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Cobertura: O mais recente de arquitetura e notícia

Coberturas descoladas do volume: condicionamento climático em 13 projetos brasileiros

Casa do Mel / Estudio Flume. Foto: Casa do Monte / Gávea Arquitetos. Foto: © Federico CairoliCasa do Alento / Mariana Orsi Arquitetura + Design. Foto: © Felipe Araujo CorreiaCasa Campinarana / Laurent Troost Architectures. Foto: © Leonardo Finotti+ 31

Sombra e ventilação contínua são alguns dos benefícios que uma cobertura elevada pode proporcionar. Esta é uma estratégia de condicionamento climático que proporciona o resfriamento e combate a umidade, por isso, muitas vezes arquitetos e arquitetas brasileiros optam por tal solução ao lidar com o clima tropical. 

Casas brasileiras: 9 residências com coberturas de uma água

Mais simples de construir, porém menos comuns que os tradicionais telhados de duas águas, as coberturas de apenas uma água - ou meia água, como são conhecidas em alguns lugares no Brasil - são conformadas por um único plano inclinado, responsável pelo escoamento das águas pluviais.

Casa de Meia Encosta / Denis Joelsons + Gabriela Baraúna Uchida. Imagem: © Pedro KokCasa Praia Vermelha / Nitsche Arquitetos. Imagem: © André ScarpaCasa Terraço / David Guerra. Imagem: © Jomar BragançaResidência em Gonçalves / André Vainer Arquitetos. Imagem: © Tuca Reines+ 10

Dominique Perrault vence concurso para a cobertura de uma das quadras de Roland Garros

Dominique Perrault Architecture venceu o concurso para projetar a nova cobertura retrátil da quadra de tênis Suzanne Lenglen. Melhorando a experiência do público no “Aberto da França”, a “intervenção arquitetônica não só cria uma cobertura mas propõe um conjunto de grande envergadura cuja silhueta dialoga tanto com a paisagem local como com a arquitetura do edifício existente”.

Cortesia de DOMINIQUE PERRAULT ARCHITECTCortesia de DOMINIQUE PERRAULT ARCHITECTCortesia de DOMINIQUE PERRAULT ARCHITECTCortesia de DOMINIQUE PERRAULT ARCHITECT+ 13

Morando nas alturas: 7 habitações de até 65m² em sótãos, áticos e coberturas

Quando falamos em áticos e sotãos, é comum associarmos a espaços habitacionais - em residências e edifícios - subutilizados, como depósitos ou destinados exclusivamente a abrigar sistemas de infraestrutura. No entanto, ao pensarmos no atual reaproveitamento dos tradicionais áticos dos edifícios parisienses do século XIX em moradias, percebemos que estes espaços podem ser reimaginados e com criatividade abrigar espaços residenciais surpreendentes. 

Casas brasileiras: 13 terraços que ampliam a conexão com o exterior

Casa das Jabuticabeiras / Terra e Tuma Arquitetos Associados - © Pedro KokCasa Box / Flávio Castro - © Pedro KokResidência Casa da Árvore / ARKITITO Arquitetura - © Vivi SpacoCasa em Cotia / UNA Arquitetos - © Nelson Kon+ 14

Ao imaginar a cobertura de um edifício ganhando uso, dificilmente se pensa nas residências unifamiliares. Tornar habitável o último nível das construções nem sempre é uma opção ou destacado como uma possibilidade, assim, perde-se a oportunidade de criar espaços de contemplação e encontro, que permitem uma relação maior com o exterior e o próprio clima. Aqui reunimos 13 exemplos de terraços realizados em casas brasileiras que demonstram como este espaço pode ser utilizado independente de seu tamanho.

Casas brasileiras: 12 residências com telhas metálicas

Nos últimos anos, as telhas metálicas têm ganhado cada vez mais espaço em projetos arquitetônicos, da escala industrial à residencial, sobretudo quando existe a necessidade de aliviar as cargas sobre a estrutura ou a presença de grandes vãos. Na arquitetura residencial, a solução pode ser uma alternativa às tradicionais telhas cerâmicas por apresentar baixo custo, rápida instalação e uma considerável variedade de tipos e modelos disponíveis no mercado.

