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Desenhos: O mais recente de arquitetura e notícia

Os melhores desenhos de arquitetura de 2023

Com a chegada do fim de mais um ano, a equipe de curadores do ArchDaily tem o prazer de apresentar a seleção dos melhores desenhos arquitetônicos publicados ao longo de 2023, sem os quais o entendimento dos projetos certamente não seria o mesmo.

A representação gráfica desempenha um papel fundamental tanto no processo projetual - desde os primeiros croquis até os mínimos detalhes construtivos - como na apresentação do projeto a um público mais amplo. Assim, durante o processo de seleção, pudemos observar um rico e variado conjunto de desenhos que fizeram parte das mais de quatro mil publicações de projetos neste ano e, entre eles, tivemos a difícil tarefa de chegar aos mais representativos e inspiradores.

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Os melhores desenhos de arquitetura de 2022

Há oito anos o ArchDaily celebra os melhores desenhos do ano. A edição de 2022 é particularmente especial, pois apresenta uma ampla gama de técnicas e representações no campo da arquitetura. Da pintura tradicional às colagens digitais e desenhos axonométricos, a seleção deste ano agrada todos os gostos.

Cabeleireiros e barbearias: exemplos em plantas e cortes

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Embora nos últimos anos os cabeleireiros e barbeiros tenham começado a incorporar diferentes atividades - uma hibridização programática quase necessária hoje - seria apenas a variação dos espelhos e cadeiras que define as diferentes experiências nesses estabelecimentos?

A complexidade da tarefa projetual está em propor alternativas para abordar não apenas uma configuração espacial eficiente como também a estética dos interiores - o que não é fácil quando se dispõe de poucos metros quadrados e deve-se seguir algumas exigências quanto aos equipamentos. 

Entre os projetos publicados em nosso site, compilamos a seguir dez soluções de salões de cabeleireiros e barbearias, acompanhados de seus desenhos. 

Precisamos desenhar as cidades em que queremos viver

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A ilustração acima é uma imagem famosa do artista Imperial Boy (帝国少年), que trabalha na indústria dos animes. Às vezes eu afirmo que todo o gênero do solarpunk se inspirou nessa imagem. Isso é um exagero, obviamente — algumas pessoas pensaram muito seriamente sobre os princípios de design do solarpunk —, mas a influência e o apelo do design do Imperial Boy são inegáveis. E outras artes solarpunk, embora muitas vezes adoráveis, tendem a não se parecer imediatamente com o tipo de cidades que você gostaria de construir; ou é uma imagem de uma fazenda de alta tecnologia, ou alguma variação de “coloque uma árvore na lateral de cada prédio”.

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Arquitetura e mangá: explorando o mundo de Jujutsu Kaisen

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Mangá é um termo genérico para uma grande variedade de histórias em quadrinhos e novelas gráficas originalmente produzidas e publicadas no Japão, e ao contrário das histórias em quadrinhos ocidentais que podemos estar mais familiarizados em ver impressas em cores, são publicadas principalmente em preto e branco. Manga é a palavra japonesa para quadrinhos publicados no Japão, com a palavra em si composta por dois kanji : man (漫) que significa "extravagante" e ga (画) que significa "imagens".

Diferentemente do anime, o mangá é uma mídia impressa, enquanto o anime se destaca como mídia visual desenhada à mão ou digitalmente, combinando arte gráfica, criação de personagens, cinematografia e outras formas de técnicas criativas. É notável que muitos animes são resultado de uma franquia de sucesso que começou como mangá, mas o que sempre uniu o mangá e o anime foi o uso de diversos estilos de arte em várias narrativas que foram construídas para nós consumidores seguirmos.

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Arquitetura acessível: democratizando o projeto e a informação

No início desse ano presenciei uma situação instigante. Acompanhei, via um amigo arquiteto, a negociação para a contratação de um projeto arquitetônico de uma residência unifamiliar. A proprietária do terreno, uma professora da rede pública, buscou auxílio profissional para construir sua tão sonhada casa, estimada em mais ou menos 60 metros quadrados. Tratava-se de um terreno desafiador, com recortes específicos e uma topografia muito acentuada que era compensada pela vista da cidade. O orçamento limitado e o histórico da proprietária indicavam que essa seria a versão litorânea da famosa Casa Vila Matilde do Terra e Tuma.

