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Política: O mais recente de arquitetura e notícia

Mapa da Desigualdade: acesso às políticas públicas varia de acordo com território

Uma pessoa que mora em Moema, bairro com uma das maiores concentrações de renda de São Paulo, vive 20 anos a mais do que uma pessoa que nasce em Cidade Tiradentes, extremo leste da capital. A cidade mais rica do Brasil expõe o quanto o país é desigual, e também o quanto o acesso às políticas públicas variam de acordo com o território onde se vive.

Ecologia Urbana: do corpo ao território

Como exercitar um olhar holístico, complexo e sistêmico para o habitar do que chamamos de casa? Como produzir outras formas de valorizar e reconhecer culturas não hegemônicas? Quais as patologias dos sistemas que somos ensinados a acreditar e como criar novas formas de percepção e ação que entendam como os sistemas de produção e organização de vida estão interconectados?

Os principais problemas do mundo são um resultado de como a natureza funciona e como as pessoas pensam: o que significaria mudar a forma como pensamos? As ideias, afinal, estão relacionadas a forma como nós habitamos o mundo. Existimos na terra

Memória e política: Giselle Beiguelman inaugura duas instalações de arte no Museu da Cidade em São Paulo

O Museu da Cidade inaugura no dia 04 de maio, sábado, às 11 horas, as instalações “Chacina da Luz” e “Monumento Nenhum”, da artista Giselle Beiguelman, nos espaços do Solar da Marquesa de Santos e Beco do Pinto, respectivamente. As obras discutem a perda da memória no espaço público e a relação da cidade com seu patrimônio histórico e cultural. Compostas por fragmentos de monumentos, as instalações reproduzem a situação das peças tal qual foram encontradas pela artista em depósitos públicos, como uma espécie de “ready made” do esquecimento.

Não ao fim do Ministério das Cidades: arquitetos lançam petição online

Após a eleição, o novo governo já começou a anunciar algumas mudanças nos ministérios. Entre elas está a extinção do Ministério das Cidades. Na tentativa de levantar a discussão e evitar esta dissolução, foi organizada uma petição que pode ser assinada aqui.

Como os presidenciáveis pretendem enfrentar a crise urbana e habitacional

Basta circular pelas cidades brasileiras, perdendo horas em congestionamentos ou esperando ônibus ou metrôs que passam lotados – ou não existem! – para constatarmos que elas estão longe de alcançar um padrão razoável de funcionamento. E mesmo quem, supostamente protegido por muros, entra muito pouco em contato com as condições precárias que marcam a situação habitacional de milhões de famílias, se assusta com o aumento do número de pessoas morando nas ruas ou a evidência desta precariedade, quando alguma tragédia, como o incêndio no Edifício Wilton Paes de Almeida, ganha as páginas dos jornais e outras mídias. É de se esperar, portanto, que o tema das cidades, e da moradia e do transporte, em particular, estejam presentes nos programas de governo dos candidatos à presidência da República.

O que você quer perguntar aos candidatos à presidência sobre nossas cidades? Envie suas questões para o Esquina

O Esquina, blog da jornalista Mariana Barros hospedado no portal do Estadão, lançou o especial #EsquinaNaUrna, para levar aos candidatos à Presidência da República as principais demandas para melhorar as cidades brasileiras. Você faz a pergunta e manda para o Esquina. O blog fará uma seleção para ser respondida pelos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais.

"Nossas cidades pedem socorro": CAU e IAB divulgam carta aos candidatos nas eleições de 2018

Nossas cidades pedem socorro, o Brasil tem competência técnica para tratar dos problemas urbanos e não faltam planos ou leis para tanto. No entanto, é imperativo implementá-los, o que exige uma assertiva decisão política para colocar em prática uma reforma urbana baseada na função social da cidade prevista na Constituição de 1988 e regulamentada pelo Estatuto da Cidade. 

Com esse objetivo, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e o Instituto de Arquitetos do Brasil lançaram a “Carta Aberta aos Candidatos nas Eleições de 2018 pelo Direito à Cidade”.

Quando é o melhor momento para procurar um emprego em arquitetura?

Photo by <a href='https://unsplash.com/photos/Fj1aWk4LcNg'>STIL on Unsplash</a>
Photo by STIL on Unsplash

Este artigo foi originalmente publicado por The Architect's Guide.

Não te farei esperar pela resposta. O melhor momento para procurar um emprego em arquitetura é...

