Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Comunidade

Comunidade: O mais recente de arquitetura e notícia

Inscrições Abertas para o 3º Encontro de Urbanismo Colaborativo

Depois do sucesso da primeira edição em 2016, em Curitiba, e da segunda edição ano passado, em Brasília, o Instituto COURB leva o 3º Encontro de Urbanismo Colaborativo para Fortaleza, no Ceará, nos dias 12, 13 e 14 de Novembro.

O Encontro reunirá os atores dos setores público, privado, acadêmico e da sociedade civil ligados ao planejamento e à construção das cidades para compartilhar ferramentas e métodos de engajamento cidadão na construção de ambientes urbanos cada vez mais inclusivos.

Nesta edição, o Instituto COURB deseja fortalecer um processo de inovação urbana, além de propagar e consolidar a rede de urbanismo

Centro multicultural da AIX Arkitekter levanta a questão: O que faz um bom projeto comunitário?

Recentemente, muito foco tem sido dado na participação da comunidade na arquitetura. Mas o que é preciso para que isso aconteça de fato?

A fim de promover um ambiente comunitário, um projeto deve engajar um público grande e variável, além de oferecer algo único. Este novo desenho da AIX Arkitekter pretende criar um novo centro multicultural chamado "The" Meeting Point" em Täby, na Suécia. O centro combina atividades esportivas e culturais únicas, no coração de uma infraestrutura ecológica existente, para promover oportunidades e envolvimento da comunidade.

O centro "Meeting Point" utiliza tanto atividades internas quanto externas. Essa dinâmica também se traduz em toda a linguagem do edifício através de elementos de transparência e paisagismo. Os volumes em interseção fazem com que vários espaços de atividade se sobreponham, promovendo interações entre as pessoas e o programa.

© AIX Arkitekter © AIX Arkitekter © AIX Arkitekter © AIX Arkitekter + 15

7 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso

Um trecho de mais de 100 metros sob um viaduto de trem em Koganecho, distrito de Yokohama, Japão, sofreu uma reforma progressiva em que sete tipos diferentes de espaços comunitários, cada um projetado por um arquiteto diferente, foram construídos dentro de uma grade espacial pré-definida. Historicamente, havia muitas questões sociais na área, em grande parte em relação ao seu lucrativo mas perigoso mercado negro e como área de prostituição. Uma vez que a atividade ilegal foi erradicada em 2005, a passagem subterrânea apresentou uma grande oportunidade de redesenvolvimento social, e o projeto resultante - o Centro Koganecho - enfatizou um antigo compromisso cultural japonês, onde o que uma vez foi quebrado é usado para fazer algo novo .

© Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu + 23

CIUDADES [en]VISIBLE: Conheça os vencedores e menções deste concurso que propõe habitação social para Lima

... não é apenas um convite ao projeto arquitetônico, mas também para refletir e questionar nosso compromisso profissional com o desenvolvimento dos locais mais vulneráveis e a criação de cidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis.

Uma forma de tornar as cidades visíveis é intervindo nos setores esquecidos ou periféricos da cidade, bem como respondendo às necessidades mais básicas, tornando-as visíveis e fazendo um chamado de urgência. Há alguns meses anunciamos a chamada para este concurso e hoje estamos surpresos com a variedade de respostas. Também é interessante ver como participantes de outros países vêem o Peru de fora e o que eles propõem à realidade. Uma grande contribuição, pois dessa forma ampliamos as possibilidades de intervir com múltiplas perspectivas na construção de projetos com/para a sociedade.

CIUDADES [en] VISIBLE é um concurso que convidou arquitetos, engenheiros, estudantes ou profissionais, a projetar de comum acordo com as famílias beneficiadas: a família Salazar, a família Acarraz, a família Teccse, a família Huamán, a família López. Cinco famílias, cinco casas. Habitação é em si uma necessidade básica, no qual este concurso é ao mesmo tempo um laboratório para a cidade em busca de outras soluções para a construção planejada de habitação em um país como o Peru, onde cerca de 70% das casas são auto-construídas. O lugar de intervenção é a Comunidade 3 de dezembro, localizada ao sul da cidade de Lima, no distrito de Lurin.

