1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Reconectanto o Metrô ao Céu

Subscriber Access | 

Nos primeiros anos do sistema de metrô da cidade de Nova York, a luz natural tinha um papel dominante na iluminação de espaços subterrâneos. A arquitetura enfatizava uma conexão com o céu, frequetemente através de aberturas zenitais implantadas nos canteiros centrais das avenidas.

Entretanto, provou-se extremamente difícil mantê-las limpas, e a luz eventualmente parou penetrar nos espaços subterrâneos. Com isso, a iluminação dos metrôs ficou exclusivamente a cargo da energia elétrica. Enquanto isso possibilitou grande flexibilidade nos projetos das estações, permitindo a construção em qualquer local e profundidade, também criou uma sensação de desorientação e alienação para alguns passageiros.

Para o projeto do Lower Manhattan's Fulton Center, a Arup, em conjunto com o arquiteto Grimshaw, procurou reconectar o sistema de metrô centenário ao mundo acima.

Saiba mais sobre o projeto na sequência...

Reconectanto o Metrô ao Céu - Image 1 of 4Reconectanto o Metrô ao Céu - Image 2 of 4Reconectanto o Metrô ao Céu - Image 3 of 4Reconectanto o Metrô ao Céu - Image 4 of 4Reconectanto o Metrô ao Céu - Mais Imagens+ 11

Arte e Arquitetura: Decomposição da Geometria/ Intervenções de Felice Varini

Subscriber Access | 

Desde a Antiga Grécia, a busca pela ilusão de ótica na arquitetura tem sido uma constante. O jogo com os pontos de fuga, as proporções, paradoxos espaciais, as sobras, os cheios e vazios, alteram as escalas dos espaços para distrair o espectador. Provocando. Inquietando.

Desde as alterações do Partenon e os enganos gerados pela mente através de sua arquitetura, as ilusões óticas evoluíram até a atualidade para um modelo mais interativo. O espaço público está cheio de intervenções de diversos artistas que seduzem o pedestre para apreciar seu trabalho, rodeando, surpreendendo, utilizando-as como atrativo. As ilusões óticas são presas na disciplina de Desenho, como um método de criação artística que busca o diálogo constante entre a pessoa e o lugar.

Um exemplo disso são os Anamorfismos. Uma anamorfose é uma deformação reversível e uma imagem gerada óptica ou matematicamente. Joga com a perspectiva, produzindo imagens tridimensionais mas desenhadas em um plano, ou vice-versa, criando planos em um espaço tridimensional. 

O famoso artista britânico Julian Beever é um exemplo do primeiro caso: Ocupando as ruas das cidades, desenha com giz imagens 3D na pavimentação. Hoje apresentamos outro amante da Arte Ótica: Felice Varini.

Cinema e Arquitetura: "The Fall"

Subscriber Access | 

Nesta semana em Cinema e Arquitetura apresentamos o visualmente poderoso The Fall (no Brasil, Dublê de Anjo). Resultado de um grande trabalho de seu diretor Tarsem Singh, que viajou ao redor do mundo a fim de encontrar os locais certos para cada cena. Não é apenas sobre a diversidade desses lugares, mas também a maneira com que Singh é capaz de colocar todos esses elementos juntos como parte de um enorme mundo surrealista.

Através das Lentes: Por Que Arranha-Céus Precisam de um Herói?

Subscriber Access | 

Desde o surgimento do edifício moderno de vários pavimentos, no fim do século 19, roteiristas e diretores de arte incorporam os arranha-céus tanto como pano de fundo quanto como suporte para dramas nos longas-metragens. É fácil entender o fascínio. A precariedade de um arranha-céu - sua altura, sua dependência de sistemas de emergência e de engenharia e sua segurança controlada - proporciona oportunidades abundantes para ação e desastres. E tudo com uma bela vista.

Mesmo Hollywood adorando edifícios altos, não tem os tratado bem. As tramas geralmente têm em um ceticismo geral sobre a engenharia que os tornam possíveis e muitas vezes carregam alguma mensagem moral subjacente sobre os perigos da tecnologia e do avanço.

Em busca do inútil: quatro aproximações à técnica

Subscriber Access | 

O que é a técnica? Qual é sua essência? Onde reside? O que representa? E o que projeta? Estas são as perguntas que motivam este escrito, desde uma mirada contemporânea. Uma posta em discussão entre quatro pensadores do século XX: Oswald Spengler1, José Ortega y Gasset2, Friedrich Georg Jünger3, e Martin Heidegger.4

Uma definição mais clara para um crescimento inteligente mais inteligente.

