas sabemos como lidar com isso corretamente?
A ausência de desconforto no momento da visão não é suficiente para medir o sucesso visual de um espaço. Coisas com o nível de claridade ou a cegueira à luz ajudam a determinar a qualidade ambiental de uma sala. Outras coisas que são vitais para considerar incluem representações de cor, baixa reflexão e distribuição uniforme de luz. As pessoas se dão bem com vistas claras para o exterior, por isso também é fundamental aperfeiçoar a quantidade e a localização das aberturas na fachada do edifício para controlar a intensidade da luz natural.
Tanto pouca ou muita luz podem causar desconforto visual. Mudanças bruscas nos níveis de luz ou contraste agudo (que é percebido como brilho) podem causar estresse e fadiga, pois o olho humano está permanentemente se adaptando aos níveis de luz. [1]