Micro Escola Urbana | Hortas em Condomínios

Micro Escola Urbana (Verão 2018)

O coletivo Translab.urb (que desenvolve projetos no campo da experimentação e prática em Inovação Social Urbana), se une às equipes do JUSTO e da Minha Porto Alegre, propondo atividades para despertar o interesse em assuntos ligados a construção de uma cidade sustentável.

Contrariando a ideia de que o Centro fica vazio aos finais de semana (ainda mais no verão), fizemos dois encontros no JUSTO nos sábados 20 e 27 de Janeiro, no final da tarde, das 17h às 19h, abertos para moradores da região e de toda a cidade, e foi um sucesso.

Agora em Fevereiro repetimos a

Paraisópolis ganha horta comunitária com apoio de moradores

Com a missão de estimular a produção sustentável de hortaliças e promover a alimentação saudável, o Instituto STOP Hunger, mantido pelo Grupo Sodexo, lançou na última semana o projeto Horta na Laje, sediado na União dos Moradores da Comunidade de Paraisópolis.

Com o apoio da Associação das Mulheres de Paraisópolis, do Instituto Escola do Povo e da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, o projeto prevê a formação de jovens e mulheres em técnicas de plantio no vaso, para que possam desenvolvê-las em suas casas, com o objetivo de garantir a autonomia, do empoderamento e da autorrealização e do estímulo à participação ativa na comunidade.

Mirante "Kaymanta": arquitetura participativa no Equador

Em 2015, três arquitetas italianas - Agnese Grigis, Chiara Oggioni e Marta Petteni - viajaram ao Equador para desenvolver um projeto participativo junto à comunidade de Cachiviru, localizada no Lago de San Pablo, em Otavalo. O nome do projeto é 'Kaymanta', que no idioma Kichwa significa "daqui", e se trata de um molhe-mirante que tem como objetivo ativar uma série de processos que gerem benefícios em longo prazo para a comunidade.

Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni + 17

Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador

Junto à assessoria técnica de ENSUSITIO Arquitectura, o escritório acadêmico Con lo que hay da Faculdade de Arquiteturam, Design e Artes da Pontifícia Universidade Católica do Ecuador (FADA-PUCE) compartilha conosco o processo de projeto e construção de seu sexto projeto: a Capela San José de Oales na comunidade agrícola equatoriana de mesmo nome.

"Comunidade que se respeita tem uma capela", proclamaram os vizinhos ao encarregar a construção, antes de deixar claro seu categórico repúdio à tipologia convencional da capela. Em resposta, Con lo que hay optou por resgatar a estreita relação que a comunidade desenvolve com a natureza, a agricultura e sua coesão familiar para o projeto final. Tal como a visão da natureza como pai e mãe, tudo gira em torno dela: uma grande árvore altar atua como eixo central de uma estrutura atirantada, onde os fiéis estão dispostos radialmente em torno dele.

"Quando a arquitetura não se reduz aos espaços, mas a como estes são concebidos, isso dá a voz necessária aos sem voz. Das mães, suas famílias e campos nasce esta capela", explica Enrique Villacis Tapia de ENSUSITIO.

Capela San José de Oales. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura Etapa de construção. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura Etapa de construção. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura Ateliê "Con lo que hay" 6. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura + 32

Retrospectiva: 8 anos de projetos sociais e urbanos

Nos últimos oito anos o mundo vivenciou mudanças importantes -- catástrofes naturais, aquecimento global, guerras,doenças, crises econômicas e políticas, entre outras coisas -- que tiveram um impacto direto no modo como habitamos nosso planeta e, portanto, no modo como arquitetos e urbanistas lidam com projetos comunitários. 

