O EUROPARC, coletivo de design pan-europeu, foi anunciado como vencedor do concurso internacional para reformar o Edifício Paul Henri SPAAK em Bruxelas, na Bélgica. O edifício do Parlamento da União Europeia tem muitas deficiências, mas os vencedores do concurso reconhecem que sua demolição e substituição podem não ser a solução mais responsável ou sustentável. O edifício existente é, portanto, reimaginado e adaptado para melhor atender às necessidades e à identidade da UE. O EUROPARC é constituído por cinco estúdios de arquitetura de cinco países europeus: JDS Architects (Dinamarca/Bélgica), Coldefy (França), CRA-Carlo Ratti Associati (Itália), NL Architects (Holanda) e Ensamble Studio (Espanha), com o apoio das empresas de engenharia UTIL (Bélgica) e Ramboll (Dinamarca).
A equipe de projeto europeia integrada pelos escritórios JDS Architects, Coldefy & Associates, Carlo Ratti Associati, NL Architects e Ensamble Studio foi a vencedora do concurso internacional de projeto para a renovação do Edifício Paul-Henri SPAAK, o plenário do Parlamento Europeu em Bruxelas, Bélgica.
2022 European Union Prize for Contemporary Architecture - Mies van der Rohe Awards Winners
A Comissão Europeia e a Fundação Mies van der Rohe anunciaram a Town House, de Grafton Architects, e a cooperativa habitacional La Borda, de Lacol, como vencedores do Prêmio da União Europeia de Arquitetura Contemporânea 2022 – Prêmio Mies van der Rohe. Premiada na categoria Arquitetura, a Town House foi escolhida por sua "extraordinária qualidade ambiental que cria um excelente espaço para estudar, dançar e se reunir". Já o prêmio de Arquitetura Emergente foi concedido ao projeto habitacional La Borda em Barcelona, elogiado por seu sistema de "copropriedade e cogestão de recursos".
A Comissão Europeia e a Fundação Mies van der Rohe anunciaram os sete finalistas que competirão pelo Prêmio da União Europeia de Arquitetura Contemporânea 2022 – Prêmio Mies van der Rohe. A lista inclui cinco projetos na categoria Arquitetura e outros dois na categoria Arquitetura Emergente que são "modelos e referências para políticas urbanas locais". Os vencedores serão anunciados em abril deste ano e a cerimônia acontecerá em maio.
A Comissão Europeia adotou em dezembro uma série de propostas para colocar o setor de Transportes a caminho de uma redução de 90% em emissões de carbono, tomando mais um passo na direção da implementação do Pacto Ecológico Europeu. As iniciativas buscam aumentar o transporte ferroviário, incentivando viagens longas e internacionais por trem, apoiando a disponibilização de pontos de carga para veículos elétricos e a o desenvolvimento de infra-estrutura para abastecimento alternativo, além do desenvolvimento posterior de outros modais.
O recente agravamento das mudanças climáticas e os decorrentes desastres naturais que cada dia mais frequentemente assolam o nosso planeta, juntamente com a contínua exploração predatória dos recursos naturais e os poucos esforços que têm sido feitos para diminuir a emissão de gases do efeito estufa, levantam uma preocupação crescente sobre o futuro da vida nas cidades. Para além de todos os esforços necessários para minimizarmos o agravamento das mudanças climáticas em curso, se faz iminente que comecemos a pensar e desenvolver estratégias que nos permitam preparar nossas cidades para os inevitáveis desafios que estão chegando, como aumento dos níveis das marés e das inundações por um lado, e a seca e o calor extremo de outro. Pensando nisso, o artigo a seguir nos convida a pensar e refletir como poderíamos construir cidades mais resilientes, permitindo que as mesmas se adaptem e se transformem em resposta aos desafios do futuro.
Com cada vez mais atenção para a crise climática, poder público e empresas privadas de diferentes partes do mundo estão apoiando a transição para a energia limpa. O estado da Califórnia, nos EUA, exigirá painéis solares e baterias de armazenamento em todos os novos edifícios, num movimento que visa estabelecer uma rede de energia 100% limpa. Ao mesmo tempo, em todos os demais estados dos EUA, edifícios de escolas públicas serão adaptados para operar com energia verde. Na Europa, a UE lançou um apelo para estabelecer um grupo de trabalho de energias renováveis que ajudará a definir as diretrizes para alcançar a meta de pelo menos 300 GW de energia eólica produzida por turbinas localizadas no mar e 40 GW de energia oriunda da movimentação das marés até 2050. Ao mesmo tempo, a gigante IKEA anunciou que começará a vender energia renovável para residências na Suécia.
Em setembro passado, a União Europeia lançou a New European Bauhaus, uma iniciativa destinada a transformar o ambiente construído em algo mais sustentável e com maior valor social. O projeto, moldado por meio de um processo de co-design sem precedentes, convida agora arquitetos, estudantes, especialistas e cidadãos a compartilhar ideias, exemplos e desafios que ajudarão a definir as etapas concretas do movimento.
