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Mercado Imobiliário: O mais recente de arquitetura e notícia

summIT IMOB

Propor um olhar sobre novos os paradigmas do mercado imobiliário, da arquitetura e construção civil frente ao ritmo acelerado das transformações da era digital. Este é objetivo do summIT IMOB, evento promovido pela TRACE e Somos Lares, que acontece no dia 12 de setembro, no Teatro da Unisinos (Av. Dr. Nilo Peçanha, 1600). O encontro reunirá especialistas e grandes players do mercado, além de proporcionar networking entre os profissionais do setor. A programação está dividida em quatro trilhas temáticas: pessoas, edifícios, cidades e conexões, além de uma experiência de realidade virtual que estará acontecendo no Foyer do teatro durante o

São Paulo nas alturas com Raul Juste Lores e André Scarpa

Com mediação do arquiteto e fotógrafo André Scarpa, Raul Juste Lores falará sobre seu livro "São Paulo nas alturas". Na conversa, as lições que os prédios mais icônicos de São Paulo trazem em sua relação com a cidade. O que é necessário para reconciliar arquitetura e mercado imobiliário, e melhorar nossa qualidade de vida.

As cidades mais caras do mundo em 2017 (e os porquês de serem tão caras)

Qualquer um que tenha tentado recentemente encontrar um apartamento em uma grande área urbana confirmará: habitações com preços razoáveis podem ser difíceis de serem encontradas para a maioria e os salários nem sempre parecem corresponder ao real custo de vida. Essa lacuna vem contribuindo para uma crise habitacional em países desenvolvidos e em desenvolvimento em todo o mundo. As pessoas simplesmente estão sendo jogadas para fora das cidades, uma vez que a habitação tornou-se uma mercadoria e não um direito humano básico. A especulação financeira e o apoio dos Estados para os mercados financeiros de forma a tornar a moradia inacessível criou uma crise habitacional global insustentável.

No início deste ano, o 13º Relatório Anual de Acesso à Moradia Demographia (13th Annual Demographia International Housing Affordability Survey) foi lançado para o ano de 2017, revelando que o número de mercados imobiliários "severamente inacessíveis" aumentou de 26 para 29 este ano; o problema está cada vez pior. O estudo avalia 406 mercados de habitação metropolitanos em nove das maiores economias do mundo, utilizando a abordagem de "múltiplas medianas" para determinar a acessibilidade. Ao dividir o preço da casa mediana pelo rendimento familiar médio de uma área, esse método deve ser um sumário das condições de acesso à habitação da classe média.

Thom Mayne conclui pesquisa sobre o futuro da cidade de Houston

O arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker, Thom Mayne, concluiu recentemente uma pesquisa sobre o futuro da cidade de Houston em relação ao seu espraiamento urbano e rápido crescimento. O estudo, desenvolvido juntamente com 21 estudantes da Universidade de Houston e os professores Matt Johnson, Peter Zweig e Jason Logan, foca em modos de abordar os problemas que surgem com a história falta de planejamento da cidade em conjunto com o desregulado crescimento industrial. Estas abordagens incluem a remodelação da atual infraestrutura de energia, mudando o mercado imobiliário e a densidade urbana através de leis de zoneamento e novas ideias.

"Temos que trazer de volta a habitação ao centro das cidades": Joan Clos, diretor da ONU-Habitat

A cada vinte anos, a ONU organiza uma conferência internacional sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável. Sua terceira edição aconteceu e outubro deste ano, pela primeira vez na América Latina (em Quito, Equador), recebendo as delegações de 193 países membros da ONU para discutirem o futuro das cidades.

Por ocasião do evento internacional, o atual diretor da ONU-Habitat, Joan Clos, conversou com o jornal colombiano El Tiempo sobre os principais desafios enfrentados pelas cidades, enfatizando o papel do Estado no planejamento urbano. "Em Nova Iorque não deixam de fazer negócios por que há normas; pelo contrário, fazem porque lá a definição de espaço público é absoluta e radical."

Gentrificação: envergonhar-se não basta

Já falamos anteriormente sobre gentrificação, o "processo de expulsão de populações socialmente vulneráveis das regiões urbanas centrais", como coloca López Morales. Embora ocorra há décadas no hemisfério norte, a análise de seu impacto é relativamente nova na América Latina, assim como seus causadores e consequências variam em função de cada cidade.

Na América Latina o fenômeno tem sido estimulado por atores imobiliários e estatais, e em parte pela chegada de novos moradores que "descobrem" um bairro cool que, por sua vez, sempre esteve ali. Nesse sentido, na coluna Comment is free do jornal britânico The Guardian, a diretora sênior do PolicyLink Center for Infrastructure Equity, , explicou recentemente que sentir-se culpado por gentrificar já não basta, e que a ideia de evitar ser parte da gentrificação simplesmente não morando em áreas gentrificadas "ignora a raiz política e estrutural do problema".

Saiba mais a seguir.

Seis escritórios brasileiros expõem trabalhos no MIPIM, maior evento do mercado imobiliário do mundo

O Brasil terá lugar de destaque no MIPIM, principal evento do mercado imobiliário do mundo, que será realizado de 10 a 13 de março em Cannes, França. O projeto Built by Brazil reuniu seis escritórios de arquitetura do país − Edo Rocha Arquiteturas (SP), Triptyque Architecture (SP), Arkiz (SP), Slomp & Busarello Arquitetos (PR), Fernandes Arquitetos Associados (SP) e GPA&A Gustavo Penna Arquiteto e Associados (MG) − para mostrar projetos no evento, que atrai os tomadores de decisão mais influentes do setor imobiliário internacional.

A delegação brasileira contará com estande próprio projetado pelo escritório Arkiz, que mostrará soluções em projetos corporativos, residenciais e de design de interiores, planejamento urbano, na escala de bairros, cidades e mobiliário urbano. Segundo Emanuel Figueira Junior, da Gerência Executiva de Projetos Setoriais da Apex-Brasil, “estamos em um momento de identificação daqueles nichos do mercado internacional nos quais a produção arquitetônica brasileira possa ter mais sinergia”.

China construirá 7 milhões de habitações sociais em 2015

O Ministério de Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural da China anunciou em dezembro que o país iniciará em 2015 a construção de 7 milhões de apartamentos amparados pelo programa de habitação social.

O plano prevê que 4,8 milhões destas habitações sejam concluídas ainda em 2015, destacou o Ministro Chen Zhenggao.

Mais informações a seguir.

Pronto: já temos a maior bolha imobiliária da história da humanidade

Este artigo foi escrito por Alexandre Versignassi, redator-chefe da revista Superinteressante, e publicado originalmente na página da super.abril.

A bolha mais violenta de todos os tempos foi a do Japão. Entre 1985 e 1991 os preços dos imóveis subiram 180%, em média, nas maiores cidades de lá. Quase uma triplicada em seis anos. Mas agora já era. Deixamos os japoneses para trás: em São Paulo, foram precisamente 181% de aumento, em seis anos também – de 2008 para cá. No Rio, 225%. Chupa, Japão.

Edifício Ignacia / Gonzalo Mardones Viviani