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Arrette Scale: perspectiva. Imagem Cortesia de Arrette Scale
Baseado no nosso artigo 25 aplicativos para facilitar o trabalho de arquitetos e planejadores, essa coleção reúne alguns dos aplicativos técnicos de melhor qualidade e os mais valiosos para o projeto, desenho, cálculo e colaboração. Ainda que a maioria dos que aparecem aqui estão desenhados exclusivamente para a plataforma iOS, cada vez que recopilamos listas desse tipo, fica claro que estão sendo desenvolvidos mais e mais aplicativos de alta qualidade para as plataformas Android e Windons. Desde versões mais compactas de pacotes de softwares em grande escala que os arquitetos e desingers utilizam todos os dias, até papéis em branco sobre os quais é possível esboçar ideias, você pode encontrar um aplicativo que melhore sua maneira de trabalhar.
Existe o desenho participativo? Ou trata-se simplesmente de uma etiqueta de marketing que os arquitetos e urbanistas utilizam? Está é, talvez, a pergunta central por trás de muitas das intervenções e projetos que vemos nas cidades latino-americanas, mas que não sabemos responder.
Em primeiro lugar, levanta-se a pergunta sobre o que podemos definir como "participação" dentro da atuação urbana encontra-se em constante discussão. O que é o que entendemos por participação? Como se faz? Quais métodos são necessários para que, efetivamente, afirme-se que existiu participação em um determinado projeto? Sobre a linha dessas questões, em Maio deste ano promoveu-se uma discussão chamada "O desenho participativo existe?", onde o diretor da Msc Building and Urban Design in Development da University College of London, Camilo Boano, desenvolveu algumas ideias sobre o tema da participação. Aqui colocam-se algumas reflexões:
https://www.archdaily.com.br/br/797134/superando-o-cliche-da-participacaoJosé Manuel Guzmán
Aberto recentemente, o Edifício no Porto de Antuérpia de Zaha Hadid Architects é um projeto que combina uma estação de incêndio anteriormente abandonada, que foi restaurada como parte desta encomenda, com uma extensão de vidro atraente que se levanta do pátio do edifício mais antigo e se estende para a água através de um dramático balanço. No contexto do porto, onde grandes infraestruturas e máquinas colossais formam o plano de fundo para funções diárias, o edifício corajosamente se manifesta como a peça operacional central, proporcionando um espaço para 500 funcionários do Porto de Antuérpia. O fotógrafo Thomas Mayer visitou o prédio, capturando sua impressionante presença externa e investigando como sua estrutura se traduz no espaço interno do edifício.
As normativas urbanísticas, em conjunto a outros tipos de medidas e políticas com forte incidência espacial postas em prática na última ditadura cívico militar argentina entre os anos 1976 e 1983, tanto na cidade como na província de Buenos Aires, conjugaram-se para exercer um papel essencial na configuração metropolitana, deixando uma marca territorial característica que se manifesta imediatamente na tomada do governo por parte das Forças Armadas e se aprofunda ao final da década de 1970, quando os marcos normativos anteriormente sancionados começam a evidenciar efeitos mais profundos.
https://www.archdaily.com.br/br/797223/mudancas-recentes-na-periferia-de-buenos-airesGuillermo Tella e Jorge Amado
O apartamento de Patrick Bateman, de "Psicopata Americano", é um dos cenários mais icônicos da história recente do cinema. A direção de arte estéril, concebida por Gideon Ponte, é tão impessoalmente assustadora quanto a atuação de Christian Bale. Este modelo 3D interativo, desenvolvido pela Archilogic, lhe convida a experienciar os interiores do apartamento -- sem o medo de ser golpeado com um machado.
Desenvolvido por FilzFelt e pelo escritório Gensler de Los Angeles, os painéis modulares "Link" podem ser utilizados em uma variedade de aplicações: para divisórias de ambientes, para sombreamento, ou mesmo para amortecimento acústico. Acrescentando à essas funções, os painéis agregam alto valor estético aos ambientes internos graças às suas cores, formas e texturas interessantes. Os painéis foram projetados para resolver um problema específico no escritório da Gensler, onde painéis envidraçados vermelhos agem como uma declaração arquitetônica para ser visto desde a rua, distribuindo grosseiramente a luz dentro do espaço interior por trás da sala de conferência. Buscando uma solução de forma livre e flexível, e materiais macios para contrastar com a rigidez do vidro, os designers Gensler descobriram o feltro de lã e deram início ao desenvolvimento de "Link".
Em qualquer parte do mundo, Amsterdã é sinônimo de bicicletas. Esta rápida associação é explicada pelo crescimento de 40% no uso desse modal em pouco mais de 20 anos; além disso, diariamente, 58% de seus habitantes pedalam mais de 2 milhões de quilômetros, o que faz dela uma das cidades mais preparadas do mundo para o uso da bicicleta como meio de transporte urbano, segundo o Ranking Copenhaguenize 2015.
Caminhar pela cidade não é apenas uma forma de conhecer os espaços urbanos, mas um estímulo a uma vida mais ativa. Para isso, é preciso que a rua seja atrativa para os pedestres. E a obesidade, doença que já afeta grande parte dos países desenvolvidos, é uma das questões que podem ser em parte solucionadas pelo desenho urbano.
A madeira é um material produzido a partir do tecido formado pelas plantas lenhosas com funções de sustentação mecânica. Sendo um material naturalmente resistente e relativamente leve, é frequentemente utilizado para fins estruturais e de sustentação de construções. Por ser um material com diversas padronagens de tonalidades e texturas, é muito versátil e comumente utilizado na arquitetura de interiores.
