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Stefano Boeri Architetti apresenta protótipo de floresta vertical na COP27

O escritório Stefano Boeri Architetti apresentou um novo projeto para uma floresta vertical durante a COP27 em Sharm El-Sheikh, Egito. O protótipo seria para Dubai, a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e sede da COP28 em 2023. O ambicioso projeto representaria o primeiro protótipo de uma floresta vertical no MENA (Oriente Médio e Norte da África), e é o mais recente de uma extensa lista de edifícios cobertos de vegetação projetados pelo Boeri Architetti, incluindo o Bosco Verticale em Milão, o Easyhome Huanggang na China e um protótipo da primeira floresta vertical holandesa.

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Copa do Mundo no deserto: como o Qatar lidará com as altas temperaturas dentro dos estádios

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Pela primeira vez na história das Copas do Mundo o torneio de seleções será realizado entre os meses de novembro e dezembro. Essa decisão se deu devido ao clima extremo do país-sede nos meses de junho e julho, quando o Qatar atinge temperaturas médias de 40 a 50°C.

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BIG divulga primeiras fotos da Vancouver House e da Telus Sky, no Canadá

Bjarke Ingels Group - BIG divulgou uma série de fotos da Vancouver House e da torreA torre Telus Sky, de 220 metros de altura, e a Vancouver House, de 149 metros de altura, acomodam escritórios de uso misto e espaços residenciais, com conexões para ciclovias e vias de pedestres em suas plataformas. Além disso, ambos possuem o mais alto nível de Design Energético e Ambiental. A Vancouver House é o primeiro edifício LEED Platinum da cidade, e a TELUS em Calgary agora tem a maior planta LEED Platinum na América do Norte, com 70.725 metros quadrados. Telus Sky, feitas pela primeira vez desde sua inauguração em 2020, durante a pandemia. Numa espécie de "yin e yang", ambos os arranha-céus são moldados por uma silhueta curvilínea que envolve o entorno como uma cortina gigante que revela o edifício para o horizonte.

A torre Telus Sky, de 220 metros de altura, e a Vancouver House, de 149 metros de altura, acomodam escritórios de uso misto e espaços residenciais, com conexões para ciclovias e vias de pedestres em suas plataformas. Além disso, ambos possuem o mais alto nível de Design Energético e Ambiental. A Vancouver House é o primeiro edifício LEED Platinum da cidade, e a TELUS em Calgary agora tem a maior planta LEED Platinum na América do Norte, com 70.725 metros quadrados.

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SOM apresenta Urban Sequoia na COP27, uma proposta para absorver carbono da atmosfera

Em uma apresentação no Buildings Pavilion Auditorium durante a COP27, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática em Sharm El-Sheikh, Egito, Skidmore, Owings & Merrill (SOM) apresentou o conceito Urban Sequoia NOW. A proposta, desenvolvida por uma equipe interdisciplinar da SOM, apresenta um sistema que pode absorver o carbono da atmosfera durante todo o seu ciclo de vida. O projeto pode ser implementado com as tecnologias atuais. O modelo representa o conceito da SOM de ir além do carbono líquido zero, combinando múltiplas estratégias: reduzir o carbono incorporado, gerar energia, absorver carbono e aumentar a vida útil típica de 60 anos do edifício.

A ciência por trás da resiliência da arquitetura feita com terra

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A arquitetura feita com terra passou no teste do tempo: resiste a desastres naturais como furacões e terremotos devido às propriedades estruturais da terra. É uma história antiga que continua a ser contada através de estruturas que resistiram ao tempo. As técnicas indígenas de construção com terra foram pioneiras em muitas civilizações antigas de todo o mundo. As comunidades originalmente construíram abrigos de terra, o material mais acessível a elas, e ensinavam suas técnicas de construção de geração em geração. A arquitetura feita com terra evoluiu buscando compreender cuidadosamente a geografia e as especificidades do lugar onde está inserida. Com práticas aperfeiçoadas ao longo das gerações, é fascinante vê-la mantendo-se resiliente em meio às adversidades.

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Inscrições abertas para a 24ª Premiação IABsp

Estão abertas as inscrições para a 24ª Premiação IABsp 2022 – tradicional e reconhecido prêmio da área de arquitetura e urbanismo – organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – entidade com mais de cem anos de existência. “Esta edição procura consolidar os avanços da edição nacional, celebrada em 2021, afinando as categorias e subcategorias à realidade de nossa profissão.” Hannah Machado, Co-presidente do IABsp

Até dia 21 de novembro, arquitetos e urbanistas poderão fazer a inscrição gratuita pelo site. A participação é aberta somente a associados do IAB de qualquer um dos Departamentos Estaduais de todo o país, que tenham trabalhos e propostas executadas no estado de São Paulo a partir de janeiro de 2017. Mas, a boa notícia é poder se associar durante o período das inscrições.

