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Constanza Martínez Gaete

Jornalista da Universidade de Santiago, Chile (Usach). Twitter: @ConiMartinezG

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

7 Cidades que transformaram seus rios em novos atrativos urbanos

Recuperar os espaços abandonados ou descuidados para transformá-los em novos lugares voltados para os habitantes é atualmente o enfoque de diversos projetos que, independentemente de sua escala, estão contribuindo para melhorar a qualidade da vida urbana. Os casos que refletem esta visão são muitos ao redor do mundo e podem inspirar outras cidades a iniciar suas próprias transformações. 

Antes e Depois: 30 fotos que mostram que é possível projetar para os pedestres

Proporcionar mais espaço aos pedestres é uma das principais metas dos projetos de renovação urbana em muitas cidades do mundo.

Recorrendo à distribuição do espaço público, que implica, muitas vezes, em restringir o espaços dos automóveis - seja nas ruas ou estacionamentos -, plantar mais árvores, construir mais calçadas e ciclovias e estabelecer novas zonas de lazer, é possível projetar lugares mais acolhedores, com menos congestionamento viário e que fomentam o uso de meios de transporte sustentáveis, como as caminhadas e o ciclismo.

7 Dicas para criar cidades para os pedestres

A Associação de Pesquisa e Planejamento Urbano de San Francisco (SPUR), é uma ONG que se dedica a elaborar estratégias que procuram melhorar a qualidade de vida urbana, especificamente nas cidades que conformam a região da Baía de San Francisco.

6 cidades que trocaram suas rodovias por parques urbanos

As autoestradas construídas nas cidades são muitas vezes pensadas como uma solução para congestionamento de veículos. Entretanto, a teoria da demanda induzida tem demonstrado que quando os motoristas contam com mais vias, optam por seguir usando este meio ao invés de utilizar o transporte público ou a bicicleta e, como resultado, o congestionamento não diminui. 

Por isso, existem cidades que têm optado por acabar com o espaço dos automóveis e, onde havia autoestradas, hoje há parques urbanos e ruas menos congestionadas.

A seguir mostramos seis casos deste tipo. Alguns já estão concluídos, enquanto que alguns ainda estão em fase de construção. Para a surpresa de alguns, a maioria dos projetos estão nos EUA, o que reflete que os projetistas deste país estão estudando as políticas de transporte européias, tal como lhes contamos sobre as 9 razões do porquê os EUA são mais dependentes do automóvel do que a Europa.

As 20 melhores cidades do mundo para andar de bicicleta

Anualmente, a empresa dinamarquesa de consultoria Copenhagenize publica um ranking com as 20 cidades mais adequadas do mundo para o transporte em bicicleta.

A lista foi lançada pela primeira vez em 2011 e atualmente é considerada uma das mais importantes da área, com a empresa se dedicando a promover o uso da bicicleta como meio de transporte - e não apenas para uso recreativo - em suas estratégias de desenho urbano focadas nas pessoas, com as quais presta assessoria para autoridades municipais de todo o mundo.

Como construir lugares para melhorar a saúde mental dos habitantes

O placemaking é um conceito cunhado pela ONG norte-americana, Project for Public Spaces (PPS), para definir os processos de desenho colaborativo de espaços públicos que levam em conta os desejos, interesses e necessidades das comunidades locais.

Seus alcances foram estudados sob a perspectiva de diversos temas presentes em nossas cidades, como ecologia, psicologia, sustentabilidade, resiliência, entre outros. 

Os desafios enfrentados por 16 cidades latino-americanas para se tornarem sustentáveis

“De Ciudad Emergentes a Ciudades Sostenibles. Comprendiendo y proyectando las metrópolis del siglo XXI” é a mais recente publicação do Programa de Cidades Emergentes e Sustentáveis do banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que analisa como decorreram os processos de planejamento e desenvolvimento urbano em 16 cidades da América Latina e Caribe nos últimos cinco anos.

O relatório foi elaborado por Horacio Terraza, especialista em urbanismo e Coordenador do Programa de Cidades Emergentes e Sustentáveis; Daniel Rubio, Doutor em Planejamento Territorial; e Felipe Vera, Professor e Co-diretor do Centro de Ecologia, Paisagem e Urbanismo da Universidade Adolfe Ibañez. 

Semáforo horizontal de LED busca tornar as ruas de Rosário mais seguras para pedestres

Temos publicado diversos artigos sobre novos projetos de cruzamentos de trânsito que buscam tornar a vida dos pedestres mais segura. Um destes projetos são as faixas de pedestres inauguradas na cidade de Brummen, Países Baixos, que se iluminam quando as pessoas estão atravessando a rua.

Outro exemplo são os semáforos com luzes LED instalados em algumas ruas as cidades alemãs de Augsburgo e Colônia, e na cidade holandesa de Bodegraven, ajudando a prevenir acidentes em torno das linhas de bonde.

TEDx com Jeff Speck: 4 formas de tornar uma cidade mais caminhável

O designer e planejador urbano estadunidense Jeff Speck tem se dedicado ao longo de sua carreira a difundir os benefícios da caminhabilidade e a promover este aspecto em seus projetos urbanos.

Os benefícios deste aspecto, incorporados à vida urbana através do projeto, serviram de tema para seu livro “Walkable City. How downtown can save America, one step at time”, que em 2013 foi escolhido entre as 100 melhores publicações sobre cidades pela Planetizen.

