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Transporte: O mais recente de arquitetura e notícia

17 Estações intermodais que mesclam projeto de transporte e infraestrutura urbana

Um dos cernes do pensamento urbanístico é, e foi historicamente, o planejamento dos grandes equipamentos e infraestruturas de transporte nas cidades. Esses são projetos que lidam com uma diversidade de aspectos de um programa que, em geral, responde a demandas coletivas no espaço público, e por isso costumam ser construções de grande escala para amparar grandes fluxos de circulação e funcionar como verdadeiros articuladores das formas de se deslocar no espaço urbano.

MVRDV e Airbus apresentam projeto inovador que pretende transformar a mobilidade urbana de nossas cidades

Em parceria com a Airbus, a Bauhaus Luftfahrt, a ETH Zurich e a Systra, o MVRDV está desenvolvendo um projeto piloto para a Urban Air Mobility (UAM), uma iniciativa voltada a criação de um sistema de transporte aéreo seguro e eficiente que pretende transformar para sempre o mercado de transporte de bens e pessoas em nosso planeta. Como a culminação de uma extensa pesquisa, a Urban Air Mobility é uma iniciativa que pretende dar forma a um novo conceito de mobilidade urbana.

Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV Cortesia de MVRDV + 18

Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável: da teoria aos territórios

Com o avanço acelerado da emergência climática e a consolidação de um planeta urbanizado, o desafio de transformar as cidades e regiões metropolitanas em ambientes mais inclusivos e sustentáveis passa pela diminuição dos impactos negativos do transporte. Reduzir as distâncias viajadas pelos habitantes, aproximar as residências do trabalho e das oportunidades, promover a substituição do transporte individual motorizado pelos modos ativos ou coletivos e criar territórios mais plurais e democráticos são resultados de políticas alinhadas com o enfrentamento dos desafios planetários do século XXI. Implementar as transformações necessárias no território urbano em escala global, considerando também as particularidades locais, é um desafio ainda maior, porém necessário para um futuro mais sustentável.

Como garantir que nossas cidades tenham futuro? 4 iniciativas para aumentar a resiliência

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.

As 7 estações de trem mais belas da América do Sul

Trens não são a primeira opção nos transportes em países da América do Sul, seja de carga ou de passageiros. A malha ferroviária dos diferentes países é pouco conectada e, mesmo internamente, está, em grande medida, desatualizada ou sucateada. Todavia, do passado em que os transportes se davam, principalmente, sobre trilhos, restam belíssimas estações ferroviárias que, ainda hoje, recebem trens de carga e passageiros.

O futuro dos transportes: novas tecnologias que estão transformando o modo como nos deslocamos

Cortesia de Virgin Hyperloop One
Cortesia de Virgin Hyperloop One

A medida que a população urbana continua a crescer, com mais e mais pessoas vivendo em grandes centros todos os dias, novas tecnologias estão sendo incorporadas aos sistemas de transporte urbano, transformando a maneira como nos deslocamos pelas cidades. Meios individuais de transporte estão começado a perder terreno para serviços de mobilidade mais centrados no usuário, fazendo-nos repensar a maneira como nos relacionamos com o espaço urbano em nossos deslocamentos diários.

Cortesia de Uber Cortesia de Uber Cortesia de Virgin Hyperloop One Cortesia de Foster + Partners + 17

Da integração modal à mobilidade como um serviço: caminhos para o transporte sustentável

Planejamos nossos deslocamentos diários levando em consideração múltiplos fatores: tempo, custo, conforto – e, não menos importante, a facilidade de conexão entre diferentes meios. Enquanto a frota de carros segue crescendo, quem depende do transporte coletivo tenta driblar a mobilidade deficiente fazendo melhores escolhas. Oferecer soluções integradas que levem as pessoas de um ponto ao outro com o máximo de conveniência é um caminho para cidades mais humanas e sustentáveis reconhecido por especialistas em mobilidade de todo o mundo.

