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Noticias de Arquitetura

Lajes impermeabilizadas com água? Entenda a solução desenvolvida por Brasil Arquitetura

Durante o período moderno observou-se a mudança do protagonismo dos edifícios que utilizavam os tradicionais telhados inclinados com telhas, escoando as águas o mais rápido possível, para dar lugar às conhecidas ‘lajes planas impermeabilizadas’. Ao mesmo tempo que essa solução proporciona uma estética limpa e austera ao projeto, proporcionando a utilização da última laje como um espaço de estar e contemplação, ela pode ser uma tremenda dor de cabeça aos futuros ocupantes da edificação, quando a execução e o detalhamento não forem cuidadosos. Não é por acaso que histórias de infiltrações em famosos edifícios modernos são conhecidas, como na Ville Savoye e na Casa Farnsworth, de grandes mestres da arquitetura. Atualmente, a indústria da construção civil já desenvolveu produtos e técnicas mais sofisticadas que reduzem drasticamente as possibilidades de infiltrações posteriores. Mas pode-se dizer que lajes planas impermeablizadas continuam sendo pontos frágeis nas edificações. O escritório Brasil Arquitetura aprimorou uma solução inventiva e muito simples para evitar infiltrações em lajes planas, muito usada na década de 70 por arquitetos como Paulo Mendes da Rocha, Vilanova Artigas e Ruy Ohtake, preenchendo-as com vegetação. Conversamos com eles para entender melhor o sistema.

Uma vista do alto: a história das torres de observação

Há algo mágico em ver uma cidade do alto. Ter um novo ponto de vista e olhar através de um horizonte em vez de olhar para ele é um dos sentimentos mais poderosos e inspiradores que existem. As plataformas de observação não são apenas maravilhas arquitetônicas, mas também uma espécie de ícone cívico, orgulho de uma cidade. Hoje em dia não é apenas a altura que atrai as pessoas, mas também a programação de bares, passeios e bungee jump.

8 Abordagens e tendências para promover trânsito seguro e espaços públicos de qualidade

Zona 30 em Belo Horizonte: áreas de trânsito calmo são uma das abordagens que conciliam segurança viária e espaços públicos de melhor qualidade. Foto: Rafael Tavares-Octopus Filmes/WRI Brasil
Zona 30 em Belo Horizonte: áreas de trânsito calmo são uma das abordagens que conciliam segurança viária e espaços públicos de melhor qualidade. Foto: Rafael Tavares-Octopus Filmes/WRI Brasil

É preciso desacelerar o trânsito nas cidades brasileiras – e rápido. Esta é uma questão de saúde pública, já que sinistros de trânsito estão entre as principais causas de morte em todo o mundo. E uma questão de qualidade de vida e equidade, já que cidades que reduzem efetivamente as velocidades dos veículos tornam-se mais seguras, acolhedoras e vibrantes para todas as pessoas.

Stefano Boeri é escolhido para reconstruir sítio arqueológico em Durrës na Albânia

Stefano Boeri Architetti e SON Architects são anunciados os vencedores do concurso organizado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Albano-Americana de Desenvolvimento (AADF) para a conservação, apresentação, valorização e planejamento das escavações arqueológicas do Anfiteatro Romano, do Fórum Bizantino e das Termas Romanas no centro histórico de Durrës. Com uma visão a longo prazo para a cidade de Durrës, os vencedores também serão responsáveis pelo projeto de uma série de caminhos urbanos visando reconectar as principais atrações históricas com a orla marítima e o porto da cidade.

Cortesia de Stefano Boeri ArchitettiCortesia de Stefano Boeri Architettivia Shutterstock by Lev Levinvia Shutterstock by T. Miettinen+ 7

Tecnologia para quem? Os custos para acessar as ferramentas de representação arquitetônica

Dois mil e quinhentos reais é o preço médio de um bom óculos para realidade virtual. Se você optar pela experiência completa, desembolse mais quatro mil reias e adicione sensores e controles. Esses modelos precisam ser conectados a um computador de alto desempenho para processar as informações e transformar os espaços em modelos 3D que custará pelo menos cinco mil reais. Além dos óculos, sensores e computador, será necessário também um software, com licenças anuais que atingem igualmente a casa dos milhares. Ou seja, é um tanto quanto oneroso ser tecnológico hoje em dia.

O que torna um edifício belo?

Arquitetos e designers, assim como psicólogos e sociólogos, reconhecem que a estética e sua filosofia subjacente têm o poder de mudar a maneira como percebemos o mundo ao nosso redor. Portanto, uma compreensão mais profunda do que é belo tem o poder de mudar as respostas das pessoas ao seu ambiente.

Explorar os diferentes significados da estética na arquitetura, da "forma segue a função" à estética do metaverso, pode nos ajudar a entender as potencialidades de nossos ambientes físicos e virtuais no caminho para um mundo melhor.

