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Clima: O mais recente de arquitetura e notícia

Progressos em 2021 rumo à descarbonização no setor da construção civil

Foto por Danist Soh, Unsplash
Foto por Danist Soh, Unsplash

A crise climática tem sido um dos principais assuntos de 2021, tanto no discurso político quanto na área da arquitetura, acompanhada por um novo reconhecimento da gravidade do problema. Durante o ano passado, o relatório do IPCC revelou as graves consequências da falta de ações paliativas, enquanto a COP26 e a cúpula do G7 resultaram em comprometimentos insuficientes com medidas imediatas e palpáveis. O setor de construção, responsável por impressionantes 39% dos gases de efeito estufa emitidos, pode trazer uma contribuição significativa para a contenção das mudanças climáticas. A seguir, as medidas de descarbonização de 2021 que afetam essa indústria.

Pavilhão Solar de John Wardle Architects com Ash Keating apresentado em A New Normal durante a Melbourne Design Week 2021. Imagens © Kristoffer Paulsen, © Kristoffer PaulsenBoston City Hall . Imagem Cortesia de Utile e Reed Hilderbrand© Frederico Torra, PLANE-SITEInstalação "The Exploded View Beyond Building" na Dutch Deisign Week. Imagem © Oscar Vinck e Jeroen van der Wielen+ 7

Arquitetura do Ártico: 17 projetos que exploram diferentes técnicas de aquecimento em espaços internos

Alguns dos projetos mais pitorescos são aqueles construídos nas montanhas; a cabine rústica envolvida por um painel de vidro do piso ao teto com vista para as árvores cobertas de neve. Visualmente, a arquitetura transpira uma sensação encantadora, mas será que estes espaços são realmente habitáveis? Quando as casas são construídas em uma elevação de 3.000 metros, instalar uma lareira isolada não é eficiente ou sustentável. Ambientes em tais altitudes, ou locais geográficos particulares exigem um tratamento minucioso, a começar pela própria arquitetura. Seja por sistemas de aquecimento hidrônicos no piso ou chaminés inseridas em paredes, este artigo explora como mesmo as condições mais extremas de frio não impediram a garantia de um conforto térmico ideal.

Clube Hotel PokoPoko / Klein Dytham architecture. Imagem © Nacasa & Partners© Peter EckertGoatbarn Lane / Renée del Gaudio. Imagem © David Lauer PhotographyCasa Eastwatch / F9 Productions. Imagem © Jason Buss+ 21

O que é uma torre de vento?

Antes que o ar-condicionado, movido a combustível fóssil, se tornasse amplamente disponível, as pessoas que viviam em climas adversos não tinham nada além de meios naturais para ventilar seus espaços e controlar a temperatura interna. Para isso, eles consideravam vários fatores externos, como sua localização, orientação em relação ao sol e ao vento, as condições climáticas da área e os materiais locais. Neste artigo, exploramos como civilizações antigas na Ásia Ocidental e no Norte da África utilizaram as torres de vento para se adaptar ao clima rigoroso da região, de forma a fornecer soluções de resfriamento passivo. As torres de vento ainda estão sendo usadas na arquitetura contemporânea, provando que as abordagens locais para adaptabilidade climática são fundamentais para o desenvolvimento do ambiente construído de hoje.

© Amer Jaber© Shervin Abdolhamidi / BBC© Shervin Abdolhamidi / BBCTipos de torres de vento de acordo com as posições das lâminas . Imagem © Parham Kheirkhah Sangdeh and Nazanin Nasrollahi+ 18

Por que “infraestrutura leve” é crucial para um mundo pós-carbono

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Dias atrás em Santa Monica, Califórnia, visitantes sentaram-se no pátio sombreado do lado de fora da Prefeitura Leste, esperando por compromissos. Uma delas comeu um gomo da laranja que pegou da árvore acima dela e contemplou as pinturas, fotografias e montagens do outro lado do vidro. A exposição, Lives that Bind, apresentou obras que relatavam o apagamento e sub-representação de artistas locais no passado de Santa Monica. Ela é parte de um esforço do governo municipal para usar o novo Living Building (projetado por Frederick Fisher and Partners) como um catalisador para a construção de uma comunidade ambiental, social e economicamente autossustentável.

