Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Acessibilidade

Acessibilidade: O mais recente de arquitetura e notícia

O Papel das ruas compartilhadas: Como recuperar a qualidade de vida no espaço público / Guillermo Tella e Jorge Amado

Durante o século passado temos construído as ruas para os automóveis, para assegurar o seu deslocamento. No entanto, a partir de uma mudança de paradigma no uso e fruição da rua e em consonância com os recentes debates internacionais, nossas cidades têm começado a devolver os espaços públicos aos cidadãos. Trata-se, de fato, da aplicação do conceito das "Ruas compartilhadas" que apela ao projeto de espaços nos centros urbanos para melhorar sua qualidade de vida.

Site mapeia os estacionamentos para pessoas com deficiência em Lisboa

Lisboa tem 1.448 estacionamentos reservados para pessoas com deficiência, no entanto, todas estas vagas não estão sempre à vista ou próximas dos destinos destas pessoas.

Ao menos é o que se percebe entre as colinas de Lisboa. Para facilitar a localização desses estacionamentos, este website mostra o ponto exato onde as vagas se encontram e ainda informa se um estacionamento privativo ou público.

Conheça as propostas vencedoras do Concurso "Acessibilidade para Todos" do WRI Brasil Cidades Sustentáveis

O WRI Brasil Cidades Sustentáveis promoveu o Concurso Acessibilidade para Todos para estimular o transporte ativo, superando ou minimizando os problemas de acessibilidade existentes. Arquitetos e engenheiros participaram com ideias de requalificação de espaços, equipamentos e sistemas de mobilidade urbana para três áreas da cidade. As propostas deveriam apresentar soluções para o trecho com declividade acentuada na Regional Centro-Sul (Lote 1), para áreas com calçadas estreitas da Regional Noroeste (Lote 2) e para a Estação Vilarinho de integração do transporte coletivo na Regional Venda Nova (Lote 3).

As ideias foram avaliadas por uma comissão julgadora que reuniu profissionais indicados pelo WRI Brasil Cidades Sustentáveis, BHTRANS, CREA- MG, CAU-MG/IAB- MG e uma indicada pelas pessoas com deficiência. Uma peculiaridade do Concurso é que as ideias deveriam contemplar sugestões de pessoas com deficiência.

Até 2017 Lisboa perderá um de seus ícones urbanos: a calçada portuguesa

A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou recentemente o Plano de Acessibilidade Pedonal, uma iniciativa que prevê a aplicação de 100 medidas até 2017 que facilitarão a mobilidade na capital do país. Algumas destas medidas consistem na criação de mais calçadas, ciclovias e o rebaixamento de alguns passeios, no entanto, uma das estratégias tem gerado polêmica: a retirada da calçada portuguesa.

O Plano de acessibilidade agora aprovado prevê que seja retirada a calçada portuguesa da cidade de Lisboa nos “locais onde represente um perigo”, já que esta dificulta o deslocamento das pessoas mais idosas e ou com problemas de locomoção em geral.

ABNT divulga nova norma de acessibilidade em edificações

A Associação Brasileira de Norma Técnica divulgou no dia 11 deste mês a nova Norma Brasileira NBR 9050, referente à acessibilidade em edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Válida a partir do dia 11 de outubro, a nova norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados no projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural em relação à acessibilidade universal.

O documento aborda, em suas mais de 160 páginas, desde critérios de sinalização em espaços públicos até parâmetros de ergonomia para mobiliário e equipamentos urbanos e intervenções em bens tombados pelo patrimônio histórico.

4 lições que os filmes da Pixar podem nos ensinar sobre arquitetura

Ao longo dos últimos 20 anos, os filmes da Pixar atraíram grandes públicos ao redor do mundo. Nas vendas de bilheteria em todo o mundo o seu primeiro filme, Toy Story (1995), alcançou a cifra de US$362 milhões, seguido por Vida de Inseto (1998) US$363 milhões, Toy Story 2 (1999) US$485 milhões, Monstros SA (2001) US$525 milhões, e Procurando Nemo (2003) a impressionante marca de US$865 milhões.[1] Faturando em alugueis de filmes e compras de DVDs, juntamente com direitos autorais para TV a cabo, parques temáticos e produtos que estampam seus personagens, a influência da Pixar em gerações de crianças e adultos em todo o mundo tem sido enorme. Em termos de impacto global, nenhum educador, autor, ou arquiteto chegou tão longe.