Central London. Imagem Courtesia de CPAT / Hayes Davidson / Jason Hawkes
O Architects Registration Board, que é o órgão responsável pelo licenciamento e registro dos arquitetos do Reino Unido anunciou recentemente que os arquitetos não têm mais validação automática de suas qualificações nos países da União Europeia após o Brexit.
O Prêmio da União Europeia para a Arquitetura Contemporânea, Prêmio Mies van der Rohe, acaba de anunciar as primeiras 449 obras para concorrer na sua edição de 2022. Selecionados em 279 cidades de 41 países, os projetos foram nomeados por especialistas europeus independentes, associações nacionais de arquitetura e pelo Comitê Consultivo do Prêmio.
A inércia da política e da governança em um momento no qual grandes mudanças sociais estão ocorrendo em um ritmo cada vez mais rápido - sem falar na insatisfação com o processo de tomada de decisão - abre espaço para ações de baixo para cima, ativismo e esforços ousados. Diante de tantos exemplos de ativismo social, os arquitetos têm ferramentas para construir suas próprias posições? A arquitetura tem o poder de alterar o status quo?
O fundador do OMA, Rem Koolhaas, está trabalhando em parceria com Stephan Petermann e o artista Wolfgang Tillmans na chamada de ideias para o redesenho da marca da União Européia, justamente em um momento em que a UE sofre com a pressão da crescente onda de movimentos nacionalistas de extrema direita. Composta por um conjunto de artistas e especialistas em comunicação de toda a Europa, a equipe do "Eurolab" apresentará os primeiros resultados desta iniciativa no próximo Fórum da Cultura Européia no dia 3 de junho de 2018.
O Eurolab acredita que, embora a UE seja um projeto que visa a paz, a cooperação e a solidariedade, ela não é vista como uma organização positiva e progressista pela maioria dos cidadãos europeus. À medida que o apoio ao nacionalismo e à extrema-direita cresce em toda a Europa, o Eurolab tem a difícil tarefa de descobrir por que a ideia de uma Europa unificada está sendo ofuscada pelos movimentos separatistas. Mais além de identificar as questões que cercam este desdém pela UE, o Eurolab procura desenvolver uma nova linguagem de comunicação, perguntando-se “como a cooperação e a solidariedade entre as nações podem ser melhor expressas”.
https://www.archdaily.com.br/br/892343/rem-koolhaas-e-eurolab-lancam-chamada-de-ideias-para-redesenhar-a-marca-da-uniao-europeiaNiall Patrick Walsh
Em uma recente entrevista com a BBC, Rem Koolhaas criticou a campanha que promove a saída do Reino Unido da União Europeia, para a qual os britânicos votarão amanhã, dia 23 de junho. Refletindo sobre o tempo que passou na Architectural Association (AA) de Londres nos anos 60 e 70, Koolhaas teme que a defesa da saída seja apenas uma nostalgia do passado.
Se observarmos os argumentos para sair, podemos perceber que isso é um movimento de pessoas que querem fundamentalmente mudar a Inglaterra para o que ela supostamente era antes.
Em abril, o "terceiro menor estado soberano" do mundo foi fundado: Liberland. Estabelecido em uma pequena porção de terra em função de uma disputa de fronteiras entre a Croácia e a Sérvia, o novo país fundado sobre os princípios do libertarianismo está atualmente lutando por reconhecimento internacional. Apesar destes desafios, a micro-nação europeia está buscando ideias através de um concurso mundial de projetos para o masterplan de seu território de sete quilômetros quadrados. Patrik Schumacher, do escritório Zaha Hadid Architects, é um dos muitos especialistas convidados a avaliar as propostas enviadas.
"Em vez de esquemas puramente fantásticos ou artísticos, Liberland busca propostas radicalmente criativas, porém maduras, para uma cidade-nação de alta densidade do século XXI, responsiva à sua rede social contemporânea avançada", afirma o edital do concurso.
O Royal Institute of British Architects (RIBA) divulgou os vencedores do Prêmio RIBA 2013, uma lista com 52 exemplos de excelência em design do Reino Unido e da União Européia que vão competir no prestigiado RIBA Stirling Prize. Os vencedores deste anos são oriundos de escritórios de diversos tamanhos, e os projetos abrangem todas as escalas, desde uma capela muito bem trabalhada no quintal de uma casa de Edimburgo até o inovador Museu da Ferrari na Itália. Notavelmente, um terço dos vencedores do Reino Unido são projetos de edifícios educacionais.
Os 43 projetos do Reino Unido que venceram o Prêmio RIBA são:
Os países membros da União Européia (UE) contam com a Iniciativa Ciudadana Europea, um órgão que recebe propostas dos cidadãos sobre legislações que melhorariam sua qualidade de vida. Recentemente e através desta iniciativa, quatro organizações espanholas apresentaram um projeto para estabelecer como velocidade máxima 30 km/h em zonas urbanas residenciais.