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Na China, um segundo edifício ficou na metade de uma rodovia

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Há algum tempo, contamos a história de uma casa na China que ficou no meio de uma rodovia de alta velocidade, pois seus donos não quiseram vendê-la.

Recentemente, conheceu-se outro caso do tipo no mesmo país. Trata-se de um grupo de pessoas que se mudou a edifícios na cidade de Xi’na, no oeste da China, pois foi planejada a construção do Parque Nacional de Patrimônio Daming nos terrenos de suas casas.

O novo edifício era parte de uma série de blocos. No entanto, os trabalhadores construíram um edifício a mais, o qual ficou sobre a metade da rodovia.

Parasita ou Salvador? A nova torre de Ibelings van Tilburg

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Este artigo foi publicado originalmente na uncube magazine como "Saviour or Parasite?"

O centro da cidade de Rotterdam é dominado pelo comércio. Apenas 5% dos habitantes da cidade vivem no centro ocupado por grandes lojas, restaurantes fast food e escritórios. Após o horário comercial, as ruas ficam desertas. O município gostaria de atrair mais moradores para o centro - mas o espaço para novos edifícios de habitação é escasso. Assim, nos últimos anos, um cinema dos anos 1960 e uma igreja tiveram que abrir caminho para um novo complexo habitacional projetado por Alsop Architects e uma torre residencial de Wiel Arets foi rapidamente ligada à loja de departamento projetada por Marcel Breuer, De Bijenkorf. Não era assim até que o município forçasse a construção de novos arranha-céus residenciais nas áreas verdes do complexo residencial Lijnbaanhoven, projetado em 1954 por Hugh Maaskant, quando houveram protestos e o projeto teve que ser cancelado.

Um projeto de densificação, no entanto, tentou não destruir ou degradar o edifício do pós-guerra que originalmente ocupa o terreno. Em muitos aspectos, o arranha-céu residencial Karel Doorman pode ser chamado de salvador da antiga loja de departamentos Ter Meulen. Pode ser um pouco incomum para um valente herói se agachar sobre os ombros de uma velhinha que se pretende resgatar - mas é isso mais ou menos o que acontece aqui.

“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia

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Neste ano, a cidade eslovaca de Košice foi nomeada Capital Cultural da Europa. Este reconhecimento, que também incluiu Marselha (França), foi atribuído pela União Europeia. Pelo período de um ano, ocorrem diversos eventos culturais que promovem o patrimônio cultural e histórico da cidade.

“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 1 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 2 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 3 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Image 4 of 4“Post-Mostom”: Habilitação de um espaço público sob uma ponte na Eslováquia - Mais Imagens+ 12

ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte

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Com o surgimento de tecnologias que podem operar no espaço - como as impressoras 3D e os tijolos produzidos por bactérias - a ideias de construir uma colônia em Marte já não parece tão impossível. O escritório alemão ZA Architects apresentou sua proposta de uma grande rede subterrânea de cavernas para iniciar o povoamento do planeta vermelho.

A estratégia baseia-se em robôs que abririam caminho para que os humanos possam, finalmente, viver no planeta vizinho. Os arquitetos reconhecem que as tecnologias atuais não são suficientes para levar a cabo seus planos, no entanto, acreditam que em dez anos a robótica terá avençado o bastante para que seja possível construir as habitações subterrâneas.

Mais informações, imagens e diagramas a seguir.

ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Image 1 of 4ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Image 2 of 4ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Image 3 of 4ZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Imagem de DestaqueZA Architects propõe uma colônia subterrânea em Marte - Mais Imagens+ 5

Teoria Unificada de Arquitetura: Capítulo 1

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Iremos publicar o livro de Nikos Salíngaros, Unified Architectural Theory, em uma série de trechos, tornando-o disponível digitalmente e gratuitamente a todos os estudantes e arquitetos. O capítulo a seguir, "A Estrutura das Teorias Arquitetônicas", postula que a arquitetura, se trabalha verdadeiramente com os ecossistemas naturais, deve adotar uma abordagem cientificamente informada e sistêmica. Se você perdeu a introdução, pode encontrá-la aqui.