Subscriber Access | 

Enquanto cidades se tornam mais conscientes de seus impactos ambientais e sociais, crescimento inteligente se tornou um termo genérico e onipresente para uma série de princípios aos quais designers e planejadores são encorajador a aderir. NewUrbanism.org listou 10 pontos que servem como guias para o desenvolvimento, similares tanto ao Local Leaders: Healthier Communities through Design do AIA quanto ao Active Design Guidelines: Promoting Physical Activity and Health in Design da cidade de Nova York. Planejadores parecem concordar em relação à natureza do desenvolvimento futuro. Mas como Brittany Leigh Foster do Renew Lehigh Valley aponta, esses pontos tendem a ser vagos: eles nos dizem "o que" mas não nos dizem "como". 10 Rules for Smarter Smart Growth by Bill Adams, do UrbDeZine San Diego, enumera maneiras de alcançar as várias metas e princípios do design que esses muitos guias encorajam.

Mais a seguir.

Pode a arquitetura nos tornar mais criativos? Parte II: Ambientes de trabalho

Subscriber Access | 
Pode a arquitetura nos tornar mais criativos? Parte II: Ambientes de trabalho - Imagem de Destaque
Novo campus da Google projetada por NBBJ (cortesia de nbbj)

Jane Jacobs reverenciava o West Village. Era um bairro movimentado, animado pela sua diversidade social, espacial e funcional. Tinha diferentes tipos de construção e funções, o que significava que as pessoas estavam sempre em lugares para diferentes fins, tinha quadras pequenas, que apresentam maior variedade de tráfego de pedestres. Tinha muitas construções antigas com baixa renda que "permitiam usos individualizados e criativos", e, mais importante, tinha todos os tipos diferentes de pessoas. Como resultado, os moradores de West Village poderiam estabelecer relações casuais e informais com pessoas que elas não poderiam ter tido a oportunidade de conhecer de outra forma.

Sem estas características necessárias, Jacobs previu "não há convivência pública, nenhum fundamento de confiança do público, sem ligações cruzadas com as pessoas necessárias - e nenhuma prática na aplicação das técnicas mais comuns da vida pública da cidades".

Simplesmente mudando algumas palavras, não é difícil imaginar Jacobs descrevendo escritórios em vez de cidades. Os edifícios possuem diferentes espaços internos, como escritórios individuais ou espaços de encontro, mesas são casas, calçadas são corredores ou espaços de circulação, etc

Se o escritório é uma cidade pequena microcósmica, então o subúrbio é o escritório cubículo-espalhado, e o Google pode ser o West Village. E "a análise estatística espacial e de interação interpessoal, é o planejamento urbano do escritório."

Para descobrir o que ambientes de trabalho criativos podem aprender a partir da composição das cidades, continue lendo após o intervalo...

Desafios Urbanos da Cidade do Cabo como “Capital Mundial do Design 2014”

Subscriber Access | 

A cada dois anos, o Conselho Internacional de Sociedades de Design Industrial escolhe uma cidade dentre seus mais de 50 países membros como “Capital Mundial do Design”. Este reconhecimento é outorgado às cidades que, de alguma forma, implementaram o design como uma ferramenta para melhorar a vida cultural, econômica e social, a fim de converter os lugares em zonas mais atrativas, competitivas, eficiente e habitáveis. Com a criação de uma agenda composta por eventos relacionados ao design que se estende durante um ano, a menção também significa um desafio em detectar e remediar problemas urbanos que, em alguns casos, se arrastam por vários anos.

Em suas três versões passadas – Turim (2008), Seul (2010) e Helsinque (2012) – cada Capital do Design aproveitou para difundir suas realizações e criar novas estratégias junto a especialistas do Conselho, para servir de exemplo às demais nações. Nos próximos anos, as práticas surgidas nestes encontros estarão carregadas de história e segregação, porque serão provenientes da Cidade do Cabo, África do Sul, escolhida como a Capital Mundial do Design 2014.

Pode a arquitetura nos tornar mais criativos?

Subscriber Access | 

O que o MIT Building 20, as ágoras (praças públicas da Grécia antiga), as casas de chá britânicas do século 18 e os cafés parisienses do início do século 20 têm em comum?

Eles foram os mais criativos espaços do mundo.

As pessoas que se reuniram ali iriam interagir. Pessoas como Sócrates,  Chomsky ou Edison, trocando idéias, argumentando sobre a moral e discutindo tecnologias. Eles participaram de um discurso informal conduzidos pelo envolvimento passional.

E esses lugares, embora por razões diferentes, promoveram interação por unir as pessoas e dar-lhes um lugar para conversar. Como Jonah Lehrer disse, "os espaços mais criativos são aqueles que nos unem. É o atrito humano que gera as faíscas."

A questão, então, é: como a arquitetura contemporânea alimenta o mesmo tipo de criatividade?