CAU divulga manifesto em defesa de uma política nacional de recuperação dos centros urbanos com foco na habitação social

A tragédia do incêndio e desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no centro de São Paulo, motiva esta manifestação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil sobre os problemas sociais e urbanos não apenas da capital paulista, mas da maior parte das grandes cidades do país.

O relevante na tragédia é o drama social das famílias das vítimas e dos milhares de pessoas que vivem em outras ocupações de prédios com condições precárias em importantes centros urbanos brasileiros. A perda de um edifício modernista de valor cultural agrega mais um componente a lamentar.      

Clássicos da Arquitetura: Sede do Partido Comunista Francês / Oscar Niemeyer

© Denis Esakov
© Denis Esakov

Em março de 1972, um artigo no The Architectural Review proclamouoque essa estrutura era “provavelmente o melhor prédio de Paris desde a Cité de Refuge de Le Corbusier para o Exército de Salvação”. [1] O artigo se referia, obviamente, ao primeiro projeto na Europa do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer: a sede do Partido Comunista Francês em Paris, França, construída entre 1967 e 1980. Tendo trabalhado com Le Corbusier no Edifício das Nações Unidas de 1952 em Nova Iorque e concluído recentemente o Congresso Nacional, além de edifícios governamentais icônicos adicionais em Brasília Niemeyer não era estranho à íntima relação entre arquitetura e o poder político. [2]

© Denis Esakov © Denis Esakov © Denis Esakov © <a href='https://www.flickr.com/photos/o_0/29118795843/'>Flickr user Guilhem Vellut</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a> + 37

Os 9 temas de arquitetura que você deve conhecer em 2018

O ano de 2017 já passou, mas deixou-nos uma série de aprendizados e novos conhecimentos que nos permitirá enfrentar com melhores ferramentas o desafiante 2018. Que surpresas este ano nos trará?

Em um espécie de jogo de previsões, pedimos a nossos editores do ArchDaily em espanhol, que projetem, com base em suas reflexões de 2017, quais serão os temas em que ouviremos falar entre arquitetos durante no ano de 2018, que acaba de começar.

Diagrama interativo permite visualizar mapa político da arquitetura mundial

Se tivéssemos que identificar, categorizar e mapear os escritórios emergentes de arquitetura do século XXI ao redor do mundo, e apresentá-los em um diagrama único, como ele seria? Considerando que o exercício profissional da arquitetura consiste em múltiplas abordagens, atitudes e posturas políticas distintas, como seria possível abranger todas elas? E como seria possível, de centenas de escritórios e empresas emergentes no todo o mundo, não deixar ninguém fora?

Dê uma olhada no Mapa político da arquitetura V 0.2. para descobrir.

ONU considera urgente a implementação de políticas públicas habitacionais no mundo

Todos os anos, desde 1985, na primeira segunda-feira de outubro, é celebrado o Dia Mundial do Habitat. Esta tem sido uma das estratégias da agência ONU-Habitat para disseminar, a governos e cidadãos, campanhas e mensagens relacionadas ao tema. Neste Dia Mundial do Habitat, depois de muitos anos sem abordar a questão, a declaração da agência enfoca a necessidade urgente de implementação de políticas habitacionais de interesse social pelos governos.

Os 4 principais erros que quase todas as pessoas cometem ao criarem um escritório de arquitetura

Algo que tem ocorrido bastante nos últimos anos e vem se transformando em uma prática comum são arquitetos abrindo seus próprios escritórios. Entretanto, muita gente vem sofrendo dificuldade, pois, infelizmente, quase nenhuma faculdade (até mesmo de administração) prepara você para ser empreendedor e dono da sua própria empresa.  

Como a arquitetura reflete a história de conflitos da Irlanda do Norte

A arquitetura está muitas vezes entrelaçada ao contexto político. Esta conexão profunda é especialmente evidente na Irlanda do Norte, um lugar de história política muito complexa. O Estado surgiu como consequência da guerra em 1921, quando a Irlanda foi dividida em Estado Livre Irlandês Independente (agora a República da Irlanda) e Irlanda do Norte, uma região industrial ainda controlada pela Grã-Bretanha. Desde então, houve conflitos na Irlanda do Norte entre uma população majoritária pró-britânica unionista e uma minoria, embora significativa, comunidade nacionalista irlandesa. A segunda metade do século XX testemunhou uma luta brutal, com mais de três mil pessoas mortas, milhares feridas e imagens angustiantes espalhadas pelo mundo.

