Se anteriormente já discutimos o fato da área de serviço, ou lavanderia, ser um luxo dispensável na casa contemporânea. O fato inegável é que ela é um ambiente presente nos lares brasileiros. Um espaço no qual além de lavar e secar roupas, também armazenamos produtos de limpeza e outros objetos. Por se tratar de uma área, na maioria das vezes, pequena e que deve ser muito funcional, nem sempre é fácil mantê-la organizada. Por isso, apresentamos aqui algumas dicas para aqueles que pretendem tornar esse ambiente ainda mais estruturado para um melhor cotidiano.
https://www.archdaily.com.br/br/969766/dicas-para-organizar-a-area-de-servico-mais-funcionalidade-no-cotidianoEquipe ArchDaily Brasil
Segundo os dados do Global Media Report, em 2014, 330 milhões de famílias estavam financeiramente ameaçadas pelos custos de habitação e esse número poderia aumentar para 440 milhões até 2025. Esses dados não apenas se confirmaram, como o aumento do número de famílias ameaçadas pode ser muito maior, com a crise desencadeada pela COVID-19.
Se antes a população brasileira em situação de vulnerabilidade social e econômica já enfrentava um grave problema habitacional, atualmente essa situação se agravou. De acordo com o levantamento nacional, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em março de 2020, quando a pandemia estava apenas começando, já eram mais de 221.000 pessoas em situação de rua.
Gallery of Furniture, Lukas Pelech. Imagem Cortesia of CHYBIK + KRISTOF
Um bom projeto é aquele que observa e aprende do passado porém, com um olho no futuro. Para Ondřej Chybik e Michal Kristof, cofundadores da CHYBIK + KRISTOF, a melhor forma de respeitar a história e a memória de um lugar é reinterpretando-as. Contando atualmente com sedes em Praga, Brno e Bratislava, o escritório foi fundado em 2010 por Ondřej e Michal. Operando com mais de 50 funcionários através de uma equipe multidisciplinar, a principal área de atuação do escritório encontra-se nas lacunas espaciais e sociais presentes nos espaços públicos e construídos das cidades.
Balneário Camboriú, Santa Catarina. Cidade com 5 dos 10 prédios mais altos do Brasil. Foto de: carlosoliveirareis on VisualHunt
O que você acha de construir mais rodovias para diminuir os engarrafamentos? Se você acompanha o debate sobre política urbana, já deve ter a resposta na ponta da língua: construir mais pistas não melhora o trânsito! Quanto mais rodovias, mais carros!
Construir vias estimula mais pessoas a se tornarem motoristas. Com mais faixas asfaltadas à disposição, mais pessoas se dispõem a trocar o transporte público pela conveniência do automóvel. A população pode buscar moradias mais distantes, imaginando que conseguirá dirigir rapidamente até o trabalho.
O CAU Brasil lançou dois editais de chamada pública de apoio institucional com o objetivo de selecionar organizações da sociedade civil (OSC) interessadas realizar duas importantes ações de valorização da arquitetura e urbanismo. Mais de R$ 1 milhão será direcionado a projetos culturais e de assistência técnica em habitações de interesse social (ATHIS).
https://www.archdaily.com.br/br/970602/cau-lanca-editais-de-patrocinio-para-projetos-culturais-e-de-athis-no-valor-de-reais-11-milhaoEquipe ArchDaily Brasil
O fotógrafo de arquitetura Paul Clemence divulgou uma série de imagens da recém-inaugurada extensão do museu Kunsthaus Zürich, projetada por David Chipperfield Architects. O anexo é uma adição independente ao antigo museu e abriga uma coleção de obras de arte modernistas, a coleção Bührle e exposições temporárias. A identidade arquitetônica se inspira nas tradicionais fachadas de pedra do museu, bem como em outros edifícios públicos da cidade.