Skidmore, Owings & Merrill divulga projeto para edifício mais alto de Singapura

Skidmore, Owings & Merrill (SOM) divulgou o projeto 8 Shenton Way, uma torre de 305 metros de altura. Uma vez concluída, ela se tornaria não apenas o edifício mais alto mas um dos arranha-céus mais sustentáveis ​​da Ásia. A torre de uso misto se inspira nas florestas de bambu para criar uma comunidade vertical interna-externa com espaços públicos, escritórios, varejo, hotel e residências. Em parceria com a DCA Architects, o projeto está programado para ser concluído em 2028 e se tornará o mais novo marco na paisagem urbana de Singapura, junto com a Marina Bay e a CapitaSpring Tower.

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SPACES assumirá curadoria do Pavilhão dos EUA na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023

A galeria SPACES, com sede em Cleveland, foi selecionada para organizar a exposição dos EUA na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023, em colaboração com o Bureau of Educational and Cultural Affairs do Departamento de Estado dos EUA. Como curadoras, Tizziana Baldenebro, diretora executiva da galeria, colaborou com Lauren Leving, curadora do Museu de Arte Contemporânea de Cleveland, na proposta. Juntas, elas planejam preencher o espaço do pavilhão com obras em plástico de professores de arquitetura, designers e artistas. A exposição, intitulada Everlasting Plastics, pretende examinar o papel deste material “literalmente e como metáfora cultural”.

Imprecisão, contexto e processo projetual: uma entrevista com Gustavo Utrabo

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"Um poeta do vago que projeta com engenhosa exatidão." Foi assim que a arquiteta e curadora Marta Bogéa descreveu Gustavo Utrabo em seu ensaio publicado na edição 207 da revista espanhola El Croquis. Famosa pelas caprichosas monografias de escritórios de renome mundo afora, foi a primeira vez que seu editorial lançou luz sobre um profissional brasileiro. Este não é, porém, o único reconhecimento internacional que Utrabo guarda no currículo: entre outros, suas Moradias Infantis em Canuanã, — desenvolvidas em parceria com Marcelo Rosembaum enquanto ainda era sócio da firma Aleph Zero, junto a Pedro Duschenes — venceram o Prêmio RIBA 2018 e foram incluídas na lista das 25 melhores obras de arquitetura do século XXI elaborada pelo jornal britânico The Guardian.

Toshiko Mori e a curiosidade saudável na prática da arquitetura

Contexto, em arquitetura, é aquilo que diz respeito à existência humana num determinado lugar. Clima, cultura, geografia, preexistências, para nomear apenas alguns. Para Toshiko Mori, arquiteta japonesa radicada nos Estados Unidos, contexto é tudo aquilo que desperta a curiosidade em relação às pessoas para quem projetamos. Em quase quatro décadas à frente de seu escritório em Nova York, Mori tem tido a oportunidade de exercitar sua curiosidade na prática projetual e na academia, logrando construir seus edifícios em contextos tão diversos como China, Itália ou Senegal.

Junto a Johanna Meyer-Grohbrügge e Gabriela Carrillo, Toshiko Mori faz parte do novo documentário Women in Architecture, que estreará no dia 3 de novembro de 2022. O filme, realizado por Sky-Frame em colaboração exclusiva com o ArchDaily e direção de Boris Noir, é um catalisador para o debate e reflexão em torno de um dos temas mais urgentes na arquitetura.

O que é a Outorga Onerosa do Direito de Construir e como ela ajuda a tornar as cidades mais justas e sustentáveis

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Durante as discussões finais para a aprovação do Plano Diretor de Belo Horizonte, em 2019, a previsão de cobrança de Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC) gerou intenso debate e se mostrou o principal obstáculo político para a aprovação. Diversas instituições, incluindo a ONU-Habitat, se manifestaram a respeito. Afinal, o que é a OODC e quais os efeitos desse instrumento de planejamento no território?

4 Observações ao escolher um espelho para sua casa

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Com diferentes formas, tamanhos e estilos adequados a diferentes locais, funções e personalidades, os espelhos podem ser usados como pontos de autorreflexão, para se vestir e se embelezar, mas também para multiplicar luz e espaço em ambientes naturalmente escuros ou estreitos, ou simplesmente como objetos decorativos. Aqui estão as perguntas certas para se fazer quando se deseja utilizar espelhos no projeto.

