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Por Adalberto Vilela e Sylvia Ficher Passeando, ainda que de carro, por um bairro exclusivamente residencial da cidade, avistamos ao longe a Casa dos Arcos. Assim é conhecida a residência Nivaldo Borges, placidamente espraiada na topografia suave de um imenso terreno, inconfundível por sua coloração avermelhada. A tentação é grande; paradoxalmente, a ausência de grades ou portões nos intimida. Como não há como anunciar a chegada, ignoramos a desconfortável sensação de invadir propriedade alheia e seguimos em frente. Da rua até a porta de entrada, o clima é de antecipação para os penetras, felizmente recompensada pela recepção calorosa do atual proprietário, que nos convida para uma promenade completa. Antes de aplacar a curiosidade nossa e dos leitores, examinemos com mais vagar as abóbadas de tijolos, presença inconteste por todos os espaços – à exceção do corpo central, onde foram substituídas por caissons pré-moldados de argamassa armada. Afinal o sistema construtivo é o tema dominante, escolhido graças à possibilidade de se contar com construtor altamente qualificado para executá-las, o mestre espanhol e amigo da família Tião. Enquanto o tijolo foi explorado na plenitude de sua potencialidade construtiva e plástica, os vãos de três e meio metros determinaram o módulo de conjunto. Veja mais Veja a descrição completa
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