A arquitetura é um ato humano que invade e substitui o ecossistema natural. A ordem biológica é destruída cada vez que limpamos as plantas nativas e erguemos edifícios e infraestruturas. O objetivo da arquitetura é a criação de estruturas para abrigar os homens e suas atividades e os seres humanos são parte do ecossistema da Terra, mesmo se tendemos a esquecer isso.

Logicamente, a arquitetura precisa ter uma base teórica que começa com o ecossistema natural. O ato de construir demanda materiais de maneiras muito específicas, e os seres humanos geram uma demanda artificial de materiais, que foram extraídos da natureza e transformados em variados graus. Alguns dos materiais mais utilizados da atualidade, como placas de vidro e aço, exigem processos de consumos intensivos de energia, sendo que contém quantidades elevadas de energia incorporada. Estes não podem ser a base para qualquer solução sustentável, apesar de toda a campanha das indústrias.

O esgotamento dos recursos e uma catástrofe ecológica iminente são consequências do distanciamento da natureza e de uma fé cega na tecnologia para resolver os problemas que a própria indústria criou.

4 aplicativos para o arquiteto de hoje

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É indiscutível o enorme efeito que os smartphones causaram na vida das pessoas. Tornaram-se, indiscutivelmente, ferramentas úteis que facilitam diversas tarefas de nosso dia a dia. Para os arquitetos, estar conectado através de um smartphone permite trabalhar mais rapidamente, visto que, através de um simples telefone, é possível visualizar desenhos, mandar plotar pranchas de projeto, tirar medidas de níveis, consultar materiais de construção, etc.

Temos mostrado, em nossa seção de Tecnologia, diversos aplicativos e programas úteis que todos os arquitetos deveriam ter. Desta vez, apresentamos aos leitores e leitoras quatro novos.

A seguir, mais informações sobre os aplicativos.

Pergunte à Arup: Quais as melhores maneiras de utilizar o 3ds Max em arquitetura?

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Este artigo foi publicado originalmente em Arup Connect como "Ask Arup: Visualization Edition."

Em nossa última rodada de Pergunte ao Arup, o leitor Biserat Yesflgn, do ArchDaily, pediu dicas sobre o software de visualização 3ds Max (anteriormente conhecido como 3D Studio Max). Conversamos com o especialista em visualização nova-iorquino Anthony Cortez, do escritório Arup, para saber como ele usa o programa, quais competências os artistas de visualização em perspectiva precisam ter e como o campo está evoluindo.

Admirável Subúrbio Novo: conheça os arquitetos que estão repensando os subúrbios

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Publicado originalmente na revista National Endowment of the Arts como "The Suburban Canvas: An Emerging Architectural Model of Artistic Possibilities"

Durante a maior parte da sua existência, os subúrbios norte-americanos foram considerados um despropósito arquitetônico. De shopping centers a mansões passando por empreendimentos residenciais, os subúrbios de Connecticut a Califórnia parecem estranhamente similares e compartilham o mesmo padrão de construção rápida e barata que deixa pouco ou nenhum espaço para um projeto sério.

Mas com a recente crise imobiliária e crescentes preocupações ambientais, novas oportunidades surgiram para se repensar os subúrbios como comunidades sustentáveis e arquitetonicamente inovadoras. Ainda que as demais plataformas artísticas analisadas nesta edição estejam consolidadas, o projeto suburbano - tradicionalmente dominado pelos empreendedores em busca de lucros - apenas agora surge como um campo de produção de arte. Alimentados por exposições como "Foreclosed: Rehousing the American Dream", do Museu de Arte Moderna, e o concurso Reburbia da revista Dwell, arquitetos e designers começam a explorar o que os subúrbios podem se tornar. Falamos como diversos arquitetos que lideram essa tendência crescente e literalmente criam novas possibilidades para todas essas "casinhas nas colinas". Em suas próprias palavras, aqui estão alguns de projetos, questões e visões.

Fragmento Urbano: Casa Miller de Jose Oubrerie

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Este artigo foi escrito pelo designer e crítico de Seattle Evan Chakroff.

