Desenho à mão, um ofício subestimado

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© Jim Keen

Fiz parte da última geração de estudantes de arquitetura que não usava computadores (estamos falando apenas do início dos anos 90 aqui; havia eletricidade, televisões coloridas, foguetes, só nada de renderizações.) No meu último ano na faculdade, calculei mal quanto demoraria para terminar meu projeto de graduação. À medida que o prazo se aproximava, percebi que era tarde demais para me comparar às apresentações de meus colegas. Na época, Zaha Hadid e suas pinturas desconstrutivistas definiam o estilo da ilustração arquitetônica. Isso significava que muitos projetos de estudantes eram renderizados em tintas a óleo em grandes telas.

Sem tempo e opções, recorri ao meu treinamento básico e desenhei a proposta com linhas pretas e brancas. Eu estava preocupado. Cinco anos de educação baseavam-se em desenhos simples (chatos?) Em vez de algo mais glamoroso. No final, isso não foi um problema; Durante a minha análise, o júri discutiu a arquitetura, não a apresentação. Foi uma diferença sutil que me levou anos para apreciar plenamente.

Eu me formei para descobrir que minhas habilidades de apresentação eram irrelevantes. A profissão mudou durante a minha pós-graduação, e as necessidades dos empregadores eram para alunos com habilidades de renderização, não de desenho.

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Sobre este autor
Cita: Keen, Jim. "Desenho à mão, um ofício subestimado" [In Praise of Drawing: A Case for the Underrated Craft ] 22 Jan 2019. ArchDaily Brasil. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/909918/desenho-a-mao-um-oficio-subestimado> ISSN 0719-8906

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