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Absorbing Modernity: O mais recente de arquitetura e notícia

TCA Think Tank cria um "pavilhão parasita" durante um workshop em Veneza

© Marco Cappelletti
© Marco Cappelletti

Projetando sombras complexas e envolvendo os visitantes em espaços que se parecem com labirintos, o Parasite Pavilion foi construído como parte do evento Synergy & Symbiosis que aconteceu na Bienal de Veneza 2014 e reunia o melhor da UABB Shenzhen e da Bienal de Hong Kong de 2005 a 2014. Baseado no pavilhão Bug Dome - um experimento similar realizado em 2009 em Hong Kong, construído por Weak! Architects como um ícone da "arquitetura ilegal" - esse novo pavilhão é o produto de um intenso workshop de cinco dias que contou com a colaboração de arquitetos da Europa, Austrália e China. Saiba mais sobre o pavilhão e o workshop, a seguir.

© Marco Cappelletti © Marco Cappelletti © Marco Cappelletti © Marco Cappelletti + 22

Reflexões sobre a Bienal de Veneza 2014

Fundamentals, o título da Bienal de Veneza de 2014, fechou suas portas há algumas semanas. A partir do momento em que Rem Koolhaas revelou o título da Bienal deste ano, em janeiro de 2013, convidando os curadores nacionais a responder diretamente ao tema "Absorbing Modernity 1914-2014", houve um pressentimento de que esta bienal seria, de algum modo, especial. Tendo rejeitado convites para dirigir a Bienal no passado, o fato de Koolhaas ter agido não como curador, mas também como coordenador temático do esforço internacional, foi significativo. Esse comunicado levou Peter Eisenman (um dos primeiros tutores e defensores de Koolhaas) a dizer em uma entrevista que "[Rem está] declarando seu fim: o fim de sua carreira, o fim de sua hegemonia, o fim de sua mitologia, o fim de tudo, o fim da arquitetura."

Hackeando a Bienal: "Project Source Code" usa realidade aumentada para criar uma exposição invisível

Este ano na Bienal de Veneza, nem todas as exposições são visíveis. O escritório Ozel Office, de Los Angeles, "hackeou" a Bienal com a ajuda de outros grandes escritórios: Asymptote Architecture, Greg Lynn Form, Neil M. Denari Architects, Murmur, e Oosterhuis Lenard. Juntas, essas firmas criaram um subversivo anexo digital à Bienal, acessível apenas através de um portal virtual que revela um mundo de modelos flutuantes e objetos em movimento ativados por elementos físicos do pavilhão central, que tem curadoria do próprio Koolhaas.

Saiba mais sobre esse exposição, a seguir.

The VW Beetle Shell, 1967, and The Utah Teapot, 1975, Ivan Sutherland and Martin Newell. Cortesia de Ozel Office Corrugated Duct House, Neil M. Denari Architects. Cortesia de Ozel Office Virtual Trading Floor, Asymptote Architecture. Cortesia de Ozel Office Spreebogen Master Plan, 1993, Roberge, Rudy, Hoffman, Koebel. Cortesia de Ozel Office + 7

Infraestrutura, Dados e Progresso: Pavilhão da Irlanda na Bienal de Veneza 2014

A resposta do pavilhão irlandês ao tema da Bienal de Veneza 2014 resume a tumultuosa história da Irlanda nos últimos cem anos através de dez projetos de infraestrutura que destacam o progresso do país. A relação da Irlanda com o tema "Absorbing Modernity" foi marcada pela independência do país em relação ao Reino Unido no início dos anos de 1920, que via o modernismo e os projetos de infraestrutura como um meio de deixar o passado para trás. O pavilhão examina os resultados dessa estratégia que tratava o país como um campo de experimentações para tudo, de infraestruturas de concreto a centros de dados. Leia o texto da curadoria, a seguir.

O que podemos aprender com o "novo brutalismo" dos Smithsons em 2014?

Alison Gill, posteriormente conhecida como Alison Smithson, foi uma das arquitetas brutalistas mais influentes da história. No ano em que completaria 86 anos, investigaremos como o impacto de sua arquitetura, produzida em parceria com Peter Smithson, ainda ressoa no século XXI, sobretudo no Pavilhão Britânico da Bienal de Veneza deste ano. Com o edifício Robin Hood Gardens, em Londres - um de seus mais famosos projetos de habitação social em grande escala - ameaçado de demolição, como pode seu estilo - aclamado por Reyner Banham em 1955 de "novo brutalismo", influenciar futuros projetos de habitação?