A Casa Miller em Lexington, Kentucky, é um manifesto construído: uma proposta ambiciosa para o futuro dos subúrbios em uma época de urbanização sem precedentes. Apesar de seu "pedigree" - projetado e construído pelo discípulo de Le Corbusier, José Oubrerie – e apesar de sua (apropriada) seleção como uma "obra prima" por Kenneth Frampton, o projeto permanece um tanto desconhecido e arquitetonicamente subestimado.

A casa deveria sem dúvidas ocupar um lugar no cânone das grandes obras de arquitetura residencial. A composição complexa por si só deveria inspirar inúmeras leituras formais, mas mais importante, a casa representa um modelo de vida comunitária em meio à constante mudança das estruturas familiares. É uma rejeição radical do estilo de vida do subúrbio que se tornou socialmente, economicamente e culturalmente insustentável.

Comunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu

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Limitada pela escassez de espaço e recursos, uma comunidade informal em Yogyakarta, Indonésia, concluiu recentemente a construção de seu espaço comunitário. O novo centro foi feito de bambu local, construído sobre o canal de drenagem da cidade, em frente ao rio Winongo. A estrutura foi projetada por Andrea Fitrianto e Jasri Mulya, e construída por voluntários da comunidade.

Mais informações e imagens a seguir.

Comunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - SustentabilidadeComunidade na Indonésia constrói centro comunitário em bambu - Mais Imagens+ 7

INTERIORS: Breaking Bad

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Interiors é um jornal online de cinema e arquitetura, publicado por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Interiors tem uma coluna exclusiva na página ArchDaily, onde analisa e diagrama espacialmente alguns filmes e séries.

A Era de Ouro da televisão abriu caminho para programas que vão contra os modelos narrativos tradicionais. Ao longo de seus cinco anos, Breaking Bad efetivamente transformou seu protagonista em um antagonista, colocando seu herói/anti-herói em um cenário distinto. Neste sentido, o uso dos espaços e locações em Breaking Bad, filmado em Albuquerque, é digno de atenção, desde o uso de locações reais que servem de pano de fundo para os negócios (lava carros, Los Pollos Hermanos) até a construção de cenários para as casas dos personagens (a casa de Walter White e de Jesse Pinkman).

Em nossa análise, focamos em três diferentes espaços onde Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul) produzem sua metanfetamina: o RV, o Superlab e os laboratórios improvisados em Albuquerque. Estes espaços, que têm muito do caráter do próprio Walter White - um professor de química que sua sua profissão como fachada para sua nova vida de senhor das drogas -, são dissimulados por suas aparências exteriores, misturando-se com seus arredores.

Teoria Unificada da Arquitetura: Uma introdução

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Nos próximos meses estaremos publicando o livro de Nikos Salingaros, Unified Architectural Theory, em uma série de capítulos, tornando-o livre a estudantes e arquitetos. Nos parágrafos seguintes, Salingaros explica porque optamos por esta iniciativa, e também introduz o tema de seu livro: respondendo "a antiga e perturbadora questão de por que arquitetos e pessoas comuns têm preferências de edifícios diametralmente opostas."

ArchDaily e eu estamos iniciando uma nova ideia de publicação, uma ideia que reflete as tendências revolucionárias que estarão em meu livro, que será futuramente publicado. No momento, meu livro, Unified Architectural Theory, 2013, está disponível apenas nos EUA. Com a cooperação do ArchDaily, ArchDaily Brasil e Plataforma Arquitectura, ele logo estará disponível em outras línguas, para todos que tenham acesso à internet. Sendo publicado um capítulo por vez, estudantes e profissionais poderão digerir o material à vontade, imprimir as páginas e encaderná-las como um livro de referências "faça você mesmo". Pela primeira vez estudantes terão acesso a este material em seu idioma e gratuitamente!

O livro surgiu de um curso sobre teoria da arquitetura que eu lecionei ano passado. Foram apresentados aos estudantes os mais recentes resultados científicos que mostram como seres humanos respondem a diferentes formas e espaços arquitetônicos. No final do curso, todos tinham conhecimento suficiente para avaliarem, eles mesmos, quais edifícios, espaços urbanos e configurações internas eram mais adequadas para os seres humanos.

Esta abordagem é, claro, totalmente diferente daquilo que se conhece hoje como "Teoria Arquitetônica".

