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Smart City: O mais recente de arquitetura e notícia

O papel da inteligência artificial na reconstrução de cidades devastadas pela guerra

Em um contexto de disputas políticas e econômicas que se desdobram em conflitos armados e consequentemente em destruição, as novas tecnologias surgem como uma solução, proporcionando uma oportunidade única para que possamos reconstruir estas cidade de forma mais equilibradas e sustentável. Ao longo da história da civilização humana, inúmeras cidade, países e até continentes inteiros tiveram que ser reconstruídos uma e outra vez por causa de guerras. Por incrível que pareça, o século 21 não será diferente.

Entretanto, nem tudo será como antes, principalmente devido aos avanços tecnológicos. Novas tecnologias estão pouco à pouco transformando a maneira que vivemos e também a forma como projetamos e construímos nossos edifícios e cidades. Com a inevitável incorporação da Inteligência Artificial em nossos processos de projeto e construção, a industria da arquitetura e da construção civil jamais será a mesma. Estas inovações transformarão para sempre o ambiente em que vivemos, e principalmente, a maneira como nos relacionamos uns com os outros. E esta mudança não necessariamente é algo negativo, muito pelo contrário. Uma vez conscientes disso, a IA poderá ser uma importante aliada dos arquitetos, ajudando-os a construir um mundo melhor para todos nós.

Courtesy of Reparametrize Studio Courtesy of Reparametrize Studio the city of Homs in Syria. Image via Shutterstock/ By Fly_and_Dive Abandoned mosque in Syria. Image via Shutterstock/ By Fly_and_Dive + 11

White Arkitekter + ReGen Villages desenvolvem comunidade autossuficiente na Suécia

A White Arkitekter, em colaboração com a ReGen Villages, desenvolveu o projeto de uma comunidade autossuficiente e resiliente na Suécia, que funciona a partir de princípios de economia circular. Inspirado em jogos de computador, o projeto conta com produção de alimentos orgânicos e produção de energia de fontes renováveis, além de promover a reciclagens e contar com edifícios neutros em carbono.

Smart Cities abrindo o caminho para um futuro inteligente

O movimento smart ganhou força e gerou agitação na última década, mas apesar de todo o hype, o que é uma cidade inteligente? Os princípios por trás de sua definição, e objetivos soltos têm sido bastante inconsistentes. Enquanto alguns afirmam que o sistema deve ser baseado na digitalização de todos os aspectos urbanos, outros argumentam que o aumento na coleta de dados pessoais é o único método para melhorar o estilo de vida urbana. Para uma pessoa, o mundo digital pode ser o paraíso na Terra, já para a outra, tecnofóbica, praticamente o dia do juízo final. Além da mera definição dessas cidades, qual o papel dos arquitetos e pesquisadores na criação desse cenário futurista, ainda pouco identificado? Assim como Corbusier definiu a casa como uma máquina para morar, é hora de redefinirmos como nossos edifícios podem abandonar o exterior passivo, e se tornarem verdadeiras máquinas de trabalho, como sempre deveriam ter sido.

Reparametrize Studio prevê o futuro da cidade inteligente do pós-guerra

O Reparametrize Studio revelou sua pesquisa em andamento “Re-Coding Post-War Syria”, um projeto que se concentra em analisar o tecido danificado das cidades do pós-guerra por meio de tecnologias de digitalização em 3D. Tomando uma rua na cidade de Zamalka, em Damasco, na Síria, como um estudo de caso, a investigação pode distinguir as áreas que precisam de reconstrução das áreas em condições úteis.

© Reparametrize Studio © Reparametrize Studio © Reparametrize Studio © Reparametrize Studio + 14

Projetando cidades inteligentes: uma abordagem humana

Até 2025, a Frost and Sullivan, uma empresa de pesquisa de mercado, previu que haverá pelo menos 26 grandes cidades inteligentes em todo o mundo. Enquanto alguns ainda pensam que, à medida que nossas cidades se tornam mais inteligentes, elas se parecerão com filmes futuristas de ficção científica, a realidade é que a qualidade de vida nessas cidades melhorará drasticamente. As cidades estão definidas para se tornarem mais eficientes com melhores serviços. No entanto, antes de atingir esses ideais, vamos voltar ao processo em si e avaliar os desafios que poderemos enfrentar.