Muito já foi escrito sobre o assunto, mas agora queremos abrir o debate para vocês, nossos leitores. Compartilhem suas opiniões sobre o que torna um edifício ou uma cidade bela.

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Como decorar a parede da sala?

Um parede vazia nem sempre é um respiro, em alguns momentos ela pode passar uma sensação fria, da falta de algo. E é por esse motivo que ela se apresenta como um espaço a ser ocupado para trazer mais originalidade e um maior caráter para o seu espaço, a questão é: como intervir nela? A seguir, reunimos algumas ideias presentes em diversos projetos para te inspirar. 

Apartamento Pompéia / Oficina Coletiva Arquitetos. Foto: © Nathalie ArtaxoApartamento 501 / TRPC Arquitetos. Foto: © Manuel SáApartamento Arluzia / Matú Arquitetura. Foto: © Cris FarhatApartamento Artur de Azevedo / LCAC Arquitetura. Foto: © Romulo Fialdini+ 20

Como a iluminação evoca emoções e cria atmosferas: a obra de Moriyuki Ochiai Architects

Le Corbusier disse uma vez que “a luz cria ambiência e senso de lugar, bem como a expressão de uma estrutura”. Apesar de outras tecnicalidades externas e escolhas projetuais feitas dentro dos espaços públicos, como a forma na qual o espaço é construído e o uso de cores e da materialidade, esses elementos seriam essencialmente inutilizados sem o uso adequado da iluminação.

Muitas escolhas e decisões de projeto de arquitetos atendem à iluminação geral de um determinado ambiente e à sensação e ao humor que os arquitetos pretendem que os indivíduos do público experimentem enquanto ocupam o espaço. A iluminação, portanto, deve ser integrada ao mobiliário e à arquitetura, pois a iluminação desempenha um papel decisivo na criação da atmosfera certa.A iluminação mais baixa cria uma atmosfera íntima e sofisticada, especialmente em restaurantes, bares e lounges, onde os indivíduos são mais propensos a se aproximarem.

Crystalscape / Moriyuki Ochiai Architects. Foto © Fumio ArakiJardim de Alumínio / Moriyuki Ochiai Architects. Foto © Tetsu HiragaCaverna de Luz / Moriyuki Ochiai Architects. Foto © Tetsu HiragaJardim de Alumínio / Moriyuki Ochiai Architects. Foto © Tetsu Hiraga+ 24

Piso de madeira: infinitas possibilidades de paginações e cores

© Eduardo Souza (ArchDaily)
© Eduardo Souza (ArchDaily)

Pisos de madeira trazem aconchego, personalidade e estilo para quaisquer interiores, sejam eles antigos ou novos. Com um aspecto ao mesmo tempo rústico e elegante, a madeira entrega boas características térmicas, com uma temperatura agradável ao toque, além de melhorar a acústica do ambiente, por absorver parte das ondas sonoras. Também são altamente duráveis e resistentes ao desgaste diário e, não por acaso, um dos materiais preferidos e mais cobiçados para interiores residenciais. Sua aparência também agrada a muitos: mesmo de uma mesma espécie e fabricante, há variações entre as peças, conforme o local de onde saiu do tronco. Entre diferentes espécies de árvores, tonalidades e desenhos também variam muito, de amarelos claros a marrom escuro, com infinitas possibilidades. Além disso, é possível paginar os pisos de madeira das formas mais diversas, conforme as dimensões das peças e o efeito desejado para o espaço.

A produção inteligente da habitação: estratégia de marketing ou de garantias?

Ocupação 9 de Julho, centro de São Paulo. Foto: T. PIRES, via El País
Ocupação 9 de Julho, centro de São Paulo. Foto: T. PIRES, via El País

Sem conceito definido, o uso do termo cidades inteligentes é utilizado com mais frequência a cada ano que passa. Muitos teóricos apontam que a dificuldade conceitual está atrelada à rápida adesão e expansão do seu uso por grandes corporações e instituições, tonando-se, assim, um termo da moda. Apesar do discurso “inovador”, a escolha do modelo para implementação de uma cidade inteligente pode causar impactos segregacionistas e privilegiar determinado grupo se não desenvolvida considerando as particularidades e envolvendo as lideranças locais (MENDES, 2020).  Neste ensaio será adotado um entendimento de que a inovação e inteligência não estão necessariamente ligadas ao uso de tecnologias digitais ou recursos de alto custo, mas sim ao novo olhar para os problemas urbanos e o desenvolvimento de soluções não tradicionais nas tomadas de decisão e execução.