A importância da arquitetura socialmente engajada foi destacada pela escolha de Alejandro Aravena ao Prêmio Pritzker deste ano, um arquiteto cuja obra carrega a ideia de um profissional ativo e comprometido com a luta por um ambiente urbano democrático. Esta ideia também é refletida pela missão do ArchDaily: "melhorar a qualidade de vida das 3 bilhões de pessoas que se mudarão para as cidades nos próximos 40 anos, proporcionando inspiração, conhecimento e ferramentas para os arquitetos que enfrentarão o desafio de projetar para elas."

Portanto, em celebração ao 8° aniversário do ArchDaily, nossa equipe de projeto selecionou 24 projetos exemplares, dividiros em 3 categorias. Cada um destes projetos, publicados ao longo dos últimos 8 anos, se dedica a atender as necessidades sociais, comunitárias e cívicas dos contextos onde estão inseridos.

Sete lições sobre ganhar confiança da comunidade no desenho participativo

Continuando nossa cobertura de Espaços de Paz 2015 em Venezuela, lhes apresentamos uma série de reflexões sobre os desafios que representa o trabalho com uma comunidade quando falamos de desenho participativo sobretudo quando as gerações mais jovens de arquitetos latino-americanos começam a mostrar interesse e dedicação por esta forma de metodologia.

Durante uma semana, percorremos os projetos em construção do Espaços de Paz em Caracas, Barquisimeto, San Carlos, Cumaná e La Guaira: todos localizados em bairros socialmente frágeis e comunidades desconfiadas de intervenções deste tipo por promessas anteriores jamais cumpridas. Por isso, aproveitamos esta oportunidade para refletir e conversar com arquitetos e vizinhos, tentando responder uma das perguntas fundamentais por trás da fotografia do final feliz: como realmente de ganha a confiança ao trabalhar com comunidades?

Conheças as lições a seguir.

Espaços de Paz em Cumaná. Imagem © José Tomás Franco Espaços de Paz em Cumaná. Imagem © José Tomás Franco Espaços de Paz em Cumaná. Imagem © José Tomás Franco Espaços de Paz em La Guaira. Imagem © Nicolás Valencia M. + 15

CatalyticAction projeta parques infantis para crianças refugiadas no Líbano

"Dentro de programas humanitários as crianças muitas vezes se tornam invisíveis." (Marc Sommers)

A guerra civil na Síria obrigou milhares de famílias a deixarem suas casas em busca de lugares seguros para continuar suas vidas. Muitas famílias se mudaram para o Líbano, onde a ONU ergueu uma série de assentamentos informais. Embora eficaz no fornecimento de abrigo, eles não fornecem soluções específicas para crianças, muitas dos quais tiveram seus estudos interrompidos e não têm espaços públicos equipados para praticar esportes e interagir com outras crianças.

Em resposta a esta situação, os arquitetos da CatalyticAction projetaram e construíram um parque infantil em uma das escolas desenvolvidas pela Fundação Kayany e pelo Centro de Engajamento Cívico e Serviços Comunitários da Universidade Americana de Beirute, envolvendo crianças ao longo de todo o processo e permitindo que a estrutura seja facilmente desmontada, transportada e remontada ou reaproveitada.

Cortesia de CatalyticAction Cortesia de CatalyticAction Cortesia de CatalyticAction Cortesia de CatalyticAction + 23

Arquitetos que fazem ver uma esperança (para a comunidade e para a profissão)

Seguindo nossa cobertura de Espaços de Paz 2015 na Venezuela, refletimos em torno da crise da figura do arquiteto que trabalha em abstrato ao território e seus problemas, e o fortalecimento de uma arquitetura coletiva, honesta e eficiente, que não só beneficia as comunidades afetadas mas que, indiretamente, vem 'regenerando' a maneira com que exercemos nossa profissão.

Em tempos de crise, a necessidade de avançar nos obriga a movermos. Ainda que as problemáticas latinoamericanas estimulam a geração de instâncias que permitam melhorar a qualidade de vida dos bairros mais vulneráveis. Os arquitetos -que são abundantes na região- vêem-se pressionados a ampliar seu campo de ação e a buscar novos espaços férteis para exercer. Esse encontro de forças não só traduz-se em um aporte real a uma determinada comunidade, mas revela sutilmente uma mudança na maneira que enfrentamos o exercício de fazer arquitetura.

