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Museu Guggenheim : O mais recente de arquitetura e notícia

WEEK traz arquiteturas icônicas à vida com série de GIFs

Criada por WEEK e Axel de Stampa entre 2016 e 2020, a série de GIFs chamada Architecture Animée, ou Arquitetura Animada, revela um lado lúdico e fictício de edifícios emblemáticos, como o Museu Solomon R. Guggenheim de Frank Lloyd Wright, a Fundação Louis Vuitton de Gehry Partners, e o 1111 Lincoln Road de Herzog & de Meuron.

Victoria Tower by Wingårdh Arkitektkontor – GIF Axel de Stampa – Photo Åke Eson Lindman. Image Courtesy of Axel de Stampa, WEEKThe Grove at Grand Bay by BIG – GIF Axel de Stampa – Photo Robin Hill. Image Courtesy of Axel de Stampa, WEEKFondation Louis Vuitton by Gehry Partners – GIF Axel de Stampa – Photo Iwan Baan. Image Courtesy of Axel de Stampa, WEEK1111 Lincoln Road by Herzog & de Meuron – GIF Axel de Stampa – Photo Hufton Crow. Image Courtesy of Axel de Stampa, WEEK+ 9

AMO, em parceria com a Volkswagen, pesquisa o futuro da mobilidade rural

A AMO, o laboratório de ideias do Escritório de Arquitetura Metropolitana (OMA), cofundado por Rem Koolhaas, e liderado por Samir Bantal, anunciou uma recente colaboração de pesquisa com a Volkswagen. Focada nas áreas rurais e no campo, a parceria analisará o futuro da mobilidade rural, através de um primeiro estudo conceitual sobre tratores elétricos.

Cortesia de VolkswagenCortesia de VolkswagenCortesia de Volkswagen© Imagem por Philipp Gladsome, Cortesia VW+ 17

AMO / Rem Koolhaas e Guggenheim conduzem pesquisa sobre "mudanças radicais no campo"

O Museu Solomon R. Guggenheim e o AMO, estúdio de investigações de Rem Koolhaas, anunciaram um novo projeto de pesquisa que explora as "mudanças radicais no campo, nas vastas áreas não urbanizadas do planeta", e que resultará em uma exposição no museu projetado por Frank Lloyd Wright em meados de 2019.

O projeto conduzido por Koolhaas e seu think tank AMO dá seguimento a uma pesquisa já iniciada pelo arquiteto e estudantes da Harvard Graduate School of Design.

Countryside: Future of the World, uma colaboração entre Guggenheim e AMO / Rem Koolhaas examina mudanças radicais que transformam a paisagem não-urbana. Cortesia de GuggenheimCountryside: Future of the World, uma colaboração entre Guggenheim e AMO / Rem Koolhaas examina mudanças radicais que transformam a paisagem não-urbana. Cortesia de Guggenheim. Foto: Mikhaylovich Prokudin-Gorsky circa 1909. Cortesia de GuggenheimCountryside: Future of the World, uma colaboração entre Guggenheim e AMO / Rem Koolhaas examina mudanças radicais que transformam a paisagem não-urbana. Cortesia de GuggenheimRem Koolhaas. Foto: Fred Ernst, Cortesia do OMA+ 5

As inesperadas soluções de baixa tecnologia que possibilitaram a construção do Guggenheim de Bilbao

Alpinista instalando painéis de fachada de titânio durante a construção do Museu Guggenheim de Bilbao. Foto: Aitor Ortiz. Imagem © 2017 FMGB Guggenheim Bilbao
Alpinista instalando painéis de fachada de titânio durante a construção do Museu Guggenheim de Bilbao. Foto: Aitor Ortiz. Imagem © 2017 FMGB Guggenheim Bilbao

Este artigo foi publicado originalmente em guggenheim.org/blogs, com o título "How Analog and Digital Came Together in the 1990s Creation of the Guggenheim Museum Bilbao," e é utilizado com permissão.

O Museu Guggenheim de Bilbao, que comemora seu vigésimo aniversário este mês, foi aclamado como um pináculo do progresso tecnológico desde sua abertura em outubro de 1997. Embora o uso do software de modelagem CATIA (Computer Aided Three-Dimensional Interactive Application) tenha sido, sem dúvidas, inovador, alguns dos maiores momentos de engenhosidade durante o projeto e a construção do edifício foram claramente de baixa tecnologia. Desenvolvido entre 1991 e 1997, o edifício curvado e angular revestido em titânio foi concebido no ponto de virada entre a prática analógica e a digital. Essa mudança profunda envolveu e permeou todos os aspectos do projeto, desde o processo projetual e técnicas construtivas até os métodos tecnológicos de comunicação utilizados.