“Nos países tropicais, é na sombra e no ar fresco que as pessoas se reunem e não em espaços fechados e cálidos como em outras regiões do planeta. Para a nossa sorte, aqui na Costa Rica não falta sombra e tampouco brisa,” comenta Bruno Stagno sobre uma possível arquitetura para os trópicos. Neste sentido, além da sombra e da ventilação natural o que é que define a arquitetura costarriquenha contemporânea?
O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou o projeto Kingston University Town House de Grafton Architects em Londres como o grande vencedor do Prêmio Stirling 2021. Em nota, o RIBA ressaltou a abordagem progressiva do programa educacional do projeto como um fator determinante para a sua premiação nesta última edição de um dos mais importantes eventos no calendário da arquitetura no Reino Unido, mencionando ainda o caráter aberto e democrático da proposta de intervenção como uma ferramenta para a promoção de acessibilidade e da coesão social. O projeto da Grafton Architects para a Town House da Universidade Kingston de Londres, resultante de um concurso de arquitetura organizado pelo próprio RIBA no ano de 2013, foi o primeiro projeto construído pelas arquitetas recentemente premiadas com o Primo Pritzker Yvonne Farrell e Shelley McNamara no Reino Unido.
Na busca incessável para combater as mudanças climáticas, é cada vez mais fácil encontrar soluções grandes e ousadas, como a visão conceitual "water smart city", a proposta do ecologista Allan Savory para tornar os desertos do mundo mais ecológicos, e até mesmo o plano, do presidente da câmara de Nova York, Bill de Blasio, para transformar parte da Governors Island num "laboratório vivo" para a investigação climática. A restauração dos recifes de ostras ocorre em quase todos os cruzamentos críticos ao longo da costa leste, desde a Florida até ao Maine. Esforços valiosos, no entanto, quando considerados coletivamente, o ônus de resolver a nossa crise climática foi deixado em grande parte aos governos municipais, e aos atores privados, tornando a maioria das soluções fragmentadas. O sucesso de uma abordagem tem pouca ou nenhuma correlação com a de outra. Mas o que aconteceria se todas as soluções relacionadas pudessem ser aplicadas num ecossistema único e controlado, quando o meio ambiente e o urbanismo, não estão em desacordo, mas trabalham em conjunto? Conheça a cidade experimental.
https://www.archdaily.com.br/br/968786/repensando-o-papel-das-cidades-experimentais-no-combate-as-mudancas-climaticasJustin R. Wolf
O escritório australiano Simulaa, em parceria com Natalie Alima, acaba de receber o primeiro prêmio no concurso de projetos para a Bienal de Arquitetura de Tallinn de 2022 na Estônia. Intitulada de Burlasite, a proposta foi desenvolvida a partir de uma estrutura impressa em 3D que servirá como um substrato para o crescimento de uma estrutura orgânica secundária feita de fungos. Neste sentido, a proposta desenvolvida pelo Simulaa procura destacar a importância do reaproveitamento e reutilização de materiais locais de origem orgânica na arquitetura contemporânea e sustentável. A Bienal de Arquitetura de Tallinn está planejada para ser aberta ao público no dia 7 de setembro de 2022, sendo que a instalação deverá permanecer no local por mais dois anos.
O Arquicast convidou para uma conversa uma equipe que é a expressão de uma nova visão sobre a arquitetura e seu poder articulador para idealizar e executar projetos transformadores. São pessoas que fazem parte de uma geração de profissionais que, sem dúvida, irá mudar o eixo de interesse pelo nosso ofício e serão exemplos para muitos jovens brasileiros que sonham em cursar uma faculdade de arquitetura e urbanismo ou mesmo outras disciplinas que podem contribuir para uma nova prática nos seus lugares de origem e afeto.
Estamos falando de Ester Carro, da ONGFazendinhando, criada no Jardim Colombo em Paraisópolis, São Paulo. Participam também o diretor financeiro da ONG, Erik Luan e Kamilla Bianca responsável pelo marketing do projeto.
