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Acessibilidade: O mais recente de arquitetura e notícia

É possível construir uma sociedade mais justa através da arquitetura?

Acessibilidade e mobilidade são dois termos que quando analisados sob a óptica da disciplina da arquitetura, evocam dois universos opostos. De um lado, a flexibilidade das redes de transporte; a abrangência dos sistemas de circulação; e o desempenho técnico e eficiência deste conjunto de elementos. Por outro lado, acessibilidade e mobilidade também significam a capacidade de um projeto em promover uma maior variedade de narrativas socioeconômicas; sua adaptabilidade quanto a oscilações de programa e função dos edifícios; e a resiliência para manter-los úteis e produtivos entre as constantes flutuações das dinâmicas sócio-econômicas de uma cidade.

7 Dicas para criar cidades para os pedestres

A Associação de Pesquisa e Planejamento Urbano de San Francisco (SPUR), é uma ONG que se dedica a elaborar estratégias que procuram melhorar a qualidade de vida urbana, especificamente nas cidades que conformam a região da Baía de San Francisco.

Os espaços livres da cidade e a liberdade das crianças: novos caminhos para a infância ao ar livre

A temática da ausência da criança na cidade contemporânea, e a busca por soluções que permitam sua mobilidade com mais autonomia e divertimento, norteou um estudo com cerca de 130 crianças, de 7 a 12 anos, de diferentes classes sociais, moradoras do distrito da Consolação, na cidade de São Paulo. Depois de caminhar, conversar e desenhar com as crianças um percurso ideal entre a praça e a escola, foi desenvolvida uma proposta de intervenção [2], que costura os bairros de Vila Buarque e Higienópolis e pretende trazer os pequenos para brincarem em grupo, ao ar livre, todos os dias.

Sobre acessibilidade e a Expo 2020: “Expo Dubai acessível a todas as pessoas”

A Expo Dubai 2020 mostrará novos níveis de acessibilidade, garantindo que o tema seja pensado nas primeiras etapas do desenho e que a abordagem esteja ancorada no projeto e no programa. Com a ajuda da empresa britânica de consultoria Direct Access, especializada em incorporar requisitos de acessibilidade em projetos arquitetônicos, a exposição implementará soluções para problemas enfrentados regularmente.

Como projetar e calcular uma rampa?

Já sabemos que, a partir de suas diferentes possibilidades de projeto, uma rampa permite superar as barreiras físicas nas áreas urbanas e arquitetônicas.

Apesar de consistir basicamente de uma superfície contínua que vence uma diferença de altura, com um determinada inclinação, é necessário destacar uma série de especificações construtivas e, como sabemos, as normativas mínimas relativas ao desenho das rampas variam em cada local. Os seguintes esclarecimentos pretendem auxiliar e determinar as dimensões apropriadas para rampas gerais confortáveis e eficientes para todos, a partir de considerações de acessibilidade universal.

Até que ponto a inclinação de uma rampa pode variar? Como determinar sua largura e espaços de manobra? Quais considerações existem para os corrimãos? Revise alguns exemplos de cálculo e desenho para diferentes rampas, abaixo.

Sinalização de desenho universal: o primeiro passo para cidades mais acessíveis

De todas as ações que uma cidade pode realizar para melhorar de forma rápida a orientação de pedestres, uma das opções mais pertinentes poderia ser o desenvolvimento de um sistema de sinalização integral - evidência implícita nos casos de Legible London, WalkNYC em Nova Iorque ou o Rio a Pé no Rio de Janeiro.

Agosto no ArchDaily: Acessibilidade

Na arquitetura, "acessibilidade" denota mais frequentemente o usuário final e o ato imperativo de desenhar os espaços, edificios e cidades de acordo com os princípios de desenho universal. Um aspecto cada vez mais central da arquitetura, o ethos da arquitetura acessível foi bem captado pelo arquiteto Ronald Mace, que questiona: “se não estamos projetando para seres humanos, para quem estamos projetando? Vamos projetar todas as coisas, o tempo todo, para todos. É para onde estamos indo."

Cidades e o equilíbrio entre oportunidades e deslocamentos

Emmanuel sai de casa com as duas filhas às 5h todas as manhãs. Eles pegam um mini ônibus da sua casa em Awoshie, um bairro residencial de Accra, em Gana, até a região de negócios onde Emmanuel trabalha. A viagem de ida e volta geralmente custa US$0,90, o que equivale a cerca de 20% do salário médio diário em Accra, e leva bem mais de uma hora. Quando o tráfego está pesado, o custo dobra. Para economizar uma passagem de ônibus, Emmanuel às vezes coloca uma filha no colo da outra.

Trecho do BRT de Belo Horizonte mostra a importância da acessibilidade

Melhorar o transporte público requer um olhar atento não apenas para os veículos e as linhas, mas para como as pessoas entram e saem deles. Com frequência se vê o planejamento urbano não levar em conta todos os tipos de pessoas e como elas usam um sistema de transporte.

Decreto estabelece que novos empreendimentos residenciais deverão prever acessibilidade

Novos empreendimentos residenciais no país deverão incorporar recursos de acessibilidade em todas as áreas de uso comum, já as unidades habitacionais devem ser adaptadas de acordo com a demanda do compradores. Os condomínios terão prazo de 18 meses para se adaptar às novas regras estabelecidas pelo Decreto 9.451, cujas diretrizes regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão.

Como projetar para a terceira idade

O fenômeno do aumento do envelhecimento da população é algo que ocorre no mundo todo. Falamos em fenômeno porque todas as pirâmides etárias estão se invertendo. Ou seja, a taxa de natalidade tem reduzido constantemente ao longo dos anos e ao mesmo tempo a expectativa de vida tem aumentado. A conseqüência disto é que o número de pessoas idosas está ficando maior que o número de crianças, por exemplo.

De acordo com o IBGE, em 2017, este número chega a mais de 30 milhões de pessoas acima do 60 anos no Brasil, correspondendo a 14,6% da população. Para termos uma noção do montante deste volume basta comparar com a população total do México que está em torno de 28 milhões, assim como da Austrália e Nova Zelândia juntas. Ou mesmo com as populações do Peru e da Venezuela que está em torno dos 31 milhões de habitantes. Estamos falando de uma população idosa no Brasil do tamanho de um país.