A história da escada de Penrose e sua influência no design

Muitas vezes, as escadas representam um ponto de interesse de um projeto de arquitetura. A habilidade de criar algo que nos move de um nível para outro, para cima e para baixo, é algo tão simples e familiar ao mesmo tempo que com um pequeno ajuste pode tornar a experiência de subir ou descer em algo tão único. Nossa obsessão por escadas e o nível de ilusão que elas criam na arquitetura talvez decorra da maneira como elas são capazes de distorcer a ótica e a percepção do espaço. Entendemos que elas nos transportam em uma direção ou outra, mas as escadas podem ser circulares? É possível subir e descer para sempre?

De Lina Bo Bardi a Renzo Piano: quando o desenho traduz a vivência do espaço

De Lina Bo Bardi a Renzo Piano: quando o desenho traduz a vivência do espaço - Imagem de Destaque
© Mikkel Frost

Se hoje as tecnologias despontam para diversas formas de representação e interação com o desenho, compreender como os arquitetos se comunicam através dos traços realizados à mão pode ser fundamental para se aprofundar no tema da visualização arquitetônica. Através da simplicidade dos gestos, pequenos textos ou uma colagem de referências, é possível traduzir ideias de forma inovadora, diferentemente dos modos que um render pode apresentar. Por isso, evidenciamos aqui o trabalho de grandes nomes como Lina Bo Bardi, Renzo Piano, Pezo von Ellrichshausen e Mikkel Frost, que a partir de diferentes técnicas revelam distintos modos de representar um projeto.

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Entre o comercial e o real: reflexões sobre a representação arquitetônica

A arquitetura utiliza desenhos como forma de comunicação. Seja para representar ideias, comunicar espaços e suas ambientações ou até entender tecnicamente questões construtivas, são muitos os tipos de desenhos e as ferramentas usadas para sua realização. Cabe aos arquitetos encontrar, dentro de seus conhecimentos, preferências e objetivos, a melhor forma de se comunicar. Se, por um lado, os desenhos de obra são mais técnicos, rígidos e normatizados, para que possam servir para a execução construtiva, aqueles usados para o entendimento do projeto pelo cliente, costumam ser mais livres e ter maior apelo visual. É dentro dessa liberdade estética que questionamos: até onde podemos ir com essas representações sem confundir as pessoas?

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Da representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização

Da representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E Arquitetura
© José Hevia

A representação gráfica, mesmo antes da linguagem e da escrita, foi o primeiro meio de comunicação e significado para a humanidade. O desenho é o ato de substituir a realidade pela representação, ou seja, substituir objetos por imagens codificadas em cada um dos sistemas de representação gráfica.

Na arquitetura, a representação gráfica estimula a imaginação e é a base do pensamento do projeto, uma vez que não só constitui nosso código de comunicação, mas também molda nossa capacidade de nos expressarmos em termos disciplinares. O desenho é primeiro construído na mente do arquiteto e depois transferido para o suporte determinado por qualquer tipo de instrumento.

Da representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Cinema E ArquiteturaDa representação ao projeto arquitetônico: 19 obras que reinterpretam as técnicas de visualização - Mais Imagens+ 35

Da colagem digital aos croquis: inspiração para suas representações de arquitetura

É normal se sentir intimidado pelo número crescente de representações de arquitetura sendo publicadas nas mídias sociais. Somando isso ao funcionamento do famigerado algoritmo, acabamos sendo expostos a publicações que são, em muitos aspectos, semelhantes entre si. Mas para nós, arquitetos, designers e estudantes, as redes sociais não são apenas uma plataforma de networking e divulgação de nossos trabalhos, elas servem também como fonte de inspiração. Se o algoritmo não está nos ajudando a conhecer coisas novas e diferentes, cabe a nós procurá-las.