Para saber mais sobre a arquitetura e seu papel na criatividade e aprendizado, continue lendo após o intervalo.

Sofá Float / Pablo Llanquin

Subscriber Access | 

O projeto deste sofá, criado pelo designer chileno Pablo Llanquin, trata de buscar um estilo simples e ingênuo em termos formais e resgata algumas iconografias e padrões de mobiliário da metade do século 20 com naturalidade

Poderia uma fonte de energia estar logo embaixo de nossos pés?

Subscriber Access | 

O potencial de geração de energia está escondido em muitos lugares, de  arranha-céus à pistas de esqui. Mas uma nova pesquisa mostra que uma poderosa fonte de energia está escondida bem embaixo de nossos narizes, ou pés, para ser mais exato.

Feliz aniversário Toyo Ito!

Subscriber Access | 

“… o que me trai não é ver o vento, mas pensar como seria maravilhoso se pudesse existir uma arquitetura que não tivesse forma, leve como o vento.”

20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013

Subscriber Access | 

Este ano os Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013 celebraram sua versão número cinco, organizados pela LAMP, uma empresa de iluminação técnica arquitetônica, com sede em Terrassa (Barcelona), especializada em assessorar e buscar soluções eficientes adaptáveis a qualquer projeto, com produtos e serviços inovador.

Foram mais de 600 projetos de 52 países e, entre eles, 20 foram selecionados pelos jurados para as quatro categorias: iluminação exterior arquitetônica, iluminação de interiores, iluminação urbana e da paisagem e propostas de estudantes.

Veja a seguir imagens de todos os vencedores e mais detalhes do concurso.

20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Mais Imagens+ 15

Arquitetura, Conhecimento e Escritura: como abordar um fato arquitetônico através de palavras?

Subscriber Access | 

No último parágrafo da página trinta e seis de seu livro Presenças Reais, George Steiner põe em jogo uma asseveração: "Só no campo da literatura moderna, se calcula que as universidade soviéticas e ocidentais registram umas trinta mil teses doutorais por ano."1. Na página seguinte, continua sua proposição com outro dado: "Se estima que, desde fins da década de 1780, se produziram sobre os verdadeiros significados de Hamlet vinte e cinco mil livros, ensaios, artigos, teses doutorais e contribuições a colóquios críticos e especializados." (o sublinhado é meu). Steiner publicou seu livro no ano de 1989. Passados vinte e quatro anos, se pode supor que a quantidade de teses doutorais publicadas anualmente é consideravelmente maior, ademais se são postas em jogo todas as disciplinas de todas as universidades do mundo. É de supor, consequentemente, que a situação da arquitetura em quanto disciplina não seja substancialmente diferente. Portanto, a primeira pergunta que se faz este ensaio é: o que significa uma tese em meio a este hipertrofiado conjunto?

Curso Intensivo de Arquitetura Moderna (Parte 2)

Subscriber Access | 

Merete Ahnfeldt-Mollerup é professor associado em The Royal Danish Academy of Fine Arts. Este artigo aparece originalmente em GRASP.

Arquitetura é inseparável do planejamento, e o grande desafio para a geração atual é o crescimento e o encolhimento das cidades. Algumas, principalmente no hemisfério Sul, estão crescendo exponencialmente, enquanto antigos centro globais no Norte estão se tornando rurais. No Sul a população ainda cresce muito, enquanto diminui na Europa, Rússia e nordeste da Ásia. O sonho do efeito Bilbao se baseou na esperança de haver uma solução rápida para os dois problemas. Bem, não há.

Cadeira para crianças Trona / Daniel Molina

Subscriber Access | 

Esta cadeira, criada pelo arquiteto chileno Daniel Molina, foi pensada em função do crescimento das crianças pequenas - o que se reflete em seu desenho, que permite a regulagem da altura do assento. A base da cadeira se estrutura de modo bastante simples através de duas placas colocadas em diagonal, sobre as quais desliza o assento, que se ajusta à altura através de dois parafusos.

Yes Is More: A Filosofia do BIG

Subscriber Access | 

Anders Møller é co-fundador da GRASP Magazine, onde este artigo foi originalmente publicado.

O que o internacionalmente premiado Bjarke Ingels Group (BIG) tem a ver com Friederich Nietzsche e Charles Darwin? Muito, de acordo com o fundador Bjarke Ingels, que criou uma poderosa mistura de Nietzsche e Darwin como a base filosófica da arquitetura do BIG.

Leia a seguir o fascinante artigo de Anders Møller sobre a inusitada filosofia do BIG.

Prateleira Chuck / Natascha Harra-Frischkorn

Subscriber Access | 

Chuck é um sistema de prateleiras criado pela projetista Natascha Harra-Frischkorn, que se inspirou na ideia de criar um espaço individual flexível.