6 cidades que trocaram suas rodovias por parques urbanos

As autoestradas construídas nas cidades são muitas vezes pensadas como uma solução para congestionamento de veículos. Entretanto, a teoria da demanda induzida tem demonstrado que quando os motoristas contam com mais vias, optam por seguir usando este meio ao invés de utilizar o transporte público ou a bicicleta e, como resultado, o congestionamento não diminui. 

Por isso, existem cidades que têm optado por acabar com o espaço dos automóveis e, onde havia autoestradas, hoje há parques urbanos e ruas menos congestionadas.

A seguir mostramos seis casos deste tipo. Alguns já estão concluídos, enquanto que alguns ainda estão em fase de construção. Para a surpresa de alguns, a maioria dos projetos estão nos EUA, o que reflete que os projetistas deste país estão estudando as políticas de transporte européias, tal como lhes contamos sobre as 9 razões do porquê os EUA são mais dependentes do automóvel do que a Europa.

Encontro Repensar para Integrar

Com apoio do Itaú Unibanco, encontro reunirá representantes do setor automotivo, organizações ambientais e programas de mobilidade.

No dia 03 de setembro, das 8h30 às 11h30, acontece no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149, São Paulo), o encontro “Repensar para Integrar”, em que especialistas de diversos setores debaterão como promover deslocamentos mais sustentáveis a partir do uso integrado de diferentes modais, incluindo veículos particulares, transporte público e opções de mobilidade ativa, como bicicletas e caminhadas. A participação do público é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo link. Haverá estacionamento gratuito no local e bicicletário conveniado na estação Paraíso do metrô.

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6 Megaprojetos que estão transformando a mobilidade urbana em nossas cidades

Falar hoje em dia de infraestruturas significa falar de geopolítica e conectividade como fator chave da competitividade global, e por conectividade não se deve entender apenas as infraestruturas físicas, ainda que sejam ruas para veículos sem condutor, ou túneis para o hyperloop.

Guia de projeto para paraciclos e bicicletários

Estudos mostram que o investimento público em redes cicloviárias integradas e seguras promove transformações urbanas, proporcionando mais humanidade, saúde e qualidade de vida na cidade. Enquanto cidades na Holanda e nos países nórdicos já incorporaram as bicicletas no cotidiano, com uma parcela significativa da população utilizando o meio de transporte para os deslocamentos diários, grande parte do mundo ainda vem buscando um modelo para diminuir os congestionamentos e aumentar seu uso. Segundo o ITDP (Institute for Transportation and Development Policy), investir no transporte não motorizado permite a redução dos congestionamentos, melhora a qualidade do ar, a saúde física e mental dos moradores, e ainda o comércio local e a visibilidade das marcas, uma vez que ciclistas tendem a prestar mais atenção ao comércio local e ocupam menos espaço do que os automóveis.

Mas junto às ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, é imprescindível proporcionar locais adequados para que as bicicletas possam ser estacionadas nos finais dos percursos. Enquanto os bicicletários são espaços fechados, geralmente com algum tipo de vigilância e infraestrutura adicional, os paraciclos são as estruturas que permitem apoiar e trancar a bicicleta de forma segura. Eles podem se integrar no mobiliário urbano de uma cidade, junto a bancos, placas, luminárias e totens informativos.

Cortesia de BKT mobiliario urbano Cortesia de BKT mobiliario urbano Cortesia de BKT mobiliario urbano Cortesia de BKT mobiliario urbano + 24

As tendências da arquitetura em 2019

Este é o momento no qual nos projetamos ao futuro para definir as metas e focos de nossa carreira ao longo do ano que começa. Com o objetivo de ajudar os arquitetos que consultam o ArchDaily diariamente, realizamos a seguinte lista com as ideias que mais ecoaram durante 2018 e que, portanto, serão os temas que devem seguir desenvolvendo-se durante 2019.