Casa Pasargada / Bernardo Horta Arquiteto + Meius Arquitetura. Imagem: © Daniel MansurCasinha / Daher Jardim Arquitetura. Imagem: © Haruo MikamiCasa Galpão / Marcos Franchini + Nattalia Bom Conselho. Imagem: © Jomar BragançaResidência FT / Reinach Mendonça Arquitetos Associados. Imagem: © Nelson Kon+ 13

O "bom, o mau e o feio" dos sistemas solares fotovoltaicos

Courtesy of AEC Daily
Courtesy of AEC Daily

À medida que cresce a preocupação com a contribuição dos combustíveis fósseis ao aquecimento global, a energia solar é uma fonte de energia cada vez mais atraente devido às suas emissões zero e suprimento infinito. À medida que os construtores passam a incorporar sistemas de energia solar em seus projetos, muitas opções estão disponíveis para aproveitar a energia do sol em instalações comerciais e industriais. Enquanto o curso da AEC Daily sobre "O bom, o mau e o feio" (The Good, the Bad, & the Ugly) dos sistemas solares fotovoltaicos possa não ser um espaguete ocidental dos anos 60, ele o guiará pelo oeste selvagem dos processos e opções de instalação.

Como funcionam as telhas fotovoltaicas?

O funcionamento das telhas solares, ou telhas fotovoltaicas, acontece da mesma forma que os painéis fotovoltaicos, já bastante utilizados na construção civil. A diferença está na montagem, já que essas fazem parte da construção do telhado desde seu início, ou seja, são projetadas em conjunto à nova cobertura enquanto os painéis são parafusados em uma cobertura existente.

As telhas são compostas por células fotovoltaicas que, no momento em que recebem luz solar, criam um campo elétrico capaz de fornecer energia elétrica para ser utilizada no interior da construção, já que as placas fotovoltaicas são conectadas através de cabos elétricos até o quadro de força.

Casas brasileiras: 12 residências com teto-jardim

Ocupar a cobertura das edificações é um feito milenar, no entanto, apenas com o movimento moderno e os cinco pontos da arquitetura de Le Corbusier é que a "quinta fachada" começou a ser explorada em todo o seu potencial. Pilotis, planta livre, janela em fita e fachada livre elementos estruturais se uniam ao uso da cobertura como jardim para constituir as diretrizes para a nova arquitetura. O modernismo enquanto linguagem universal ruiu, mas permanecem na arquitetura contemporânea vários de seus preceitos.

Casa PJ / PRISCILLA MULLER, Studio Arquitetura e Design

© Eduardo Macarios© Eduardo Macarios© Eduardo Macarios© Eduardo Macarios+ 34

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  890
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2018
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Hunter Douglas, Artefacto, Construtora Green Wood, Jader Almeida, NPK, +5

Anunciados vencedores do concurso para cobertura de um Anfiteatro Romano em Verona

Os resultados de um concurso para propor uma cobertura sobre a Arena di Verona, Itália, foi anunciado. Três vencedores foram escolhidos de um total de oitenta e sete propostas para cobrir o famoso anfiteatro, um símbolo definidor da cidade de Verona. O concurso foi anunciado em março de 2016 para proteger o monumento romano dos elementos e garantir que ele continue a oferecer entretenimento de qualidade aos espectadores, dois mil anos após sua construção.

Proposta vencedora de GMP. Cortesia de City of Verona Press OfficeProposta vencedora de GMP. Cortesia de City of Verona Press OfficeSegundo lugar, por Vincenzo Latina. Cortesia de City of Verona Press OfficeTerceiro lugar, por Roberto Ventura. Cortesia de City of Verona Press Office+ 19

Um teto verde a cada edifício: A política de Copenhague para eliminar as emissões de carbono até 2025

Em 2008 a Comissão Europeia estabeleceu que a partir de 2010 daria o título de “Capital Verde Europeia” às cidades que adotassem iniciativas sustentáveis visando tornar o meio-ambiente mais saudável. A primeira cidade a receber esse prêmio foi Estocolmo, seguida por Hamburgo (2011), Vitoria-Gasteiz (2012) e Nantes (2013).

Esse ano a Capital Verde Europeia é Copenhague, cidade que se destaca pelo incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte. Nesse sentido, um dos objetivos de seus governantes é que, até 2015, 50% da população – cerca de 541 mil habitantes – utilize a bicicleta para trajetos urbanos cotidianos. Para alcançar essa meta um Circuito Verde - onde coexistem uma linha de metrô e uma “super rota de bicicletas” – está sendo projetado.

Um segundo objetivo que a cidade se propôs é eliminar suas emissões de carbono até 2025. Para desenvolver essa ideia a cidade estabeleceu, através de planos estratégicos de sustentabilidade e mudança climática, que as coberturas dos novos edifícios (que tiverem a inclinação adequada) deverão ser, obrigatoriamente, "tetos verdes".

Saiba mais sobre essa medida e sobre os projetos urbanos incluídos nela.

Cobertura das Ruínas Arqueológicas da Abadia de St. Maurice / Savioz Fabrizzi Architectes

© Thomas Jantscher

Casa da Árvore / Kokaistudios