Como o conceito de cidades inteligentes ainda é muito novo, com raros projetos finalizados e implementados, o tópico ainda não está claro. Embora grandes títulos e estratégias estejam bem definidos, a aplicação no terreno ainda é incerta, dando-nos a oportunidade de questionar seu processo de planejamento. De fato, como podemos errar ao projetar cidades inteligentes? Que elemento chave estamos deixando de abordar na fase de planejamento?

O que são cidades inteligentes dentro da realidade brasileira?

Smart Cities, ou as cidades inteligentes, estão cada vez mais em evidência, mas dificilmente sabemos descrever exatamente o que são.

Seriam cidades que conseguem adotar, de forma descentralizada, o conjunto de novos aplicativos de diversos provedores voltados a serviços urbanos que cada vez mais estão presentes no nosso dia a dia?

Ou então aquelas que contratam uma grande empresa para gerenciar e monitorar todos os serviços urbanos da cidade, como um grande centro de comando?

Como garantir que nossas cidades tenham futuro? 4 iniciativas para aumentar a resiliência

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.

Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano

Projetado pelo escritório CRA-Carlo Ratti Associati e MIC-Mobility in Chain, o plano proposto para a cidade suíça de Lugano estabelece uma rede de espaços públicos que conectam a cidade ao lago. O projeto cria também um jardim flutuante e uma orla reconfigurável.

Cortesia de CRA-Carlo Ratti Associati Cortesia de CRA-Carlo Ratti Associati Cortesia de CRA-Carlo Ratti Associati Cortesia de CRA-Carlo Ratti Associati + 10

MVRDV divulga projeto de cidade inteligente para a companhia Tencent na China

O MVRDV acaba de divulgar imagens de sua proposta para o concurso da nova sede da Tencent, localizado na Baía de Qianhai, Shenzhen, China. Destacando o potencial ecológico da tecnologia das smart cities, o projeto prevê um distrito urbano completo, incluindo escritórios, residências para funcionários da Tencent, unidades comerciais, instalações públicas, escolas e um centro de conferências.

© Atchain © Atchain © Atchain © Atchain + 26

Stefano Boeri Architetti projeta a primeira cidade-floresta inteligente do México

Comissionada pelo Grupo Karim's, e projetada por Stefano Boeri Architetti, a primeira cidade-floresta inteligente do México terá como foco a inovação e a qualidade ambiental. A cidade busca um equilíbrio entre áreas verdes e construídas e é completamente auto-suficiente em alimento e energia.

Cortesia de The Big Picture Cortesia de Stefano Boeri Architetti Cortesia de Stefano Boeri Architetti Cortesia de The Big Picture + 8

ETH Zurich oferece cursos online gratuitos sobre smart cities e cidades do futuro

O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich) está oferecendo cursos online gratuitos sobre smart cities e cidades do futuro. Disponibilizados através da plataforma edX, compartilhada por instituições de diversas partes do mundo, os cursos têm duração de dez semanas e são conduzidos através de vídeos.

Seminário Internacional Soluções Inovadoras para Cidades em Crise | Circuito Urbano 2019 ONU Habitat

Cidades boas para viver e produzir atraem talentos e investimentos. Participe e saiba como outros municípios do Brasil e do mundo estão inovando na solução dos seus problemas!

Integrando o Circuito Urbano 2019 da ONU Habitat o Seminário Internacional de Soluções Inovadoras propõe olhares transversais entre economia, planejamento urbano e qualidade de vida através de soluções inovadoras frente à crise que assolam os municípios brasileiros.

O mês de outubro foi designado como Outubro Urbano, por iniciar-se com o Dia Mundial do Habitat (na primeira segunda-feira do mês de outubro) e encerrar-se com o Dia Mundial das Cidades (31 de outubro), e

Primeira mini smart city do mundo será construída em Las Vegas

A incorporadora Bleutech Park Properties planeja construir a primeira mini-cidade com infraestrutura digital do mundo em Las Vegas, EUA. Chamado Bleutech Park, o projeto está com as obras programadas para dezembro deste ano e busca redefinir a ideia de infraestrutura no setor da construção civil.