Os melhores desenhos de arquitetura de 2021

O ArchDaily dá continuidade a uma tradição de sete anos que celebra e reconhece os melhores desenhos de arquitetura do ano. De pinturas a colagens, a edição de 2021 destaca uma coleção cuidadosamente curada de desenhos arquitetônicos e visualizações com uma ampla variedade de técnicas e representações, todas orientadas para o objetivo comum de compartilhar ideias, visões e projetos.

Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook

Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook - Imagem de Destaque
Cortesia de Louisiana Museum of Modern Art

Em sua nova exposição Peter Cook: City Landscapes, o Louisiana Museum of Modern Art exibe desenhos do influente arquiteto, mais conhecido por suas teorias arquitetônicas e conceitos visionários. Com curadoria de Kjeld Kjeldsen e Mette Marie Kallehauge, o evento faz parte da série de exposições Louisiana on Paper, que apresentou o trabalho de diversos artistas ao longo dos anos e agora está estreando sua primeira mostra com desenhos de um arquiteto.

Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook - Image 1 of 4Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook - Image 2 of 4Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook - Image 3 of 4Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook - Image 4 of 4Exposição no New Louisiana Museum exibe desenhos de Peter Cook - Mais Imagens

"Cidade Nanquim": artista cria cidade imaginária em mosaico de folhas A4

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Poucas pessoas têm a oportunidade de projetar uma cidade. Ainda menos o fazem por acaso. Essa é a história do ilustrador e quadrinista Eloar Guazzelli, que desde 1990 vem desenvolvendo um projeto artístico intitulado Cidade Nanquim. A partir de folhas de papel de tamanho A4, o artista compõe uma espécie de mosaico urbano em preto sobre branco que retrata fragmentos de uma cidade imaginária. 

{CURA} promove aula aberta sobre arquitetura, desenho e paisagem com ARQBR

O {CURA} acredita que ensino, debate e conhecimento da prática profissional precisam caminhar juntos.

O ensino da arquitetura através da tela: será o fim das maquetes e do desenho à mão?

O ensino da arquitetura através da tela: será o fim das maquetes e do desenho à mão? - Imagem de Destaque
Render simulando ser una maqueta física. Image © Arq. Julio Andrés Pinedo Agudelo

Durante o ano de 2020, a passagem do sistema presencial ao remoto–tanto em escolas quanto universidades—, permitiu que jovens e adultos pudessem seguir seus planos de estudo durante as fases mais críticas da pandemia. Entretanto, é evidente que esta repentina mudança transformou substancialmente as antigas dinâmicas de ensino e aprendizado. Nas escolas de arquitetura, por exemplo, onde os alunos muitas vezes trabalham em grupos e utilizam objetos físicos como maquetes e modelos tridimensionais para desenvolver seus estudos, eles tiveram que adaptar-se a esta nova realidade muito rapidamente. Em se tratando de disciplinas de caráter projetual e de desenho, onde o engajamento entre os alunos e a colaboração com os professores são fatores fundamentais para o desenvolvimento do trabalho prático, a transição direta e completa para o ambiente virtual—com aulas, apresentações, discussões, revisões e entregas sempre em modo remoto—privou os alunos de explorar qualquer outro método alternativo de expressão que não a representação digital.

GEO.graphias

GEO.graphias • desenhos de arquitectura
exposição coletiva com curadoria de Antonio Lettieri, Catarina Croft e Amílcar Nunes.

da MEMÓRIA ,
do CORPO,
do TEMPO,
da LINGUAGEM construída por 5 jovens ateliers portugueses, hoje.

O que é ergonomia?

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O termo ergonomia foi utilizado pela primeira vez no ano de 1857, pelo polonês Wojciech Jarstembowsky, e tem como origem a junção das palavras gregas ergon (trabalho) e nomos (lei ou regra). Apesar de estar inicialmente relacionado ao conforto físico do trabalhador, hoje em dia, o termo pode ser aplicado nas mais diversas atividades, desde esportivas até as relacionadas ao lazer, como um conjunto de regras e procedimentos que foca no bem-estar – físico e mental – durante a realização de determinada tarefa.