C40 e Arup apresentam iniciativas de resiliência urbana em exposição virtual na COP26

Esta semana, a rede C40—que reúne as principais grandes cidades do mundo—em parceira com a empresa de engenharia e sustentabilidade Arup, inaugurou uma exposição virtual apresentando uma série de iniciativas que procuram promover a resiliência urbana frente aos desafios provocados pelas mudanças climáticas, as quais foram desenvolvidas em 11 cidades comprometidas com a causa. Considerando que as cidades são responsáveis por mais de 70% das emissões globais de carbono, a Exposição Global Cities Climate Action tem como objetivo destacar a importância do engajamento das maiores cidades do planeta para alcançarmos as metas climáticas estabelecidas, o que será possível apenas através de uma atuação conjunta, integrada e sustentável.

Cortesia de Arup and C40Cortesia de Arup and C40Cortesia de Arup and C40Cortesia de Arup and C40+ 5

Pavilhão virtual Build Better Now na COP26 apresenta projetos sustentáveis e inovadores

O pavilhão virtual Build Better Now foi aberto ao público durante a COP26, apresentando dezessete projetos sustentáveis que demonstram as oportunidades do ambiente construído para enfrentar a crise climática. A iniciativa, dirigida pelo UK Green Building Council, surge como uma chamada global para ações climáticas, destacando o compromisso da indústria da AEC com a prática sustentável em um cenário mundial, especialmente considerando que este ano a COP26 dedicou um dia a edifícios e cidades.

Monash Woodside Australia. Image © Michael KaiPowerhouse Brattørkaia. Image © Ivar KvaalTECLA. Image © CorazzaInstituto Favela da Paz Sao Paulo Brazil. Image © Favela da Paz Institute+ 15

Ação climática ambiciosa dos países do G20 pode limitar o aquecimento global a 1,7°C

O relatório de 2021 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) deixou muitos de nós questionando se o mundo pode de fato manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C, o limite que os cientistas consideram seguro para evitar os impactos mais perigosos das mudanças climáticas. Uma nova pesquisa do WRI e da Climate Analytics mostra que os países do G20, que respondem por cerca de 75% das emissões globais de gases de efeito estufa, podem conduzir o mundo em direção a essa meta – se aumentarem consideravelmente sua ambição.

Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática

Desde que o acordo de Paris foi firmado em 2015, minimizar os efeitos e consequências das mudanças climáticas em curso no planeta tem sido, pelo menos declarativamente, um objetivo comum em todo o mundo; no entanto, as ações que estão sendo tomadas variam amplamente de país para país. Pensando nisso, as principais grandes cidades do planeta decidiram se posicionar e partir para a ação ao invés de apenas esperar ordens de cima. Fato é que muitas das iniciativas levadas a cabo pelas administrações municipais e regionais acabam sendo neutralizadas pelo consequente aumento das emissões de carbono em outras regiões do país e do mundo. Além disso, é importante ressaltar que a vulnerabilidade e a capacidade de adaptação frente às consequências do agravamento da crise climática varia muito de lugar para lugar. Procurando esclarecer e discutir o conceito de desigualdade ambiental, este artigo chama a atenção para o fato de que a crise climática só pode ser combatida de maneira eficaz através de um esforço global conjunto, coordenado e transdisciplinar.

Como as cidades estão assumindo um papel central no combate à crise climática© Raimund Koch. Imagem Nova IorqueMajuro Atoll Marshall Islands. ImagemFavela em Bangladesh. Imagem Cortesia de UN Habitat+ 6

Edifícios com consumo de energia zero são a chave para enfrentarmos os desafios do futuro

Em seu mais recente relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) afirma que o aumento da temperatura média global em 1,5ºC será essencialmente inevitável ao longo das próximas décadas. Embora tenhamos que aceitar e conviver com esta realidade, a questão agora é se seremos capazes de inverter esta tendência para evitar um acréscimo ainda maior—que é para onde estamos apontando hoje segundo o IPCC. O relatório informa ainda que, para limitarmos o aumento da temperatura global em apenas 1,5ºC, não poderemos superar em hipótese alguma, a quota das 420 gigatoneladas em emissões de gases do efeito estufa. Acontece que, de acordo com os cálculos do IPCC, se mantivermos o nosso atual passo em matéria de emissões, atingiremos esta meta com facilidade até o ano de 2030. Isso significa que precisamos eliminar com urgência o uso de combustíveis fósseis e investir amplamente na construção de usinas de energia de fontes renováveis para abastecer nossos veículos, casas e cidades.