Enquanto o papel pioneiro da Pixar no mundo do cinema, das histórias e de animação gráfica já está bem documentado, suas conexões com a arquitetura ainda têm que ser exploradas. Um dos maiores talentos da Pixar está em sua habilidade de criar mundos arquitetônicos convincentes dentro do mundo humano que habitamos diariamente. Os mundos da Pixar podem se tornar uma nova ferramenta para incentivar o pensamento crítico sobre nosso ambiente.

4 meios da tecnologia melhorar a arquitetura para (e por) cegos

Sete anos após acordar sem visão, o arquiteto Chris Downey, de San Francisco, está ajudando a revolucionar o ambiente construído com tecnologias interativas otimizadas para deficientes visuais. Um dos arquitetos cegos de maior renome internacional, Downey compreende intrinsecamente as necessidades das pessoas com visão reduzida ou cegas. Como consultor de diversas organizações que se dedicam a melhorar a acessibilidade universal, Downey desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento e integração de novas tecnologias não invasivas projetadas para auxiliar o público com deficiência visual.

Em um artigo publicado recentemente na Dwell, Downey ilustra as várias tecnologias que estão sendo atualmente testadas e implementadas em San Francisco - uma cidade notória por seus desafios topográficos. Veja, a seguir, quatro tópicos da entrevista com Downey sobre como a tecnologia pode ajudar a preencher as lacunas entre a arquitetura e a acessibilidade universal.

ABCP lança manual para a construção de calçadas

Abordando algumas questões ligadas ao desenho dos espaços públicos das cidades, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) produziu e disponibilizou um guia prático para a construção de calçadas. Em 25 páginas são tratados temas como acessibilidade, estratégias de desenho, tipos de pavimentação e a criação de calçadas verdes através de textos, cálculos e ilustrações que explicam e exemplificam detalhadamente cada um dos tópicos.

Definindo a calçada ideal como "aquela que garante o caminhar livre, seguro e confortável de todos os cidadãos", o guia inicia com as principais características que uma calçada deve apresentar: ser acessível, ter uma largura adequada, apresentar fluidez e, evidentemente, proporcionar segurança aos pedestres.

Mobiliário urbano responsivo, por Ross Atkin

Visando tornar mais acessível o uso do espaço público, o designer e engenheiro Ross Atkin, fundador do escritório londrino Ross Atkin Associates, criou uma série de mobiliários urbanos que respondem às necessidades dos cidadãos. Desenvolvida para a companhia Marshalls, a ideia consiste em fazer com que os mobiliários de iluminação e informação se adequem às preferências e deficiências de cada cidadão.

Acessibilidade Universal: Berlim para todos

Por Peter Loch, que escreve de sua cadeira de rodas buscando dar visibilidade às pessoas com deficiência.

Essa típica fase que se diz a alguém que quer algo que não tem e é difícil de obter é uma expressão que pode refletir em que pé se encontra tema da acessibilidade atualmente. Em 2013 a cidade de Berlim foi eleita a cidade mais acessível do mundo, mas conseguir isso não foi fácil. Houve com um grande planejamento e não foi feito de um dia para o outro – algo que no Brasil se destaca pelas políticas de curto prazo.

Apesar de ter vencido no ano passado, Berlim não se deu por satisfeita e se impôs uma nova meta: converter-se até 2020 em uma cidade para todos. Pois é disso que se trata a inclusão. Não queremos cidades repletas de rampas, pois isso seria um remendo. É preciso pensar em uma cidade que seja construída para todos.