58 Anos de evolução no Museu Guggenheim de Frank Lloyd Wright

Este artigo foi publicado originalmente em guggenheim.org/blogs, sob o título "Wright’s Living Organism: The Evolution of the Guggenheim Museum," e é utilizado com permissão.

Em 1957, no canteiro de obras do Museu Solomon R. Guggenheim, o arquiteto Frank Lloyd Wright proclamou: "É tudo uma coisa só, integral, e não parte sobre parte. Este é o princípio pelo qual sempre trabalhei." O princípio a que Wright se referiu é a ideologia de projeto que desenvolveu ao longo de sua carreira de setenta anos: a arquitetura orgânica. No seu cerne, esse princípio era uma aspiração à continuidade espacial, em que cada elemento de uma edificação fosse concebido não como um módulo discretamente projetado, mas como um constituinte do todo.

Embora não seja a intenção de Wright por si só, é apropriado que o edifício que ele concebeu como um organismo vivo tenha evoluído ao longo do tempo. A integridade geral e a forma espiral que definem suas características permaneceram inalteradas, mas houve uma série de adições e renovações exigidas pelo crescimento e modernização da instituição.

Primeiras plantas do Guggenheim de Frank Lloyd Wright mostram algumas ideias que não se concretizaram

Em um recente post em seu blog, o Museu Solomon R. Guggenheim explora os detalhes de projeto que não foram realizados no icônico edifício de Frank Lloyd Wright em Nova Iorque, com base em uma série de desenhos e croquis do arquivo do museu. De problemas relacionados à forma e escala até a escolhas de materiais, muitas alterações de projeto foram feitas durante os 16 anos entre a contratação do arquiteto e a inauguração do museu. O mais notável são os trajetos circulares desenhados por Wright que, nos desenhos de 1953, incluem uma rampa circular ainda mais íngreme - além da "Grande Rampa" - , que permitiria uma passagem mais rápida por cada pavimento. Embora a proposta tenha sido substituída por escadas, a "Rampa Rápida" demonstra a intenção de Wright de explorar geometrias que se sobrepõem.

Detalhe da planta do Museu Guggenheim de 1953, que mostra a proposta de "rampa rápida". Imagem © 2017 Frank Lloyd Wright Foundation, Scottsdale, AZ.Todos os direitos reservadosDetalhe da seção de corte do Museu Guggenheim de 1953 mostrando a proposta de "rampa rápida". imagem © 2017 Frank Lloyd Wright Foundation, Scottsdale, AZ. Todos os direitos reservadosPlanta do projeto Museu Guggenheim proposto em 1953. Imagem © 2017 Frank Lloyd Wright Foundation, Scottsdale, AZ. Todos os direitos reservadosO modelo de1945 do Guggenheim, se estendia até 89 Street. imagem © 2017 Frank Lloyd Wright Foundation, Scottsdale, AZ. Todos os direitos reservados.+ 6

As tirinhas do The New Yorker que acompanharam a abertura do Guggenheim de Frank Lloyd Wright

Cortesia de The New Yorker
Cortesia de The New Yorker

Do maravilhamento ao desgosto, a abertura do Museu Solomon R. Guggenheim projetado por Frank Lloyd Wright, em 1959, recebeu uma ampla gama de reações do público. Este momento cultural foi destilado em uma série de tirinhas espirituosas publicadas no The New Yorker que, simultaneamente, satirizaram a arquitetura inovadora e seus críticos. Os desenhos foram recentemente compartilhados num post do blog do Museu Guggenheim. Através de esboços detalhados, o cartunista Alan Dunn representa a experiência do edifício, de olhar para as janelas de vigia exteriores e o caminhar pela grande rampa. Em um desenho, ele retrata a perspectiva do térreo olhando para a cúpula, demonstrando a sensação da curvatura e geometrias do edifício.

Oiio revela a proposta para expansão do Guggenheim

Cortesia de Oiio Architecture Office
Cortesia de Oiio Architecture Office

Com muitos museus no mundo procurando se estender para acomodar grandes coleções, o escritório baseado em Atenas, Oiio Architecture, perguntou: "E se nós decidíssemos que precisamos de um pouco mais de Guggenheim?" 

A solução deles é ampliar verticalmente o edifício original de Frank Lloyd Wright, aumentando em mais 13 pavimentos o edifício icônico.

Mais informações sobre o projeto após o intervalo...

Zero Space & Lounge VIP / ACXT

© Aitor Ortiz

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