Cortesia de SMA x ECO Town Harumidai, Sakai City, Japan, Daiwa House Industry Company, Ltd.Cortesia de SMA x ECO Town Harumidai, Sakai City, Japan, Daiwa House Industry Company, Ltd.Cortesia de Trent Basin, Nottingham, UK. Blueprint Regeneration, Martine Hamilton KnightCortesia de Belfield Townhomes, Philadelphia, Pennsylvania, USA. Onion Flats+ 12

Preparando as cidades para o pior cenário: os desafios urgentes das mudanças climáticas

O recente agravamento das mudanças climáticas e os decorrentes desastres naturais que cada dia mais frequentemente assolam o nosso planeta, juntamente com a contínua exploração predatória dos recursos naturais e os poucos esforços que têm sido feitos para diminuir a emissão de gases do efeito estufa, levantam uma preocupação crescente sobre o futuro da vida nas cidades. Para além de todos os esforços necessários para minimizarmos o agravamento das mudanças climáticas em curso, se faz iminente que comecemos a pensar e desenvolver estratégias que nos permitam preparar nossas cidades para os inevitáveis desafios que estão chegando, como aumento dos níveis das marés e das inundações por um lado, e a seca e o calor extremo de outro. Pensando nisso, o artigo a seguir nos convida a pensar e refletir como poderíamos construir cidades mais resilientes, permitindo que as mesmas se adaptem e se transformem em resposta aos desafios do futuro.

Bryggervangen and Sankt Kjeld’s Square in Copenhagen. Imagem © SLAThe Oasys by Mask Architects. Imagem Cortesia de Genc Design StudioLinear park regenerates Mexico City's historic Grand Canal. Imagem © Onnis LuquQunli Stormwater Wetland Park in Chinaby Turenscape. Imagem Cortesia de Turenscape+ 7

Feliz Dia Mundial da Arquitetura!

Criado pela Union International des Architects (UIA) em 2005 - buscando destacar a responsabilidade coletiva dos arquitetos em relação ao futuro de nossas cidades - o Dia Mundial da Arquitetura é celebrado na primeira segunda-feira do mês de outubro.

Este ano, o tema eleito pela UIA é "Architecture, Building, Climate" (Arquitetura, Construção, Clima), que busca destacar o papel essencial da arquitetura, do projeto e do urbanismo na redução das emissões de gases de efeito estufa. "A grande responsabilidade dos arquitetos no mundo de hoje é cuidar dos recursos naturais do planeta, buscando diminuir a produção de lixo e reciclar. Estes profissionais devem utilizar os recursos que se encontram em nível local de maneira inovadora e simples."

Acreditamos que através de pequenas operações, baseadas simplesmente no sentido comum, os arquitetos podem fazer a diferença e gerar grandes mudanças. Convidamos nossos leitores a celebrar este dia revisitando uma seleção de projetos que levantaram esta bandeira e contribuíram significativamente na proteção de nosso meio ambiente.

Prefeitura do Rio de Janeiro aponta caminhos para enfrentar as mudanças climáticas

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, apresentou recentemente o Programa Rio Resiliente, estratégia que aponta as principais orientações da cidade para enfrentar impactos causados por mudanças climáticas e desafios urbanos nas próximas décadas. Elaborado com a participação de funcionários de 40 órgãos municipais, o programa será coordenado pelo Centro de Operações Rio (COR).

De acordo com Paes, a prefeitura está atenta às cinco prioridades definidas no Protocolo de Quioto, documento assinado em 2005, no Japão, por representantes de 168 países membros das Nações Unidas.

Os pontos mais importantes são prioridade para redução de risco de desastre, conhecimento do risco e adoção medidas, desenvolvimento de maior compreensão e conscientização, redução do risco e fortalecimento da preparação em desastres para respostas eficazes.