Uma das maneiras que a arquitetura tem para se integrar a um entorno natural é levando em conta a experiência sensorial própria do lugar. Isto pode ser ao brindar o valor das qualidades espaciais, as texturas e até mesmo gerando contrastes ao realçar e diferenciar o existente com o construído pelo homem.
Este mês destacamos o Secondfloor Architects, que nos convida a experimentar o entorno natural como algo que está sobre a arquitetura, não apenas assentado num lugar, mas que se relaciona com as árvores existentes e traz contrastes mediante a expressão do material escolhido para o projeto.
A Índia é um dos países com os indicadores de mortes em trânsito mais altos do mundo, segundo o último “Informe sobre a situação mundial de segurança viária”, elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De fato, em 2015, mais de 200 mil pessoas morreram em acidentes, um número que é consideravelmente mais alto do que 2014, quando 141.526 habitantes faleceram pela mesma causa.
Em 1986, o Prêmio Pritzker de Arquitetura anunciou seu primeiro laureado alemão. Em discurso durante a cerimônia de premiação em Londres, o Duque de Gloucester afirmou que o prêmio "pode não garantir a imortalidade", inferindo, talvez, que nem mesmo o mais prestigiado prêmio da arquitetura poderia competir com uma obra tão compacta, focada e contínua como a de Gottfried Böhm -- um "filho, neto, marido e pai de arquitetos."
A Igreja da Peregrinação em Neviges foi concebida a partir de um concurso internacional por convite -- lançado em 1962 -- e tinha como cliente a Arquidiocese de Köln, mais precisamente, o Arcebispo Josef Cardinal Frings. A estrutura resultante, que precisou de 7.500 metros cúbicos de concreto e 510 toneladas de barras de aço, é uma das obras mais decisivas, significativas e anônimas do século XX.
A Coreia do Norte é um dos poucos países ainda em regime comunista, e provavelmente o mais isolado e desconhecido do mundo. Este é o resultado da filosofia Juche -- um sistema político baseado na autossuficiência nacional que é parcialmente influenciada por princípios marxistas e leninistas.
Nos últimos anos, no entanto, o país diminuiu as restrições aos turistas, permitindo o acesso a um número limitado de visitantes. Na série fotográfica “North Korea – Vintage Socialist Architecture", o fotógrafo francês Raphael Olivier retrata o patrimônio arquitetônico de Pyongyang. Conheça a capital do país pelas lentes de Olivier, a seguir.
Na maturidade da sua carreira, o diretor francês Jacques Tati apresentou ao mundo, em 1967, uma obra magistral onde a arquitetura moderna foi a protagonista. Com o humor refinado que lhe era característico, “Play Time” desata uma crítica absoluta sobre o progressismo mecanicista que estava sendo consolidado a nível mundial. A modernidade havia chegado na cidade de Paris com a promessa de melhores condições para o homem e o desenvolvimento do seu entorno; porém, agora era ele quem não se encaixava naquela utopia. O diretor francês conseguiu recriar o modelo que cativou o mundo e a inegável ineficiência que o conduziu a um crescente desmembramento das cidades e de suas histórias.
São Paulo é a maior metrópole brasileira e é necessário que avance no planejamento de sua rede de transporte integrado ao planejamento do território e de sua ocupação. A análise a seguir foi produzida em parceria do ITDP Brasil com o WRI Cidades para incentivar o debate sobre a agenda de mobilidade urbana e transporte público na cidade de São Paulo.
Para que as pessoas possam se deslocar com eficiência e conforto e estejam dispostas a reduzir o uso do automóvel, São Paulo precisa oferecer uma vasta rede integrada de transporte público de qualidade, composta por metrô, trem, monotrilho, BRT e corredores de ônibus, entre outros.
https://www.archdaily.com.br/br/796872/onde-estao-as-pessoas-e-o-transporte-na-cidade-de-sao-pauloITDP Brasil
Texto por Germano Johansson Neto e João Pedro Maciente Rocha
Pedalando pela cidade é possível perceber, cada vez mais, que embora nós tenhamos muito a evoluir como sociedade ainda, as pessoas se respeitam mais do que a gente pensa. Na maioria das vezes, nós, ciclistas, acabamos nos apegando a uma ou duas buzinadas que recebemos de motoristas impacientes. No entanto, muitas vezes não lembramos das centenas de veículos que cruzam nossos caminhos de forma respeitosa, ultrapassando a bicicleta com distância segura, reduzindo a velocidade, ou pacientemente seguindo-nos até o próximo semáforo.
https://www.archdaily.com.br/br/796830/o-invisivel-respeito-a-bicicleta-nas-ruasCOURB Brasil
Após a entrevista exclusiva de Alejandro Aravena realizada por AOA, apresentamos uma interessante e refinada perspectiva do professor Pablo Allard sobre a Bienal de Veneza 2016. Publicada originalmente no número 32 da Revista AOA, Allard interpreta e comprova o êxito da tese proposta por Aravena, respaldada por todos os participantes, de devolver à arquitetura seu real valor no desenvolvimento do habitar humano junto a seu compromisso político pelo bem estar das pessoas.
O Bairro da Torre é um distrito de gênese informal, nascido em terras tanto públicas como privadas ao lado do atual aeroporto de Lisboa, como resultado de uma ocupação ilegal por populações portuguesas, africanas e ciganas. Estas casas não legalizadas, são o resultado da ausência de uma política que não conseguiu responder nos últimos anos às deficiências e necessidades dessas populações com baixa renda. A busca de soluções menos tradicionais torna-se o meio alternativo pelo qual tenta-se "resolver" o problema da casa.