A Mostra Paralela tem como principal objetivo ampliar o campo de discussão sobre o que nos dá a condição de vida pública. Nesta edição, especificamente, convidamos os participantes a refletir sobre a Rua e sua relação com vida dos espaços públicos. Como parte do evento, haverá uma série de debates com diferentes pessoas, enriquecendo a discussão.
O debate lançará publicamente o projeto da X Bienal de Arquitetura de São Paulo, três meses antes de sua abertura. Com o título “Cidade: modos de fazer, modos de usar”, a Bienal enfoca a discussão urbana com ênfase em quatro premissas: as defesas da mobilidade, da densidade, do espaço público e da infraestrutura.
Passeando, ainda que de carro, por um bairro exclusivamente residencial da cidade, avistamos ao longe a Casa dos Arcos. Assim é conhecida a residência Nivaldo Borges, placidamente espraiada na topografia suave de um imenso terreno, inconfundível por sua coloração avermelhada. A tentação é grande; paradoxalmente, a ausência de grades ou portões nos intimida. Como não há como anunciar a chegada, ignoramos a desconfortável sensação de invadir propriedade alheia e seguimos em frente.
Este é o último Clássico da Arquitetura de 2013. O ano termina, então, com uma obra de Joaquim Guedes: a Residência Waldo Perseu Pereira, sobre a qual não escreverei por dois motivos:
O Observatório das Metrópoles e o Instituto de Estudos Urbanos da PUC Chile promovem, no dia 08 de julho no IPPUR/UFRJ, o seminário “Santiago, metrópole em transformação” a fim de avançar o projeto de análise comparada sobre dois dos maiores centros urbanos latinoamericanos – Rio de Janeiro e Santiago. Com o apoio da Fondecyt/CNPq, o evento contará com a participação dos professores Carlos de Mattos, Pedro Banne, Arturo Orellana e Luiz Fuentes, que abordarão temas como financeirização, solo urbano e população, qualidade de vida e crescimento urbano na capital chilena. O seminário é gratuito e aberto a todos os interessados.
O Instituto de Arquitetos do Brasil do Rio de Janeiro (IAB-RJ) promove amanhã, 8 de julho, às 18h, um debate sobre as recentes manifestações que ocorrem no Brasil e os aspectos relacionados à arquitetura e ao urbanismo. O evento também pretende refletir sobre os temas trazidos pelas ruas à luz da experiência do Rio de Janeiro.
Na quinta edição de Casas do Brasil, projeto que propõe a formação de um inventário sobre a diversidade do morar no país, o Museu da Casa Brasileira realiza a exposição “Casas do Brasil 2013 - Habitação ribeirinha na Amazônia”, com visitação até 8 de setembro. A mostra traz, além das fotografias e textos, maquetes que detalham a adequação das palafitas e das casas flutuantes ao ritmo da variação do nível das águas.
A região em que a análise foi baseada se situa a 570 km de Manaus. Nhanmundá concentra uma série de casas flutuantes e em palafita, sintetizando as formas de morar na Região Norte do país, e também apresentando formas de moradia em harmonia com a temporalidade da natureza.
O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Rio de Janeiro promove na próxima segunda feita, 15 de julho, um debate público acerca do Projeto de Lei que autoriza a prefeitura de Niterói a instituir a Operação Urbana Consorciada (OUC) da área central de Niterói, apresentado pela secretária de Urbanismo e Mobilidade de Niterói, Verena Andreatta. O acontece a partir das 18h30, na sede da entidade, no Flamengo.
A base quase quadrada de oito metros e trinta e cinco centímetros por oito metros e vinte e cinco centímetros produz um volume prismático de dois pavimentos de alturas quase iguais: o pavimento térreo com dois metros e oitenta centímetros, e o pavimento superior com três metros. Quatro elementos produzem a assimetria do edifício: o conjunto de planos que protege a varanda frontal, o conjunto de planos que protege a entrada lateral, o volume da cozinha posterior, e o par de linhas perpendiculares que apoia as pérgolas da varanda posterior. As aberturas no volume reforçam a assimetria. O edifício é um trabalho sobre linhas, planos e volumes.
A mobilidade urbana é o tema da quinta edição do Seminário de Política Urbana Q+50, que acontece nos dias 19 e 20 de julho, amanhã e sábado, em Belo Horizonte – MG. Promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), o Seminário Quitandinha +50 MG visa ampliar a reflexão dos arquitetos brasileiros sobre a questão da mobilidade urbana, tema importante para o desenvolvimento das cidades e metrópoles e que vem sendo cada vez mais discutido na profissão.
O Rio de Janeiro está empreendendo a desafiadora tarefa de recuperar e revitalizar sua área central. Apostando que a articulação entre a requalificação do espaço público e a mobilidade em sua pequena escala – pedestres e ciclovias – tem um papel fundamental na construção de uma cidade mais humana e sustentável, desde julho de 2012 a Transporte Ativo, o ITDP Brasil e o Studio-X Rio iniciaram um estudo de mapeamento da demanda de uma malha cicloviária para o Centro do Rio de Janeiro, através de uma metodologia participativa que inclui o diálogo com ciclistas e demais indivíduos interessados na expansão da infraestrutura cicloviária na cidade.
A exposição Ciclo Rotas Centro apresenta os resultados deste trabalho, e convida a todos a participarem do diálogo sobre a mobilidade que queremos para nossa cidade.