Apenas no ano passado, mais de 130 milhões de usuários descobriram no ArchDaily novas referências, materiais e ferramentas que permitem aprimorar o desenvolvimento da arquitetura e melhorar a qualidade de vida de nossas cidades e entornos construídos. Quando nossos usuários começam a coincidir em suas buscas de informação ou demonstram maior interesse por um tema em relação a outros, estes tópicos passam a ser uma tendência.

A evolução das bicicletas compartilhadas e seus benefícios para a mobilidade

A Nova Mobilidade tem mudado a maneira como nos deslocamos pelas cidades. Estamos falando de serviços de transporte sob demanda (como Uber, 99 e Cabify), veículos elétricos e aplicativos de planejamento de rotas, mas, também, das bicicletas. Novas empresas apostam na bicicleta como meio para atender às necessidades de transporte nas áreas urbanas e os programas de compartilhamento, públicos ou privados, mudam a maneira como enxergamos as bikes: de opção de lazer a meio de transporte e até mesmo instrumento de trabalho.

A cultura do carro: o que ela diz sobre nós mesmos?

Quem já se interessou pelo tema da mobilidade sabe que o advento do carro trouxe diversas mudanças importantes relacionadas ao ambiente construído das cidades e à vida das pessoas. Essas transformações já foram e ainda são amplamente discutidas nos mais diversos campos de estudo. Na história, por exemplo, ele serve como recorte do período da industrialização, na engenharia ele é relevante na tecnologia de motores, e no planejamento urbano é estudado pelo seu papel no processo de urbanização. Da sua invenção até os dias de hoje, o carro foi ganhando espaço e tornou-se cada vez mais presente em ruas e prédios, sendo incorporado na vida cotidiana e na imaginação das pessoas.

Mikael Colville-Andersen: “A cidade grande deve recuperar práticas da cidade pequena, como a bicicleta e a caminhada"

Em entrevista ao jornal El Colombiano, o urbanista e especialista em mobilidade Mikael Colville-Andersen explicou a situação atual da mobilidade em Medellín, uma das maiores e mais influentes cidades colombianas. "Caminhar ou andar de bicicleta em Medellín é um videogame", explicou o especialista dinamarquês.

Nas principais cidades colombianas foram geradas diversas reflexões que circundam a relação entre mobilidade, cultura, política e sociedade. Neste caso, a capital da Antioquia, não é exceção para esse especialista em ciclismo e planejamento urbano que esteve pela segunda vez na cidade depois de uma visita em 2016.

UNStudio divulga proposta para estação Hyperloop

O UNStudio compartilhou a proposta para uma estação de hyperloop que conectará as cidades de Amsterdã e Frankfurt em menos de uma hora. O projeto, feito em colaboração com a Hardt Hyperloop, foi anunciado em uma cúpula em Utrecht dedicada a explorar o futuro do transporte na Europa.

Primeira ciclovia pré-fabricada de plástico reciclado é inaugurada

Quando se trata de sustentabilidade a Holanda está sempre inovando. A mais recente novidade vem de Zwolle, cidade que já ganhou várias vezes o título de mais verde. Por lá, está sendo testado um trecho de ciclovia construída com resíduos pós-consumo que seriam descartados ou incinerados.

Para desenvolver o material, foram usadas garrafas de plástico velhas, copos de cerveja de festivais, embalagens de cosméticos e móveis de plástico. Ainda em fase piloto, a ciclovia possui 70% de plástico reciclado em seus 30 metros de comprimento, embora a ideia seja futuramente criar uma ciclovia feita inteiramente de plástico reciclado.

Mobilidade não é sinônimo de transporte

O termo mobilidade apareceu, nos últimos anos, de maneira crescente nos meios de comunicação, possivelmente motivado pela instituição da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), em janeiro de 2012, e a exigência da elaboração dos Planos de Mobilidade Urbana. No entanto, o termo mobilidade muitas vezes perde o sentido quando se torna sinônimo de transporte. Perde, já que essas duas palavras não têm o mesmo significado. Mobilidade não se resume ao transporte.