A turbulência do conflito da Irlanda do Norte se desenrola no desenvolvimento arquitetônico de Belfast, sua capital. Com trinta anos de guerra entre os anos 1960 e 1990, a arquitetura de Belfast encarnou uma atmosfera de cidade sitiada. Quando surgiu a perspectiva de paz, na década de 1990, nasceu uma arquitetura de esperança, confiança e desafio. Nos dias de hoje, com a Irlanda do Norte firme em um caminho pacífico, Belfast tem sido palco de uma série de propostas arquitetônicas e edifícios públicos de referência projetados por renomados arquitetos. Com a história rica, amarga e emotiva da Irlanda do Norte vista através de múltiplos prismas, muitas vezes conflitantes, o desenvolvimento arquitetônico de Belfast oferece uma narrativa tangível de uma cidade que queimou, ardeu e renasceu das cinzas.

Conseqüências do bombardeio da taverna de Mountainview em 1975, em Belfast © User: Tdv123 / Wikimedia Commons / CC BY-SA-4.0 O Titanic Center, Belfast © Flickr user placeni. Sob licença CC BY-NC-ND 2.0) O Lyric Theatre por O'Donnell & Tuomey Architects © Dennis Gilbert O Centro de Visitantes Giant's Causeway por Heneghan & Peng © Hufton+Crow + 20

Game of Thrones: política e fundação urbana em cidades de ficção

O que diferencia uma cidade de uma aldeia? Qual é a distinção entre esses dois grupos de edifícios e ruas, aparentemente similares entre si? Por que se reconhece a origem neolítica da aldeia enquanto a primeira cidade continua sendo um mistério? Mesmo que aldeia e cidade possam ser consideradas similares, a cidade possui um elemento único e inovador que a diferencia: a cidadania, a civitas.

Enquanto a aldeia não passava de um sistema urbano eficiente para a convivência de um grupo de pessoas, a fundação de uma cidade implica a instituição de uma ideia muito concreta de sociedade, de um compromisso entre indivíduos para ordenar o mundo a partir de critérios compartilhados.

A civitas é precisamente essa ideia de ordem social, o conjunto de tradições, leis, princípios e crenças que dão origem à comunidade civil. Por uma lado, a urbe é a forma urbana é especialmente dedicada a institucionalizar essa ideia da sociedade. Observe que estamos falando de ruas ou casas, mas sim do momento da instituição, isso é, da fundação da cidade. Como diria Fustel de Coulanges, enquanto a civitas é um patrimônio imemorial acumulado ao longo dos séculos, a urbe é formada em um dia. Enchê-la de ruas, casas e lojas é apenas uma consequência.

Ministério das Cidades lança cadernos técnicos para projetos de mobilidade urbana

O Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana (SEMOB), quer instrumentalizar ainda mais os gestores públicos responsáveis pelo planejamento das cidades brasileiras. O objetivo é oferecer mecanismos voltados à construção de projetos de maior qualidade, devidamente alinhado aos princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Neste sentido, será lançada, no dia 14 de dezembro, a coleção de Cadernos Técnicos para Projetos de Mobilidade Urbana. No total são três cadernos que abordam os temas: Transporte Ativo, Sistemas de Prioridade ao Ônibus e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

A opinião do arquiteto Andrew Tesoro sobre Donald Trump

Os Estados Unidos estão vivenciando esta que é, sem dúvidas, uma das campanhas presidenciais mais bizarras da história. Neste estranho contexto, o mundo da arquitetura se viu, inesperadamente, envolvido em uma controvérsia que diz respeito ao arquiteto Andrew Tesoro.

O envolvimento de Tesoro na campanha presidencial começou com um vídeo criado pela campanha de Hillary Clinton, a candidata do Partido Democrata. No vídeo, Tesoso conta a história de como ó candidato republicano, Donald Trump, "intimidou" a ele e seu estúdio, Tesoro Architects, devido aos 'muitos milhares de dólares" pagos por seus serviços. Posteriormente, Tesoro foi mencionado novamente por Clinton durante o debate presidencial de segunda feira passada, como exemplo de que a experiência empresarial de Trump não o qualifica para ser presidente.

Dada a natureza do vídeo da campanha, que foi certamente editado para mostrar Trump sob uma perspectiva negativa (note-se, ainda mais negativa), muitas pessoas começaram a se questionar se as opiniões de Tesoro e toda a história eram, de fato, reais. Em função da confusão em torno das opiniões de Tesoro, o ArchDaily decidiu oferecer ao arquiteto a oportunidade de esclarecer a situação. O que segue são as respostas de Tesoro a três questões sobre Donald Trump. As respostas não foram editadas pelo ArchDaily.