À primeira vista, o móvel parece ser uma simples prateleira de madeira fixada na parede, porém, um olhar mais atento revela que se trata de um sistema composto por tábulas de madeira flexíveis que se adaptam aos objetos que nela se apoiam.

Cinema & Arquitetura: "Dogville"

Subscriber Access | 

E se um filme é filmado de um modo tão minimalista que sua única referência seja uma planta desenhada no chão. Então você precisa imaginar todas as informações que faltam em um tipo de extrusão mental do que é físico. É essa a maneira escolhida pelo diretor dinamarquês Lars von Trier para representar uma parábola que se passa em um povoado fictício no Colorado.

A Literatura da Arquitetura, uma conversa com Germán del Sol [Parte II]

Subscriber Access | 

O Escândalo dos Bondes nos Estados Unidos

Subscriber Access | 

O escândalo ou conspiração dos bondes nos Estados Unidos é uma interessante história do transporte no mundo, pelo seguinte:

Estacionar é um inferno (mas os projetistas podem ajudar nisto)

Subscriber Access | 

A maior parte dos estacionamentos é gratuito - mas isso não significa que não têm um custo elevado. Um podcast recente da Freakonomics Radio examinou os estacionamentos nas cidades americanas, investigando o "custo de estacionamentos não pagos pelos motoristas" - um custo pago não só pelo governo, mas pelo meio ambiente - devido ao congestionamento e poluição causados pelas pessoas que procuram uma vaga. Por exemplo, em uma área de quinze quarteirões em Los Angeles, a distância percorrida pelos motoristas procurando por vagas é equivalente a uma viagem atravessando o EUA por dia.

Uma solução potencial discutida em um projeto de San Francisco chamado SF Park, faz uso de sensores para medir a demanda por estacionamento em certas áreas da cidade e ajustar o preço de acordo com a demanda. Em teoria, isto criaria um pequeno número de espaços vazios em cada quarterão e reduziria drasticamente o tempo que muitos motoristas gastam procurando por vagas.

Apesar da ideia ser uma inteligente abordagem ao problema de estacionamentos nas ruas, esta conversa sobre oferta, demanda e valores mais parece uma solução elaborada por um economista. O que os projetistas podem fazer para ajudar nesta situação?

Talvez, a partir da perspectiva do projetista, o verdadeiro problema dos estacionamentos nas ruas é que eles são sempre vistos como conjuntos a um edifício ou a uma região da cidade. Houve uma série de tentativas de arquitetos - algumas bem sucedidas outras tragicamente falhas - de tornar os estacionamentos um destino em si, ao invés de serem rupturas no tecido das cidades. Poderiam estas ideias apontar para outra direção?

Saiba mais sobre 3 exemplos de estacionamentos como eram no passado, e uma possibilidade futura, após o intervalo...

Desafio Pritzker: Reconhecimento na Era das Parcerias Criativas

Subscriber Access | 

O Prêmio Pritzker teve um começo idealista: conquistar o reconhecimento dentro da arquitetura, uma profissão que tinha perdido há muito tempo seu status na opinião pública. O Pritzker 'costurou' essa fragmentação, celebrou a figura do arquiteto e transmitiu sua contribuição para a sociedade; um semblante criativo, um autor singular cuja singularidade o coloca além de um campo de praticantes.

O Prêmio, desde então, assumiu um papel de "guardião" do "arquiteto estrela". Embora seja inspirador que a arquitetura como profissão tenha reafirmado seu status e importância cultural, o prêmio Pritzker se colocou no centro da cena, correndo o risco de ser consumido por uma realidade sintética dentro da profissão. Se o Pritzker e outros modelos semelhantes de reconhecimento estão evoluindo, eles devem difundir transformações na prática e enfatizar as mudanças no interior da profissão.

Primeiramente, Denise Scott Brown deve ser reconhecida de forma retrospectiva. Algumas opiniões divergentes não mudam os fatos.

Leia mais sobre a (d)evolução do prêmio Pritzker após o intervalo...

A Recuperação da Calçada no Desenho da Cidade

Subscriber Access | 

O principal tipo de espaço público nos Estados Unidos é a rua. Por muito tempo ela se demonstra como o suporte para a economia, servindo de cenário para o intercâmbio e interação entre clientes, comerciantes e empresários. Sob o ponto de vista de que as ruas e as cidades não são estáticas, tampouco completas, e com base de que é na calçada que surge a ideia da criação de valores, estas continuam crescendo como facilitadoras da vida urbana. Como nos rios, estes pontos de contato com a “margem” criam diversas atividades. Portanto, na medida em que nossas ruas recebem carros mais rápidos e maiores, o rio torna-se o caminho para separar a atividade que dá origem às calçadas.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.