Robin Hood Gardens, Londres. Cortesia de John Levett - http://www.flickr.com/photos/joseph_beuys_hat/ Robin Hood Gardens, Londres. Cortesia de Amanda Vincent-Rous - http://www.flickr.com/photos/51746218@N03/ Desenho exposto na Bienal de Veneza deste ano, Alison & Peter Smithson (1963). Imagem © James Taylor-Foster Robin Hood Gardens, Alison e Peter Smithson + 8

Exposição “Crow's Eye View” – Coréia é premiada com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014

Atualmente a Coréia apresenta um exemplo extremos de polarização pós-guerra: dois sistemas políticos e econômicos opostos, constantemente apresentados em contraste/conflito pela mídia global, que ainda mantém uma relação estreita e complicada. O papel da arquitetura nessa polarização foi instrumental. A Coréia do Norte buscou representar as aspirações de uma nova nação comunista num contexto devastado após a guerra - a tabula rasa a partir da qual as adaptações do modernismo poderiam surgir. Na Coréia do Sul, o rápido crescimento econômico alimentou uma forma de modernização que representava os ideais de um mundo globalizado. 

Estas distintas absorções da modernidade, e a relação entre estas duas nações vizinhas, estão representadas no Pavilhão da Coréia através de uma exposição chamada Crow’s Eye View, vencedora do Leão de Ouro na Bienal de Veneza 2014. A densa exposição, com curadoria de Minsuk Cho juntamente com Hyungmin Pai e Changmo Ahn, utilizou cada canto do pavilhão para representar o tema. Os curadores convidaram um grupo multidisciplinar de arquitetos, urbanistas, poetas, escritores, artistas, fotógrafos, cineastas, curadores e colecionadores a demonstrar (graças às suas disponibilidades, já que cooperações oficiais com instituições da Coréia do Norte se provaram impossíveis) as interseções e divisões arquitetônicas entre as Coréias do Norte e do Sul.

Reconhecida pelo júri como "pesquisa em ação", Crow’s Eye View proporcionou uma adição valiosa a um discurso que vem sendo predominantemente efetivado por narrativas ocidentais. E é precisamente isso que, segundo rumores, fazem deste o pavilhão favorito de Koolhaas.

Crow's Eye View: The Korean Peninsula. Imagem © Nico Saieh Crow's Eye View: The Korean Peninsula. Imagem © Nico Saieh Crow's Eye View: The Korean Peninsula. Imagem © Nico Saieh Crow's Eye View: The Korean Peninsula. Imagem © Nico Saieh + 20

"Modernidade, Promessa ou Ameaça?" - Pavilhão da França recebe Menção Especial na Bienal de Veneza 2014

Este ano o Pavilhão da França se destacou com um dos melhores pavilhões no Giardini, comunicando uma tese clara e envolvente que recebeu uma Menção Especial do júri. 

O curador Jean-Louis Cohen levanta quatro questões através de quatro galerias, demonstrando as contradições que permeiam a história da modernidade e da arquitetura na França. As respostas ambivalentes da arquitetura à promessa da modernidade estão expostas através da justaposição de uma montagem cinematográfica contínua (que ocorre simultaneamente ao logo das quatro galerias) e objetos de grande escala.

Assista um trecho do filme de Teri Wehn Damisch e leia a descrição do curador a seguir. Para um tour virtual do espaço projetado pelo escritório parisiense Projectiles, clique aqui.

Grandes conjuntos: heterotopias de cura ou lugares de reclusão?. Imagem © Nico Saieh © Nico Saieh Jean Prouvé: Imaginação construtiva ou utopia?. Imagem © Nico Saieh © Luc Boegly / Pavillon français pour l'Institut français et le Ministère de la Culture et de la Communication + 28

O "interior urbano" do Pavilhão de Taiwan proposto por Jimenez Lai

Jimenez Lai, líder do Bureau Spectacular e curador do Pavilhão de Taiwan na Bienal de Veneza 2014 afirma que "domesticidade é possivelmente uma das origens da arquitetura", e que "a padronização do programa doméstico é... uma empreitada moderna." Assim, Lai constrói nove casas com programas específicos no Palazzo della Prigioni, cada uma dedicada a um ato doméstico - como dormir, comer, etc. O resultado é uma resposta vibrante e colorida ao tema proposta por Koolhaas: Absorbing Modernity

Township of Domestic Parts: Made in Taiwan, mergulha nas relações e implicações políticas de nossas vidas domésticas. Mas Lai também acredita que, dessa relação, podemos aprender algo sobre como nossas cidades funcionam. Veja a seguir mais imagens da exposição e o comentário do curador (e fique de olho em nossa página pois logo publicaremos uma entrevista com Jimenez Lai.)