O Distrito Central Zapopan: Um novo polo de desenvolvimento sustentável na Região Metropolitana de Guadalajara

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O contexto metropolitano 

A região metropolitana de Guadalajara (Z.M.G.), junto a Monterrey é a segunda em importância no México. Formada por oito municípios, abriga 4.434.8781 habitantes numa superfície de 2.734 km² e neste momento, se caracteriza pelas ações urbanas desarticuladas dos municípios que a integram², o que acabou por formar uma cidade baixa e extensa, sem hierarquias claras e carente de estrutura urbana coerente que suporte seu crescimento. Neste contexto, Zapopan se posicionou como o município líder da Z.M.G., reflexo de possuir o maior índice de desenvolvimento urbano³ no Estado de Jalisco e o nono maior índice a nível nacional. Ainda que siga tendo uma população menor (1.243.756 habitantes) que o município de Guadalajara (1.495.189 habitantes), sua dinâmica populacional é ascendente, enquanto o centro tradicional segue num fenômeno de perda de população há aproximadamente 20 anos.

Decisões a tomar

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Existe a cidade perfeita? Sustentável, bem conectada, equitativa, justa, intensa, linda e planejada? Muitas, ou todas as decisões que são tomadas nas cidades buscam satisfazer, historicamente, os ideais estéticos e ideológicos da cultura que em tal período a habita e, por sua vez, que a está criando. A forma que adquire uma cidade, portanto, é o resultado de ideias, desejos e inclusive medos que têm a sociedade.

Light Matters: Recuperando a escuridão do céu

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O advento da luz elétrica permitiu que colonizássemos a noite. Não só os quilômetros de iluminação artificial garantem maior segurança, mas também sinalizações, propagandas, etc. continuam a nos direcionar nas paisagens noturnas. Como Rem Koolhaas explorou em Nova York Delirante, Manhattan e Coney Island foram os primeiros protótipos luminosos para as metrópoles continuamente vibrantes de hoje: cidades que estabeleceram novos ritmos, um novo equilíbrio entre trabalho e vida.

Mas o que acontece quando a iluminação atrapalha nosso equilíbrio natural? Quando perdemos a beleza do céu escuro, as estrelas? O que acontece quando a iluminação se torna poluição?

Mais sobre Light Matters a seguir...

Cadeira Guarda / Alberto Villarreal

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O conceito desta cadeira criada pelo designer industrial lberto Villarreal, está inspirado no espaço vazio gerado pelos objetos. Tanto para cadeiras e mesas, a Coleção Inside-Out Guarda utiliza deliberadamente este espaço vazio, de modo que pode ser utilizado para armazenar uma segunda cadeira ou mesa dentro, e quando ambos elementos se separan o espaço pode ser utilizado para o armazenamento de objetos pequenos, tais como periódicos, livros, etc.

Fundamentos para projetar espaços públicos confortáveis

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Ernst Neufert foi um arquiteto e professor de arquitetura alemão, membro da Bauhaus e companheiro de Walter Gropius. Sem dúvida, seu trabalho mais conhecido tenha sido criar um guia com as medidas padrão de Arquitetura, em seu livro "Arte de Projetar em Arquitetura". Hoje em dia, vê-se cada vez mais necessário ampliar este guia, não somente, às medidas mínimas considerando a ergonomia, mas agora também estamos conscientes de que existem fatores acústicos, de iluminação, temperatura, entre outros, que são imprescindíveis de considerar no momento de projetar. Por esta razão os arquitetos Enrique Mínguez Martínez, Pablo Martí Ciriquián e María Vera Moure criaram este guia chamado "Fundamentos para Projetar Espaços Públicos Confortáveis. Indicador do conforto no espaço público", o qual queremos compartilhar com vocês como uma ferramenta que auxilie tanto a estudantes, como profissionais, para a criação de espaços de qualidade.

Se quiser aprender do que se trata o livro, leia a seguir.

Estante AAKKOSET / KAYIWA

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Esta nova prateleira, criada pelo estúdio KAYIWA, pode ser utilizada tanto em sua parte frontal quanto posterior para guardar livros, CD, revistas, etc. Além disso, também pode ser útil como separadora de ambientes.