 Jardim de chuva no Centro Cultural Fundição Progresso – Rio de Janeiro.  Foto © Luiz Franco Ocupação 9 de julho em antigo prédio abandonado do INSS. Foto da autora, 2019Estúdio 9 de Julho e Grupo Inteiro na produção da exposição da Bienal de Chicago em 2019. Foto: Luis Felipe Abbud Exposição MSTC na Bienal de Chicago, em 2019.  Foto © Laurian Ghinitoiu+ 10

Construção da Salesforce Tower de Foster + Partners chega ao topo em Sydney

A mais nova torre de escritórios da Foster + Partners em Sydney foi concluída, marcando a conclusão do ponto mais alto do edifício de 55 andares. A Salesforce Tower servirá como peça central do plano diretor renovado do distrito urbano, com vários caminhos para pedestres, lojas de varejo e cafés e bares, promovendo ainda mais a identidade de Sydney como um destino cultural único.

© Foster + Partners© Foster + Partners© Foster + PartnersPorto de Sydney. Imagem via Shutterstock / Irina Sokolovskaya+ 4

Quais materiais da construção civil são ecológicos?

Ponte de Madeira no Resort Gulou Waterfront / LUO studio. Foto: © Weiqi Jin
Ponte de Madeira no Resort Gulou Waterfront / LUO studio. Foto: © Weiqi Jin

No atual cenário de uma crise climática, pensar um projeto de arquitetura sem definir diretrizes ecológicas tornou-se praticamente inadmissível. Um dos principais emissores de gás carbônico e outros poluentes, o setor da construção civil busca cada vez mais por novos caminhos e formas que possam tornar as obras mais sustentáveis e, de alguma forma, mitigar os danos ao meio ambiente. Pensar em materiais ecológicos pode ser um dos passos fundamentais, mas, afinal, quais são eles?

Casa na Caverna em Plateau Loess / hyperSity Architects. Foto cortesia de hiperSity ArchitectsMicro Renovação de Parque Urbano / Atelier cnS + School of Architecture, South China University of Technology. Foto: © Siming WuEscola Concept / Triptyque Architecture. Foto: © Fran ParenteFábrica Biotrends / Rede Arquitetos. Foto: © Igor Ribeiro+ 10

A transformação do museu: do gabinete de curiosidades às exposições

Abrigando objetos de importância artística, cultural, histórica e científica, o termo ‘museu’ é derivado do latim. No que diz respeito à antiguidade clássica, em grego antigo ‘mouseion’, que significa ‘conjunto de musas’, era uma instituição filosófica, um lugar para contemplação e pensamento. Essas musas referem-se às 9 musas da mitologia grega, as deusas das artes e das ciências e patronas do conhecimento. As origens dos primeiros museus vêm de coleções particulares de famílias, indivíduos ou instituições ricas, exibidas em “gabinetes de curiosidades” e muitas vezes em templos e locais de culto. Entretanto, estas “coleções” são antecessoras do museu moderno. Elas não buscavam categorizar e exibir racionalmente suas coleções, como as exposições que vemos hoje.

Em definição, o museu moderno é um edifício ou instituição que cuida ou exibe uma coleção de artefatos de importância cultural, histórica, científica ou artística. Por meio de exposições permanentes e temporárias, a maioria dos museus públicos disponibiliza esses artefatos para visualização e, muitas vezes, procuram conservar e documentar sua coleção, para atender tanto à pesquisa quanto ao público em geral. Em essência, os museus abrigam coleções importantes, sejam elas em pequena ou grande escala.

Ashmolean Museum / Oxford . Imagem Cortesia de Lewis Clarke / Wikicommons CC BY-SA 2.0© ArchExists, Courtesy of Ennead Architects. ImageShanghai Astronomy Museum / China Museu Solomon R. Guggenheim / Nova Iorque . Imagem © Laurian GhinitoiuUm Gabinete Pintado por Frans II Francken / 1636. Imagem Cortesia de of Wikicommons+ 11

Banheiros de concreto aparente: brutalismo no espaço íntimo

Por que usar concreto nos banheiros?

Béton brut ou "concreto bruto" é um material naturalmente poroso que oferece muitas vantagens para o projeto e a construção de um banheiro. Como material impermeável e resistente à pressão, é fácil de limpar, não se deteriora, previne o fungo do banheiro e possui uma baixa manutenção. Atraente e funcional, o concreto é versátil tanto para mobiliário no local como para o revestimento de parede, pisos e até pisos de áreas molhadas. Além disso, devido à sua massa térmica, o concreto é um excelente material para aquecimento de piso.

Como bairros de uso misto podem reduzir a criminalidade

O planejamento e o projeto de bairros e empreendimentos de uso misto estão em alta. Muitos dos lugares que frequentamos apresentam uma variedade de programas, trazendo muitas das atividades do nosso cotidiano para um só lugar. Mas os espaços de uso misto fazem mais do que apenas criar uma diversidade de experiências nas cidades – eles também podem contribuir para reduzir as taxas de criminalidade.

