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Startup: O mais recente de arquitetura e notícia

Como escritórios de arquitetura estão aplicando o design generativo

Em maio, a aec + tech organizou um evento no Clubhouse discutindo como os arquitetos estão aplicando o design generativo em escritórios de arquitetura hoje e no futuro. Cinco palestrantes convidados de renomadas empresas de arquitetura e tecnologia — Zaha Hadid Architects, BIG, Outer Labs, 7fold e RK Architects — participaram da sessão para compartilhar suas experiências e percepções.

Indo na contramão: escritórios de arquitetura que estão rompendo com o status quo

A arquitetura é uma profissão de longa data, que produziu diversos marcos icônicos que admiramos e reverenciamos em todo o mundo, além de desempenhar um papel na organização das cidades em que vivemos hoje. Esta descrição, no entanto, contempla a arquitetura no sentido tradicional — e há inúmeros exemplos de indivíduos e empresas que desviaram da prática arquitetônica tradicional, seja por meio do aprofundamento em campos adjacentes ou pela exploração de novas tecnologias.

Cortesia de MonographCortesia de Monograph© Joshua PerezCortesia de ICON and New Story+ 12

O potencial dos arquitetos como empreendedores

No mundo globalizado de hoje, a arquitetura parece se reinventar a cada dia. Novas e inovadoras tecnologias aplicadas à construção civil estão transformando a prática da arquitetura a uma velocidade jamais vista. Ainda assim, de certa forma, grande parte dos profissionais da indústria da construção civil estão muito defasados em relação aos métodos e ferramentas utilizados em seus processos de projeto. Acontece que, toda mudança demanda tempo, energia e dinheiro — e muitos arquitetos e arquitetas dependem de seus honorários para administrar e manter seus escritórios de arquitetura. Como consequência da popularização de novas start-ups no setor da tecnologia e o aumento da competitividade no mercado de trabalho em uma economia cada dia mais globalizada, arquitetos e arquitetas estão procurando reinventar-se a todo momento, optando principalmente por ampliar seu campo de atuação e firmando-se como uns dos profissionais mais empreendedores disponíveis no mercado de trabalho.

Como podemos transformar nossas cidades com o uso da tecnologia?

Segundo estimativas das Nações Unidas, atualmente mais de 55% da população mundial vive em cidades ou áreas urbanizadas, com uma forte probabilidade de este numero aumentar para quase 70% ao longo das próximas décadas. Apesar deste previsível e vertiginoso crescimento populacional urbano, muitas das grandes cidades do mundo têm feito pouco ou quase nada para qualificar suas infraestruturas já muito precárias e insuficientes. De fato, o que se desenha a nossa frente é o grande desafio da vez, talvez um dos maiores que a humanidade já enfrentou. Se a solução dos problemas de grande escala parece algo impraticável ou até impossível, talvez devêssemos buscar resolver os pequenos problemas, um de cada vez.

Startup de Los Angeles cria serviço de mobiliário por assinatura

A Fernish, uma startup com sede em Los Angeles, arrecadou trinta milhões de dólares para lançar seu projeto de transformação da bilionária indústria de móveis dos Estados Unidos e repensar a maneira como mobiliamos as nossas casas hoje em dia. O serviço de mobiliário por assinatura, gerido por uma plataforma online, permitirá aos usuários "assinar" desde peças específicas até os móveis de uma sala inteira, fornecendo uma ampla variedade de opções criadas através de um projeto de curadoria. Com a atual tendência de mobilidade das pessoas, a Fernish foi criada para atender a este público de jovens profissionais que moram de aluguel e que se mudam com frequência.

Cortesia de FernishCortesia de FernishCortesia de FernishCortesia de Fernish+ 5

Por que arquitetos se dão tão bem com startups

Este artigo foi originalmente publicado por Jude Fulton no Medium sob o título "Why Architects are Super Well-Suited for Startups". Você pode ver a postagem original aqui.

Estrutura inspirada no corpo humano resiste a terremotos

Inspirados pelo comportamento instintivo e a flexibilidade do corpo humano para manter sua integridade física ante perturbações externas, a start-up porto-riquenha Zero Damage projetou uma estrtutura que reage de maneira autônoma nos terremotos e é capaz de neutralizar o período de vibração de um edifício.

Fundado pelo arquiteto Wilfredo Méndez e a engenheira mecânica Esmeralda Ninõ em 2016, o projeto combina parâmetros biomecânicos com princípios da inteligência artificial: a estrutura "sente", processa e reage de maneira dinâmica ao período de vibração gerado por um evento sísmico em um edifício. Este sistema é capaz de reconfigurar o projeto estrutural em tempo real, assim como o corpo humano reage ante perturbações externas que afetem seu equilíbrio.

É melhor abrir seu próprio escritório de arquitetura ou trabalhar como funcionário?

Para muitos arquitetos, ter seu próprio escritório é o sonho que guia suas carreiras. Em um campo como o da arquitetura, a ideia de ter liberdade para aceitar os projetos que mais lhe interessam e a liberdade criativa de tomar a decisão final em uma proposta parece o modo ideal de trabalho. Contudo, basta perguntar a qualquer arquiteto que fundou seu próprio escritório e ele provavelmente lhe dirá que ter sua própria firma não é algo tão romântico quanto parece e demanda muito esforço (não de projeto) para alcançar o sucesso. Na esteira da recessão dos últimos anos, muitos descobriram isso do jeito difícil, tornando autônomos sem necessidade e tendo que usar sua criatividade para conseguir ganhar algum dinheiro. 

Construct desenvolve aplicativo para gestão de obras em tempo real

Idealizada por Drew Beaurline e Patrick Albert, a startup Construct se propõe a abordar algumas das principais deficiências da indústria da construção civil brasileira: falta de transparência e ineficiência. A Construct oferece atualmente uma série de ferramentas básicas de comunicação e gestão de projeto em um aplicativo para smartphones concebido para uso em tempo real em canteiros de obras.

Beaurline e Patrick se mudaram para Belo Horizonte no início de 2014 para participar do SEED, um programa de aceleração para startups promovido pelo Governo de Minas Gerais que oferecia espaços, um financiamento de US$ 25 mil e vistos permanentes para os estrangeiros aceitos no programa. Após mais de um ano de desenvolvimento, a startup já reúne alguns clientes – em geral empresas de médio porte com até 2 mil funcionários.

Prefeitura de São Paulo estuda novos usos para áreas industriais

Em entrevista realizada pela repórter e arquiteta Venessa Correa para a seção Seres Urbanos do jornal Folha de S. Paulo, o secretário de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Fernando de Mello Franco – também sócio do escritório MMBB – discorre da importância do patrimônio industrial para a cidade e das intenções da prefeitura em relação ao futuro desse legado.

Essas áreas industriais são especialmente importantes pois hoje, diferente de quando se instalaram, se encontram muito mais próximas de zonas residenciais e novos empreendimentos imobiliários que podem, eventualmente, gerar pressão para que essas atividades sejam movidas para outras regiões.