Como construir espaços públicos para meninas adolescentes

Meninas adolescentes não são crianças nem adultas, o que significa que elas têm necessidades e comportamentos específicos diferentes desses dois grupos. Infelizmente, como muitos grupos marginalizados, essas necessidades e comportamentos não são atendidos ou incentivados em nosso ambiente construído, como aconteceu com outros. Por exemplo, playgrounds são construídos para as crianças e quadras esportivas que estimulam a competição são direcionadas para homens e meninos adolescentes.

Assim, não construir espaços públicos com as necessidades das meninas adolescentes em mente permite que outros grupos de pessoas, predominantemente homens que já ocupam 80% dos espaços públicos, continuem a dominá-los. Fazendo meninas adolescentes se sentirem dez vezes menos seguras em espaços públicos. Essa ausência não apenas afeta seu desenvolvimento social, físico e mental, mas também complica a maneira como elas veem seu lugar nos espaços públicos.

Soluções de baixa tecnologia para demandas complexas: uma entrevista com o arquiteto Henry Glogau

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Em outubro, a equipe da Archdaily conversou com Henry Glogau durante sua estadia em Londres, onde estava trabalhando em alguns projetos. Com apenas 26 anos, seu currículo inclui uma quantidade impressionante de premiações internacionais, por conta da relevância de seu trabalho para questões tão básicas e urgentes para a humanidade: acesso a água potável, saneamento e qualidade de vida. Nascido na Nova Zelândia, Henry se mudou para Copenhague em 2018 para estudar na Royal Danish Academy e, nos últimos dois anos, trabalha no escritório da 3XN GXN como arquiteto em sua unidade de inovação, juntamente com uma equipe multidisciplinar. Abaixo, leia a conversa que tivemos sobre alguns de seus projetos, suas crenças sobre o papel da arquitetura e suas opiniões sobre nossa responsabilidade com o planeta.

Ventilação de edifícios podem ajudar a fertilizar hortas em telhados

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Fazendas e jardins urbanos em coberturas são opções populares para fornecer alimentos na cidade, enquanto atuam como amenizadores de ilhas de calor, aumentando o isolamento térmico de edifícios e melhorando a qualidade do ar. Entretanto, as plantas acabam icando menores e menos saudáveis, já que sofrem mais com a radiação solar, vento e baixa umidade do solo.

O que é resiliência urbana?

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Em um momento histórico no qual começamos a sentir os resultados de um longo processo de industrialização e urbanização veloz e predatório, é necessário pensar e produzir espaços que estejam aptos a se readaptar a novas realidades. A partir dessa necessidade surgem conceitos que podem nortear a transformação e produção de cidades futuras.  

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Mulheres na Arquitetura: Gabriela Carrillo

A arquiteta mexicana Gabriela Carrillo construiu uma carreira exemplar e apaixonada pela cidade, pelo território e pela diversidade. Suas obras amplamente premiadas, primeiro em parceria com Mauricio Rocha e agora dirigindo seu próprio escritório, tornaram-se a imagem de referência quando se trata de arquitetura contemporânea no México. Seus projetos traduzem as necessidades do mundo, desenvolvendo um trabalho constante para reconhecer os valores do território, a fim de proporcionar espaços que dignifiquem seus habitantes. Situada entre a práxis, a teoria e a pesquisa, seus interesses estão focados no cotidiano, desenvolvendo uma prática flexível e dinâmica que permite manter um equilíbrio entre o trabalho e a vida.

Ao lado de Toshiko Mori e Johanna Meyer-Grohbrügge, Gabriela Carrillo faz parte do novo documentário Women in Architecture, que será lançado em 3 de novembro de 2022. A filmagem promovida pela Sky-Frame, em colaboração exclusiva com o ArchDaily e sob a direção de Boris Noir, é um impulso para inspiração, debate e reflexão em torno de uma das questões mais prementes da arquitetura.

Interiores brasileiros que contestam a linha reta com formas orgânicas

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A racionalidade das formas ortogonais domina a arquitetura, apesar dos grandes gestos que, ao longo da história, buscaram uma contraposição. Na produção em larga escala, os ângulos retos, a repetição e a modularidade do bloco ou do grid de pilares, ajudam na velocidade e na eficiência da construção, apesar de reproduzirem as mesmas soluções espaciais. Diferentemente do edifício, a arquitetura de interiores consegue propor alternativas para quebrar com essa racionalidade, seja a partir de divisórias, seja em objetos decorativos. 

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