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A estratégia de Amsterdã para se adequar ao aumento do uso de bicicletas

A estratégia de Amsterdã para se adequar ao aumento do uso de bicicletas
A estratégia de Amsterdã para se adequar ao aumento do uso de bicicletas, © Flickr: stephenrwalli. Licença CC BY-SA 2.0
© Flickr: stephenrwalli. Licença CC BY-SA 2.0

Em qualquer parte do mundo, Amsterdã é sinônimo de bicicletas. Esta rápida associação é explicada pelo crescimento de 40% no uso desse modal em pouco mais de 20 anos; além disso, diariamente, 58% de seus habitantes pedalam mais de 2 milhões de quilômetros, o que faz dela uma das cidades mais preparadas do mundo para o uso da bicicleta como meio de transporte urbano, segundo o Ranking Copenhaguenize 2015

Com efeito, neste período a bicicleta se tornou o principal meio de transporte da cidade e, consequentemente, contribuiu para reduzir os acidades de trânsito e poluição atmosférica. Além disso, a integração entre diferentes modais de transporte foi fortalecida na cidade, com cada estação de trem contando com estacionamentos para bicicletas que, por vezes, ocupam um edifício inteiro.

© Flickr: Dylan Passmore. Licença CC BY-NC 2.0
© Flickr: Dylan Passmore. Licença CC BY-NC 2.0

No entanto, é justamente nestes lugares que a enorme quantidade de bicicletas se tornou um inconveniente, já que está cada vez mais difícil encontrar uma vaga para estacionar (um problema que seria bem vindo em muitas cidades, diga-se de passagem).

Frente a isto, a prefeitura da cidades decidiu lançar um Plano Cicloviário de Longo Prazo, que, visando aumentar a infraestrutura para o modal, propõe a construção de 40 mil estacionamentos até 2040 e 15 quilômetros de conexões entre ciclovias nos cruzamentos mais perigosos. 

A iniciativa prevê que até 2020 o número de percursos de bicicleta em direção às estações (ou partindo delas) aumentará 25%, e que os deslocamentos no centro e na periferia crescerão, respectivamente, 10% e 5%. 

Não obstante, quais são as medidas estabelecidas pelas autoridades para evitar que alguns erros se repitam sem, no entanto, desincentivar o uso da bicicleta?

Neste sentido, destaca-se a medida que limita o uso dos bicicletários de 7 a 14 dias nas áreas mais congestionadas e a remoção das bicicletas abandonadas. 

Além disso, foi aprovada a construção de 5.300 bicicletários até 2020 em diferentes estações de trem, a abertura de 3.000 vagas próximo à futura estação da praça Gustav Mahler, a instalação de 2.000 racks perto dos pontos de ônibus e outros 1.700 nas cercanias da estação Central.

Investimento em infraestrutura cicloviária 2012 – 2040 (em milhões de euros). Imagem © Fonte: Plano Cicloviário de Longo Prazo
Investimento em infraestrutura cicloviária 2012 – 2040 (em milhões de euros). Imagem © Fonte: Plano Cicloviário de Longo Prazo

Todavia, não são apenas os espaços públicos que contarão com vagas para bicicletas: foi aprovada uma medida que determina que cada nova construção, de qualquer espécie, deverá incluir vagas para bicicletas acessíveis ao público. 

© Flickr: Dylan Passmore. Licença CC BY-NC 2.0
© Flickr: Dylan Passmore. Licença CC BY-NC 2.0

Outra medida aprovada foi a implementação de estacionamentos Fietspunten, gratuitos no primeiro dia, porém, com custo de 0,50 Euros diários após o segundo.

Sobre este autor
Constanza Martínez Gaete
Autor
Cita: Gaete, Constanza Martínez. "A estratégia de Amsterdã para se adequar ao aumento do uso de bicicletas" [La estrategia de Amsterdam a 2020 para enfrentar el crecimiento de viajes en bicicleta] 12 Out 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Baratto, Romullo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/797012/a-estrategia-de-amsterda-para-se-adequar-ao-aumento-do-uso-de-bicicletas> ISSN 0719-8906