Francis Kéré, Banga Nossa e Dele Adeyemo entre os participantes da 13ª Bienal de Arquitetura de São Paulo

A 13ª edição da Bienal de Arquitetura, realizada pelo IAB-São Paulo, será inaugurada no próximo dia 27 de maio e parte de uma realidade de intensas transformações geradas pela pandemia de Covid-19 em todo o mundo que exigiu esforços intensos de organização das dinâmicas urbanas, sociais e profissionais pela sobrevivência.

Travessias, tema desta edição, entende que a pandemia reforça desigualdades socioespaciais que já se estabeleciam, não só no país, como no mundo, compreendendo que essas estruturas sofrem fragmentações, tanto físicas quanto simbólicas, enraizadas nos violentos processos de colonização e apagamentos históricos. Como consequência, provocam inúmeras manifestações de opressão – como o racismo, o sexismo, o capacitismo e a colonialidade – no Brasil e outros territórios. 

MVRDV celebra o complexo de habitação social Fuggerei na Alemanha com instalação temporária

A MVRDV e a Fundação Fugger estão celebrando o 500.º aniversário do projeto de habitação social Fuggerei, o complexo habitacional mais antigo do mundo, com um pavilhão cerimonial e três propostas para a "Fuggerei do Futuro". A celebração apresenta um programa de cinco semanas de discussões e eventos interdisciplinares sobre habitação social e os atuais desafios globais. Em homenagem à ocasião, a MVRDV projetou o pavilhão 'NEXT500', que exibe um estudo do escritório sobre o "Fuggerei do Futuro", apresentando um novo código Fuggerei e três propostas para novos complexos similares ao redor do mundo.

© Eckhart Matthäus / MVRDV© Eckhart Matthäus / MVRDV© Eckhart Matthäus / MVRDV© Eckhart Matthäus / MVRDV+ 17

Dos cortes do Casimiro ao @paulomendesdoarrocha, questões de arquitetura nas redes sociais

Assim como grande parte da cultura popular, durante muitos anos do século XX a divulgação da arquitetura era feita a partir de revistas vendidas em bancas de jornal e mercados, por onde via-se o que estava sendo construído, acompanhava-se as inovações tecnológicas e, de alguma forma, popularizavam-se as discussões arquitetônicas, levando-as para fora do ambiente acadêmico e elitista das universidades e congressos. Com a internet, o formato dessa informação mudou e encontrou novas maneiras de acessar a população. As redes sociais e os sites especializados se tornaram importantes meios de divulgação de informações e serviços e conseguiram expandir o acesso das pessoas às questões da arquitetura. Hoje, em todas as grandes redes sociais há perfis dedicados exclusivamente à arquitetura, adequando a cada veículo o tipo de conteúdo divulgado. 

via @fabiomarxx, no Instagramvia @domaarquitetura, no Youtubevia @engmatheusborges no Instagramvia @paulomendesdoarrocha, no Instagram+ 7

Paul Clemence divulga imagens de arranha-céu projetado pelo Studio Gang em Chicago

Em sua mais recente série de fotos, Paul Clemence volta suas lentes para a mais nova adição ao famoso horizonte de Chicago: as formas onduladas da St. Regis Tower, anteriormente conhecida como Vista Tower. Projetado pelo Studio Gang, o arranha-céu de 101 andares deixa sua marca como o terceiro edifício mais alto de Chicago. Apesar de seu tamanho, o edifício parece esbelto devido ao ritmo fluido que define suas três torres aninhadas.

A torre visa melhorar, em vez de perturbar, o tecido urbano circundante. Situado entre o centro de Lakeshore East Park e o Chicago Riverwalk, o design cuidadoso dos níveis mais baixos permite uma conexão porosa entre as duas atrações. Para que isso seja possível, sistemas estruturais inovadores são implementados, elevando completamente o segundo volume do solo.

© Paul Clemence© Paul Clemence© Paul Clemence© Paul Clemence+ 24

Cimento queimado vs. porcelanato: ressignificando a estética na arquitetura

O conceito de estética remonta à civilização grega e se refere à percepção através dos sentidos. Apesar de ser um conceito filosófico, na arquitetura a estética é usada para traduzir ideologias e conceitos arquitetônicos a partir do conjunto de elementos construtivos, formas e materiais, estando intrinsecamente atrelada à forma física de uma construção e, portanto, vinculada a um contexto social, econômico e político. Para além de uma discussão de gostos, a estética arquitetônica é uma fonte de leitura e análise histórica. 

via Shutterstock. Image By Diego MariottiniSesc Pompeia. . Image © Romullo Fontenelle / FlagranteHAYDON Nanjing Store / DOMANI. Image © Minjie Wang© Photo by @danilo.alvesd on Unsplash+ 5

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