Os planos de Paris para incentivar a agricultura urbana e construir jardins públicos

As autoridades de Paris lançaram uma série de iniciativas para que a cidade seja mais verde e possa, assim, enfrentar seus problemas ambientais.

Nesse sentido, destacam-se iniciativas como o plano para ter um quarto de sua superfície em 2020 coberto de áreas verdes, o programa "Verde perto de mim" que permite aos vizinhos que sejam os jardineiros de seus bairros, e o plano "Parisculteurs" para criar 100 hectares verdes em coberturas e fachadas na cidade.

6 Dicas para projetar pontos de ônibus acessíveis e seguros

Projetar espaços urbanos para melhorar a mobilidade de todos os habitantes é um dos principais objetivos da NACTO, a Associação Nacional de Autoridades de Transporte Urbano. Fundada em 1996, esta organização sem fins lucrativos reúne mais de 40 cidades dos Estados Unidos e Canadá para compartilhar suas consultorias e práticas de design buscando elevar o padrão dos projetos nas políticas públicas relacionadas aos espaços públicos, mobilidade e transporte.

Eles desenvolveram uma série de manuais em que propõem diretrizes de projeto para tornar as ruas, ciclovias, cruzamentos e outros espaços urbanos mais acessíveis e seguros para todos os usuários. Um dos mais recentes é o "Transit Street Design Guide", no qual apresentam seis dicas para projetar pontos de ônibus. Veja as recomendações, a seguir.

Barcelona proibirá a circulação de automóveis muito poluentes em 2019

Liberar os centros urbanos dos automóveis é uma das medidas que várias cidades do mundo estão adotando, com o intuito de promover a mobilidade sustentável e, assim, melhorar a qualidade de vida dos habitantes. 

Nesse sentido, destacam-se as ações de diversas cidades, como Atenas, que restringem a circulação de veículos a diesel quando os níveis de poluição estão elevados, Hamburgo, que planeja conectar todas as suas áreas verdes para facilitar os deslocamentos a pé e de bicicleta, ou Madri, que proibirá a circulação de automóveis na Gran Via em 2019, entre outras cidades.

Como Vancouver se tornou uma cidade multimodal

A meta de Vancouver para 2040 é que utilizar apenas energia proveniente de fontes limpas para abastecer os sistemas de calefação e transporte público da cidade.

Como parte desta meta, a cidade pretende, até 2020, fazer com que 50% dos deslocamentos urbanos sejam realizados a pé, de bicicleta ou em transporte público. 

Treepedia: a enciclopédia da vegetação em diferentes cidades do mundo

Os benefícios de ter áreas verdes nas cidades são inúmeros tanto para seus habitantes como para o meio ambiente. Nesse sentido, é possível mencionar sua capacidade de controlar a temperatura ambiental, mitigar a contaminação acústica e atmosférica, reduzir os níveis de ansiedade e estresse, e diminuir os níveis de delinquência (Kuo, FE & Sullivan, 2001).

A importância das áreas verdes é cada vez maior em cidades de todo o mundo, porém, ainda é preciso ampliar esse alcance. 

Nova Iorque propõe redistribuição viária para aumentar a segurança nas ruas

Cruzamentos peatonais inseguros, ciclovias que não são respeitadas pelos condutores, e trechos permitidos para automóveis apesar do risco que geram para ciclistas e pedestres são, lamentavelmente, problemas comuns em diversas cidades.

Mostramos a seguir um caso bem sucedido em Nova Iorque que apresentava os mesmos problemas, mas que foi resolvido com uma proposta de desenho urbano que consistiu, basicamente, em redistribuir o espaço viário a partir do Plano Visão Zero.

5 Cidades que fomentaram a criação de áreas livres de automóveis

A congestão viária é um dos grandes temas de debate em cidades de todo o mundo por conta do impacto dessa questão na qualidade de vida.

Nesse sentido, sobram exemplos: o caso de Los Angeles que conheceu nessa semana o Índice de Tráfego 2016 elaborado pela consultoria Inrix um dado que demonstra como isso afeta a vida dos habitantes, os quais, segundo a pesquisa, perdem 104 horas em engarrafamentos.

Em segundo e terceiro lugares estão Moscou e Nova Iorque, com 91 e 89 horas perdidas, respectivamente. A primeira cidade latino-americana a aparecer nesse ranking é Bogotá, onde os habitantes passam 79 horas no trânsito, enquanto em São Paulo são 77 horas.

Vídeo: O que são "ruas completas"?

As "ruas completas" são aquelas projetadas para que as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou meio de transporte, possam se deslocar de maneira confortável e segura entre os lugares onde trabalham, vivem, estudam etc.

Embora esta definição possa ser aplicada a qualquer rua, existem certos elementos de projeto que, dependendo se estão presentes ou não, acabam definindo se uma rua cumpre os requisitos para esta classificação. 

130 Lixões de Medellín são transformados em jardins públicos

Alguns terrenos de Medellín que não tinham uso definido começaram a ser usados como lixões informais, trazendo consigo doenças e diversos problemas ambientais.

Por esse motivo, foram reconhecidos como pontos críticos da cidade pela Secretaria do Meio Ambiente, que os incluiu em um novo programa de regeneração urbana.