Frente a um encargo de alta complexidade que deve responder a pessoas com necessidades urgentes e recursos limitados, o arquiteto latinoamericano vê-se obrigado a trabalhar baseado na eficiência e no trabalho em equipe, resgatando suas virtudes essenciais para pô-las a serviço do ser humano. Virtudes que são básicas para demonstrar que nosso trabalho é fundamental, e não somente nas zonas esquecidas da cidade.

Por que o arquiteto na América Latina parece estar voltando às origens?

Espaço de Paz em Punta Arenas, Venezuela (2015). Imagem © Veo Productores Espaço de Paz em Punta Arenas, Venezuela (2015). Imagem © Veo Productores Espaço de Paz em Punta Arenas, Venezuela (2015). Imagem © Veo Productores Espaço de Paz em Punta Arenas, Venezuela (2015). Imagem © Veo Productores + 11

5 Razões pelas quais os arquitetos deveriam ser voluntários

Patrick McLoughlin é um dos fundadores do Build Abroad, uma organização voluntária que oferece serviços de arquitetura e construção em nações em desenvolvimento. Neste artigo, originalmente publicado em Archi-Ninja, McLoughlin compartilha cinco razões por que arquitetos devem se envolver em organizações deste tipo.

Muitos escritórios de arquitetura colaboram com organizações não governamentais no auxílio a países em desenvolvimento. A A.gor.a Architects , por exemplo, está atualmente projetando e construindo uma nova clínica médica que proporcionará atendimento médico a refugiados e imigrantes na Birmânia. O Auburn University Rural Studio, por sua vez, trabalha com arquitetos e estudantes para construir residências em comunidades rurais e, ao mesmo tempo, instiga a ação comunitária, a colaboração e a sustentabilidade.

Diversas organizações também facilitem a construção voluntária. A Architecture for Humanity oferece serviços de arquitetura, planejamento e projeto voltados para a reconstrução após desastres naturais. A Architects without Borders é uma operação global que oferece uma assistência de projeto ecologicamente sensível e culturalmente apropriada para comunidades carentes.

Ao longo da última década, o voluntariado em outros países se tornou muito popular e uma parte importante da indústria da arquitetura e da construção. O voluntariado oferece oportunidades de curto e longo prazo para experienciar uma nova cultura e, ao mesmo tempo, dar um retorno à comunidade. A construção voluntariada oferece o potencial de um impacto mais duradouro nas comunidades em questão. Patrick McLoughlin, cofundador do Build Abroad descreve os seguintes benefícios e como podemos fazer a diferença.

Construção de presépios em Burkina Faso: uma tradição natalina que ensina arquitetura às crianças

Em Burkina Faso, a fabricação de presépios natalinos é uma importante tradição que tem como protagonistas as crianças. Todos os anos elas formam equipes para construir estes modelos em grande escala, alcançando quase a própria altura, em uma espécie de competição sadia que estimula a criatividade através do desenho e construção colaborativa.

Como resposta a esta iniciativa, o espanhol Albert Faus liderou um grupo de arquitetos para criar o Kamba Zaka, um projeto que pretende levar este interesse arquitetônico um passo adiante. Em seus ateliês, os arquitetos não apenas ensinam conceitos relacionados à disciplina, mas também apresentam às crianças materiais e técnicas construtivas vernaculares para que elas possam valorizá-las e praticá-las em construções reais no futuro.

Saiba mais sobre esta incrível experiência, a seguir.

Cortesia de Albert Faus Cortesia de Albert Faus Cortesia de Albert Faus Cortesia de Albert Faus + 30

Arquitetos e mulheres "Khmer" constroem um centro comunitário utilizando tecido e concreto

Utilizando um inovador método de esvaziamento de concreto em moldes leves de tecido, os arquitetos do Orkidstudio - junto a StructureMode - se associaram com um grupo de mulheres Khmer em Sihanoukville, Camboja, para reconstruir um centro comunitário no coração urbano da cidade.