Guia Operacional de Acessibilidade rende prêmio da UIA à Verônica Camisão e Eduardo Alvarez

O Guia Operacional de Acessibilidade para Projetos de Desenvolvimento Urbano com Critérios de Desenho Universal, escrito pela arquiteta carioca Verônica Camisão e do uruguaio Eduardo Alvarez, ganhou a menção especial da União Internacional dos Arquitetos (UIA). A premiação acontece hoje, 6 de agosto, no 25º Congresso Mundial da UIA, em Durban, na África do Sul.

O prêmio, criado este ano pela UIA, tem com objetivo reconhecer trabalhos e pesquisas que tenham contribuído significativamente para a melhoria da qualidade de vida através da concepção do ambiente edificado centrado no usuário e na acessibilidade.

Banco do Brasil amplia possibilidades de financiamento para projetos de acessibilidade

Visando melhor as condições de acessibilidade residencial, o Banco do Brasil, através do Programa Viver sem Limite do Governo Federal, publicou uma portaria que amplia os tipos de serviços e produtos que podem receber crédito para financiamento.

Dentre as mudanças, agora o financiamento pode chegar a R$30 mil, sendo R$ 5 mil para o projeto arquitetônico de adequação, R$ 10 mil para os serviços de execução dos projetos e R$ 15 mil para a compra dos materiais.

O Arquiteto e a Cidade Acessível: O Ensaio Premiado

Todos os anos, o Departamento de Arquitetura da Universidade da Califórnia, Berkeley atribui o Berkeley Prize de modo a promover a pesquisa de arquitetura como arte social. O tema deste ano era “O Arquiteto e a Cidade Acessível.” O ensaio que se segue, “Um dia na vida de um utilizador de cadeira de rodas: circulando por Lincoln,” escrito por Sophia Bannert da Universidade de Lincoln, venceu o primeiro prémio.

O discurso arquitetônico tornou-se gradualmente incoerente com as necessidades sociais e éticas da cidade contemporânea. Com a relação tensa entre a teoria e a prática, a irrelevância social no design é ubíqua. Os arquitetos que praticam a profissão vêem frequentemente a teoria como esotérica e não-transferível, enquanto muitos teóricos não manifestam as suas idéias na realidade através da construção. Este trabalho foi escrito para persuadir, motivar e encorajar que existe valor real na promoção das idéias que se seguem. Os conceitos propostos não são apenas aplicáveis à cidade de Lincoln, são relevantes e adaptáveis à todas as cidades. Inspirado pela arquitetura que ainda não se manifestou, espera suscitar o espírito necessário para erradicar desigualdades sociais no desenho urbano.

Como disse Albert Einstein: “Se os fatos não encaixam na teoria, mudem-se os fatos”. De modo a ter um entendimento palpável do que seria verdadeiramente ter uma deficiência motora em Lincoln, aluguei uma cadeira de rodas por um dia para ver por mim mesma se os fatos se encaixavam na teoria.

Leia mais sobre a história premiada de Sophia Bannert abaixo.

Projeto brasileiro de criar um Google Maps para deficientes físicos

Deslocar-se pela cidade de São Paulo pode ser bastante complicado, principalmente se o meio de transporte for uma cadeira de rodas. Pensando nesta realidade, o diretor criativo da Agência Click Isobar, Eduardo Battinson criou o Acessibility View, um projeto que foi ganhador do Creative Sandbox, evento em que o Google reúne as tecnologias mais inovadoras e as premia em um concurso de idéias que utilizam a criatividade e a tecnologia para melhorar a vida das pessoas.

Diretrizes do Desenho Universal na Habitação de Interesse Social no Estado de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo lançou em 2010 o livro "Diretrizes do Desenho Universal na Habitação de Interesse Social no Estado de São Paulo", desenvolvido pela Secretaria de Estado da Habitação em conjunto com a Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, a publicação promove os conceitos de acessibilidade em São Paulo e busca a adoção do Desenho Universal.

O download do livro está disponível gratuitamente no fim deste post.

Desenho Universal: Arquitetura do Século XXI - Acessibilidade - na 9º Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo / São Paulo - SP