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Social: O mais recente de arquitetura e notícia

Pelas pessoas e para as pessoas: O que é arquitetura pública de acordo com nossos leitores

Aarhus Harbor Bath / BIG. Imagem: © Rasmus Hjortshøj
Aarhus Harbor Bath / BIG. Imagem: © Rasmus Hjortshøj

Na última semana convidamos nossos leitores pelas redes sociais a darem suas opiniões a respeito da pergunta: "O que significa arquitetura pública para você?". Essa é uma reflexão que faz parte do debate arquitetônico de forma permanente e entra em jogo em diversos tipos de projeto, sobretudo nos que se referem ao planejamento dos espaços de uso comum nas cidades.

O que significa co-living?

Muitos de nós já moramos, estão morando ou viverão em uma república de estudantes - uma boa mistura entre moradia barata e convivência intensa com amigos e colegas. Por uma quantia razoável, é possível ter um quarto individual e dividir espaços comuns. Pois, cada vez mais, não são só universitários que estão vivendo desta forma. O conceito de co-living vem se firmando como uma solução atrativa e eficaz.

Arrecadação para Realocação das famílias do Mangue UFRJ

Os moradores da Praia do Mangue, também conhecida como Praia do Oi, pertencentes à Família Silva, habitavam o local desde meados de 1928. Os Silva sofreram, e sofrem, sucessivos processos de remoções até serem despejados de suas moradias por decisão judicial, em 25 de julho de 2018.

Após isso, o Movimento de Luta pela Moradia + Pró-Vila + AMAVILA (Associação de Moradores da Vila Residencial) se aliaram à UFRJ + Abricó - EMAU (Escritório modelo de Arquitetura e Urbanismo), no Projeto Habitações Sociais - Realocação dos Moradores do Mangue, que constitui a construção

7 arquitetos criam 7 novos espaços comunitários sob um viaduto japonês em desuso

Um trecho de mais de 100 metros sob um viaduto de trem em Koganecho, distrito de Yokohama, Japão, sofreu uma reforma progressiva em que sete tipos diferentes de espaços comunitários, cada um projetado por um arquiteto diferente, foram construídos dentro de uma grade espacial pré-definida. Historicamente, havia muitas questões sociais na área, em grande parte em relação ao seu lucrativo mas perigoso mercado negro e como área de prostituição. Uma vez que a atividade ilegal foi erradicada em 2005, a passagem subterrânea apresentou uma grande oportunidade de redesenvolvimento social, e o projeto resultante - o Centro Koganecho - enfatizou um antigo compromisso cultural japonês, onde o que uma vez foi quebrado é usado para fazer algo novo .

© Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu + 23

Mirante "Kaymanta": arquitetura participativa no Equador

Em 2015, três arquitetas italianas - Agnese Grigis, Chiara Oggioni e Marta Petteni - viajaram ao Equador para desenvolver um projeto participativo junto à comunidade de Cachiviru, localizada no Lago de San Pablo, em Otavalo. O nome do projeto é 'Kaymanta', que no idioma Kichwa significa "daqui", e se trata de um molhe-mirante que tem como objetivo ativar uma série de processos que gerem benefícios em longo prazo para a comunidade.

Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni Cortesía de Agnese Grigis, Chiara Oggioni y Marta Petteni + 17

Reinterpretação do habitar wichi: a construção de uma residência para os povos nativos

Recentemente concluiu-se a construção de um protótipo de residência modular para uma comunidade original da Argentina. Trata-se da materialização de um projeto dos estudantes Tomás Gulle, Rodrigo Carnero Vidal e Ariel Álvarez Cueto, da Universidade Nacional de Córdoba, que reinterpreta as características das residências Wichis localizadas na província de Salta.

O projeto permite conhecer e refletir, no âmbito acadêmico, sobre a realidade na qual vivem os povos nativos na Argentina, fornecendo um meio adequado onde aprendam, deem valor e, assim, potencializem seus costumes e cultura.

Conheça o processo de projeto e construção de uma residência para os Wichis, a seguir.

Comunidade que se respeita tem uma capela: a experiência do Ateliê 'Con lo que hay' no Equador

Junto à assessoria técnica de ENSUSITIO Arquitectura, o escritório acadêmico Con lo que hay da Faculdade de Arquiteturam, Design e Artes da Pontifícia Universidade Católica do Ecuador (FADA-PUCE) compartilha conosco o processo de projeto e construção de seu sexto projeto: a Capela San José de Oales na comunidade agrícola equatoriana de mesmo nome.

"Comunidade que se respeita tem uma capela", proclamaram os vizinhos ao encarregar a construção, antes de deixar claro seu categórico repúdio à tipologia convencional da capela. Em resposta, Con lo que hay optou por resgatar a estreita relação que a comunidade desenvolve com a natureza, a agricultura e sua coesão familiar para o projeto final. Tal como a visão da natureza como pai e mãe, tudo gira em torno dela: uma grande árvore altar atua como eixo central de uma estrutura atirantada, onde os fiéis estão dispostos radialmente em torno dele.

"Quando a arquitetura não se reduz aos espaços, mas a como estes são concebidos, isso dá a voz necessária aos sem voz. Das mães, suas famílias e campos nasce esta capela", explica Enrique Villacis Tapia de ENSUSITIO.

Capela San José de Oales. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura Etapa de construção. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura Etapa de construção. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura Ateliê "Con lo que hay" 6. Cortesia de Con Lo Que Hay / ENSUSITIO Arquitectura + 32