House of Social Dining. Township of Domestic Parts: Made in Taiwan. Image © Nico Saieh Township of Domestic Parts: Made in Taiwan. Image © Nico Saieh House of Alchemy. Township of Domestic Parts: Made in Taiwan. Image © Nico Saieh House of Social Dining. Township of Domestic Parts: Made in Taiwan. Image © Nico Saieh + 13

Brasil 1914 - 2014: modernidade como tradição / Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza 2014

Em nossa cobertura da 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza - que tem como curador Rem Koolhaas e como tema geral Fundamentals - não podíamos deixar de trazer até nossos leitores e leitoras detalhes sobre o Pavilhão do Brasil, que se desenvolve em torno do tema "Modernidade como Tradição" (Modernity as Tradition) e tem como curador o diplomata e crítico de arquitetura André Aranha Corrêa do Lago.

Explorando a singularidade do Brasil como um país cuja identidade nacional - inclusive arquitetônica - foi construída sobre as bases da modernidade, a curadoria da exposição evidencia o moderno como fundamental para a história da arquitetura nacional.

Descrição do curador. O Brasil é um dos países que absorveu de forma mais interessante os preceitos da arquitetura moderna e pode-se dizer que está contribuiu para o fortalecimento da identidade nacional. Contrariamente a outros países que construíram, ao longo dos séculos, uma arquitetura típica nacional - reconhecível de forma quase caricatural pelos outros povos - o que é conhecido como "arquitetura brasileira" não é a do passado, é a moderna. Por isso o título do Pavilhão: Brasil 1914 - 2014: modernidade como tradição.

© Nico Saieh © Nico Saieh © Nico Saieh © Nico Saieh + 17

Tour virtual pelos Pavilhões Nacionais da Bienal de Veneza 2014

Apresentamos aqui um percurso virtual pela Bienal de Veneza. Dê uma olhada em todos os pavilhões nacionais que fazem parte da exposição Absorbing Modernity, 1914-2014, proposta por Rem Koolhaas.

Pavilhão da Espanha. Imagem © Nico Saieh Pavilhão de Portugal. Imagem © Nico Saieh Pavilhão do Chile. Imagem © Andrea Avezzù, Cortesia de la Biennale di Venezia Pavilhão do Kuwait. Imagem © Andrea Avezzù, Cortesia de la Biennale di Venezia Pavilhão da Polônia. Image © Andrea Avezzù, Cortesia de la Biennale di Venezia Pavilhão da República da Coréia. Imagem © Andrea Avezzù, Cortesia de la Biennale di Venezia Pavilhão da Grã Bretaha. Imagem © Andrea Avezzù, Cortesia de la Biennale di Venezia Pavilhão da Croácia. Imagem © Andrea Avezzù, Cortesia de la Biennale di Venezia + 46

OfficeUS, o Pavilhão dos EUA na Bienal de Veneza 2014

Para inciar nossa cobertura na Bienal de Veneza, trazemos até vocês fotografias do OfficeUS, a contribuição dos EUA às exposições nacionais organizadas sob o tema "Absorbing Modernity." O pavilhão é tanto um repositório de informações sobre a história de escritórios de arquitetura dos EUA (com especial atenção ao papel do país como exportador de arquitetura), como a base de operações para um novo escritório de arquitetura que foi criado especialmente para a bienal desse ano. A pesquisa, reunida em livretos, está exposta nas paredes do espaço. Enquanto os visitantes percorrem o pavilhão, os membros do OfficeUS trabalham em mesas especialmente projetadas. Os resultados do escritório serão determinados ao passo que a Bienal progride. Tivemos a oportunidade de conversar com os organizadores, então, fique de olho nas entrevistas com os curadores e arquitetos do Pavilhão dos EUA (logo serão publicadas!). Por ora, leia a descrição dos curadores da exposição.

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