Por que a tecnologia nem sempre é a resposta para tornar as cidades mais inteligentes?

Inovação e tecnologia geralmente são apresentadas como dois conceitos semelhantes, quando não utilizadas como sinônimos. Entretanto, quando se trata de resolver os atuais problemas de nossas cidades, tecnologia nem sempre é a melhor solução.

A inovação, por outro lado, deve ser uma atuação responsiva, a qual considera todas as funções e processos de uma cidade, incluindo suas carências e potencialidades. Tecnologia pode sim ajudar, mas isso não significa que devemos confiar cegamente em tudo aquilo que surge com a promessa de resolver todos os nossos problemas. 

Moscou divulga novo distrito inteligente como laboratório vivo

A prefeitura de Moscou decidiu implantar quase trinta novas tecnologias "inteligentes" em um bairro já consolidado da cidade, um estudo de caso que servirá como modelo para a avanliação da viabilidade de cada um destes novos instrumentos. Contando com uma população de pouco mais de 8.000 habitantes, o distrito recebeu novos sistemas de iluminação inteligente, gestão inteligente de resíduos e sistemas de aquecimento inteligente. A prefeitura de Moscou pretende avaliar o impacto destas novas tecnologias na vida de seus moradores a tempo de revisar o projeto global de renovação urbana à partir das análises deste projeto piloto.

Cidades fabricadas: o caso da primeira smart city do Brasil

Smart City Laguna, este é o nome da primeira "cidade inteligente" do Brasil segundo publicaram alguns meios de comunicação, inclusive o ArchDaily Brasil, em 2017. Com inauguração prevista para aquele mesmo ano, o empreendimento contaria em sua primeira fase com 1.800 unidades e, no total, 7.065, divididas entre residenciais, comerciais e de uso tecnológico.

Localizada no distrito de Croatá, que faz parte da cidade de São Gonçalo do Amarante, a primeira smart city brasileira ocupa uma porção de terra de 330 hectares conectada diretamente à rodovia federal BR-22, que cruza os estados do Ceará, Piaí e Maranhão partindo de Fortaleza em direção à Marabá, no Pará. A escolha do local tem razões econômicas: a proximidade com o Porto do Pecém, em Fortaleza, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e a Ferrovia Transnordestina fazem de Croatá um ponto estratégico no nordeste que vem sendo ocupado nos últimos anos por empresas de tecnologia, conformando um chamado "Cinturão Digital" a pouco mais de 50 quilômetros da capital cearense.

Sete passos para cidades mais inteligentes

Atualmente existe um debate acalorado sobre o verdadeiro significado de uma cidade inteligente ou smart city. Enquanto municipalidades buscam melhorar seus serviços, a academia discute as consequências de uma cidade mais informatizada e empresas estabelecem centros de pesquisa para desenvolvimento de soluções para problemas urbanos. Estaria a cidade inteligente mais dependente de sistemas tecnológicos inovadores ou de processos participativos eficientes?

As 7 melhores ideias do MIT Labs para as cidades do futuro

As cidades do futuro sempre fizeram parte da nossa imaginação. Da visão de Thomas F. Anderson de 1900 para uma futura Boston, passando pela Ville Radieuse de Le Corbusier de 1924, até cidades modernas "à prova de futuro" como Songdo, na Coreia do Sul, arquitetos e urbanistas sempre pensaram em como as cidades responderiam ao movimento de pessoas, capital, tecnologia e ideias.

Hoje, grupos como o Senseable City Laboratory do MIT foram criados com o objetivo de sugerir ideias para a cidade do amanhã. Através de uma técnica conhecida como "Futurecraft", o Senseable City Lab coloca designers em um possível cenário futuro e pede-lhes para gerar propostas de design que poderiam melhorar a vida cotidiana. Como veremos em seguida, algumas de suas ideias fariam narizes torcerem mesmo em uma galáxia bem distante.

Roboat. Cortesia da Imagem de MIT Senseable City Lab Trash Track. Cortesia da Imagem de MIT Senseable City Lab Local Warming. Cortesia da Imagem de MIT Senseable City Lab Trash Track. Cortesia da Imagem de MIT Senseable City Lab + 35