A técnica foi desenvolvida e provada meses antes pelos engenheiros do StructureMode, combinando provas físicas e a análise computacional através do software Oasys GSA Suite, com o qual foram capazes de predizer o estiramento requerido do tecido para logo derramar o concreto em seu interior. Para completar o processo em conjunto, as mulheres alfaiates e os construtores puderam compreender a sequência da construção da cofragem através de croquis tridimensionais, assim o projeto foi concluído em apenas oito semanas.

Courtesy of Orkidstudio Courtesy of Orkidstudio © Lindsay Perth © Lindsay Perth + 39

Identificar padrões idiossincráticos: uma maneira de conservar a identidade

Por Daniela Hidalgo, arquiteta, mestre em arquitetura e planejamento rural. Candidata ao doutorado na Universidade de Tsinghua, Pequim. Trabalhou no escritório do arquiteto japonês Kengo Kuma. Atualmente é pesquisadora da Universidade de Tsinghua.

Os padrões idiossincráticos são uma série de variáveis constantes de traços, temperamento, caráter etc., distintivos e próprios de um indivíduo ou coletivo. Antes de iniciar uma proposta, o planejador deveria realizar um estudo de como as pessoas interatuam no espaço para, assim, conhecer os limites da comunidade. Isto é, identificar os locais por onde as pessoas mais circulam, atividades e pontos de interesse. Além disso, buscar padrões de porquê um espaço é bem quisto ou não por seus habitantes. E, finalmente, mapear como as pessoas realizam qualquer tipo de atividade comum no espaço. 

Escolas para crianças refugiadas na Jordânia construídas com andaimes e areia

Utilizando o solo "sob seus pés" a organização Pilosio Building Peace, juntamente com os arquitetos Pouya Khazaeli e Cameron Sinclair, desenvolveu o projeto RE:BUILD, um sistema construtivo que permite edificar estruturas seguras e confortáveis em campos de refugiados. O sistema permite a construção de edificações temporárias de alta qualidade através do uso de painéis feitos a partir de andaimes e telas metálicas, que são, então, montados e preenchidos com cascalho, areia ou terra, criando ambientes internos bem isolados e de baixo custo.

A estrutura pode ser usada em hospitais, habitações e outros tipos de edificação, porém, apresentamos a seguir duas escolas construídas a partir desse sistema na Jordânia

Campo de Refugiados de Za'atari, Jordânia. Cortesia de Pilosio Building Peace Campo de Refugiados de Za'atari, Jordânia. Cortesia de Pilosio Building Peace Parque Queen Rania, Amman, Jordânia. Cortesia de Pilosio Building Peace Parque Queen Rania, Amman, Jordânia. Cortesia de Pilosio Building Peace + 53

As impressionantes estruturas artesanais de Nikolay Polissky

Nascido em 1957 em Moscou, o artista Nikolay Polissky desenha e constrói impressionantes estruturas artesanais em meio à vasta paisagem de seu país. Suas obras se localizam, em sua maioria, na cidade de Nikola Lenivets, a 200 quilômetros da capital russa, e são construídas pelos moradores da região. Para a construção, o artista utiliza materiais locais e de reuso, principalmente galhos, troncos e tábuas de madeira, tomando como ponto de partida técnicas construtivas tradicionais.

Seu trabalho é inspirador não apenas por seus aspectos formais, mas também por ter reanimado uma vila semi-abandonada através da arte e da arquitetura, envolvendo os habitantes em processos criativas e transformando a região em uma espécie de centro cultural aberto. Desde 2003, suas obras fazem parte do Archstoyanie, maior festival de Land Art da Rússia.

Gates of Perm (2011). Imagem © Tima Radya Hyperboloid / Volcano (2009). Cortesia de Nikolay Polissky Lighthouse (2004). Cortesia de Nikolay Polissky Media tower (2002). Cortesia de Nikolay Polissky + 39