O primeiro quadrante da transformação das lojas de departamento KaDeWe, projetado pelo OMA, abriu suas portas para o público. A loja em Berlim revela uma nova abordagem do design de varejo, na era das compras on-line, mudando o comportamento do consumidor. O masterplan dividiu o edifício histórico, da maior loja de departamento da Europa continental, em quatro setores menores, facilmente acessíveis e navegáveis. O quadrante completo apresenta um vazio de seis pavimentos, que abriga uma série de escadas rolantes e atua simultaneamente como circulação, varejo e um espaço para eventos.
As cidades em que vivemos hoje foram construídas com base em princípios concebidos há décadas, com a perspectiva de garantir que sejam habitáveis por todos. Ao longo da história, as cidades têm sido catalisadoras do crescimento econômico, servindo como pontos focais para negócios e migração. No entanto, na última década, especialmente durante os últimos dois anos, o mundo testemunhou reconfigurações drásticas na forma como as sociedades funcionam, vivem e se deslocam.
O tecido urbano de hoje destaca dois padrões demográficos: rápida urbanização e grandes populações jovens. As cidades, embora crescendo em escala, na verdade se tornaram mais jovens, com quase quatro bilhões da população mundial com menos de 30 anos vivendo em áreas urbanas, e em 2030, UN-Habitat espera que 60% da população urbana tenha menos de 18. Então, quando o assunto é planejamento urbano e futuro das cidades, fica evidente que os jovens devem fazer parte da conversa.
Aedas revelou seu projeto para um empreendimento de uso misto em Shanghai, um edifício médio de alta densidade que compreende vários blocos de escritórios, espaços comerciais e um hotel conectado por uma extensa rede de espaços públicos. Uma espinha de circulação central que percorre todo o local conecta os diversos programas e, em conjunto com uma série de espaços verdes, recria a atmosfera do tecido urbano orgânico.
A humanidade como a conhecemos hoje é resultado de séculos e mais séculos de fenômenos naturais e migratórios complexos responsáveis por forjar a aparência geográfica e humana do planeta no qual habitamos. Humanos são seres sensoriais, e como tais, se relacionam com o mundo através de suas experiências vividas, mas, além disso, há outra forma pela qual podemos compreender o mundo no qual vivemos, isto é, através da uma representação bidimensional inventada pelo homem—os mapas. A cartografia, muitas vezes, é utilizada para delinear fronteiras e estabelecer limites, e desta forma têm sido utilizada historicamente como uma ferramenta de opressão e segregação.
Após receber o acervo completo de Paulo Mendes da Rocha em 2020, a Casa da Arquitectura - Centro Português de Arquitectura, com sede na cidade de Matosinhos, acaba de receber o espólio de Lucio Costa. A doação foi feita pela família do arquiteto e urbanista e abrange cerca de onze mil documentos produzidos entre 1910 e 1998.
https://www.archdaily.com.br/br/970467/acervo-de-lucio-costa-e-doado-a-casa-da-arquitectura-em-portugalEquipe ArchDaily Brasil
Anteriormente conhecido como Bibliotheque du Roi, o Richelieu da Biblioteca Nacional da França, perto do Palais-Royal, finalmente concluiu a construção após quase 10 anos de reformas. A transformação do local de 300 anos incluiu restaurações de fachadas, instalação de um jardim interno e manutenção de instalações, promovendo inovação, modernidade e abertura para um público mais amplo. O projeto, que é uma biblioteca e um museu, continuará a abrigar um enorme campus para a história das artes e do patrimônio, e proporcionará aos visitantes um local para caminhadas, descobertas e intercâmbios. O local está previsto para ser aberto ao público no verão de 2022.
Uma das paixões nacionais e unânime ícone de brasilidade, as redes fazem parte do dia a dia do brasileiro e representam um importante mobiliário da casa. Morar em apartamentos ou casas pequenas, porém, muitas vezes pode tornar mais difícil a inclusão delas no ambiente doméstico. Neste artigo apresentamos exemplos de como incluir as redes nos projetos, inspirando seu uso em apartamentos.